A vulnerabilidade dos bancos dos EUA

Da Agência Estado

Exposição de bancos dos EUA à crise soma US$ 640 bi

GUSTAVO NICOLETTA

WASHINGTON - A exposição dos bancos dos Estados Unidos à crise das dívidas soberanas da Europa gira em torno de US$ 640 bilhões, ou o equivalente a 5% de todos os ativos bancários norte-americanos, de acordo com dados do Serviço de Pesquisas do Congresso do país. 

Segundo dois relatórios diferentes enviados aos congressistas dos EUA no mês passado, os problemas com dívidas da Grécia, da Irlanda, de Portugal, da Itália e da Espanha constituem um "sério risco" ao sistema bancário europeu e particularmente às instituições financeiras da Alemanha, da Espanha e do Reino Unido, que possuem fortes vínculos com os bancos norte-americanos.

Leia mais »

Bancos europeus precisam de até € 200 bi

Comentando o post "Blog no Financial Times: conselho do Brasil é "hipócrita""

Por Paulo F.

Pois é né nossos bancos vão bem... Já lá na Eurolândia:

Da Reuters

ENTREVISTA-FMI: bancos europeus precisam de até 200 bi de euros

Por Robin Emmott

BRUXELAS (Reuters) - A Europa precisa de entre 100 bilhões e 200 bilhões de euros para recapitalizar seus bancos, disse o diretor do departamento europeu do Fundo Monetário Internacional (FMI), Antonio Borges, nesta quarta-feira. Leia mais »

Greve dos Bancários é Distribuição de Renda

Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4 Leia mais »

Islândia rejeita pagar dívida causada por bancos

Por Assis Ribeiro

Do Vio O Mundo

Islândia: O país que disse não aos banqueiros

Não pode pagar, não vai pagar

O ‘não’ em alto e bom som da Islândia

Pela segunda vez, o povo da Islândia votou por não pagar as dívidas internacionais causadas pelos bancos, e banqueiros, pelas quais toda a ilha está sendo responsabilizada. Com a presente turbulência nas capitais europeias, poderia ser este o caminho a seguir pelas outras economias?

por Silla Sigurgeirsdóttir e Robert H Wade, na versão em inglês do Le Monde Diplomatique*

Tradução: Pedro Germano Leal**

Leia mais »

Agências rebaixam notas de 10 bancos dos EUA e Itália

Agências de rating rebaixam notas de 10 bancos dos EUA e da Itália - O Globo

Agências de rating rebaixam notas de 10 bancos dos EUA e da Itália

O Globo, com agências ([email protected])RIO - A agência de classificação de riscos Moody's rebaixou nesta quarta-feira os ratings (notas) de crédito de longo-prazo do Bank of America (BofA) e do Wells Fargo e de curto prazo do Citigroup. Já a agência de classificação de investimentos Standard & Poor's (S&P) rebaixou o rating de sete bancos italianos sob a justificativa de riscos na dívida soberana

A justificativa da Moody's para rebaixar os bancos americanos é a probabilidade cada vez menor de que os Estados Unidos apoiem os credores em caso de emergência. Leia mais »

Crise leva a fusão de bancos na Grécia

Do Valor Econômico

Em meio à crise, bancos gregos se fundem

Por Kerin Hope | Financial Times, de Atenas

Os gregos Alpha Bank e EFG Eurobank sofrerão uma redução no total de € 1,2 bilhão (US$ 1,7 bilhão) em suas carteiras de títulos soberanos, segundo os termos do segundo socorro financeiro ao país proporcionado por parceiros da União Europeia, segundo relatório de resultados do primeiro semestre anunciados na segunda-feira.

Antes, também ontem, os dois bancos privados anunciaram detalhes de uma fusão, baseada inteiramente em ações, e uma injeção de capital de € 500 milhões pelo Qatar, um Estado no Golfo, na forma de um título conversível de três anos. "Esse é um voto de confiança na Grécia. É a primeira fusão bancária e o primeiro investimento estrangeiro no setor [desde o início da crise da dívida no país]", disse Yannis Costopoulos, presidente do Alpha. Leia mais »

Mercado reduz aposta na Selic

Mercado reduz previsão de PIB em 2011 e Selic em 2012 - O Globo

Mercado reduz previsão de PIB em 2011 e Selic em 2012

Plantão | Publicada em 29/08/2011 às 09h11mReuters/Brasil Online

SÃO PAULO, 29 de agosto (Reuters) - O mercado financeiro cortou sua previsão para o crescimento econômico brasileiro neste ano e o cenário para a taxa de juro no ano que vem, mostrou o relatório Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira.

A estimativa para a alta do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 caiu pela quarta semana seguida, para 3,79 por cento ante 3,84 por cento na semana anterior. O prognóstico para o ano que vem também caiu, de 4 para 3,90 por cento.

A projeção para a Selic neste ano ficou estável em 12,50 por cento, e para 2012 caiu de 12,50 para 12,38 por cento.

Recentemente, em meio à turbulência global decorrente de temores sobre a economia mundial, sobretudo a dos Estados Unidos, analistas veem vendo a possibilidade de um crescimento menor no Brasil, abrindo espaço para queda de juro em algum momento. Leia mais »

Nem começou a briga e Itaú pede arrego?

Autor: 

Na crise de 2008, os bancos privados se retraíram e coube ao Estado – através da Caixa, BB e BNDES – assumir a função de provedor de crédito para o consumo e para a produção.

O presidente do Itaú, Roberto Setúbal, chegou a chamar de irresponsáveis as taxas de juros mais baixas cobradas por bancos públicos. não são sustentáveis. “Tem que remunerar o capital”, disse Setubal, ao responder pergunta sobre a chance de o “spread” bancário cair nos próximos meses, numa época em que os juros brasileiros só perdiam, no mundo, para os do Zimbábue.

Agora é a vez do economista -chefe do banco, Ilan Goldfajn, dizer que “diante das taxas de juros já próximas do zero nas economias mais maduras e a dificuldade de adoção de políticas anticíclicas graças à dinâmica da dívida e aos déficits fiscais, resta pouco a se fazer contra a recessão”. Leia mais »

Imagens: 
Nem começou a briga e Itaú pede arrego?

As demissões nos bancos

Por Marco Antonio L.

Do Estadão.com.br

Com crise, bancos podem cortar mais de 100 mil vagas

Por Jamil Chade, correspondente | Agência Estado – 1 hora 40 minutos atrás

Os maiores bancos voltam a sofrer com a crise, recorrem a empréstimos para manter a liquidez de suas operações e promovem demissões para tentar reequilibrar suas contas.

011, as projeções apontam que mais de 100 mil pessoas serão demitidas no setor financeiro internacional, no que promete ser o pior ano para os bancos desde a quebra do Lehman Brothers, em 2008. Nesta semana, as ações dos bancos sofreram as maiores perdas em três anos.

Nos últimos dias, outro sinal preocupante foi registrado. O Banco Central Europeu (BCE) indicou que emprestou em menos de uma semana 7,7 bilhões a mais para aos bancos comerciais europeus para garantir sua liquidez. Leia mais »

O assédio moral nos bancos

Por Vera Passos

Da Folha

Assédio moral atinge 66% dos bancários no Brasil

PATRÍCIA BASILIO
DE SÃO PAULO

Cinco caixas de antidepressivos por mês e uma tentativa de suicídio. Essa é a realidade do supervisor Wagner Araújo, 33, há dois anos, depois de sofrer ataque nervoso no banco em que trabalha. Desde 2009, ele está afastado pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Além da pressão por metas, Araújo conta que era chamado de Gardenal (remédio psiquiátrico) por colegas. "Os chefes gritavam comigo, e eu perdia o controle emocional."
Na capital paulista e em Osasco, 42% dos bancários dizem ter sido vítimas de assédio moral, indica pesquisa do sindicato da categoria com 818 profissionais, obtida com exclusividade pela Folha. Leia mais »

O risco dos bancos europeus

Da Folha

Relatório vê risco maior para bancos europeus

JP Morgan avalia que 20 instituições precisarão de injeção de € 80 biTeste do Banco Central Europeu na semana passada, considerado falho, apontou somente oito bancos sob risco

ÉRICA FRAGA
DE SÃO PAULO

Os riscos nada desprezíveis que o mercado financeiro europeu enfrenta impõem a necessidade de uma injeção de recursos de € 80 bilhões (R$ 178 bilhões) em 20 entre 27 grandes bancos da região.

A conclusão é do banco norte-americano JP Morgan, que aponta um cenário mais sério do que o traçado pelo BCE (Banco Central Europeu) na semana passada.

Ao analisar os perigos para 90 bancos -realizando um chamado "teste de estresse-", o BCE concluiu que oito precisam de injeção de capital de € 2,5 bilhões.

Leia mais »

A investigação dos bancos americanos

Por Mario Avila de Jesus

Três bancos grandes na mira do Ministério Público em Nova Iorque

Nova York investiga o papel dos bancos na Crise Fiscal: O procurador-geral de Nova York solicitou informações e documentos, nas últimas semanas, de três grandes bancos de Wall Street sobre suas operações de títulos de hipoteca durante o boom de crédito, indicando a existência de um novo inquérito sobre as práticas que contribuíram para bilhões de dólares em perdas com hipotecas.

Autoridades do escritório de s Eric T. Schneiderman pediram reuniões com representantes do Bank of America, Goldman Sachs e Morgan Stanley, segundo pessoas informadas sobre o assunto, que não estavam autorizadas a falar publicamente. A investigação parece ser bastante ampla, com o pedido do procurador-geral de informações que abrangem vários aspectos das operações de empréstimos dos bancos. Eles empacotaram juntos milhares de empréstimos na forma de títulos que foram vendidos a investidores como fundos de pensão, fundos mútuos e companhias de seguros.

Não está claro quais partes do processo bizantino de securitização o Sr. Schneiderman está focando. Seu porta-voz disse que o procurador-geral prefere não comentar sobre o inquérito, que está em seus estágios iniciais. Leia mais »

A fraude dos bancos nos EUA, por Argemiro Ferreira

Por Paulo Dias Filho

O Argemiro Ferreira retomou seu blog, desativado por motivos de doença.

No post abaixo ele relata matéria interessante do programa "60 Minutes", da rede CBS, mostrando a picaretagem, ampla e irrestrita dos bancos norte-americanos, que antecedeu a crise do subprime.

Do blog do Argemiro Ferreira

Fraude e falsificação, receita dos bancos nos EUA

Leia mais »

Vídeos: 
Veja o vídeo

Islândia - Exemplo de Resistência

Murilo Portugal na Febraban

Da Folha

Febraban terá 1º presidente profissional

Escolha de Murilo Portugal, ex-FMI, encerra anos de rodízio entre os grandes bancos

TONI SCIARRETTA
DE SÃO PAULO

Itaú Unibanco, Bradesco e Santander, respectivamente os três maiores bancos privados brasileiros, decidiram contratar para presidir a Febraban o executivo Murilo Portugal, 62, ex-braço direito de Antonio Palocci no Ministério da Fazenda do governo Lula e ex-secretário do Tesouro Nacional de FHC.

Recrutado por uma empresa de headhunter, Murilo Portugal deixará o FMI (Fundo Monetário Internacional) para ser o primeiro presidente profissional da federação de bancos, um sindicato patronal criado para defender os interesses comuns das instituições financeiras.

Leia mais »