As limitações das sementes transgênicas

Por Dani

Comentário ao post "O choque nos preços dos alimentos"

Textos abaixo publicados no Blog do Valdir Izidoro Silveira e no Sina

MILHO TRANSGENICO NÃO RESISTE A SECA - Valdir Izidoro Silveira

Toda a cadeia produtiva está sendo fragilizada pela quebra da produção do milho nos EUA. Primeiramente vamos fazer uma pequena digressão sobre as perdas do milho causada pela “seca”. É preciso que todos saibam que essa quebra do milho não resistente  a quaisquer variações de altas temperaturas é uma característica do milho transgênico que tras na sua bagagem genética um princípio ativo semelhante aos dessecantes muito usados na década de setenta na cultura da batata. A resistência ao glifosato, veneno poderoso que circula na seiva do milho transgênico, faz com que a planta fique menos resistente a seca; coisa que não acontece com as espécies convencionais.

A Basf, a Syngenta e a Monsanto não falam sobre isso; escondem do produtor. Por que¿ Porque essas multinacionais sempre ganham, sejam quais forem as situações. Vendem seu “pacote tecnológico”(¿) veneno e semente; controlam toda a cadeia de comercialização de grãos através dos seus parceiros de negócios Bunge, Cargill, Dreifus e outras treidinguis que, por incompetência e ou outras razões inconfessas, lhes entregam a preços módicos toda a produção de milho e soja. Não conseguimos entender, ainda,  porquê o sistema cooperativista do sul do país age assim!

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Brasil industrial ou exportador de grãos?

Por Waldyr Kopezky

Um Brasil industrial ou exportador de grãos?

Por Roberto Amaral, na Carta Capital

Que Brasil desejamos legar às  próximas gerações? A pergunta é pertinente porque o futuro está sendo construído hoje e, na sociedade capitalista globalizada e em crise, não há mais espaço seja para o improviso, seja para o voluntarismo, e muito menos para a incompetência. Nunca foi tão necessário o planejamento, estratégico e de longo prazo. Mas dele nos estamos afastando,  cingidos pela necessidade de dar respostas imediatas, e por isso pontuais, ao dia-a-dia da crise.

Há ingênuos e gente sabida para todos os gostos e preferências e interesses, nacionais ou não. Para os muito ingênuos, nosso destino está resolvido como futuros exportadores de óleo cru, como a Venezuela (que fornece aos desenvolvidos, EUA à frente, quantidades fabulosas de petróleo, para tudo importar, inclusive legumes; país riquíssimo afundado na mais primitiva estrutura econômica), como o Iraque, como o Irã, ou a Arábia Saudita, ou os Emirados Árabes e outros. Agora, pergunto ao leitor: Você conhece algum grande exportador de petróleo que se tenha transformado em uma grande nação?

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O genérico e o particular nas eleições

Autor: 

Por Bruno de Pierro, na Sala Eleições 2012 do Brasilianas.org.

Saindo às ruas, durante esse período de campanhas para as eleições municipais, é possível conversar com representantes de diversos setores, grupos ou comunidades, e identificar as reivindicações de cada um. Numa simples conversa com taxistas, por exemplo, fico sabendo da facilidade que um ou outro (ou todos) tem para mudar de candidato. Ir, por exemplo, de Haddad a Russomano. Quando questiono sobre o motivo, a justificativa não passa nem perto das grandes propostas para a cidade, ou mesmo pelas visões ideológicas de candidatos ou partidos. As mudanças, ou permanências, são motivadas pelas mínimas promessas que um cadidato faz, ou deixa de fazer, àquele setor específico.

No caso do taxisita com quem conversei, sua posição, e de alguns colegas, antes das campanhas, era pró-Russomano. Entendo que as pesquisas só se tornam mais consistentes após o início das campanhas, mas no caso daqueles taxistas, a mudança se deu quando Russomano passou a sinalizar que, se eleito, iria adotar medidas para baratear a corrida de taxi. Segundo meu interlocutor, se eleito, Russomano pode acabar com a "bandeirada". De Russomano, mudou para Serra, não por se identificar com as grandes propostas do candidato do PSDB, mas porque, pelo menos até agora, Serra não "cutucou os taxistas com vara curta". Mas o redirecionamento poderia ser para qualquer outro, que não Russomano.

Para continuar lendo este artigo, acesse a Sala Eleições 2012 aqui.

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Pedagogia da distração e seriedade acadêmica

Pedagogia da distração versus seriedade acadêmica

Por José Salvador Faro*, no blog jsfaro.net

Ainda me lembro do mal-estar que provocou na assistência um dirigente universitário que falava para professores sobre seus métodos de gestão acadêmica. "Dirigente" é um eufemismo elegante; na verdade, tratava-se de um desses empresários aventureiros que jogou seu capital de forma pesada na alavancagem de uma empresa que viria, com o tempo, transformar-se num dos maiores empreendimentos privados do ensino superior. Pois bem: a certa altura da sua palestra, o homem transformou-se em verdadeira fera ao descrever sua política de contratações de docentes: "se o professor é show, eu contrato... não me importa que não tenha título disso ou daquilo; se sabe entreter o aluno, eu contrato...". E a afirmação categórica ficou pairando sobre o clima meio assustado da plateia, na qual havia muita gente imaginando que a atividade didático-pedagógica era ditada pela transmissão do conhecimento e não pelo seu poder de distrair estudantes.
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O Brasilianas.org sobre o pacote de Logística do governo

No dia 15 de agosto, o governo federal anunciou o Programa de Investimentos em Logística em Brasília. Trata-se do primeiro estágio de um pacote de concessões para fomentar investimentos na infraestrutura do país, com a aplicação de R$ 133 bilhões em reformas e construções de ferrovias e rodovias federais. Segundo pronunciamento da presidente Dilma Rousseff, os investimentos iniciais serão direcionados para 9 trechos de rodovias e 12 trechos de ferrovias. O objetivo é aumentar a escala dos investimentos púnlicos e privados em infraestrutura de transportes. O pacote ainda criou a Empresa de Planejamento e Logística (EPL), responsável pelo planejamento, desenvolvimento, prestação de serviços e pesquisas na área. A EPL também será responsável pelo financiamento do trem de alta velocidade (TAV).

O programa Brasilianas.org recebeu, no dia 27/08, o presidente da EPL, Bernardo Figueiredo; o engenheiro da Macrologística Renato Pavan; e Frederico Bussinger, consultor do Idelt (Instituto de Desenvolvimento, Logística, Transporte e Meio Ambiente) e ex-presidente da Companhia Docas de São Sebastião. Confira.

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Os vídeos do Fórum Brasilianas sobre Política Industrial

Confira os vídeos dos palestrantes que estiveram no 28º Fórum de Debates Brasilianas.org, sobre Política Industrial brasileira, realizado no dia 23 de agosto, em São Paulo.

Os vídeos trazem as apresentações de: Alessandro Teixeira, secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio; João De Negri, diretor de Inovação da FINEP; Pedro Rossi, professor da Unicamp; Luiz Aubert Neto, presidente da Associação Brasileira da indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq); Rogério César de Souza, economista do IEDI; Michel Otte, presidente da ABIMAD (Associação Brasileira das indústrias de Móveis de Alta Decoração); Renato Jardim, gerente da área internacional e de economia da ABIT - Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção; David Sergio Kupfer, assessor da presidência do BNDES; e Antonio Corrêa de Lacerda, economista da PUC-SP. Além de apresentação de Luis Nassif.

 

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Os vídeos do Fórum Brasilianas sobre inovação em MPEs

Confira os vídeos dos palestrantes que estiveram no 27º Fórum de Debates Brasilianas.org, sobre Inovação nas Micro e Pequenas Empresas, realizado no dia 09 de agosto, em São Paulo.

Os vídeos trazem as apresentações de: Silverio Crestana, consultor da MR Results; Rochester Gomes da Costa, chefe do Departamento de Empreendedorismo Inovador da FINEP; João Furtado, coordenador da Área de Pesquisas e Inovação da FAPESP; Vitor Hugo Justino Ribeiro, gerente de Comunicação e Fomento do Cartão BNDES; Agnaldo Dantas, analista Técnico da Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia SEBRAE; Mari Tomita Katayama, diretora do Núcleo de Atendimento Tecnológico à Micro e Pequena Empresa do IPT; e Marcos Aurelio de Lima, coordenador geral Acreditação do INMETRO. Além da abertura com Luis Nassif.


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Educação na Saúde e Saúde na Educação, por Temporão

Educação na Saúde e Saúde na Educação

Atendimento básico à saúde é menos desigual do que educação pública no país, ao contrário do que a mídia divulga

Por José Gomes Temporão, especial para o Brasilianas.org

 

É visão corrente para o cidadão comum que nas últimas décadas a educação brasileira vem sendo melhor avaliada do que sua irmã de política pública, a saúde. Pesquisas de opinião as mais variadas apontam a saúde como o maior problema percebido pela população e a saúde, é de longe, a que detém a pior avaliação dentro das áreas sociais do governo.

 

Pelo menos é essa a visão que a grande mídia divulga e sustenta. Entretanto, estudo recente realizado pelo centro de Estudos da Metrópole, Fapesp e INCT, constatou que o sistema de atendimento básico à saúde nos municípios é muito menos desigual do que o sistema de educação pública no país.

 

Segundo o indicador do alfabetismo funcional pesquisa do Instituto Paulo Montenegro e da ONG Ação Educativa, dados da pesquisa de 2011-2012, apenas 35% das pessoas com ensino médio completo podem ser consideradas plenamente alfabetizadas e que 38% dos brasileiros com formação superior tem nível insuficiente em leitura e escrita. São dados aterrorizantes e que nos fazem questionar que tipo de ensino está sendo ofertado aos brasileiros no sistema educacional. Quando comparamos esse desempenho com o da saúde pública nas últimas décadas a comparação mostra um quadro bem distinto.

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A desindustrialização relativa no Brasil

Desaceleração da industria é anterior à crise

Economista do IEDI aponta "desindustrialização relativa", mas diz que situação pode ser revertida

Por Bruno de Pierro, no Brasilianas.org
Da Agência Dinheiro Vivo

Enquanto muitos economistas discutem se existe, ou não, desindustrialização no Brasil, os fatos demonstram que a indústria nacional tem perdido posições no âmbito mundial. A participação no valor adicionado da indústria de transformação mundial, que chegou a passar dos 3% no inícios dos anos 1980, caiu para 2,2% em 2007. O fenômeno, no entanto é observado em outros países. Dados do Banco Mundial mostram que, entre 1972 e 1980, a indústria de transformação respondia, em média, por 30% do valor adicionado total, mas no ano anterior à crise (2007), o percentual caiu para 23,7%. 

As informações, trazidas pelo economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI), Rogério César de Souza, mostram, porém, que o sintoma na experiência brasileira é de uma desindustrialização relativa, com redução da participação da indústria de transformação no Produto Interno Bruto (PIB). Ainda assim, os efeitos podem ser revertidos, disse Rogério, durante o 28º Fórum de Debates Brasilianas.org, que discutiu a política industrial brasileira. “A indústria nacional ainda mantém certa expressão em nível mundial e conserva uma estrutura relativamente forte e diversificada, o que lhe confere condições de retomar uma posição de liderança”, declarou.

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O que os usuários da web têm a dizer sobre as eleições?

Por Nayla Lopes, na Sala Eleições 2012 do Brasilianas.org

UFMG cria Observatório das Eleições 2012 para consolidar dados da web sobre candidatos e temas em pauta em portais de notícias e redes sociais 

Com o objetivo principal de descobrir o que as pessoas publicam na internet acerca do processo eleitoral – posts que incluem comentários sobre os candidatos engraçados e ataques a opositores, passam pelo inconveniente de ter a programação interrompida pelo HGPE e por observações sobre os acontecimentos “quentes” de campanha e chegam às propostas de governo –, a Universidade Federal de Minas Gerais criou o Observatório das Eleições de 2012. Desenvolvidos sob a coordenação do Departamento de Ciência da Computação da UFMG, os softwares responsáveis pelo funcionamento do site promovem a mineração dos dados provenientes da web relacionados a candidatos e a temas que estejam em pauta em portais de notícias e em redes sociais e ceais diversos, em quatorze capitais espalhadas pelas cinco regiões do país. O Observatório das Eleições foi inaugurado em 2010, quando acompanhou os conteúdos relacionados à disputa presidencial, e pertence a um projeto mais amplo, denominado Observatório da Web.

Clique aqui e leio o artigo completo, na Sala Eleições 2012.

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A contraproposta da ANDES

Por JL

A pró-proposta do ANDES de 18-ago-12 :: A greve se aproxima do fim

Rubens Ramos, UFRN

 O Comando Nacional de Greve fez em 18-ago-12 próximo passado, enfim, uma contraproposta que pretende apresentar ao governo. A contraproposta é essencialmente salarial e é uma concordância tácita com a proposta do governo e sinaliza assim para o fim da greve em muito breve. Deveria se chamar de pró-proposta, pois é pró-governo, e isso é bom.

1.       A contraproposta salarial do ANDES de 18-ago-12

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Empresário dos EUA 'vende' terrenos na Lua

Por jc.pompeu

Comentário ao post "Uma colônia em Marte"

Empresário dos EUA 'vende' terrenos na Lua a US$ 5 por km2

Da BBC

De seu escritório no Estado americano de Nevada, o empresário Dennis Hope criou uma corretora imobiliária milionária vendendo lotes na lua a US$ 20 por acre (4.046 m2). Hope explorou uma brecha no Tratado das Nações Unidas para o Espaço de 1967 e vem reivindicando a posse do satélite natural da Terra e de sete planetas e suas luas há mais de 20 anos.

Estas são "terras verdadeiramente sem dono", diz ele. "Nós estamos fazendo exatamente o que nossos antepassados fizeram quando deixaram o continente europeu e vieram para o Novo Mundo." Hope disse que até agora vendeu mais de 400 milhões de acres, deixando ainda 8 bilhões de acres ainda à disposição de clientes interessados.

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Uma colônia em Marte

Por jucapastori

O projeto de uma colónia marciana privada Mars One

Do Movv.org

Colónia Mars One (<a href=http://digitaljournal.com)">

O projeto Mars One é uma iniciativa do empresário holandês Bas Lansdorp que visa a constituição de uma base permanente em Marte. O projeto foi apresentado à imprensa em junho de 2012 e terá a sua primeira fase cumprida com o envio de um satélite de comunicações para Marte, seguindo-se depois várias fases até chegar ao ponto em que os quatro primeiros colonos serão enviados para o Planeta Vermelho em 2023 inaugurando então uma instalação permanente a um custo estimado de seis mil milhões de dólares. Depois de 2023, o plano é enviar mais um grupo de colonos a cada dois anos.

Todo o projeto Mars One se baseia em tecnologias já disponíveis hoje em dia. Em 2016 a Mar One espera enviar uma carga com abastecimentos para o solo marciano e um Rover dois anos depois. Ambas as missões serão realizadas através do mesmo “Mars Lander”.

Neste momento, a Mars One está a reunir apoiantes e financiadores, assim como interessados em participar nessa colonização fazendo assentar a sustentação financeira do projeto no facto de se tratarem apenas de missões de ida (sem volta) o que reduz substancialmente os custos astronómicos que as agências espaciais atribuem a uma missão tripulada a Marte.

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O manifesto sobre a AIDS

Por Marco Antonio L.

“Não dá para fazer prevenção de aids sem enfrentar o debate sobre sexo, drogas e diversidade sexual”

Do Vi o Mundo

Nessa terça-feira 21, docentes, pesquisadores, representantes da sociedade civil e instituições divulgaram o manifesto Aids no Brasil hoje: O que nos tira o sono? (íntegra, no final desta matéria).

No documento, manifestam preocupação  com a resposta à epidemia de aids no país, que tem fortalecido um senso comum de que a doença deixou de ser problema de saúde pública. Ressaltam que a epidemia se “estabilizou” em patamares altos, inaceitáveis, com indicadores negativos, que estão lhes tirando o sono:

* Aumento de 10% no número anual de óbitos. De 11.100, em 2005, foi para 12.073, em 2010. Equivale a um óbito por hora.

* Redução do número de gestantes soropositivas recebendo remédio antirretroviral para evitar a transmissão do HIV ao recém-nascido. Em 2005, 53,8% tiveram acesso.  Em 2008, 49,7%. Falta de diagnóstico e tratamento da gestante e recém-nascido resulta em três bebês infectados a cada dois dias.

* Aumento de 12% no número de casos de aids. De 33.166, em 2005, para 37.219, em 2010.

* Redução em alguns estados, como São Paulo, da quantidade de médicos e fechamento de serviços e leitos especializados para pessoas com aids, ignorando o crescimento de doentes.

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Os sites agregadores de notícias

Por Ricardo D

Agregadores de Noticias

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