A revolução de Cantona contra os bancos

Por Marco

Do Terra

Ex-jogador pede revolução contra bancos e atrai seguidores

06 de dezembro de 2010 • 14h43 • atualizado 14h58 

O ex-jogador diz que vai tirar seu dinheiro do banco nesta terça

LÚCIA MÜZELL JARDIM
Direto de Paris 

Conhecido por declarações sobre campos bem diferentes dos de futebol, o ex-jogador francês Eric Cantona - um ídolo na França e na Inglaterra, onde fez carreira - atraiu milhares de seguidores em uma proposta de destruição do sistema bancário. Em outubro, Cantona sugeriu em um vídeo que as pessoas retirassem todo o dinheiro que mantêm nos bancos, e na semana passada o ex-craque prometeu, em entrevista ao jornal Libération, que faria a sua parte nesta terça-feira.

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O lucro dos bancos e o spread

Por Gilberto .

Prezado Nassif,

Quando teremos um governo com condições de atuar sobre o spread? Esta não é uma forma possível de controle da inflação ao invés da utilização da Selic? Parece evidente que este lucro fácil dos bancos alimenta fortemente a inflação.

Da Agência Brasil

Lucro dos bancos segue como principal formador do spread bancário

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

Brasília - A margem de lucro dos bancos representou, no ano passado, a maior parte do spread bancário, diferença entre o custo de captação de recursos e a taxa cobrada dos clientes nos empréstimos. Segundo o Relatório de Economia Bancária de 2009, divulgado hoje (29) pelo Banco Central (BC), a chamada Margem Bruta, Erros e Omissões correspondeu a 46,65% do spread prefixado. Descontados os impostos diretos, tem-se a margem líquida de 27,97%.

Apesar de representar a maior parte do spread, houve queda da participação da margem bruta de 2008 (52,09% do spread) para 2009 (46,65%). A margem líquida também caiu de 31,19% em 2008 para 27,97%.

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A estatização dos bancos irlandeses

Do Estadão

Maiores bancos da Irlanda serão estatizados

Participações do Estado nas cinco maiores instituições financeiras do país, que busca socorro do FMI e UE, vão variar de 51% a 100%

25 de novembro de 2010 | 23h 00

Andrei Netto e Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo

PARIS E GENEBRA - Em troca do socorro governamental, todos os cinco maiores bancos da Irlanda serão total ou parcialmente nacionalizados, com participações que vão de 51% a 100%.

A estimativa vem sendo feita por analistas econômicos da agência Fitch e por autoridades do país. Já socorridos com € 46 bilhões no auge da crise, em 2008, o sistema financeiro da Irlanda deverá receber uma nova injeção de recursos, prevista em cerca de € 12 bilhões, em análises otimistas.

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Os bancos na telefonia celular

Da Folha

Bancos entram na telefonia celular

Instituições financeiras serão autorizadas pela Anatel a atuar como "operadoras virtuais" usando rede das teles

Entrada dos bancos na telefonia permite fusão entre cartão e celular, facilitando transações de pequenos valores

JULIO WIZIACK
TONI SCIARRETTA
DE SÃO PAULO

Banco do Brasil, Caixa, Bradesco, Itaú e Santander se preparam para prestar serviços de telefonia móvel.

A entrada dos bancos na telefonia é o passo que faltava para a massificação do uso do celular como cartões de débito e crédito, novidade que promete mudar os pagamentos eletrônicos no país.

Além de substituir o cartão no comércio, o celular é o meio ideal para autorizar transações de baixo valor, como pagamentos de metrô, máquinas de café e jornais.

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Conversa de especialistas

Autor: 

Enquanto isso num boteco do Ceará dois amigos tomam umas e conversam sobre política e economia.- Qual a "novidade" na seara econômica?
- A surpreendente desvalorização das ações da petrobras?
- Qual a surpresa, todos os agentes econômicos [bancos, corretores, especialistas, investidores etc], não estavam a par da situação da empresa?
- Estavam e estão!
- Então qual a surpresa?
- Marina Silva botou tucademo entreguista José Serra no segundo turno.
- Agora foi que embaralhou tudo, o que tem a ver alhos com bugalhos?
- Rsss...É simples, com a remotíssima possibilidade do privateiro ser eleito, que fazem os bandiqueiros, especuladores, agiotas nacionais e internacionais [com a cúmplicidade do PIG]? Desvaloriza a empresa para mais tarde [o que não acontecerá] "comprar" bem baratim como fizeram com todas que FHC cometeu o crime de lesa-pátria [Vale é simbolica], mas todas sem excessão fizeram parte da privataria tucademo. Leia mais »

O lucro das concessionárias de pedágios

Por Rivaldo - Salvador

Do Vi o Mundo

São Paulo: Concessionárias de pedágios lucram mais que bancos

Brasil
2 de Setembro de 2010 – 8h39

Com pedágios de Serra, concessionárias lucram mais do que bancos

Considerada uma das tarifas de pedágio mais caras do mundo, tendo um número de praças superior a todo o restante do país, com 227 pontos de cobrança (50,6% do total), o modelo de concessão da malha viária do estado de São Paulo permite que as empresas responsáveis pelas concessões das rodovias obtenham lucros superiores ao do próprio sistema financeiro brasileiro.

Por Luiz Felipe Albuquerque, no Brasil de Fato, reproduzido no Vermelho (sugestão do Zé Povinho)

Segundo um levantamento realizado pela Austin Rating em 2009 para o Monitor Mercantil, a rentabilidade média das 15 empresas analisadas foi superior ao do setor financeiro, com 30% de rentabilidade do patrimônio líquido das concessionárias ante os 20,3% conquistados pelos bancos.

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Caixa Econômica Federal fechou o semestre com lucro líquido de R$1,7bilhão,variação de 44,1% em relação ao mesmo período de 2009

CAIXA EXPANDE CRÉDITO E LUCRA R$ 1,7 BILHÃO NO PRIMEIRO SEMESTRE

Brasilia, 12 de Agosto de 2010(http://www1.caixa.gov.br/imprensa/imprensa_release.asp?codigo=6610829&ti...)

Saldo da carteira tem avanço de 50% em 12 meses e de 20% de janeiro a junho; habitação é destaque novamente

A Caixa Econômica Federal manteve, no primeiro semestre, o forte ritmo de crescimento nas suas operações de crédito. O saldo apresentou evolução de 50,3% em relação a junho do ano passado, frente aos 19,6% observados no total do Sistema Financeiro, e quase 20% em comparação a dezembro de 2009, sendo que em igual período o mercado expandiu o crédito em 8,1%. O destaque da CAIXA, mais uma vez, foi da carteira imobiliária, que avançou 58% em doze meses. Leia mais »

Painel internacional

Fed se reunirá de olho na deflação

O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) se reunirá na terça-feira enfrentando uma decisão crucial sobre se abandona sua presunção de que a economia está gradualmente ganhando força, e começa a considerar novas medidas para manter a recuperação fora de crepitações. Uma seqüência de acontecimentos, incluindo o fraco relatório de emprego na última sexta-feira, alterou o sentimento dentro do banco central levando os formuladores políticos do Fed a pararem de se preocupar, momentaneamente, com a perspectiva cada vez mais remota de inflação. Ao invés disso, estão cada vez mais focados no potencial da economia em deslizar para uma espiral deflacionária de diminuição da procura, preços e salários.

Economistas, incluindo ex-funcionários do Fed, dizem que o comitê de política de taxa de juro do banco central vai, provavelmente, ao menos reconhecer o abrandamento da recuperação e discutir medidas de como reinvestir os lucros da sua enorme carteira de títulos hipotecários, que poderiam ajudar a economia mantendo mais dinheiro em circulação. A perspectiva de deflação tem sido levada a sério pelo Fed desde 2003, e a partir de 2008 os mercados observam estritamente a crise financeira para obter orientações. Com o Congresso indisposto a embarcar em novos gastos substanciais de estímulo, o Fed tem as únicas ferramentas que podem ser utilizadas rapidamente e a qualquer tempo, em resposta aos sinais de alerta econômico.

O presidente do Fed, Ben S. Bernanke, e outros funcionários acreditam que o Fed, tendo baixado as taxas de juro até perto de zero em 2008, ainda tem capacidade para evitar a deflação. Mas também estão preocupados de que qualquer nova dose de medicamento monetário poderia exercer efeitos colaterais indesejados, tornando mais difícil normalizar a política no futuro.
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O BB e a competição bancária

Coluna Econômica

Ontem, em entrevista coletiva, a diretoria do Banco do Brasil apresentou o novo posicionamento estratégico do banco. Antes da coletiva, abordei em detalhes no meu Blog (www.luisnassif.com.br).

Alguns pontos importantes a serem destacados.

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Quando sobreveio a crise mundial, houve um estancamento imediato do crédito. Primeiro, pelo secamento das fontes externas de captação. Depois, pelo receio dos bancos de uma possível explosão de inadimplência.

Como controlador dos bancos públicos, o governo ordenou que Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal colocassem o pé no acelerador.

Houve enorme grita de alguns analistas econômicos, prenunciando perda de valor do BB (que tem capital em bolsa), falando de ingerência política indevida.

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Carta Aberta aos Dez Banqueiros mais Ricos da América

Autor: 

[email protected],

Este artigo tem uns dois meses (saiu no "Huffington Post" em 28 de maio), mais creio que ainda vale a pena ser lido. Segue, pois, uma tradução - apressada, mas legível:

Caros Srs. [David] Tepper, [George] Soros, [James] Simons, [Henry] Paulson, [Rodgin] Cohen, [Carl] Icahn, [Edward] Lampert, [Ken] Griffin, [John] Arnold e [Phillip] Falcone,

Estima-se, neste momento, que cerca de 150 mil professores perderão seus empregos no próximo ano devido à crise financeira detonada pelo seu ramo de negócios. Leia mais »

Painel internacional

Próximo teste para os bancos da Europa: levantar fundos

Agora que a maioria dos grandes bancos europeus navegou através do muito aguardado "teste de estresse", eles enfrentam um desafio maior nos próximos meses: levantar bilhões de dólares de financiamento de longo prazo para financiar novos empréstimos. Em jogo, pode estar a tímida recuperação econômica da Europa. Ao contrário da situação dos EUA, a grande maioria das empresas na Europa depende dos bancos para financiamento. A menos que os bancos possam seduzir os investidores nos mercados de títulos, eles não serão capazes de fazer empréstimos de longo prazo que permitam às empresas financiar investimentos.

As empresas não financeiras na área do euro dependem do crédito bancário para cerca de 70% do seu financiamento da dívida, ao passo que as empresas dos EUA tomam cerca de 80% de seus empréstimos nos mercados de capitais, de acordo com o Banco Central Europeu (BCE). Até os testes de estresse da sexta-feira, em que apenas sete dos noventa e um principais bancos da União Europeia fracassaram, um número crescente de bancos luta para acessar financiamentos nos mercados. Em vez disso, bandearam-se em número recorde para o Banco Central Europeu a fim de contrair empréstimos para financiar as operações do dia-a-dia.

Os bancos portugueses, por exemplo, pediram um montante recorde de 40,2 bilhões de euros (US$ 51,9 bilhões) ao BCE em junho, acima dos 35,8 bilhões de euros de maio, segundo dados publicados na semana passada pelo banco central de Portugal. Antes disso, o maior valor que os bancos portugueses haviam tomado foi de cerca de 18 bilhões de euros. Na Espanha, os empréstimos bancários do BCE subiram acima de 135 bilhões de euros, também recorde, acima dos cerca de 90 bilhões de euros nos dois meses anteriores.
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Painel internacional

Os testes de estresse dos bancos europeus trarão calma ou medo?

Os decisores políticos da União Europeia gostariam de pensar que suas medidas de emergência nas últimas semanas acalmaram as preocupações do mercado sobre as instáveis finanças públicas nos países mais vulneráveis da zona do euro. Mas os investidores ainda estão nervosos, graças às mesquinhas ansiedades sobre as dívidas ruins mantidas em instituições financeiras da Europa. O mercado teme que os bancos que estão escondendo suas perdas também dificultam os empréstimos interbancários, asfixiando o crédito e o crescimento econômico.

Numa tentativa de tranquilizar os investidores, a União Europeia irá publicar na sexta-feira os resultados do chamado teste de estresse dos bancos. Estes muito aguardados testes abrem as contas dos bancos, examinam as dívidas ruins e verificam se eles têm capital suficiente para absorver uma nova crise financeira. Eles devem revelar se o setor bancário da Europa realmente está solvente e, se houver bolsões de fraqueza de capital, forçarão os investidores ou governos a preencher as lacunas.

Os testes oferecem a promessa de restaurar a confiança nos bancos da Europa e impulsionar a economia como um todo - os reguladores da União Europeia apontam que quando os EUA publicaram os testes de estresse de seus bancos públicos em 2009, o movimento ajudou a deter o pânico de Wall Street. Mas os testes também carregam um risco: se tratados desajeitadamente, ao invés de dissipar ansiedades, poderiam simplesmente semear mais medo.
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Como aprimorar o sistema financeiro

Coluna Econômica 12/05/2010

O seminário de lançamento do livro “Sistema financeiro e desenvolvimento no Brasil” permitiu uma boa discussão sobre os rumos do setor. Organizado pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, junto com o Departamento de Economia da Unicamp, o seminário procurou resgatar o papel original do sistema financeiro, como instrumento relevante para o desenvolvimento do país.

O governo FHC abriu o mercado brasileiro aos bancos estrangeiros. A proposta era estimular a competição, tornando o sistema mais eficiente. Quinze anos depois, o sistema bancário é majoritariamente dominado por dois grandes bancos públicos – Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal -, dois privados nacionais – Itaú e Bradesco – e dois estrangeiros – Santander e HSBC. Juntos, respondem por 85% do sistema.

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Painel internacional

Grécia x Argentina: quem ganha?

Qualquer um que examinar os precedentes da crise financeira grega poderia muito bem se divertir com o sorteio da Copa do Mundo de futebol no próximo mês. Pois, como ironia do destino, os inimigos da Grécia no Grupo B incluem o último país que sofreu um comparável fiasco econômico: a Argentina. No pior cenário, o passado recente da Argentina é o futuro da Grécia. O colapso do peso, a inadimplência maciça e a agitação social e política que abalou a Argentina em 2001 e 2002 estão sendo vistos por muitos economistas como um sinal terrível para os políticos em Atenas e Bruxelas. Tanto quanto o futebol é preocupante, os dois lados se encontrarão em 22 de junho. Para ambas as equipes, será a terceira e última partida do grupo. Mas o dia da decisão para a economia grega virá mais cedo, em 19 de maio, quando o país precisará evitar o calote honrando obrigações no valor de 8,5 bilhões de euros (US$ 11,2 bilhões). A União Europeia (UE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) decidiram emprestar à Grécia 110 bilhões de euros durante três anos para salvar a sua afetada economia. Mas o acordo ainda precisa superar obstáculos nas legislaturas francesa e alemã, enquanto a Grécia deve aplicar cortes severos de orçamento em troca de dinheiro. Mesmo à primeira vista, os problemas da Grécia têm muito em comum com os da Argentina quase uma década atrás. No caso da Argentina, o governo se esforçou para manter a economia nos trilhos na maior parte dos anos 2000 e 2001, antes de o presidente Fernando de la Rúa ser forçado a demitir-se. Seu substituto, Adolfo Rodriguez Saa, durou apenas uma semana no cargo. Mas, antes de sair, decretou a moratória da dívida de US$ 102 bilhões que o país ainda está tentando solucionar. O atual ministro das Finanças, Amado Boudou, está esperando que a sua última oferta de troca de dívida, abrangendo US$ 18,3 bilhões das obrigações restantes, vá ajudar a reconstruir as relações com os mercados de crédito mundiais.
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