Agronegócio e povos tradicionais

Por Assis Ribeiro

Agronegócio e povos tradicionais

Por Henri Acselrad, no Diplomatique Brasil

São as terras tradicionalmente ocupadas o novo alvo dos grandes interesses econômicos do agronegócio. As comunidades que as ocupam passam a ser objeto de investidas para sua deslegitimação, assim como de esforços destinados a isolá-las das demais forças sociais e políticas

As políticas do Estado brasileiro para as áreas de fronteira de expansão do mercado no espaço territorial do país sempre estiveram apoiadas em dois tipos de discurso: o da necessidade de exercer a soberania sobre o território e o da necessidade de desenvolver o país explorando os recursos desse território. Desde o fim da ditadura, militares, oligarquias regionais e grupos ligados a grandes projetos agropecuários articularam regularmente suas retóricas: ora argumentaram que há ameaças de internacionalização da Amazônia e de ataque à soberania nacional por trás das demandas por direitos indígenas, ora que inimigos do desenvolvimento nacional, sob a roupagem de defensores do meio ambiente, faziam críticas ao desmatamento para impedir que a população local pudesse competir no mercado. De um lado, evoca-se o exercício da soberania sobre o território para justificar estratégias geopolíticas; de outro, o exercício dos interesses sobre as coisas que o território contém, em nome de estratégias de desenvolvimento.

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A situação de alunos que recebem bolsa de estudos no país

Por Vinicius Albani

Comentário ao post "Aluno do IMPA é assassinado por colega de quarto"

Esta foi, talvez, a maior tragédia ocorrida no Impa, que acaba de celebrar 60 anos. O clima na instituição está pesadíssimo. Seus amigos estavam inconsoláveis. Eu que não era próximo, mas o via sempre com seus amigos, fiquei extremamente chocado, não consigo acreditar nesta barbaridade. Quanto ao autor deste crime, não o conheço, apesar de tê- lo visto poucas vezes. Não sei se a justificativa de buyling procede, pois isto não é recorrente na instituição. No entanto, não posso afirmar nada a esse respeito, pois como disse, não era próximo a nenhum dos dois. A unica coisa que fica é, o estarrecimento.

Uma outra questão associada a esse tema é o fato de que as bolsas de mestrado não são suficientes para os alunos conseguirem se manter na Zona Sul do Rio. Quando fiz o meu mestradodo no Impa entre 2006 e 2008, com a bolsa de mestrado era possível alugar um qurto por r$350,00 a R$400,00 Em localidades próximas da Zona Sul. Hoje em dia, vc não encontra por menos de R$1000,00. A dita república em que aconteceu este crime, na verdade não é uma república de estudantes e está aberta a quem quer que seja. A dona/responsável oferece aos interessados a "grande oportunidade" de dividir o quarto com um "colega", por um preço um pouco abaixo do preço de um quarto. Algo como R$600,00 para dividir e algo acima disso para ter o quarto só para vc. Um negócio arriscado e irregular, mas os alunos se submetem a isso, pois cada centavo poupado na moradia é vital. A situação dos alunos de mestrado é de fato muito precária, pois o custo de vida no Rio está exorbitante!

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Darcy Ribeiro completaria 90 anos

Por Marco Antonio L.

Darcy Ribeiro completaria 90 anos nesta sexta

Do Vermelho.org

Nascido em Montes Claros, Minas Gerais, em 26 de outubro de 1922, Darcy Ribeiro foi um destacado antropólogo e político brasileiro. Além de ensaísta e romancista --membro da Academia Brasileira de Letras--, destacou-se como educador, chegou a ser ministro da Educação e colaborou decisivamente para a fundação da Universidade de Brasília (UNB). Nesta sexta, estaria completando 90 anos se estivesse vivo.

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Darcy estudou ciências sociais na Escola de Sociologia e Política de São Paulo, graduando-se em 1946. Trabalhou com indígenas do Centro-Oeste e do Norte, contribuiu para a criação do Museu do Índio e do parque do Xingu.

Foi exilado após o golpe de 1964, retornou ao Brasil em 1976. Nesse período dedicou-se a importantes estudos antropológicos. O último volume desse trabalho, "O Povo Brasileiro", foi publicado apenas em 1995. No livro, o autor investiga a formação do povo brasileiro e as configurações que tomou ao longo dos séculos, projeto sem precedentes quando foi concebido.

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As eleições e suas consequências, por Marcos Coimbra

As eleições e suas consequências

Por Marcos Coimbra, na Carta Capital

Quando, na noite do domingo 28, conhecermos o resultado final das eleições municipais deste ano, o PT e o governo terão muito que celebrar. E algumas razões para olhar com preocupação o futuro próximo.

A se considerar o que aconteceu no primeiro turno e os prognósticos disponíveis para as disputas de segundo turno, o PT termina as eleições de 2012 como o principal vitorioso. De qualquer ângulo que se olhe, são as melhores eleições municipais da história do partido.

Os indicadores são muitos. Entre os cinco partidos que melhor se saíram nas eleições anteriores, foi o único que cresceu. Enquanto PMDB, PSDB, DEM e PP reduziram, o PT ampliou o número de municípios governados por prefeitos filiados à legenda. Com isso, manteve sua tendência de crescimento, sem interrupção, desde a fundação. Quando se levam em conta apenas as três últimas eleições, foi de 410 prefeituras em 2004 a 628 neste ano (sem incluir as 10 ou mais que deve ganhar no segundo turno).

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Os dez anos da eleição de Lula

Os dez anos da eleição de Lula

Por Wagner Iglecias, na Sala Eleições do Brasilianas.org

Há exatos dez anos, em 27/10/2002, o ex-metalúrgico Luis Inácio Lula da Silva foi eleito presidente da república. Era a primeira vez que o PT chegava ao comando do país, carregando consigo uma enorme expectativa de mudança na cultura política brasileira e de transformações sociais profundas. Um balanço do que isso significou, e do que aconteceu no país nos dez anos que se seguiram, obviamente é impossível de realizar num post, e merecerá anos de estudos e reflexões da parte de inúmeras pessoas. No entanto, alguns breves comentários, destinados a estimular o debate, podem ser feitos:

a) o PT no governo (no poder?) parece ter aberto mão de uma de suas bandeiras fundantes, que era a construção de uma sociedade socialista. Talvez já tivesse aberto mão dela antes, no congresso de 1995, quando venceram as teses que tornariam o partido uma máquina eleitoral altamente competitiva, voltada a ocupar uma faixa mais ao centro do espectro político e a conquistar setores da sociedade e do eleitorado que desde a década de 1980 eram tracionalmente refratários à legenda;

b) o PT no comando do país passou a ter dificuldades, especialmente após a eclosão do escândalo do mensalão, em 2005, de continuar a sustentar uma de suas outras bandeiras históricas, a da "ética na política". Seja a versão do "maior escândalo da História do país", como querem seus adversários, seja a tese do caixa 2 (que "todo mundo faz", segundo célebre entrevista de Lula na época, concedida em Paris), fato é que o discurso da ética, tal qual o petismo o bradava nos seus primeiros anos, ficou sensivelmente prejudicado desde então;

* Wagner Iglecias é doutor em Sociologia e professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP. 

Continue lendo este artigo na Sala Eleições do Brasilianas.org (Clique Aqui).

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Presidente da SPDM fala sobre Organizações Sociais de Saúde

 

Organizações Sociais de Saúde: as distorções nas eleições

Em entrevista, Rubens Belfort Jr., presidente da SPDM (associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina), que atua na Saúde em São Paulo, fala sobre polêmica em torno das OS

Por Bruno de Pierro, do Brasilianas.org

Na reta final das eleições na cidade de São Paulo, o debate sobre as Organizações Sociais de Saúde (OSS) segue intenso, com as afirmações do candidato do PSDB, José Serra, de que seu oponente, Fernando Haddad (PT), encerrará os contratos da prefeitura com as organizações, caso eleito. Haddad nega que seu programa de governo fale em “acabar com as OSS”, como tem sido fixado pela campanha de Serra. A simples consulta no programa de Haddad encerra o caso. Não há menção ao fim dos contratos, mas sim à retomada, “sem prejuízo dos condicionantes contratuais legais e após providências administrativas necessárias”, da direção pública da gestão regional e microregional do sistema municipal de saúde.

Fonte ligada à campanha de Haddad explicou à reportagem que o foco do programa não é especificamente as Organizações Sociais, mas sim a falta de fiscalização. Segundo ela, nos últimos anos a prefeitura abriu mão da gestão estratégica e da administração da Saúde, fazendo prevalecer o interesse privado das OS acima do interesse público. A proposta não é “acabar” com as organizações, mas aumentar o crivo fiscalizatório sobre elas. A execução do gerenciamento de hospitais continua na mão das OSS, porém com rígido controle do Estado, que passa a determinar a gestão estratégica.

Para compreender como tem ocorrido o trabalho das OSS em São Paulo, Brasilianas.org entrevistou o oftalmologista Rubens Belfort Jr., presidente da Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), uma das principais OS que atuam na cidade. A instituição, ligada à Unifesp,é hoje responsável pela gestão de mais de 17 centros de saúde, e possui contratos em outros Estados, como Minas Gerais, Pará, Paraná e Rio de Janeiro. A entrevista ocorreu por e-mail, e seu conteúdo segue abaixo, na íntegra, inclusive com tabelas e trechos de leis inseridos pelo entrevistado.

O Brasilianas.org ainda criou um mutirão para reunir a contribuição de leitores que possam enviar informações sobre Organizações Sociais em todo o país. Para postar sua colaboração, clique aqui.

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A origem das Organizações Sociais (OS) no Brasil

Do Brasilianas.org

O Brasilianas.org está fazendo um levantamento sobre as Organizações Sociais (OS) no Brasil, especialmente na área de Saúde. Portanto, abrimos este espaço para quem puder contribuir com sugestões de artigos, livros, fontes e casos concretos. A ideia é consolidar depois num post contendo um histórico desse modelo de gestão, levantando os prós e os contras, do ponto de vista teórico.

Envie as sugestões comentando neste post ou clicando no Mutirão Debate sobre Organizações Sociais de Saúde, criado no Brasilianas.org.

Brasil se destaca com relação à liberdade da internet

Por José Carlos Lima

Brasil se destaca com relação à liberdade da internet, diz pesquisa

Da Info

Washington - A liberdade na internet sofreu retrocessos em muitos países, com destaque para Irã, Cuba e China, mas também fez alguns avanços no Brasil, em nações sacudidas pelas revoltas da Primavera Árabe e em meio à instabilidade política, revelou um estudo publicado nos Estados Unidos.

O Brasil aparece com o status de país "livre" no uso da web na pesquisa do grupo Freedom House, com destaque para "ganhos significativos na expansão do acesso à internet e do uso de telefones celulares nos últimos anos" e para um aumento notável de "atividade social e participação cívica na internet".

Mesmo com a ressalva de que o país "continua a enfrentar baixa penetração na internet e exclusão digital devido a problemas de infraestrutura, desigualdade social e baixa educação, entre outras razões", a pesquisa, que abrange o período de janeiro de 2011 a maio de 2012, destaca que "o governo federal tem executado algumas políticas nos últimos anos para remediar" estes problemas.

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Nova política e eleições, por Aldo Fornazieri

A nova política e as eleições

Por Aldo Fornazieri, no Estadão

ALDO FORNAZIERI - DIRETOR ACADÊMICO DA FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO - O Estado de S.Paulo

As eleições presidenciais de 2010 e as eleições municipais deste ano produziram dois fatos novos que surpreenderam analistas políticos e adquiriram o status de "fenômenos". Em 2010 a grande surpresa foram os 20% dos votos nacionais alcançados por Marina Silva, cuja candidatura estava incursa num contexto de pouco tempo de TV, escassos recursos e débil estrutura partidária, mas articulava uma rede de apoiadores ligados a causas ambientais. Em 2012 o candidato Celso Russomanno liderou as pesquisas durante quase todo o primeiro turno e obteve 21,6%. Guardadas as diferenças, em vários aspectos o candidato do PRB concorreu em circunstâncias similares às de Marina Silva. Sua principal rede de apoio foi constituída por igrejas. Religião e moral foram temas presentes nas eleições de 2010 e novamente neste ano.

 É bastante discutida, no âmbito da ciência política, a tese de que está em processamento uma mudança temática dos assuntos discutidos em campanhas eleitorais. A ideia central é a de que os temas tradicionais ligados aos direitos trabalhistas, à seguridade social e à luta de classes perderam relevância. A raiz desse processo estaria ligada à emergência da globalização, à mudança do padrão produtivo relacionado à passagem da sociedade industrial para a sociedade tecnológica, ao enfraquecimento dos sindicatos fabris tradicionais e à desarticulação das comunidades de trabalhadores. Esses fatores teriam produzido um esvaziamento dos valores da solidariedade e do coletivismo.

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Reflexões sobre a questão das cotas

Por evandro condé de lima

A Propósito da lei de Cotas para ingresso nas Universidades Públicas. Fui ao Diário Oficial buscar a lei que estabelece as cotas com o intuito de ver justificativas mas só as encontrei no portal do MEC onde há um resumo de esclarecimentos apresentados pelo Sr. Ministro Mercadante. Destaco:

“Hoje, 88% dos estudantes brasileiros do ensino médio provêm de escolas públicas; 12%, das particulares. A lei assegura que, em até quatro anos, metade das vagas em todas as universidades federais, em todos os cursos, será ocupada por alunos oriundos da escola pública. Então, há um caráter de renda, um caráter de raça, a inclusão social. Mas é prioritariamente para alunos da escola pública.”

“...Além disso, o que discutimos com os reitores são políticas de tutoria e de reforço pedagógico para que esses alunos tenham todas as condições de desenvolvimento pleno nos cursos pelos quais optarem e ingressarem.”

“A política de ações afirmativas é sempre feita de forma temporária. O objetivo dela é corrigir uma desigualdade, uma distorção”

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Fórum Brasilianas discute indústria farmacêutica e da saúde

Início

FAÇA JÁ SUA INSCRIÇÃO!

Na próxima segunda-feira (22/10), será realizado, em São Paulo, o 31º Fórum de Debates Brasilianas.org, que discutirá "Os desafios da Indústria Farmacêutica e da Saúde no Brasil". O evento contará com a participação de Hayne Felipe da Silva, diretor da Farmanguinhos; Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Anvisa e atual superintendente do Hospital Sírio Libanês; Pedro Bernardo, diretor da Interfarma; Márcio Stefanni, presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco; Willy de Góes, representante do Arranjo Produtivo Local da Indústria de Equipamentos Médicos, Hospitalares e Odontológicos de Ribeirão Preto (APL-EMHO), além de representantes do Instituto Butantan e do Ministério da Saúde. Para conferir a programação completa, acesse: http://www.advivo.com.br/seminarios. A mediação será de Luis Nassif.

Faça sua inscrição: envie e-mail para [email protected] ou ligue 

0800-169-966 (ramal 24)

Data: 22/10 (segunda-feira) - a partir das 08h30
Local: Blue Tree Paulista
Rua Peixoto Gomide, 707 – Jardim Paulista 
São Paulo

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A Razão de Deus: economista discute deus e ciência em livro

A razão à favor de deus

Em livro, economista José Carlos de Assis aborda um deus natural, filosofia e ciência e defende a Era da Cooperação

Por Bruno de Pierro, do Brasilianas.org

No final dos anos 1920, os físicos Niels Bohr e Albert Einstein travaram um famoso debate em relação às novas ideias que surgiam no campo da física, a respeito do quantum, a partícula subatômica indivisível, em torno da qual se estruturou a Física Quântica. Bohr, junto com o também físico Werner Heisenberg, defendiam o princípio de incerteza, segundo o qual é impossível determinar, em valores exatos, a posição e a velocidade de uma dessas partículas. Einstein, por sua vez, não se dava por satisfeito e refutava a concepção probabilística dos colegas, lançando desafios que sempre eram vencidos por Bohr. Foi neste embate acadêmico que Einstein tornou célebre a frase “Deus não joga dados com o universo”, como forma de consolidar seu posicionamento sobre o determinismo na ciência.

Décadas depois, os princípios de Bohr prevaleceram, e a máxima de Einstein teve de ser alterada. Em meados dos anos 1990, o físico agnóstico Stephen Hawking fez a correção: “Deus às vezes joga dados”. Ao menos no meio científico, o Princípio da Incerteza de Heisenberg influenciou outras áreas do conhecimento, impondo restrições à precisão científica e consolidando o modelo de que a ciência deve levar em conta a incerteza e a probabilidade dos sistemas complexos. Contudo, deus não entrou nessa história por acaso. Assim como em Einstein, a idéia de um criador determinista é tão viva quanto a Teoria da Relatividade. E o embate entre crentes e ateus perdura por séculos.

Buscando superar a tradicional polarização entre criacionistas e evolucionistas, o economista e professor da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) José Carlos de Assis lançou, em agosto, A Razão de Deus (Editora Civilização Brasileira, 352pp.). No livro, Assis recupera a noção de um deus probabilístico, ou seja, oposto àquele que tudo criou definitivamente. “A natureza profunda da física é probabilistica. Na medida em que você já tem o conhecimento da física quântica, é muito mais fácil entender o livre-arbítrio”, explicou, em entrevista concedida ao Brasilianas.org.

Confira a entrevista em vídeo, com transcrição completa abaixo.

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O Brasilianas.org especial com André Singer

Programa Brasilianas.org da última segunda-feira (15/10), que recebeu o cientista político André Singer, autor do livro "Os Sentidos do Lulismo".

O Fórum Brasilianas sobre Eleições 2012

Autor: 

No dia 21 de setembro, a Agência Dinheiro Vivo realizou, em São Paulo, o Fórum Brasilianas.org Eleições 2012. O evento discutiu a implosão do modelo político-midiático e o ambiente político nacional; e as propostas frente aos problemas das metrópoles, as políticas e as pesquisas.

Os palestrantes do fórum foram: 

- Fernando Luiz Abrucio - Doutor em Ciência Política e professor da FGV-SP

- Wagner Pralon Mancuso - professor da EACH-USP

- Moisés Marques - professor da FESPSP

- Wagner Tadeu Iglecias - professor da EACH-USP, doutor em Sociologia pela USP e formação em Administração Pública pela FGV-SP

- Aldo Fornazieri - cientista político e diretor da FESPSP

Confira abaixo os vídeos do fórum.

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O Fórum Brasilianas sobre Tecnologia e Segurança Pública

No dia 18 de setembro, a Agência Dinheiro Vivo realizou em São Paulo o 30º Fórum de Debates Brasilianas.org, sobre Tecnologia e Segurança Pública. O evento discutiu criação de banco de dados e unificação das estatísticas; desenvolvimento de novas tecnologias; Ciência Forense e identificação de ossadas.

Os palestrantes do fórum foram: Samira Bueno, do Fórum Nacinonal de Segurança; Clay Anderson Chagas, coordenador do Projeto Sistema de Gerenciamento de Segurança (SGSP), para a Região Metropolitana de Belém; Luca Gabrielli, da IBM; Vasco Furtado, professor do Centro de Ciências Tecnológicas da Universidade de Fortaleza; Jeferson Evangelista, perito Criminal Federal Médico (Polícia Federal); e Daniel Barcelos Ferreira, delegado de Polícia em Minas Gerais e Especialista em Segurança Pública.

Confira abaixo os vídeos do fórum.

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