O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 5.076 milhões no primeiro semestre, resultado 26,5% superior ao apurado no mesmo

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Sumário do Resultado(PDF)(http://www.bb.com.br/docs/pub/siteEsp/ri/pt/dce/dwn/2T10kKSumario.pdf)
Lucro Líquido supera R$ 5 bilhões no semestre
O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 5.076 milhões no primeiro semestre, resultado 26,5%
superior ao apurado no mesmo período de 2009. Esse desempenho corresponde a retorno anualizado
sobre o patrimônio líquido médio (RSPL) de 28,7%. Desconsiderados os efeitos extraordinários, o lucro
recorrente atingiu R$ 4.383 milhões no semestre, 34,9% maior que o verificado no 1S09 e
correspondente a RSPL Recorrente de 24,6%.
Apenas no segundo trimestre o resultado líquido alcançou R$ 2.725 milhões, apresentando evolução de
15,9% sobre o 1T10 e de 16,1% sobre o mesmo período do ano anterior. O RSPL do trimestre foi de
31,5%. Em bases recorrentes o resultado do período alcançou R$ 2.327 milhões, crescimento de
13,2% sobre o trimestre anterior ........ Leia mais »

compras de dólares no mercado à vista elevaram as reservas internacionais em US$ 1,151 bilhão na primeira semana agosto de 2008

Reservas internacionais Dados diários Reservas internacionais

Conceito de Liquidez Internacional(http://www4.bcb.gov.br/?RESERVAS)

Posição em 10 de agosto de 2010: US$ 259.905 milhões.

Posição em 30 de julho de 2010: US$ 257.299 milhões.

Posição em 15 de maio de 2009: US$ 202.966 milhões.

Posição em 15 de setembro de 2008: US$ 207.575 milhões.

O BB e a competição bancária

Coluna Econômica

Ontem, em entrevista coletiva, a diretoria do Banco do Brasil apresentou o novo posicionamento estratégico do banco. Antes da coletiva, abordei em detalhes no meu Blog (www.luisnassif.com.br).

Alguns pontos importantes a serem destacados.

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Quando sobreveio a crise mundial, houve um estancamento imediato do crédito. Primeiro, pelo secamento das fontes externas de captação. Depois, pelo receio dos bancos de uma possível explosão de inadimplência.

Como controlador dos bancos públicos, o governo ordenou que Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal colocassem o pé no acelerador.

Houve enorme grita de alguns analistas econômicos, prenunciando perda de valor do BB (que tem capital em bolsa), falando de ingerência política indevida.

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O planejamento estratégico do BB

Uma das melhores conseqüências da crise de 2008 foi o reposicionamento do Banco do Brasil no mercado bancário.

Em um momento em que o sistema bancário, como um todo, passava a jogar na defensiva, o controlador do BB (União) determinou que ele avançasse na oferta de crédito. Analistas econômicos da mídia espalharam o terror, qualificando de interferência política e prognosticando queda no valor das ações do banco, devido à explosão futura da inadimplência.

Dois anos depois, a operação foi um sucesso. Permitiu ao banco recuperar o primeiro lugar em ativos – que havia perdido após a compra do Unibanco pelo Itaú -, ampliar em 1,5 pontos sua participação no mercado de crédito, com níveis de inadimplência inferiores aos da concorrência. Mais que isso, contribuiu para mudar a filosofia dos bancos comerciais, rompendo o acordo tácito que impedia uma competição maior no segmento.

Cumpriu uma função pública e fez um bom negócio.

Balanço da empresa

Daqui a pouco, às 15 horas, a diretoria do banco irá fazer um balanço para a imprensa. Leia mais »

BB e Bradesco na África

Da Agência Brasil

BB e Bradesco anunciam negociações para atuar na África

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O Bradesco e o Banco do Brasil deram início a negociações para consolidar operações do Banco do Espírito Santo, instituição portuguesa, na África. Será criada uma holding que "deverá coordenar futuros investimentos envolvendo a aquisição de participações em bancos, bem como o estabelecimento de operações próprias dos bancos no continente africano", diz um comunicado das instituições.

"As três instituições financeiras entendem que a parceria poderá propiciar um importante meio de apoio ao movimento de internacionalização das empresas, brasileiras e portuguesas, bem como assisti-las ao crescente intercâmbio comercial com o referido continente", informa o comunicado.

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A captação do Banco do Brasil

Da Agência Brasil

Banco do Brasil capta R$ 9,76 bilhões com oferta de ações

Kelly Oliveira/Repórter da Agência Brasil

Brasília - A oferta pública de ações do Banco do Brasil negociadas a partir de 1º de julho gerou R$ 9,761 bilhões. De acordo com o comunicado de encerramento da oferta pública, foi feita a opção pela distribuição de um lote suplementar de 39,15 milhões de ações, que representam 11% dos papéis inicialmente ofertados.

No total, foram distribuídos 396 milhões de ações ordinárias, sendo que 286 milhões foram de oferta primária (papéis novos acessíveis aos acionistas do banco) e 110 milhões, de secundária (papéis já existentes acessíveis a todos os investidores). Cada ação ficou em R$ 24,65.

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Banco do Brasil aumenta seu capital e pode também ofertar mais crédito ao público e expandir a participação no mercado.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/web/ebc-agencia-brasil/ultimasnoticias?p...

12:59 - 02/08/2010 Banco do Brasil capta R$ 9,76 bilhões com oferta de ações

Brasília - A oferta pública de ações do Banco do Brasil negociadas a partir de 1º de julho gerou R$ 9,761 bilhões. De acordo com o comunicado de encerramento da oferta pública, foi feita a opção pela distribuição de um lote suplementar de 39,15 milhões de ações, que representam 11% dos papéis inicialmente ofertados.

No total, foram distribuídos 396 milhões de ações ordinárias, sendo que 286 milhões foram de oferta primária (papéis novos acessíveis aos acionistas do banco)

e 110 milhões, de secundária (papéis já existentes acessíveis a todos os investidores). Cada ação ficou em R$ 24,65. Leia mais »

O caso Encol, segundo o BB da época

Recebo email de Edson Ferreira, que foi Diretor de Crédito do Banco do Brasil no caso Encol.

Em sua área, Edson teve papel relevante na recuperação de muitas empresas em dificuldades – como a Cecrisa e a própria Embraer. Com criatividade e sem o receio comum à área pública – de não correr riscos –, em vez do caminho mais fácil de liquidar empresas, adotou práticas criativas que permitiram a recuperação de empresas em dificuldades e a preservação do crédito do banco.

Dias atrás, um comentarista trouxe aqui um resumo do livro de memória de Pedro Paulo de Souza, da Encol, com acusações contra a diretoria do BB na época.

Em seu email, Edson explica a lógica da quebra da Encol.

1o. com dificuldades de enfrentar a escassez de recursos para financiamento do setor imobiliário pelo Sistema Financeiro da Habitação, a Encol empreendeu uma agressiva política de vendas e, por algum tempo, conseguiu manter desempenho superior às demais empresas do setor de construção civil; Leia mais »

Relatório dos fundos garantidores de risco de crédito

http://www.tesouro.fazenda.gov.br/hp/downloads/Relatorio_FGI_FGO_2009.pdf

06/07/2010 - Relatório dos fundos garantidores de risco de crédito(PDF) Conforme determina o §2º do art. 10 da Lei nº 12.087, de 2009, o Ministério da Fazenda apresenta a seguir relatório circunstanciado sobre as atividades desenvolvidas pelo FGI e pelo FGO, referentes ao exercício de 2009.

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Serra e os jornalistas

Por Henrique

Nassif,

Serra maltrata jornalista de novo, hoje foi no Rio.

Do IG

Serra manda recado sobre privatização ao governo

Pergunta feita por repórter da Radiobrás sobre privatização irritou o pré-candidato tucano

Anderson Dezan, iG Rio de Janeiro | 14/05/2010 12:41

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Uma pergunta sobre privatização irritou o pré-candidato tucano à presidência, José Serra, na tarde desta quarta-feira. Após um almoço na Associação Comercial do Rio de Janeiro, um repórter da agência de notícias do governo federal, a Radiobrás, perguntou ao tucano se ele descartava a possibilidade de mais privatizações em um eventual governo.

Repórter: “A Petrobras, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal estão livres da privatização?”

Serra: “Claro que sim, quem falou o contrário? De onde você é?”

Repórter: “Da Radiobrás.”

Serra: “Muito bem, então informe isto a seus patrões.” Leia mais »

Como aprimorar o sistema financeiro

Coluna Econômica 12/05/2010

O seminário de lançamento do livro “Sistema financeiro e desenvolvimento no Brasil” permitiu uma boa discussão sobre os rumos do setor. Organizado pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, junto com o Departamento de Economia da Unicamp, o seminário procurou resgatar o papel original do sistema financeiro, como instrumento relevante para o desenvolvimento do país.

O governo FHC abriu o mercado brasileiro aos bancos estrangeiros. A proposta era estimular a competição, tornando o sistema mais eficiente. Quinze anos depois, o sistema bancário é majoritariamente dominado por dois grandes bancos públicos – Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal -, dois privados nacionais – Itaú e Bradesco – e dois estrangeiros – Santander e HSBC. Juntos, respondem por 85% do sistema.

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O fenômeno do Empreendedor Individual

Coluna Econômica - 30/04/2010

Tem passado despercebidas mudanças na legislação que poderão ter enorme impacto no país a médio prazo. Uma delas é a criação do empreendedor individual, lei destinada a formalizar o enorme exército de pessoas que vive de bicos na informalidade. São pedreiros,encanadores, ambulantes, donos de lojinhas de praia, de carrinhos de alimentos.

Segundo o IBGE, no país haveria 10,3 milhões de pessoas nessa condição. O IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) estima em 18 milhões.

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Banco do Brasil compra banco argentino

Por Alessandro Guimarães Pereira

Da Folha

Mercado Aberto: BB fecha a compra do Banco Patagônia

da Reportagem Local

O Banco do Brasil já fechou a compra do argentino Banco Patagônia, informa a coluna Mercado Aberto, editada por Maria Cristina Frias e publicada na edição desta sexta-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). Leia mais »