Idec: tarifas dos maiores bancos sobem até 83% em 5 anos

Sugerido por Luiz Eduardo Brandão

Do Jornal do Brasil

Tarifas bancárias sobem até 83% em cinco anos, diz Idec

Variação ficou 50 pontos percentuais acima da inflação medida pelo IPCA para o período

Hoje às 15h05 - Atualizada hoje às 15h12

As tarifas cobradas pelos seis maiores bancos do país com "concessão de adiantamento" sofreram uma variação de 83% nos últimos cinco anos, 50 pontos percentuais acima da inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que acumulou alta de 32,34%. Os números foram divulgados nesta terça-feira (20/08) pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Os seis bancos, que respondem por 70% das operações de crédito no país, são Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú e Santander. De acordo com Ione Amorim, economista do Idec responsável pelo estudo, os bancos promoveram reduções nas tarifas de serviços avulsos no último ano, mas essa redução foi compensada pelo acréscimo no valor das tarifas de serviços relacionados ao crédito, que não constam em pacotes de serviços ofertados pelos bancos.

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Débitos não autorizados são a principal queixa contra bancos

Sugerido por antonio francisco

Da Agência Brasil

Débitos não autorizados são a principal reclamação de clientes de bancos, diz BC

Kelly Oliveira

Brasília – O número de reclamações de clientes contra bancos chegou a 2,335 mil em julho, informou hoje (15) o Banco Central (BC). Em junho, chegaram ao BC 2,406 mil queixas sobre serviços bancários. A maioria das reclamações (397) registradas no mês passado foi por causa de débitos não autorizados em conta. Em junho, o débito não autorizado já tinha sido a principal queixa dos clientes, com 413 registros.

Em segundo lugar, ficaram as reclamações sobre a prestação irregular do serviço de conta salário (390), seguidas pelas contestações de cobrança de tarifas de serviços não contratados (222).

No mês passado, no ranking de reclamações com resultado ponderado pelo número de clientes por instituição, o banco que mais recebeu reclamações foi o Santander, com 611 casos considerados procedentes pelo BC. Em junho, o Santander já tinha liderado a lista, com 557 reclamações procedentes.

Nessa lista, o Itaú ficou em segundo lugar no mês de julho, com 335 reclamações, e o Banco do Brasil, em terceiro, com 422 casos julgados procedentes. Leia mais »

Os bancos que mais ganharam com juros em 2012

Do Uol

Três bancos brasileiros estão entre os que mais ganham com juros no mundo

Sílvio Guedes Crespo

A receita dos três maiores bancos brasileiros com juros é desproporcional ao tamanho deles, em comparação com instituições financeiras de outros países, conforme indica um levantamento da revista britânica The Banker.

O Itaú, apesar de ser só o 39º maior banco do mundo no ranking geral da revista, é o 13º quando o assunto é cobrança de juros. O conglomerado financeiro recebeu US$ 27,687 bilhões com empréstimos no ano passado.

O Banco do Brasil, 36º do mundo em tamanho, é o 14º em cobrança de juros, com US$ 23,73 bilhões. O Bradesco é o 16º nesse quesito (com US$ 21,247 bilhões no ano passado), mas apenas o 42º em tamanho.

Juntos, Itaú, BB e Bradesco ganharam US$ 72 bilhões com juros em 2012.

O indicador usado para definir o tamanho dos bancos é o chamado “capital de nível 1″, que inclui apenas a parcela dos ativos considerada de melhor qualidade. Leia mais »

Os problemas com os fundos creditórios de bancos

Autor: 

Coluna Econômica

Pelo segundo mês seguido o Banco Santander liderou a lista de reclamações do Banco Central. O índice de queixas chegou a 3,17 em março, maior patamar desde maio de 2009. O índice de reclamações, em geral, não passa de 1.

A situação é mais complexa do que parece, conforme o caso do cliente MG.

Em outubro de 2012, ele foi negativado na Serasa por um FDIC (fundo de direitos creditórios). Esses fundos compram créditos vencidos de grandes instituições, com desconto, e cobram dos clientes. O débito anotado era de R$ 431,24.

Na denúncia à Serasa, não havia um telefone habilitado sequer do FDIC. Advogada experiente, a esposa de MG conseguiu localizar o telefone do FDIC e ligar para lá – para surpresa da moça atendente.

Foi informada então que os débitos se referiam a um cartão de crédito Visa. MG jamais teve cartão Visa. Disseram que a conta era do Santander. Ele jamais teve conta do Santander. Leia mais »

Bradesco é o mais rentável entre os bancos da AL e dos EUA

Do O Globo

Bradesco é o banco mais rentável em lista de gigantes do Brasil e dos EUA

Segundo Economatica, apesar de estar em queda, rentabilidade dos brasileiros é maior que a dos americanos desde 2000

Banco do Brasil e Itaú Unibanco estão nas segunda e terceira posições

RIO - O Bradesco teve a melhor Rentabilidade sobre o Patrimônio (ROE) em 2012 entre os bancos da América Latina e dos Estados Unidos com ativos totais superiores a US$ 100 bilhões, mostrou um estudo da consultoria Economatica. Em 2011, o Bradesco ocupava a segunda posição, com 19,83%, e o Banco do Brasil a primera, com 21,55%. No ano passado, o ROE do Bradesco foi de 17,27%, e o do Banco do Brasil, dessa vez em segundo, 16,89%. Leia mais »

Praça cercada de fezes e urina

O estorno da Praça João Cabral de Melo Neto, mais conhecida como Praça Jardim São Paulo, no bairro de Jardim São Paulo, está de fazer vergonha a qualquer cidadão. Acontece que neste local que aparece na foto e, a poucos metros da igreja católica, tem uma Boca-de-lobo onde vêm saindo uma água suja de cor escura, misturada de fezes, urina, bilhões de bactérias etc, uma vez que a imundície não tem por onde escoar, haja vista que a Rede de água Pluvial no local, está totalmente obstruído há vários dias e, a Emlurb (Empresa de Limpeza Urbana do Recife) não aparece para pelos menos verificar o que poder ser feito. Segundo os moradores da área, está gestão do Geraldo Julio está deixando muito a desejar, pois o candidato eleito, só apareceu no bairro no ano passado, em busca de votos e depois sumiu. Será verdade isso? Diante deste descaso eu pergunto: O que será feito? Foto: Firmino Caetano Junior. 

Imagens: 
Esgoto a céu aberto
Esgoto a céu aberto

Cada vez mais grave

O que está ocorrendo no Brasil é uma desestabilização da economia que se agrava com o intervencionismo do governo. Numa economia de mercado as cadeias produtivas se criam e se estabilizam gradualmente por mecanismos naturais. Cada vez que o governo interfere num setor da economia, ele afeta “sem querer” outros setores da cadeia produtiva. Um governo que não respeita esses mecanismos pode usar a força bruta para obter efeitos políticos. Cada país tem de entender da sua macroeconomia e de seus modelos, e tomar decisões que afetem as causas dos problemas e não os efeitos. Evitar a inflação segurando o preço da gasolina é tipicamente tentar controlar o efeito, e não a causa. Forçar a baixa dos juros derrubando os juros do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal (CEF) é intervir nos efeitos, e não nas causas. O preço da cesta básica é um efeito, e não uma causa, e não são apenas os impostos federais que levam à alta dos preços. Leia mais »

Bancos mantêm reservas para cobrir empréstimos duvidosos

Por Lucas Costa

Da Agência Brasil

Bancos mantêm reservas para cobrir empréstimos duvidosos, apesar de queda na inadimplência

Repórter da Agência Brasil -

Brasília – A queda na inadimplência observada desde o segundo semestre do ano passado não convenceu os bancos a reduzirem as reservas para cobrir créditos duvidosos (com risco de não serem pagos). Segundo levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a inadimplência no fim do ano passado recuou para níveis parecidos com os observados no primeiro trimestre de 2008, antes do início da crise financeira. As provisões dos bancos, no entanto, não acompanharam essa redução.

De acordo com a Febraban, o volume de provisões está estável há seis semestres entre 6,1% e 6,3% do total emprestado pelas instituições financeiras, enquanto a inadimplência encerrou 2012 em 3,4%. No primeiro trimestre de 2008, quando a inadimplência atingia 3,5%, as provisões equivaliam a apenas 5% da carteira de crédito. Leia mais »

Valor mínimo para fazer uma TED passa a ser de R$ 1.000

Da Folha

Valor mínimo para fazer uma TED passa a ser de R$ 1.000 a partir de amanhã

Passa a valer a partir de amanhã um novo valor mínimo de R$ 1.000 para a realização de uma TED (Transferência Eletrônica Disponível) entre os bancos com operações no Brasil, informou a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) nesta quinta-feira (21). A cifra anterior era de R$ 2.000.

Quando o cliente transfere um valor através de uma TED, o crédito entra na conta do destinatário no mesmo dia em que a transferência é solicitada. Já em outras formas de movimentação financeira, como o DOC (Documento de Crédito), é preciso aguardar pelo menos um dia para a conclusão da operação.

O valor mínimo determinado para fazer cada operação evita que o atrativo da TED gere uma demanda em excesso e sobrecarregue os sistemas de pagamento e de compensação das transações financeiras. Leia mais »

Bancos brasileiros ampliam participação no exterior

Por Assis Ribeiro

Do Correio Braziliense

Setor financeiro lidera a internacionalização de companhias brasileiras

Nos últimos anos, os bancos têm ampliado a participação nos mercados internacionais com a aquisição de instituições financeiras e a abertura de escritórios e subsidiárias

Autor(es): VICTOR MARTINS DECO BANCILLON ROSANA HESSEL

Apesar da crise econômica que ainda assola boa parte do mundo, as instituições financeiras que apostaram na compra de participações acionárias no exterior vêm obtendo resultados positivos. Segundo dados do Banco Central, o segmento lidera as remessas de lucros feitas pelas filiais de empresas brasileiras para as matrizes. Apenas no ano passado, os investimentos externos nesse ramo somaram US$ 4,6 bilhões. Os lucros enviados ao Brasil, no período, chegaram a US$ 3,6 bilhões — o equivalente a 59,3% de toda a receita obtida por companhias nacionais fora do país. Leia mais »

Bradesco fechou 2012 com lucro de R$ 11,38 bi

De O Globo

Lucro do Bradesco sobe 3,2% em 2012 a R$ 11,38 bilhões

  • Foi o quarto maior da história dos bancos, segundo a Economatica
  • Carteira de crédito da instituição cresceu 11,5%

RONALDO D'ERCOLE

SÃO PAULO - O Bradesco abriu a temporada de balanços dos bancos com lucro líquido de R$ 11,38 bilhões em 2012, uma alta de 3,2% sobre o ano anterior. Trata-se do quarto maior da história dos bancos no Brasil, segundo a consultoria Economatica, mas mostra uma desaceleração. Em 2010, o crescimento ante 2009 havia atingido impressionantes 25%, o que correspondeu a um lucro de R$ 10,02 bilhões. Em 2011, o resultado foi de R$ 11,028, uma alta de 10%. Leia mais »

Cadastro positivo entra em vigência

Por Nonato Amorim

Do opovo.com.br

Cadastro positivo entra em vigência no país

As instituições financeiras têm o prazo de até 1º de agosto para se adaptarem ao novo sistema

O cadastro positivo, um banco de dados gerido por empresas especializadas sobre os pagamentos feitos em dia pelos consumidores, entrou em vigência desde ontem no Brasil, depois de ter sido autorizado por lei há um ano e meio e regulamentado por decreto em outubro. Na últim quinzena de dezembro, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução que prevê que as instituições do mercado de crédito, como bancos, financeiras e varejistas realizem os ajustes operacionais necessários para cumprir as disposições até 1º de agosto de 2013.

A inclusão do nome de uma pessoa só poderá ser feita com sua prévia autorização voluntária. O objetivo do cadastro é permitir que quem tem um bom histórico ao manter as contas em dia consiga taxas de juros menores ao solicitar crédito. Na avaliação do Sebrae, o banco de informações beneficiará especialmente as micro e pequenas empresas, ampliando as possibilidades de acesso ao crédito e reduzindo o custo dos empréstimos. Leia mais »

O novo caminho dos bancos com a redução dos juros

Por Marco Antonio L.

Da Rede Brasil Atual

Spread mais baixo define novo caminho para bancos no Brasil

Analistas comentam redução dos juros sete meses depois de Dilma declarar 'guerra' às taxas abusivas; novo patamar é visto como 'marco' para setor bancário, que pode ampliar linhas de crédito ou demitir

Tadeu Breda

São Paulo – Sete meses depois de a presidenta Dilma Rousseff (PT) ter ido à TV anunciar "posição firme" do governo contra os juros altos, parte dos maiores bancos em operação no país anunciou demissões e queda nos lucros. Os balanços do terceiro trimestre divulgados por Itaú Unibanco, Santander e Banco do Brasil mostram menor rentabilidade em comparação ao mesmo período do ano passado. O banco controlado por Roberto Setubal perdeu 3,25%, enquanto a maior instituição financeira do país, controlada pelo Estado, registrou 5,7% – queda semelhante à dos espanhóis. Entre os que conseguiram manter lucratividade crescente estão Bradesco, com 2,1%, e Caixa Econômica Federal, com 17,7%, recorde entre os grandes bancos no período. Leia mais »

Dívida pública não é a grande ameaça para setor bancário

Por Webster Franklin

Da Carta Maior

2007-2012: seis anos que abalaram os bancos

O cenário repetiu-se pelo menos trinta vezes na Europa e nos EUA desde 2008: os poderes públicos estiveram sempre (e sistematicamente) ao serviço dos bancos privados, financiando o seu resgate através do endividamento público. Contrariamente ao discurso dominante, a principal ameaça para os bancos não é a suspensão do pagamento da dívida de Estados. Desde 2007, nenhuma das falências bancárias foi causada por essa falta de pagamento. Primeira parte do artigo "Bancos contra povos: os bastidores de um jogo manipulado!", de Eric Toussaint.

Os bancos reprovados em políticas de responsabilidade social

Por Marco Antonio L.

Da Rede Brasil Atual

Bancos têm alta reprovação em políticas de responsabilidade social

Guia feito pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) mostra índices de 72% de avaliações 'ruim' e 'muito ruim' para o sistema bancário

Por: Raimundo Oliveira

São Paulo – A segunda edição do Guia dos Bancos Responsáveis (GBR), feito pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), aponta que os maiores bancos brasileiros possuem uma grande dívida com a sociedade por conta de suas políticas de responsabilidade social. O guia, lançado hoje (31), avaliou os seis maiores bancos em números de clientes (Caixa Econômica Federal, Bradesco, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco, Santander e HSBC) nas relações com seus consumidores, seus trabalhadores e sobre os critérios socioambientais que usam na liberação de financiamentos. Leia mais »