Presidente do BB reafirma papel de governo da instituição

Do Estadão

‘O Banco do Brasil tem papel de governo’, diz Bendine

Dirigente afirma que resgatou função pública da instituição, mas avisa que não há mais espaço para cortar juros

David Friedlander e Ricardo Grinbaum

SÃO PAULO - O presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, não dá bola para os críticos e afirma sem rodeios: o banco é, sim, um braço do governo na aplicação da política econômica. "Eu resgatei um pouco esse papel do Banco do Brasil enquanto agente de desenvolvimento econômico e social. Quer dizer: ele tem um papel de governo, de fato."

Bendine sabe que muitos enxergam o risco de que o banco seja administrado de acordo com as conveniências do governo. Nos anos 90, o uso político quase quebrou o BB. Ele mesmo assumiu a instituição em 2009, na fase mais aguda da crise financeira global, com a missão de executar duas tarefas da agenda do ex-presidente Lula: ampliar a oferta de crédito para estimular a economia e liderar uma competição mais aguerrida com os bancos privados, para forçá-los a reduzir os juros. Seu antecessor, Antonio Francisco de Lima Neto, não seguiu a cartilha do Planalto e foi ejetado do cargo. Leia mais »

Banco do Brasil tem lucro recorde no 1º semestre

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Correio Braziliense

BB tem lucro recorde com crédito barato  

Se a economia ainda não deu sinais claros de recuperação, o mesmo não se pode dizer dos bancos públicos, que, apesar de terem reduzido os juros às mínimas históricas, têm reportado ganhos crescentes em 2013. O Banco do Brasil anunciou ontem o melhor desempenho para um primeiro semestre, com lucro líquido de R$ 10 bilhões. A Caixa, que divulga o balanço amanhã, também vai apresentar crescimento expressivo. Conforme o Correio apurou junto a fontes do mercado, a instituição deve apontar lucro de R$ 1,5 bilhão apenas no segundo trimestre. Nos seis primeiros meses, o resultado deve ficar ao redor dos R$ 2,8 bilhões, um recorde para a instituição.

Os números são resultado de uma política agressiva, que permitiu às instituições públicas ganharem participação no mercado. Em dezembro de 2011, dos R$ 2,034 trilhões em crédito bancário concedido no país, o equivalente a R$ 887 bilhões, ou 43,6%, tinham origem em empresas financeiras controladas pelo Estado. Em junho passado, a fatia passou para R$ 1,272 trilhão — 50,2% do total. Leia mais »

Banco do Brasil quer duplicar crédito para infraestrutura

Por Marco Antonio L.

Da Exame

Banco do Brasil prevê duplicar crédito a projetos de infraestrutura este ano

Em cinco anos, o BB projeta que se consolidará como o principal banco do País financiador das grandes obras de infraestrutura

Em cinco anos, o BB projeta que se consolidará como o principal banco do País financiador de grandes obras

O Banco do Brasil (BB) prevê um crescimento de 100% da carteira de financiamento de projetos de infraestrutura neste ano. Em cinco anos, o BB projeta que se consolidará como o principal banco do País financiador das grandes obras de portos, rodovias, ferrovias, energia, saneamento, óleo e gás, telecomunicações, aeroportos, armazenagem, mobilidade urbana, indústria naval e irrigação, totalizando uma carteira de R$ 150,1 bilhões no fim de 2018. Uma expansão de 213% em relação ao final de 2012. Leia mais »

BB tem lucro líquido de R$ 2,7 bilhões no 1º trimestre

Por Roberto São Paulo-SP 2013

Do Banco do Brasil

BB tem lucro líquido ajustado de R$ 2,7 bilhões no 1T13

Carteira de crédito ampliada cresce 25,6% em 12 meses

O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 2,7 bilhões no primeiro trimestre de 2013, com RSPL de 17,4%. Desconsiderando a contribuição do item Previ, o lucro líquido ajustado no período ficou em R$ 2,6 bilhões, aumento de 4,2% em relação ao mesmo período de 2012.

A remuneração aos acionistas no exercício somou R$ 1,03 bilhão, equivalente a 40% do lucro líquido, sendo R$ 754 milhões na forma de juros sobre capital próprio (JCP) e R$ 279 milhões em dividendos.

Ativos crescem 16,8% em 12 meses

O Banco do Brasil manteve sua trajetória de crescimento, alcançando ao final do 1T13 o valor de R$ 1,18 trilhão em ativos, evolução de 16,8% em 12 meses e de 2,6% em relação ao trimestre anterior. A carteira de crédito continua como o principal fator de crescimento durante o período. Leia mais »

BB Seguridade movimenta R$ 11 bi em oferta inicial de ações

Do Brasil Econômico

BB Seguridade tem o maior IPO desde 2009

Foram vendidos 675 milhões de ações, equivalentes à soma do lote inicial de 500 milhões de ações, acrescido de 175 milhões de papéis dos lotes extras.

A BB Seguridade movimentou R$ 11,475 bilhões em sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), na maior operação do gênero de uma empresa do país desde os cerca de R$ 14 bilhões do Santander Brasil, em outubro de 2009.

A oferta do braço de seguros, previdência e capitalização do Banco do Brasil saiu a R$ 17,00 cada ação, segundo informações do website da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quinta-feira (25/4), próxima do teto da faixa indicativa dos coordenadores da oferta, de R$ 15 a R$ 18 por papel.

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Sobre o crescimento dos bancos públicos em 2012

Por Rui Daher

Do Terra Magazine

Esses bancos maravilhosos e suas máquinas emperradas

Rui Daher

Depois que o governo determinou aos bancos públicos, especialmente Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal (CEF), que abrissem as burras do crédito a juros mais baixos, conversando com executivos de bancos privados, cansei de ouvir vaticínios do tipo “vamos ver os resultados quando forem publicados os balanços”.

As expectativas eram de queda na lucratividade, mais inadimplência e imediato recuo. Aos bancos privados ficaria reservada a receita do sucesso com caldo de galinha.

Os resultados saíram e o que se viu não foi bem o que as instituições financeiras privadas previam e queriam.

Tanto BB como CEF tiveram lucros recordes, ganharam participação de mercado e não aumentaram a inadimplência.

Lucros? 12,2 e 6,1 bilhões de reais, respectivamente. Participações? 20,4% e 15%. Por lá, tudo cresceu. Menos os calotes. Leia mais »

Os limites no avanço do Banco do Brasil e da Caixa

Por Assis Ribeiro

Do Valor

Governo vê limite para BB e Caixa

Por Alex Ribeiro

Depois de a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil anunciarem crescimentos espetaculares em suas carteiras de crédito em 2012, o governo começa a ver limites no avanço da posição de mercado dos bancos federais. O desejo é que as instituições privadas voltem a emprestar mais para dar mais equilíbrio ao mercado e evitar o domínio das públicas, que exerceram reconhecido papel anticíclico em 2012.

"Ninguém quer estatizar o sistema", disse um dirigente de um banco federal. As instituições privadas são consideradas pelo governo essenciais para diversificar riscos, estimular a concorrência e a inovação e puxar a retomada durante as mudanças de direção nos ciclos de crédito. Outra preocupação é trazer os privados para o financiamento de longo prazo da infraestrutura no país.

Ontem, o Banco do Brasil divulgou, no seu balanço, uma forte expansão de 25% da sua carteira de crédito em 2012, fruto de sua estratégia de agressiva redução nas taxas de juros. Dois dias antes, a Caixa Econômica Federal anunciou um crescimento de impressionantes 42% em sua carteira de empréstimos. Leia mais »

Habitação e infraestrutura vão liderar crédito em 2013

Por Demarchi

Da Reuters

BB vê habitação e infraestrutura liderando crédito em 2013

Por Aluisio Alves 

SÃO PAULO, 21 Fev (Reuters)- Após surpreender o mercado com lucro e crescimento do crédito acima das expectativas, o Banco do Brasil elegeu os setores imobiliário e de infraestrutura como principais motores de expansão dos financiamentos a partir de 2013.

O maior banco da América Latina anunciou nesta quinta-feira que sua carteira de financiamentos fechou o ano passado em 580,8 bilhões de reais, após ter subido 24,9 por cento no ano. Isso fez seu lucro do quarto trimestre atingir 3,97 bilhões de reais, 33,5 por cento acima do mesmo período do ano anterior, e melhor que a previsão média de analistas ouvidos pela Reuters, de 2,464 bilhões de reais. Leia mais »

Bancos públicos tiveram lucro maior que os privados em 2012

Do O Globo

Bancos públicos lucraram mais que os privados em 2012

Ganhos das três maiores instituições privadas recuaram 5,3% e dos públicos BB e Caixa avançaram 5,6%

Paulo Justus

SÃO PAULO – Ponta de lança, junto com a Caixa Econômica Federal, da política do governo para a redução dos juros, o Banco do Brasil fechou 2012 com lucro recorde, puxado pelo crescimento de 24,3% da sua carteira de crédito e estabilidade dos indicadores de inadimplência. De acordo com balanço publicado nesta quinta-feira, só no quarto trimestre o ganho alcançou R$ 3,967 bilhões, alta de 33,5% sobre o mesmo período de 2011. No ano, o lucro total foi de R$ 12,2 bilhões, uma alta de 0,7%. O resultado reforçou a diferença de desempenho entre os bancos públicos e privados no país no ano passado. Enquanto o lucro das três maiores instituições privadas (Itaú Unibanco, Bradesco e Santander) recuou 5,3% — de R$ 29,2 bilhões para R$ 27,7 bilhões —, o dos públicos BB e Caixa deram um salto de 5,6% — saindo de R$ 17,3 bilhões para R$ 18,3 bilhões. Leia mais »

Redução dos juros motivou lucro, diz presidente do BB

Da Agência Brasil

Presidente do BB diz que lucro do banco em 2012 foi resultado da redução dos juros

Flávia Albuquerque
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – O lucro obtido pelo Banco do Brasil em 2012 é resultado de estratégia baseada na redução da taxa de juros, disse hoje (21) o presidente da estatal, Aldemir Bendine, durante a divulgação dos resultados do ano passado. De acordo com ele, a empresa percebeu que a nova taxa básica de juros da economia teria impacto sobre o modelo tradicional de crédito do país.

“O banco captou rapidamente essa tendência e implementou um programa de redução de taxa de juros muito forte e foi indutor desse movimento no mercado. Com isso, conseguimos capturar uma grande base de clientes que passaram a acreditar nesse programa do banco. Isso acabou resultando neste resultado recorde para a história do Banco do Brasil”.

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Banco do Brasil tem lucro líquido recorde nominal em 2012

Por Roberto São Paulo-SP 2013

Da Assessoria de Imprensa BB

BB tem lucro líquido recorde nominal de R$ 12,2 bilhões em 2012

Crédito cresce 25% no ano e atinge participação de mercado histórica de 20,4%

O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 12,2 bilhões em 2012, o que corresponde a  retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio (RSPL) de 19,8%. O lucro líquido sem Previ em 2012 foi de R$ 11,4 bilhões, aumento de 10,2% em relação a 2011, marca recorde.

No quarto trimestre o lucro líquido foi de R$ 4,0 bilhões, alta de 45,5% em relação ao trimestre anterior com RSPL de 27,0%. Desconsiderando a Previ, o lucro líquido no período ficou em R$ 3,8 bilhões.

A remuneração aos acionistas no exercício somou R$ 4,9 bilhões, equivalente a 40% do lucro líquido (payout), sendo R$ 3,3 bilhões na forma de juros sobre capital próprio (JCP) e R$ 1,6 bilhão em dividendos. Leia mais »

Mudanças na cúpula do Banco do Brasil

Do O Globo

Banco do Brasil dá início a mudanças em sua diretoria

Walter Malieni, ex-diretor em SP, será vice-presidente de Crédito

GABRIELA VALENTE

BRASÍLIA – Um ano depois da última rodada de mudanças na cúpula do Banco do Brasil, outra leva de alterações é arquitetada. A primeira até já foi feita, mas sem alarde para não alvoroçar disputas políticas dentro da instituição. O ex-diretor em São Paulo Walter Malieni passou a ocupar a vice-presidência de crédito. Seu antigo lugar deve ser preenchido juntamente com a Diretoria de Mercado de Capitais, que também está vaga. Com a abertura da temporada de sucessões, outros diretores que estão próximos da aposentadoria devem ser convidados a esvaziarem as gavetas. Entre eles, o de Marketing. Leia mais »

Felipão: ¿Por qué no te callas?


“Tem que trabalhar bem esse aspecto. Se não tiver pressão, vai trabalhar no Banco do Brasil, senta no escritório e não faz nada”

Felipão falou bobagem e muitos incautos correram como boi atrás da vaca. Para quem não sabe, o BB é uma sociedade de economia mista e os seus funcionários não são funcionários públicos. O contrato de trabalho é regido pela CLT, como ocorre com a maior parte dos trabalhadores brasileiros. Há demissões e descomissionamentos no BB, embora a estabilidade e o nível técnico sejam maiores. A diferença é que, para entrar no BB, o sujeito tem que prestar concurso público. Muitos tentam entrar e não conseguem. Outros nem tentam, porque a relação candidato/vaga é muito elevada e afugenta os menos preparados. Alguns pobres de espírito sofrem de inveja por não conseguirem uma vaga. Leia mais »

A queda no lucro do Banco do Brasil no 3º trimestre

Por Dê

Da Reuters

Banco do Brasil tem queda de 6% no lucro do 3o tri

SÃO PAULO, 8 Nov (Reuters) - O Banco do Brasil sofreu uma queda de 5,7 por cento no lucro do terceiro trimestre na comparação com o mesmo período do ano passado, em meio a um aumento de índice de inadimplência e de provisões para perdas com crédito impactadas pelas operações do Banco Votorantim.

O maior banco do país divulgou lucro líquido de 2,728 bilhões de reais nos três meses encerrados em setembro. O resultado também ficou abaixo dos 3,01 bilhões de reais registrados no segundo trimestre.

Em termos recorrentes, o lucro somou 2,657 bilhões de reais, alta de 3,3 por cento sobre o terceiro trimestre de 2011, em linha com os 2,636 bilhões de reais esperados por analistas, segundo média de estimativas apurada pela Reuters. Na comparação com o segundo trimestre, porém, houve recuo de 11 por cento. Leia mais »

Bancos públicos são responsavéis por 71% da alta do crédito

Por Roberto São Paulo-SP 2013

Do Estadão

70% da alta do crédito vem do BB e da Caixa

Analistas veem risco na estratégia agressiva das instituições controladas pelo governo

Leandro Modé

SÃO PAULO - Os bancos públicos responderam por 71% do aumento do estoque de crédito no País em 2012, enquanto os privados nacionais tiveram participação de 17% e os privados estrangeiros, de 12%. Os dados, extraídos do relatório de política monetária e crédito do Banco Central (BC) de agosto, foram compilados pelo economista Roberto Luís Troster, que durante anos dirigiu a área econômica da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

A diferença no desempenho repete o cenário de 2008 e 2009, quando as instituições controladas pelo governo federal também expandiram os empréstimos em velocidade muito superior à dos concorrentes privados. Para muitos analistas, porém, as semelhanças param por aí. Eles argumentam que, lá atrás, a conjuntura era de crédito travado em razão da crise global. Hoje, o dinheiro circula normalmente. Leia mais »