Bradesco eleito melhor banco da América Latina

Do Maxpress

Bradesco é eleito pela primeira vez o melhor banco da América Latina

Outras três instituições brasileiras estão entre as 25 melhores do ranking elaborado pela revista AméricaEconomia

São Paulo, 11 de outubro de 2012 – O Bradesco lidera o ranking “Os 25 Melhores Bancos da América Latina”, publicado anualmente pela revista AméricaEconomia Brasil, da Spring Editora. Esta é a primeira vez que a instituição é apontada a melhor entre as instituições financeiras latino-americanas, desbancando a o Itaú Unibanco, que caiu para a 5ª colocação. O segundo colocado é a filial do Santander no México, seguido pelo Continental BBVA, do Peru. A lista completa traz outros dois bancos brasileiros e está disponível na edição de outubro da revista. Leia mais »

Mantega acha que bancos podem reduzir os juros ao consumidor

Por Roberto São Paulo-SP 2013

Do O Globo

Bancos podem reduzir à metade juros ao consumidor, diz Guido Mantega

Vivian Oswald

Para ministro, não há motivo para taxas altas, já que economia do país está bem

BRASÍLIA O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que os bancos brasileiros podem reduzir pela metade as taxas de juros médias que cobram do consumidor e, assim, chegar aos patamares de economias mais avançadas. Ao GLOBO, avaliou que a situação brasileira é melhor que a de alguns países desenvolvidos e, por isso, não há mais motivo para as instituições financeiras manterem os juros nos atuais patamares.

Mantega afirmou que o governo vai continuar trabalhando para reduzir o custo financeiro e revelou que está debruçado sobre medidas que darão transparência às despesas do brasileiro com juros e tarifas. Conforme mostrou o GLOBO na edição de domingo, o brasileiro tem noção de apenas uma pequena parcela dos juros que paga. Em 2008 (último dado disponível), as famílias pagaram R$ 170 bilhões em custos financeiros, mas estimaram em R$ 3 bilhões essa conta. São os chamados juros embutidos em parcelamentos anunciados pelas lojas como se fossem “sem juros”. Leia mais »

Dilma: Brasil foi último 'almoço grátis' para bancos

Do iG

Brasil foi último 'almoço grátis' de bancos no mundo, diz Dilma a jornal

Em entrevista concedida ao Financial Times, presidenta fez referência à queda da taxa de juros, que diminuiu a rentabilidade dos bancos que operam no Brasil e incentivou setores produtivos como a indústria

A presidente Dilma Rousseff disse em entrevista publicada nesta quarta-feira por um jornal britânico que o Brasil foi o último "almoço grátis" no mundo para os bancos internacionais, e que o futuro brasileiro está em atividades produtivas que "fazem bem ao país".

Em entrevista concedida ao jornal econômico Financial Times, Dilma fez referência à queda da taxa de juros durante o seu governo, que diminuiu a rentabilidade dos bancos que operam no Brasil e incentivou setores produtivos como a indústria.

A entrevista, assinada pelo correspondente do jornal em São Paulo, Joe Leahy, diz: "O Brasil foi o último almoço grátis no mundo para os bancos, afirma ela [Dilma], em referência aos altos juros que eles cobram aqui de seus clientes." Leia mais »

Bancos anunciam corte na taxa de juros

Por Vinicius Carioca

Da Folha

Após anuncio de Bradesco, Itaú e BB, Caixa também corta juros

LUCAS SAMPAIO

Após Banco do Brasil, Bradesco e Itaú Unibanco divulgarem reduções nas taxas de juros que acompanharam o corte de 0,5 ponto percentual na Selic, a Caixa foi mais ousada e anunciou o corte de até 68% em uma linha para pessoas jurídicas e 32% para pessoas físicas.

A taxa máxima para cheque especial de pessoas físicas, porém, não foi alterada --permaneceu em 4,27% ao mês.

Na quarta-feira, o BC (Banco Central) diminuiu para 7,5% ao ano a Selic, taxa básica de juros da economia brasileira. A decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC reduziu os juros ao menor patamar da história. Leia mais »

Bancos não informam sobre conta de serviços essenciais

Do Idec

Idec constata que bancos ainda não informam a conta de serviços essenciais

Gratuita e garantida por norma vigente desde 2008, a conta não foi aberta no Banco do Brasil e no HSBC. Nenhum dos seis bancos ofereceu a opção espontaneamente e, mesmo quando solicitada, Santander e Bradesco ainda tentaram contornar com oferta de outro pacote pago

Pesquisa realizada, em março, pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), com os seis maiores bancos do país (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú e Santander), constatou que as instituições ainda não oferecem como opção a conta de serviços essenciais, regulamentada pelo Banco Central, conforme Resolução nº 3.518/07, e nas Cartas Circulares nº 3.371/07 e nº 3.349/08. Leia mais »

A diminuição de empregos no setor bancário

Por Marco Antonio L.

Da Agência Brasil

Dieese: mesmo crescendo nos últimos dez anos, emprego no setor bancário é 70% do total há duas décadas

Fernando César Oliveira, repórter da Agência Brasil

Curitiba – O total de 508 mil empregos existentes hoje no setor bancário brasileiro, embora tenha crescido ao longo de toda a última década, representa apenas 69,4% do que o setor tinha em 1990. Os dados fazem parte de um estudo divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) durante a 14ª Conferência Nacional dos Bancários, encerrada hoje (22) em Curitiba. Leia mais »

Maneiras de se evitar manipulações no sistema financeiro

Por Marco Antonio L.

Do Valor

Formas de limpar essa sujeira

Martin Wolf

O escândalo da taxa interbancária do mercado de Londres (Libor) foi o último prego no caixão da reputação dos bancos. Depois da imensa crise financeira e da longa lista de escândalos, os bancos agora são vistos como firmas aproveitadoras e incompetentes comandadas por parasitas. Essa indignação com o que Paul Tucker, vice-presidente do Banco da Inglaterra, autoridade monetária do Reino Unido, chamou de "esgoto" é bastante natural. Mas, só a indignação não é capaz de modelar reformas. Aqui estão minhas sete sugestões sobre a melhor forma de resposta. Leia mais »

Os crimes do sistema bancário

Por Krishna

Comentário ao post "O inferno astral do HSBC"

O sistema bancário lava para ganhar ainda mais,  dinheiro do tráfico de drogas, de armas, de órgãos, das várias máfias, do terrorismo, qualquer dinheiro, mundo afora, se igualando em atitude e ética aos piores marginais, isso sem considerar o roubo com taxas de juros manipuladas, caso recente do Barclays e talvez, do Bank of América, spreads imorais, ingerências políticas, etc.

Caso Barclays/Bank of América - manipulação da Taxa Libor: Leia mais »

As exigências do Banco Central para os bancos médios

Do Estadão

BC exige mais provisões de bancos médios

Com aumento das exigências, as instituições financeiras reduziram a concessão de crédito e preveem ter prejuízo no semestre

Altamiro Silva Júnior

SÃO PAULO - O Banco Central está exigindo provisões adicionais para os bancos médios, o que reduziu as operações de crédito dessas instituições nos últimos meses, de acordo com fontes do setor financeiro ouvidas pela Agência Estado. Os bancos estão prevendo prejuízo para o segundo trimestre e atribuem o resultado ruim aos ajustes pedidos pelo órgão regulador. Com isso, afirmam que a saída encontrada foi diminuir a concessão de crédito. Leia mais »

Expansão do crédito e aumento do endividamento

Do Valor

O crédito e a armadilha da dívida

Por Luiz Fernando de Paula

O setor bancário das economias avançadas tem passado por intensas transformações em função da liberalização financeira que diluiu as fronteiras entre os diferentes segmentos do sistema e os fluxos financeiros entre países, e também em função dos avanços tecnológicos das telecomunicações e informática, que permitiram maior processamento de informações.

Os bancos comerciais, em especial, passaram a sofrer a concorrência de outras instituições financeiras, acarretando uma redução na sua margem de intermediação financeira. Os bancos reagiram adquirindo outras instituições financeiras, dando início a uma onda de fusões e aquisições bancárias, e ao mesmo tempo buscando diversificar suas atividades para além da intermediação financeira. Leia mais »

Clone de Espanha à beira de crise bancária

Políticas da troika provocam novo desastre e colocam 12ª economia do planeta diante do risco devastador de corrida aos bancos Leia mais »

Espanha à beira de crise bancária

Políticas da troika provocam novo desastre e colocam 12ª economia do planeta diante do risco devastador de corrida aos bancos Leia mais »

Bancos cortam taxas dos fundos de investimento

Por Marco Antonio L.


A chapa dos bancos esquentou


Da Istoé Dinheiro


Depois dos empréstimos, Caixa e BB lançam ofensiva para reduzir as taxas de administração dos fundos de investimento.


Por Patrícia ALVES


A cruzada do governo pela queda dos custos dos empréstimos chegou a um novo campo de batalha. Depois da ofensiva na redução dos juros cobrados dos tomadores de crédito, é hora de os administradores de fundos entrarem na alça de mira do governo. Na segunda-feira 23, a Caixa Econômica Federal colocou em prática um corte nas taxas de administração de dois de seus fundos de renda fixa voltados para pequenos investidores. O Caixa Azul Fic teve sua taxa reduzida de 3% para 1,5% ao ano. Já no caso do Caixa Fic Clássico, a tarifa encolheu de 1,85% para 1,40%, e a aplicação inicial caiu de R$ 1.000 para R$ 100. Não foi o único movimento. O Banco do Brasil está estudando medidas semelhantes. “Se a Selic cair mais, vamos reduzir as taxas de administração de alguns fundos DI e diminuir suas aplicações iniciais, para tornar os produtos mais acessíveis”, diz Carlos Takahashi, presidente da BB DTVM.


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Bradesco amplia aposta na redução dos juros

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Onde estão os comentaristas que sustentavam que a redução de juros era inviável e colidia com a lógica do sistema bancário?

O Bradesco acaba de anunciar redução substantiva em suas taxas de juros e  - importante – aumento substancial na oferta de crédito.

A razão é simples.

Com a redução geral dos juros, abre-se o acesso de mais pessoas ao crédito. Aumentando a oferta, pulveriza-se o risco. E, com o aumento da liquidez – proporcionado pela competição deflagrada no sistema -, há uma diversificação das carteiras.

Simples assim.

Aproveitando  o momento, o Bradesco ampliou o limite de crédito em R$ 15 bi, R$ 9 bi para pessoas físicas e R$ 6 bi para pessoas jurídicas. Ainda disponibilizou mais R$ 6 bi para bancos ligados às montadoras de veículos.

Com esse movimento, busca ampliar suas parcerias e aproveitar a ampliação do mercado. Diz ele, no seu comunicado: “As taxas competitivas possibilitam e facilitam a inclusão bancária da população brasileira e não há exigência de outras contrapartidas, somente o processo natural de aprovação de crédito e a adesão do cliente ao produto em sua conta corrente”. Leia mais »

Bancos não reduzem juros de empréstimos pessoais, diz Procon

Da Agência Estado

Juros médios do cheque especial sobem para 9,54% ao mês, diz Procon

De acordo com o Procon-SP, o resultado da pesquisa mostra que o mercado financeiro resiste em cortar seus juros mesmo com as sucessivas quedas na taxa básica promovidas pelo Banco Central

SÃO PAULO - Pesquisa da Fundação Procon de São Paulo mostra que as taxas de juros cobradas por sete bancos consultados se mantiveram inalteradas para empréstimos pessoais em março, ante fevereiro, enquanto para o cheque especial houve um leve aumento de 0,01 ponto porcentual. A taxa média para empréstimo pessoal seguiu em 5,87% ao mês. Já para os juros do cheque especial, a única alta verificada foi no HSBC, que ampliou sua taxa em 0,03 ponto porcentual, para 9,98% ao mês, resultado que levou a taxa média desse tipo de dívida para 9,54% mensais.

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