A alavancagem dos bancos

Por Indio Tupi

Baseado em artigo de Peter Gowan

Aqui do Alto Xingu, os índios informam que o processo de arbitragem e de inflação de bolhas exige muito mais dos operadores financeiros do que simplemente juntar a maior quantidade possível de informações sobre a situação em todos os mercados; também demanda a capacidade de mobilizar vultosos recursos para entrar em qualquer jogo específico de arbitragem, com o objetivo de mudar a dinâmica do mercado em favor do especulador. Leia mais »

Selic e spread bancário

Hoje, no Valor Econômico, a coluna do Luiz Sérgio Guimarães entrevista o economista André Modenesi explicando as relações entre Selic e spread. Como o pensamento não é linear, é possível que os cabeções do mercado tenham alguma dificuldade em entender as relações de causalidade apontadas: Leia mais »

A venda do Banco Votorantim

Atualizado às 16:50

Coluna Econômica - 13/01/2008

Ontem o Banco do Brasil acertou a compra de 50% do Banco Votorantim e de 49,99% do capital votante. O valor pago foi de R$ 4,2 bilhões. Aprovada a operação pelo Banco Central, o BB deverá desembolsar R$ 3,75 bilhões a vista. Outros R$ 450 milhões serão pagos após seis meses da liberação do negócio. Ao final da operação, o patrimônio líquido do Votorantim será de R$ 6,87 bilhões. Leia mais »

O novo presidente do Bradesco

Indicado para ser o quarto presidente da história do Bradesco, Luiz Carlos Trabucco Capri terá um perfil totalmente distinto do atual presidente Márcio Cipryrano.

Trabucco é considerado "puro sangue", isto é, criado e formado dentro da cultura Bradesco; Cipryani veio do BCN, adquirido pelo banco. Cipryani tem atuação mais ostensiva; Trabucco é mais discreto. Cypriani é arrojado; Trabucco é consolidador. Cipryani sucedeu Lázaro Brandão em uma fase conturbada do próprio Brandão, assolado por uma sucessão de problemas - desbancando o sucessor natural, Alcides Tápias, também formado no banco. Trabucco passou incólume por aquele período e consolidou-se na seguradora.

É de falar pouco e ouvir muito, de uma timidez quase cerimoniosa e de uma educação que se manifesta nos mínimos detalhes. Terá o desafio de conduzir o banco em uma fase, a primeira de quase cinco décadas, em que deixou de ser líder absoluto do mercado bancário brasileiro - após a fusão Itaú-Unibanco.