Citações e notas

Por Roberto Belisário

Comentário ao post "Os problemas na publicação de pesquisas científicas"

Faltaram as citações e notas, interessantes para quem quiser se aprofundar ou verificar as afirmações:

Do Le Monde Diplomatique

Pesquisa pública, publicação privada

Richard Monvoisin

1 Harold Jefferson Coolidge, Archibald Cary Coolidge: life and letters, 1932.

2 Deve-se o fator de impacto a Eugène Garfield, fundador do Institute for Scientific Information, cujo primeiro Science Index data de 1963. Leia mais »

Estudantes universitários na década de 1950

Por Anarquista Lúcida

Comentário ao post "A importância da decoreba no processo de aprendizagem"

Ivan, te devo uma! Infelizmento o texto do próprio Feynman nao está mais disponível, o link de dentro do do tópico do Nassif nao abre. Mas nesse tópico já há algumas coisas importantes, vou pôr aqui: 

Conteúdo do post: "As críticas de Feynman aos universitários dos anos 50", por Paulo Eduardo Neves Leia mais »

Estudos analisam o sistema de cotas nas universidades

Por Assis Ribeiro

Dois estudos sobre a funcionalidade das cotas na Universidades. Um na UnB, outro na UFBA.

.....

Origem escolar e acesso a cursos valorizados

Se observada a origem escolar, o vestibular com reserva de vagas proporcionou uma revolução na UFBA, fazendo ingressar, nos seus cursos mais competitivos, parcela considerável de estudantes oriundos de escolas públicas, que estiveram, historicamente, excluídos desse espaço.  A participação de estudantes oriundos das escolas públicas, que era de menos de 27% em cursos como Medicina, Arquitetura e Urbanismo, Direito, Comunicação, Odontologia, Ciências da Computação, Engenharia Civil e Engenharia Elétrica, cresceu consideravelmente, ultrapassando os 43% das vagas a eles reservadas pelo sistema de cotas. A participação dos estudantes oriundos de escolas públicas, na UFBA, que estava em torno de 38% antes do sistema de cotas, elevou-se para 51% em 2005. Embora se verifique em 2006 uma redução deste patamar de participação para 44,9%, ele se mantém num nível acima do que é pretendido pelo sistema de cotas. Nos cursos de Ciências da Computação, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Geofísica, por exemplo, houve um decréscimo na presença de estudantes oriundos de escolas públicas, em relação a 2005, embora se mantendo o patamar da reserva de vagas. Vale observar que o sistema adotado pela UFBA não implica necessariamente o preenchimento da reserva, posto que ela depende do desempenho do estudante.

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Fórum Brasilianas.org discute Energia Elétrica no Brasil

Na próxima segunda-feira (10), o Brasilianas.org realiza o 35º Fórum de Debates Brasilianas.org - A Energia Elétrica no Brasil. O evento debate alternativas e investimentos necessários para o setor o pacote da Energia Elétrica (MP 579) e tecnologias de transmissão e distribuição (Redes Inteligentes). O fórum recebe Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (GESEL/UFRJ); Cristopher Vlavianos, economista e presidente da Comerc Energia; Daniel Senna Guimarães, Gestor do Projeto Cidades do Futuro da Cemig; Gilberto Amorim Moura, Diretor Comercial da Treetech;  Luiz José Hernandes Jr., coordenador do Grupo de Smart Grid do CPqD; Guilherme Dantas, também pesquisador do GESEL/UFRJ e Rosana Rodrigues dos Santos, da Vice-Presidência do Conselho Administrativo da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica). Para visualizar a programação completa, clique aqui.

10/12/2012 - a partir das 09h
Hotel Blue Tree
Rua Peixoto Gomide, nº 707 - São Paulo

Participe! Faça já sua inscrição:0800 16 99 66 (ramal.23 e 24) /eventos@advivo.com.br

A anistia para bolsistas que não voltam para o Brasil

Por Alessandro Moure

Nassif, para mim parecia piada:
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,bolsista-que-nao-volta-ao-pais-pode-ter-divida-anistiada,969513,0.htm
Mas, é verdade:
http://www.capes.gov.br/images/stories/download/legislacao/Portarias-141-142-28set12.pdf
Impressionante... deram um jeito de viabilizar a coisa. Definitivamente viramos um país rico. Podemos pagar para nossos pesquisadores conseguirem um emprego no exterior... Estamos importando mão-de-obra especializada, reclamamos que nossa indústria não emprega pesquisadores e, ao mesmo tempo, permitimos coisas desse tipo.

Quando se depende de um comitê de iluminados para decidir quem deve retornar ao país... tá aberta a banca de negócios.
[]´s

Do Estadão

Bolsista que não volta ao País pode ter dívida anistiada

FERNANDA BASSETTE

Brasileiros que fazem pós-graduação em outros países com bolsas do governo federal poderão permanecer no exterior após a titulação, sem ter a obrigação de devolver o dinheiro investido à União, caso uma comissão de especialistas entenda que eles estão vinculados a pesquisas "técnico-científicas de relevância para o País ou para a humanidade". Leia mais »

Sexo e álcool são as atividades mais agradáveis, diz estudo

Por jns

Estudo Sobre a Felicidade e o Prazer pela Univerdade de Canterbury

Sexo e beber álcool são as duas atividades humanas mais agradáveis, de acordo com os resultados do projeto de pesquisa da Universidade de Canterbury.

Carsten Grimm, pesquisador de pós-graduação de psicologia da UC, disse que beber álcool ou participar de festas vem segundo lugar, atrás de sexo ou fazer amor, em termos de felicidade e prazer (em significância, ficou na 10ª posição).

A higiene pessoal e vestir bem ficou em último em termos de motivacionais, enquanto se sentir doente era, obviamente, menor avaliado em termos de felicidade e prazer.

Surpreendentemente, estar logado no Facebook, foi avaliado em última posição em níveis de satisfação pessoal.

A Pesquisa Carsten revelou a complexa relação entre a felicidade e o bem-estar na vida cotidiana das pessoas.

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Os excessos em repúblicas estudantis

Por Dario Lenza

Parentes de jovem criticam excessos em repúblicas

Do Estado de Minas

Enquanto cuidavam de liberar corpo de mais um universitário morto em república de Ouro Preto, familiares criticaram excessos nas moradias e pediram intervenção da universidade

No dia em que a Ufop lamentava a morte de mais um aluno, estudantes de outra moradia já preparavam bebidas para animar festa (Jackson Romanelli/EM/D.A Press)  
No dia em que a Ufop lamentava a morte de mais um aluno, estudantes de outra moradia já preparavam bebidas para animar festa

Ainda chocados com a morte do estudante Pedro Silva Vieira, de 25 anos, familiares do jovem criticaram o comportamento dos universitários nas repúblicas de Ouro Preto, geralmente relacionado aos excessos de álcool e drogas. Apesar de saberem que Pedro bebia, parentes que estiveram ontem na cidade para cuidar da liberação do corpo acreditam que a morte do universitário pode estar ligada aos trotes dos veteranos. Neles, calouros são encorajados a consumir bebidas alcóolicas quando cometem algum erro de conduta ou nas festas em que deixam de ser “bixos”, como são chamados os novatos. Pedro era aluno do curso de química industrial da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) e estava no segundo período.

O alerta para que os jovens da Ufop se conscientizem partiu do pai de Pedro, Ricardo Newton Vieira, que estava ontem resolvendo questões burocráticas para o enterro do filho. O sepultamento ocorrerá hoje, no Cemitério da Paz, no Bairro Caiçara, Região Noroeste de Belo Horizonte. “Ele era um rapaz tranquilo, acostumado a beber, não era um bobo. Mas essas festas são perigosas, porque são regadas a muita bebida”, disse.

Uma amiga da família que acompanhava os parentes do jovem em Ouro Preto e preferiu não se identificar também foi enfática ao criticar os excessos. “Ainda não sabemos a causa da morte do Pedro. Mas ele participou de uma festa na república onde morava e tudo indica que bebeu demais”, disse a mulher. Ela lembrou que não é a primeira vez que isso acontece com alunos da Ufop. “Há pouco mais de um mês, outro estudante morreu vítima de excesso de bebida, e isso pode ter ocorrido também com o Pedro”, afirmou.
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Os recursos da telecomunicação para a educação

Por Marco Antonio L.

Ninguém sabe, ninguém viu

Da Carta Capital

O Brasil precisa mais de banda larga do que de orelhões. Soa óbvio? Pois esse parece ser o principal entrave para o Congresso aprovar um projeto de lei que destina recursos de um fundo de telecomunicações a escolas públicas carentes de computadores, internet e outras ferramentas essenciais. São 11 bilhões de reais parados, o dobro do que a presidenta Dilma Rousseff anunciou que investiria em seu programa de educação rural até 2014, voltado a 3 milhões de alunos.

Os parlamentares defensores da ideia sabem da dificuldade de o governo destinar todo o valor à educação. Por isso, previram o repasse de um quinto disso à instalação de internet de alta velocidade e à compra de computadores e tablets para estudantes. Descobriram que o dinheiro já tinha sido engolido pelo Tesouro Nacional. E se valesse a partir de 2013? Nenhuma resposta. Afinal, por que o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), criado para dar acesso às telecomunicações, não leva a inclusão digital às salas de aula?

No governo Fernando Henrique Cardoso, com a privatização bilionária de empresas de telecomunicações, o então presidente acenou em sua reeleição com a promessa de arrecadar recursos para beneficiar comunidades carentes, incluindo aí escolas e bibliotecas. Surgia o Fust. O governo tungaria 1% do faturamento bruto das empresas de telecomunicações, excluídos alguns impostos, e, em contrapartida, instalaria estrutura em regiões isoladas, tanto de telefonia quanto de internet, um ativo que, naquele ano 2000, estava distante da maioria dos brasileiros. A ideia também era desburocratizar a concessão desses serviços e investir em áreas que não atraíam a iniciativa privada. Já no lançamento, se vislumbravam investimentos em educação.

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Brasilianas.org discute a siderurgia brasileira

Acontece na próxima segunda-feira, dia 3, a partir das 8h30, o 34º Fórum Brasilianas.org – A Siderurgia no Brasil. O evento será uma oportunidade para debater a importância da siderurgia e os gargalos da cadeia, a correção das assimetrias competitivas e tributárias e a Tecnologia e Inovação (como melhorar a eficiência produtiva do setor).

Estarão presentes Marcos Contrucci, consultor do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e professor do Departamento de Engenharia de Materiais da PUC-RJ e Renato Minelli Figueira, professor da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), além de representante do Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A mediação é do jornalista Luis Nassif, fundador do Projeto Brasilianas.org.

Serviço:

Data: 03 de dezembro de 2012 / das 8h30 às 14 horas

Local: Hotel Blue Tree, na Rua Peixoto Gomide, 707 – São Paulo/SP

Inscrições público: 0800 16 99 66, ramais 23 e 24, e-mail eventos@advivo.com.br (AS INSCRIÇÕES SE ENCERRAM NO DOMINGO)

Credenciamento imprensa: (11) 3672-4333, e-mail imprensa@wrpress.com.br

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Aumenta proporção de negros assassinados no país

Aumenta proporção de negros assassinados no país

Em 2010, a cada branco vítima de homicídio proporcionalmente morreram 2,3 negros pelo mesmo motivo

Por Lilian Milena, do Brasilianas.org

'Mapa da Violência 2012: A cor do homicídio no Brasil' aponta queda no número absoluto de homicídios entre a população branca, entretanto mostra aumento considerável do número de vítimas negras. A tendência foi verificada tanto no conjunto geral da população, quanto entre os jovens. O trabalho, coordenado pelo sociólogo do Instituto Sangari, Julio Jacobo Waiselfisz, foi realizado com base nos dados do Sistema de Informações da Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM/MS).

O levantamento aponta que o número de "homicídios brancos" caiu de 18.867, em 2002, para 14.047, em 2010, representando um recuo de 25,5%. Já a quantidade de homicídios de pessoas negras, no mesmo período, aumentou de 26.952 para 34.983, alta de quase 30%. A região Norte do país concentrou 125,5% das mortes de pessoas negras por homicídios entre 2002 e 2010. O estado do Rio Grande do Norte (Nordeste) veio em seguida, com 96,7% dos casos.

A Taxa de Vitimização Negra, cálculo da relação entre taxas de homicídios de brancos e as taxas de negros, aponta que em 2002 o índice nacional de vitimização de negros foi de 65,4, ou seja, morreram 65,4% mais negros que brancos naquele ano. Em 2006, a taxa passou para 90,8%, enquanto que, em 2010, a taxa chegou a 132,3%. Assim, a cada branco vítima de homicídio proporcionalmente morreram 2,3 negros pelo mesmo motivo em 2010. Em números absolutos, a taxa geral de mortes por assassinatos no Brasil é de 27,4 a cada 100 mil habitantes. 

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O modelo brasileiro e sua adoção na África do Sul

ATUALIZADO ÀS 11h36

O "Lula moment" e o futuro da África do Sul

Modelo brasileiro é referência, mas não deve ser centrado apenas na figura de Lula, diz especialista

Por Bruno de Pierro, do Brasilianas.org

Considerado um dos presidentes mais carismáticos e conhecidos no mundo, Lula empresta seu nome a uma expressão cunhada na África do Sul para indicar mudanças radicais na gestão daquele país. Cunhado pelo secretário do Congress of South African Trade Unions (COSATU), Zwelinzima Vavi, o “Lula moment” faz referência às transformações na economia e na gestão que marcaram especialmente o segundo mandato do ex-presidente brasileiro. E, segundo Vavi, tais mudanças devem servir de inspiração para o segundo mandato do presidente sul-africano Jacob Zuma, que também é líder de seu partido, o Congresso Nacional Africano.

Com o foco na figura de Lula, Zuma deverá seguir o exemplo do brasileiro, considerado revolucionário por Vavi. No entanto, embora Lula tenha desempenhado papel fundamental na transição para uma economia moderna no Brasil, a África do Sul deve observar todo o processo e os agentes que contribuiram para as transformações, e não apenas centrar os esforços numa liderança. A avaliação é de Lyal White, diretor do Centro de Mercados Dinâmicos do Gordon Institute of Business Sciencea, em artigo publicado na última sexta-feira (23) no site do jornal sul-africano Mail & Guardian. (Para ler o artigo completo, em inglês, clique aqui). 

Para Vavi, secretário do COSATU, congresso que reúne sindicatos da África do Sul, o país necessita de um “momento Lula”. Basicamente, o modelo foi capaz de transformar progressivamente o Brasil em uma economia integrada e cada vez mais aberta. No entanto, chamar este momento de único é um tanto errado, alerta o artigo de White.

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O Brasilianas.org especial sobre Consciência Negra

Na segunda-feira 19, o Brasilianas.org exibiu um programa especial para discutir o negro no Brasil e sua contribuição para a formação cultural e social do país. Participaram o presidente da Fundação Cultural Palmares do Ministério da Cultura, Eloi Ferreira de Araújo; a coordenadora do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Estudos Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro da Universidade de São Paulo, Eunice Prudente, e a professora do Departamento de Antropologia da PUC-SP,Teresinha Bernardo. Confira.

Fora ladrão que já está fora?

Num país em que considerável parte da população do Estado mais rico da federação, em arroubo de bairrismo antiquado e proto-fascista, se orgulha de ser a “locomotiva do Brasil”, a levar o país nos trilhos corretos da história rumo à verdadeira civilização – algo pouco além de uma maria-fumaça da inovação –; em que cargos burocráticos de alto escalão dão abrigo à vanguarda do nosso atraso, um mandarinato acadêmico que tem nojinho de povo e se ressente quando lhes revelam que as grandes novidades que o deslumbra foram questionados no século XIX – como o conceito de universidade, por exemplo –; não é de se espantar que a mentalidade política – tanto da chamada esquerda quanto da chamada direita – não seja lá o supra-sumo progressista. Leia mais »

"O problema não é o SUS, e sim o mercado", diz pesquisador

"O problema não é o SUS, e sim o mercado", diz pesquisador do IPEA 

Economista Carlos Ocké-Reis lança livro sobre desafios do SUS e dilemas do mercado de planos de saúde

Por Bruno de Pierro, do Brasilianas.org

Embora carregue no nome a palavra “único”, o Sistema Único de Saúde (SUS), criado em 1988, com a instituição da Constituição Federal, ainda está longe de ser um sistema universal de saúde e de proteção social. Não que o sistema brasileiro esteja no caminho errado, porém, diante do avanço da privatização e do mercado de planos de saúde, o SUS tem, paradoxalmente, como maior desafio a ser vencido tornar-se finalmente unificado. Em SUS: o desafio de ser único, livro recém-lançado pela Editora Fiocruz, o economista e pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) Carlos Octávio Ocké-Reis discute a complexidade da relação entre o sistema público e o mercado de planos de saúde e mostra que a implementação do SUS necessita de transformações estruturais e novo modelo de desenvolvimento.

Ao refletir sobre dilemas do mercado privado, sua auto-regulação e também os problemas do subfinanciamento do SUS, Carlos, que também tem pós-doutorado na Yale School of Management, propõe a criação de um modelo de propriedade privada de interesse público, “em direção a novos modos de intermediação do financiamento dos serviços privados”, para barrar o movimento de privatização do setor. Conforme afirma no livro, a transição passaria pelo fortalecimento do papel do Estado na atual correlação de forças, usando seu poder oligopsônico de compra como instrumento de relativização do poder do capital.

“Se não bastassem os subsídios do Estado que patrocinam o mercado de planos de saúde desde 1968, o SUS hoje socializa os custos deste mercado”, explicou o economista em entrevista ao Brasilianas.org. Para ele, o problema não é o SUS, mas o mercado que se fortalece paralelamente. “[O mercado] acumula capital, radicaliza a seleção de riscos e retira recursos financeiros crescentes do SUS, em detrimento da qualidade da atenção médica e da saúde pública da população”.

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Pela autonomia financeira e administrativa das universidades

Por Roberto Leher, UFRJ

A matéria da corporação Globo oculta que as fundações ditas de apoio privadas, robustecidas por FHC e Lula da Silva, foram criadas justo para burlar as normas do direito público. Assim, os repasses de verbas públicas para as referidas fundações são congruentes com a existencia desses nichos privados nas IFES. A alternativa é o fortalecimento da autonomia de gestão financeira e administrativa das universidades, nos termos do Art. 207 da CF.

Ao promover criticas ocultando o que é fundamental, a materia corrobora o movimento previsto no Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão de gerenciar as universidades com o modelo das Empresas Hospitaleres EBSERH como chegou a constar de uma minuta do referido ministério.

Alias, FHC também defendeu isso outro dia (São tantas as convergencias...!). Precisamos recolocar a questão nos seus devidos termos, combatendo o ardil das organizações Globo e, ao mesmo tempo, as políticas que são afins a tais objetivos, urdidas nos gabinetes ministeriais. Leia mais »