A regulamentação da qualidade da banda larga

Por raquel_

Do Estadão

Anatel aprova proposta de regulamento de qualidade para banda larga

Regra prevê pelo menos 60% da velocidade média contratada nos planos e, em 12 meses, essa exigência é elevada para 70% e depois para 80%, após outro ano  

04 de agosto de 2011 | 16h 44
Eduardo Rodrigues, da Agência Estado

BRASÍLIA - Os fornecedores de internet banda larga que tenham mais de 50 mil clientes terão que entregar aos usuários pelo menos 60% da velocidade média contratada nos planos, segundo proposta de regulamento de qualidade para o serviço aprovada nesta quinta-feira, 4, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A regra, que ainda passará por consulta pública, também prevê a elevação da exigência para 70% em 12 meses, e para 80% após outro ano.

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Mercado não garante banda larga universal

Por raquel_

Do Le Monde Diplomatique

Mercado não garante banda larga universal 

Internet p/ todos com qualidade e preços baixos depende de retomada do Estado. Mas não são só os objetivos de garantir o interesse público que justificam a necessidade da presença estatal. A própria estrutura econômica das telecomunicações faz que o mercado seja incapaz, de prestar o serviço de forma eficiente

por Intervozes 

O lançamento em 2010 do Plano Nacional de Banda Larga deu a impressão de que o Brasil tinha acordado. Depois de anos com o serviço de internet deixado na mão dos interesses das empresas de telecomunicações, o Estado brasileiro parecia disposto a assumir o protagonismo necessário para mudar a realidade de uma banda larga cara, lenta e para poucos. Os acordos firmados no final de junho deste ano, contudo, mostram que o governo não assumiu a postura capaz de lidar com esse problema, insistindo em negociar com base no que as empresas aceitam oferecer e não a partir de um plano estratégico de longo prazo. Aquilo que o mundo inteiro já sabe parece não ter ficado claro por aqui: oproblema não se resolve sem forte presença do Estado seja na regulação sobre as empresas privadas seja como provedor direto da infraestrutura e dos serviços.

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A queda dos preços da banda larga

Por foo

Do Baguete

Com "efeito Telebras", banda larga cai até 30%

A publicação do Decreto 7.175/2010, que estabeleceu o PNBL e reestruturou a Telebras, pondo-a de gestora do plano, gerou efeitos já mensuráveis no mercado de Internet nacional: conforme pesquisa da estatal, só a divulgação do decreto já baixou os preços praticados em até 30%.

O estudo é assinado por Lilian Bender Portugal, da diretoria Comercial da Telebrás. Segundo ela, a meta foi identificar os preços praticados antes e depois da publicação do decreto.

Para a realização da pesquisa, foram analisados mercados de 30 localidades do país e avaliados valores cobrados por três operadoras do segmento de atacado (venda de capacidade para provedores de serviços web).

Os resultados colhidos indicam uma redução média de 11,9% em uma primeira versão da pesquisa. Leia mais »

O wireless no orelhões da Oi

Da Folha

Oi promete internet sem fio em orelhão

Empresa de telefonia apresenta a governo plano para converter orelhões em ponto de conexão para banda larga2/3 dos telefones públicos do país são da Oi; com publicidade no orelhão, serviço pode ser gratuito

FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA

A empresa de telefonia Oi montou um projeto para oferecer internet banda larga sem fio de forma gradativa nos orelhões do país.

Se houver patrocínio para os novos equipamentos, o serviço será gratuito para o usuário. Outra saída estudada será vender cartões com senhas de acesso.

O Brasil tem hoje 1,1 milhão de telefones públicos. Desses, 824 mil são da Oi. Com o aumento do uso do celular, esses equipamentos ficaram ociosos, mas são uma grande riqueza logística: todos estão ligados a um par de fios metálicos que os conecta a uma central telefônica.

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Os downloads no PNBL

Por TheLudo

Nassif Já viu isso?:

Da Folha.com

Banda larga pública tem download caro

Criado para popularizar a web e levar internet rápida a quem hoje não tem acesso, o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) impõe um limite para download de arquivos bem menor que a média já oferecida no mercado, informa reportagem de Carolina Matos para a Folha.

íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

E por um preço, proporcionalmente, não tão mais baixo assim. Quem assinar internet a partir do PNBL, que entra em vigor até 1º de outubro, vai navegar a uma velocidade de um Mbps (megabite por segundo), por R$ 35 mensais, e permissão para baixar, no máximo, de 300 MB (megabites) de arquivos por mês. Leia mais »

Velocidade da banda larga terá de quintuplicar

Do Estadão

Velocidade em três anos terá de quintuplicar

Até setembro, serviço de banda larga oferecido aos clientes será de 1 megabit por segundo; até 2014, deve chegar a 5 megabits/s

Karla Mendes / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

A velocidade de conexão do serviço ofertado pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) terá de ser quintuplicada nos próximos três anos.

A partir do início de outubro, as empresas terão de oferecer aos clientes um serviço com velocidade de 1 megabit por segundo (Mbps). Gradativamente, esse valor terá de subir, até chegar a 5 Mbps em 2014, quando o governo espera que o serviço de banda larga popular esteja disponível em todos os municípios do País.

Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, cerca de 70% dos domicílios que não têm acesso à internet devem aderir ao plano lançado, oficialmente, ontem. Atualmente, o serviço só está presente em 27% dos lares brasileiros.

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A parceria público-privada do PNBL

Por raquel_

Da Agência Brasil

Concessionárias de telefonia fixa devem começar a oferecer internet a R$ 35 em três meses

30/06/2011 - 18h52

Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil

Brasília - Em até 90 dias, as concessionárias de telefonia fixa deverão começar a disponibilizar para os clientes a internet com velocidade de 1 megabit por segundo (Mbps) a R$ 35 por mês. O acordo foi fechado hoje (30) entre as operadoras Telefônica, Oi, Sercomtel e CTBC e o Ministério das Comunicações.

As empresas devem assinar ainda hoje um termo de compromisso com o governo para oferecer a banda larga nos moldes combinados. Também deve ser assinado um decreto presidencial que institui o novo Plano Geral de Metas de Universalização da Telefonia Fixa (PGMU 3), que faz parte da renovação dos contratos de concessão. Leia mais »

Os parâmetros de qualidade do PNBL

Do Estadão

Dilma suspende negociação do governo com empresas sobre PNBL, diz fonte 

Presidente quer que conste no documento parâmetros de qualidade e de velocidade da banda larga que será ofertada

29 de junho de 2011 | 7h 40 

Karla Mendes, da Agência Estado Leia mais »

Paulo Bernardo e a megainternet para a Copa

Do Valor

Governo planeja usar Telebrás para ter megainternet na Copa 

André Borges e Cristiano Romero | De Brasília 

A construção de aeroportos e estádios está longe de ser a única preocupação do governo entre os projetos de infraestrutura ligados à Copa do Mundo. As prioridades também passam diretamente pela pasta das Comunicações, onde uma estratégia começou a ser desenhada para atender a demanda por internet e transmissão de dados em tempo real.

Por meio da Telebrás, o governo vai instalar uma rede sofisticada de internet nas 12 cidades que sediarão os jogos de 2014, um projeto que, pelo orçamento inicial, é estimado em cerca de R$ 200 milhões. O projeto é parte de um conjunto de medidas desenhadas pelo governo para disseminar o acesso à internet rápida pelo país. Leia mais »

O PNBL e a panes das teles

Por Assis Ribeiro

Nassif,

Afirmar que banda larga de 1 mega a R$ 35,00 é popular é uma piada de mau gosto. As operadoras já oferecem preço bem próximo a este nas grandes cidades e muitos não podem arcar com este custo. Acreditar que a esse preço, nas regiões mais carentes do país, irá democratizar o aceso a informações é querer iludir a população.

Definir que as "teles" é que irão implantar com qualidade esse acesso nos "grotões" é acreditar em "histórias da carochinha". "Teles" que têm os maiores índices de reclamações no PROCON.

O governo entrar na queda de braço das "teles" com as "TVs"  para a implantação deste sistema de banda larga é se quedar aos interesses daqueles que já detêm uma grande concentração no setor de comunicação, beirando ao monopólio.

Não criar "um novo" neste momento é autorizar expressamente a ineficiência, já conhecida por todos nós, daqueles que operam nestas áreas.

Acreditar que entre o péssimo e o menos pior é melhor ficar com o segundo é uma grande demonstração de incompetência para resolver qualquer problema, ainda mais este de importância vital para a universalização do acesso a informações. Leia mais »

A crise da telefonia e os consumidores

Por Homero Pavan Filho


Nassif, sei que teu blog não é filial do Procon, mas tem comentaristas de qualidade e com conhecimento em diversas áreas.

Por isso, gostaria de propor aqui um debate jurídico a respeito de formas, à disposição dos clientes, para se exigir, quem sabe no judiciário, um pouco mais de respeito das concessionárias de telefonia e internet aos clientes/consumidores.

Alguém tem conhecimento de alguma ação popular contra os abusos praticados pelas operadoras?

Como podemos somar esforços para conseguirmos um meio de ferir as teles no bolso?

Não é possível que continue esse estado de coisas. O número de conexões aumenta exponencialmente e os investimentos não acompanham. Qual a razão disso? Leia mais »

Banda larga: um novo conectado a cada dois segundos

 

 

Que seja diversa, democrática e para todos

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O essencial avanço da banda larga: um novo conectado a cada dois segundos

 

 

Que seja diversa, democrática e para todos

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As mudanças no PNBL

Por foo

Do IG

Plano Nacional de Banda Larga passa por mudanças

Estado deve passar o papel principal para a iniciativa privada, a fim de cumprir suas metas

A moldura que sustenta o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) do Governo Federal está em reforma. O programa, criado em maio de 2010, não vinha apresentando grandes evoluções e agora sofre mudança estratégica: o Estado deve passar o papel principal para a iniciativa privada, a fim de cumprir suas metas. Leia mais »

Paulo Bernardo fala sobre o PNBL

Da Carta Maior

Telebrás não vai oferecer banda larga no varejo, diz Paulo Bernardo

Em entrevista exclusiva à Carta Maior, ministro das Comunicações diz que trocou presidente da Telebrás porque seria "insensato" estatal "ter aspiração" de atuar de porta em porta. Para ele, início efetivo do Plano Nacional de Banda Larga já permite pensar em "universalização" com subsídios. Estratégia para enfrentar "interesses poderosos" contra marco regulatório da mídia segue indefinida.

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