Aprovada moção para criação de Curso de Medicina na Unifesp

              A Câmara Municipal de Osasco aprovou moção de apoio do  Legislativo Municipal, para que seja criado na cidade Curso de Medicina gratuito, no campus da Universidade Federal de Osasco. A moção, proposta pelo vereador André Sacco (PSDB),foi aprovada na sessão de 2 de outubro.

             O vereador André Sacco (PSDB) criticou forma como foi divulgada a assinatura de convenio pela Prefeitura de Osasco para autorizar o funcionamento de um curso de Medicina na cidade "às vésperas" das eleições. "Houve atraso de mais de sete anos na definição das regras do programa, e a instalação do curso ainda levará alguns anos, se houver interesse de instituições privadas de ensino em atender a todos os requisitos exigidos, que não são poucos".
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Aprovada moção para criação de Curso de Medicina na Unifesp

Aprovada moção para criação de Curso de Medicina na Unifesp

              A Câmara Municipal de Osasco aprovou moção de apoio do  Legislativo Municipal, para que seja criado na cidade Curso de Medicina gratuito, no campus da Universidade Federal de Osasco. A moção, proposta pelo vereador André Sacco (PSDB),foi aprovada na sessão de 2 de outubro.

             O vereador André Sacco (PSDB) criticou forma como foi divulgada a assinatura de convenio pela Prefeitura de Osasco para autorizar o funcionamento de um curso de Medicina na cidade "às vésperas" das eleições. "Houve atraso de mais de sete anos na definição das regras do programa, e a instalação do curso ainda levará alguns anos, se houver interesse de instituições privadas de ensino em atender a todos os requisitos exigidos, que não são poucos".
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Aprovada moção para criação de Curso de Medicina na Unifesp

Dois momentos de um mesmo pensamento.

É assunto de que já tratei várias vezes, e se me repito é porque ele também se repete, nestes tempos pseudo-cíclicos da produção capitalista-espetacular. A cena é a de todo início de período letivo das universidades: jovens sujos e cheios de tinta, pedindo dinheiro nos semáforos, supervisionados por veteranos - para não falar das brincadeiras e rituais que ocorrem até se chegar a isso. Este ano, os trotes que fui obrigado a presenciar na avenida Paulista e algumas imagens que vi na internet, me remeteram diretamente à do garoto preso ao poste por justiceiros, no Rio de Janeiro. Os princípios muito se assemelham: desrespeito, humilhação, violência. A principal diferença é que o trote é socialmente aceito por grande parte da população, enquanto a violência contra o menor ainda está em litígio. E o absurdo de haver quem defenda esse tipo de ação, creio, está estreitamente ligado à aceitação do trote acadêmico.

 

 

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A Carta do Colégio de Procuradores sobre a PEC 37

Carta de Brasília - Por que somos contra a PEC/37:

O Colégio de Procuradores da República, órgão do Ministério Público Federal, autoconvocado, reuniu-se em 18 de junho de 2013, no exercício de seu dever constitucional de zelar pelo estado democrático de direito e pelo respeito aos direitos constitucionais, para garantir a manutenção da capacidade de investigação para fins penais do Ministério Público e outras instituições atualmente investidas de poder de polícia, e impedir retrocesso em favor da impunidade e contra a segurança cidadã. Para isso, é necessário dizer não à PEC 37.

A PEC 37 pretende estabelecer o monopólio da investigação pela Polícia. O Estado abriga vários órgãos com poder de polícia, como a maioria dos países do mundo. A limitação a um só canal reduz em muito a capacidade de investigação dos órgãos do Estado.

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O 2º Seminário Nacional de Inclusão Digital

Por antonio francisco

Do blog do UCA

II Seminário Nacional de Inclusão Digital (SENID) - UFP/RS

POR UMA CULTURA HACKER NA EDUCAÇÃO

Em solenidade realizada durante o II SENID na Universidade de Passo Fundo, a Profª Drª Lea da Cruz Fagundes recebeu o título honorífico de Professora Honoris Causa desta instituição.

O título foi entregue pelo Reitor da UPF que relembrou o conjunto da obra, em prol da educação, da homenageada.
Clique no imagem abaixo para acessar a galeria de imagens com fotos relativas a homenagem e alguns flashes do evento.

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Senado aprova criação de universidade federal na Bahia

Por Marcia

Do site iBahia

Criação da Universidade Federal do Sul da Bahia é aprovada pelo Senado

O texto segue para sanção da presidente Dilma Rousseff


Editoria Notícias & Empregos

Nesta quarta-feira (8), o Senado aprovou a criação da Universidade Federal do Sul da Bahia, que terá sede em Itabuna, um campus em Porto Seguro e outro em Teixeira de Freitas. O texto segue para sanção da presidente da República, Dilma Rousseff.

A previsão do governo é de que as atividades comecem em 2014 e esteja totalmente implantada em 2020. A expectativa é de que a universidade atenda mais de 11 mil estudantes. 

De acordo com a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), relatora do projeto de lei que cria a universidade, além da Bahia, a criação da universidade também vai beneficiar o Espírito Santo. Afinal, Teixeira de Freitas faz fronteira com este estado, o que pode atrair alunos capixabas. O projeto de lei tramitou na Câmara como PL 2207/2011 e no Senado como PLC 12/2013. 

A instituição, que terá cursos de bacharelado interdisciplinar, terá um modelo pedagógico que possibilita que alunos de municípios pequenos iniciem esses cursos sem sair de suas cidades, desde que seja instalado um colégio universitário no local. Lídice da Mata afirmou que vai pedir uma audiência pública no Senado para que seja apresentado este modelo.

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Diretor do MIT aponta maneiras de incentivar a inovação

Do Jornal GGN

Diretor do MIT diz que Brasil precisa assumir riscos se quiser inovar

Luiz Genro

O Brasil precisa de menos burocracia, de mais investimentos e de arriscar mais, em um modelo de educação não formal, voltado para o empreendedorismo, que crie um ambiente favorável ao surgimento de uma cultura de startups.

A afirmação é de Joichi "Joi" Ito, atual diretor do Media Lab do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), que deu uma palestra sobre inovação no seminárioChallenge of Innovation: Thinking out of the box with MIT – promovido pela Fundação Certi (Centro de Refeência em Tecnologias Inovadoras), de Santa Catarina, e pelo Industrial Liason Programa (ILP) do instituto. Ito falou a uma plateia formada por 450 pessoas, entre executivos, profissionais de Pesquisa e Desenvolvimento de empresas e representantes do governo.

Para o diretor do Media Lab – laboratório de mídias digitais que é referência mundial em novas tecnologias, com projetos como um modelo de carro do futuro e um papel de parede que conduz eletricidade – o modelo atual de educação não ensina as pessoas a serem criativas. Ele aponta que  “a maior parte daquelas que estão em startups de tecnologia não tem diploma formal”. Ito sugeriu que o país tem gente com criatividade, mas precisa vencer dificuldades como o custo e o tempo para abrir uma empresa - além de investir em modelos informais de educação. Leia mais »

Cai número de citações de trabalhos acadêmicos brasileiros

Por Weezer

Da Folha

Brasil cresce em produção científica, mas índice de qualidade cai

SABINE RIGHETTI
DE SÃO PAULO

A produção científica brasileira, medida pela quantidade de trabalhos acadêmicos publicados em periódicos especializados, está em ascensão. Mas a qualidade dos trabalhos não acompanha o ritmo.

O cenário foi encontrado em informações tabuladas pela Folha a partir da base aberta de dados Scimago (alimentada pela plataforma Scopus, da editora de revistas científicas Elsevier). Ela traz números da produção científica de 238 países.

De 2001 para 2011, o Brasil subiu de 17º lugar mundial na quantidade de artigos publicados para 13º --uma conquista que costuma ser comemorada em congressos científicos do país.

Em 2011, os pesquisadores brasileiros publicaram 49.664 artigos. O número é equivalente a 3,5 vezes a produção de 2001 (13.846 trabalhos). Leia mais »

Ciência sem Fronteiras: maioria dos alunos prefere Portugal

Por MiriamL

Do Terra

Ciência sem Fronteiras expõe 'lado feio' do ensino de idiomas no Brasil

Dados do governo federal apontam que a maioria dos estudantes prefere ir para a Portugal. Falta de domínio no inglês é principal motivo


Angela Chagas
 

Dados obtidos nesta semana pelo Terra apontam que de um total de 22.885 bolsistas que estudam no exterior por meio do programa Ciência sem Fronteiras, 2.935 estão em Portugal, o que corresponde a praticamente 13% do total. Representantes de universidades brasileiras e o próprio governo consideram o número extremamente alto, principalmente se levado em conta que o Brasil tem convênio de intercâmbio com 20 nações. Segundo a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia do Ministério da Educação, o problema está na falta de domínio de outros idiomas por parte dos estudantes brasileiros.

Para o professor José Carlos Almeida Filho, pesquisador do Departamento de Línguas Estrangeiras da Universidade de Brasília (UnB), o Ciência sem Fronteiras – lançado em dezembro de 2011 com o objetivo de oferecer mais de 100 mil bolsas de estudo em quatro anos – expõe o "lado feio" da educação no Brasil. "Essa ida para o exterior é muito saudável, mas mostrou o lado feio, as pessoas não estavam percebendo o quanto é fraco o ensino de idiomas nas escolas do Brasil". Segundo ele, falta uma política de longo prazo para garantir o aprendizado, principalmente de inglês e espanhol. Investimento na formação de professores, aumento da carga horária de aulas e diversificação do material didático são alguns pontos apontados pelo pesquisador.

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Universidades corporativas não formam engenheiros

Por FPD

Comentário ao post "O desafio de formar engenheiros no Brasil"

Bom, parece que meu último comentário foi pro espaço.

Vamos tentar de novo:

Nassif, existe um problema de lógica no seu texto. Você começa dissertando sobre a importância da mudança de enfoque da formação dos engenheiros, assim como a existência de um movimento para mudar a pedagogia do ensino, para 'aproximar a formação do engenheiro do mundo real', com currículos mais flexíveis, etc.

Em seguida você mostra que há grandes saltos ocorrendo nas chamadas universidades corporativas, tomando como exemplo as da Petrobrás e da Embraer.

Perceba que uma coisa não tem nada a ver com a outra, pois as universidades corporativas não formam engenheiros. O que elas fazem é capacitar engenheiros recém formados e contratados para trabalhar nas mesmas por meio de uma especialização. Leia mais »

Cursos de direito mal avaliados têm autorização suspensa

Por Lucas Costa

Da Agência Brasil

MEC suspende vestibular para cursos de direito mal avaliados

Lourenço Canuto
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou hoje (22) o fechamento temporário de autorização para novos cursos de direito e o cancelamento de vestibulares para todos os cursos cujos alunos formados tenham tirado nota até 3 no Conceito Preliminar de Curso (Indicador CPC, do MEC). Ele lembrou que o ministério já determinou a suspensão de vestibular para os cursos de medicina que tiveram baixa avaliação de qualidade.

O MEC fechou hoje parceria com a OAB para a realização de trabalho conjunto visando estabelecer um marco regulatório para os cursos de direito. O presidente da entidade, Marcus Vinícius Coêlho, disse que a reprovação de 93% dos estudantes de direito na última prova da ordem indica que está havendo no país um "estelionato educacional". “O professor faz que ganha bem, faz que ensina; o estudante faz que aprende e quem está sendo prejudicada é a sociedade”.

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Autor dos EUA que largou a faculdade defende autoaprendizado

Por MiriamL

Do iG

Livro ensina como largar a faculdade e aprender sozinho

Líder de movimento que questiona a validade do ensino superior nos Estados Unidos lança obra com dicas para jovens se desenvolverem fora das universidades

Tatiana Klix 

Ir para a faculdade ainda é um plano quase unânime para jovens americanos, que se preocupam desde o início do ensino médio com suas notas – um dos critérios usados pelas instituições de ensino superior para selecionar estudantes – e em como vão pagar pelo curso mais tarde. Quase. Nos últimos anos, o aumento do desemprego e índices crescentes de graduados que passam dificuldades para honrar o crédito estudantil recebido antes da formatura fazem com que uma parcela deles questione a validade do curso superior. Para esses adolescentes, ou outros que ainda não pensaram nisso, um livro lançado este mês nos Estados Unidos – Hacking your Education (Hackear sua educação, em livre tradução) – incentiva a largar a faculdade e dá dicas de como aprender – e muito - fora das salas de aulas.

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