A capitalização de Telebrás

Por Adriane Batata

Do Estadão.com.br

Banda Larga prevê capitalização da Telebrás em R$3,2 bi

O ESTADO

REUTERS

O Plano Nacional de Banda Larga contempla a capitalização da Telebrás em 3,22 bilhões de reais entre 2010 e 2014, informou a Casa Civil nesta quarta-feira.

“Efetivamente, a Telebrás está sendo reativada. É claro que dentro de uma modelagem própria, voltada e focada na questão da gestão da banda larga para fazer a gestão dessa rede física”, disse a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra.

“O papel da Telebrás não é substituir ou limitar a iniciativa privada, de forma nenhuma. Ao contrário, o papel da Telebrás é usar a infraestrutura de que a União já dispõe para incentivar a iniciativa privada.” Leia mais »

Balmer contra o incentivo ao software livre

Por foo

Não, não… essa é uma observação prática: o PT tem apoiado o Software Livre por onde passa: primeiro foi no Governo do Rio Grande do Sul, depois na Prefeitura de São Paulo, agora no Governo Federal. Há uma opção estratégica clara pelo software livre.

Não faz sentido a Universidade ensinar a programar em Windows. Estudantes — especialmente de computação — precisam ter acesso a todo o código fonte. O Windows não permite e nunca permitirá a livre transferência tecnológica.

Só para complementar:

Do G1

Presidente da Microsoft critica banda larga e 'proteção' ao Linux no Brasil

Steve Ballmer deu palestra para estudantes universitários em São Paulo. No país, executivo mostrou prévia da nova versão do Messenger.

O presidente da Microsoft, Steve Ballmer, criticou nesta quarta-feira (28) a estrutura física da internet brasileira e a posição oficial do governo do país em estimular a adoção de software livre no lugar dos programas Windows e Office, criados pela companhia americana. Leia mais »

A banda larga além da infraestrutura

Por Francisco Alves

PNBL de novo:

Do UOL

Banda Larga Nacional não depende apenas de melhoria na infraestrutura, alerta IPEA

Da Redação*

*Atualizado às 15h24

O Plano Nacional de Banda Larga, cuja meta é levar internet rápida a 50% dos domicílios brasileiros até 2014, tem pouca chance de sucesso se não forem empregadas políticas integradas do governo, como a revisão do regime jurídico ao qual o serviço está submetido e o uso efetivo do FUST (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações), além de investimentos direcionados às regiões onde a desigualdade é mais grave.

As recomendações são do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), que divulgou nesta segunda (26) um estudo para melhoria do plano nacional de banda larga. Na apresentação, Luis Kubota, técnico do Diset (Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura), mostrou dados sobre a defasagem do Brasil em relação a outros países: 46 milhões de brasileiros não têm acesso à internet e o custo da banda larga no país é dez vezes maior do que em países desenvolvidos.

Banda larga no Brasil

Entre as medidas necessárias, estão a reforma na regulamentação do serviço de internet que, segundo o instituto, juridicamente ainda não é considerado como essencial. “É preciso discutir uma reforma para que a regulação contemple de modo mais moderno o fenômeno da convergência tecnológica”, frisa o estudo. Leia mais »

O BNDES na banda larga

Por Adriane Batata

BANDA LARGA TERÁ CRÉDITO DO BNDES

Do Valor

BNDES terá linha especial para banda larga

Autor(es): Danilo Fariello, de Brasília

Valor Econômico – 14/04/2010

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) criará uma linha de crédito subsidiada para atender às operadoras de telefonia que quiserem participar do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Pelo plano, o governo quer levar a internet de alta velocidade a mais de 20 milhões de residências com preços acessíveis à população. O empréstimo do BNDES permitirá que as empresas participem do plano e, dessa forma, o governo espera impor condicionalidades a essas operadoras, como prazos para implementar a oferta do serviço ao usuário final ou até limites aos preços cobrados.

A Oi já anunciou a intenção de fazer parte do programa. O seu presidente, Luiz Eduardo Falco, foi o primeiro a apresentar à Casa Civil um plano pelo qual poderá oferecer a banda larga a preços a partir de R$ 35 por mês, na sexta-feira. A empresa tem 49% de participação acionária do governo.

Na Casa Civil, não há restrição para participação de qualquer outra operadora na implantação do PNBL. A Telefônica, que atua em São Paulo, por exemplo, seria candidata à linha de financiamento. Basta, porém, que elas aceitem as condicionalidades, ainda a ser definidas pelo BNDES, para entrar no jogo. A ministra Erenice Guerra, chefe da Casa Civil, confirmou a intenção em criar uma linha de crédito específica para o PNBL. No entanto, ela ainda não informa quais seriam essas condições. Leia mais »

O plano de banda larga dos EUA

Por foo

Como está andando o Plano Nacional de Banda Larga brasileiro?

De O Globo

EUA devem apresentar nesta semana seu Plano Nacional de Banda Larga

WASHINGTON - Autoridades reguladoras dos EUA vão apresentar uma nova política nacional de internet nesta semana com o objetivo de revolucionar a forma como os americanos se comunicam, propondo um grande aumento na velocidade da banda larga que permitirá o download de filmes de alta-definição em segundos e não mais em horas.

O Plano Nacional de Banda Larga do Federal Communications Commission (FCC, a Anatel deles) pretende aumentar a velocidade da internet no país em até 25 vezes a média atual. O projeto não tomará partido de tecnologias ou aplicativos específicos. A ideia é que a banda larga ultra rápida incentive a inovação e a geração de empregos.

O FCC também quer que grandes instituições como prédios governamentais, escolas, bibiliotecas e hospitais tenham velocidades de 1 gigabit por segundo em 2020. Leia mais »

A questão política da banda larga paulista

Por Benê Teixeira

Nassif, bom dia

Como uma visão política mesquinha pode prejudicar interesses maiores do país. Visão tão pequena que as vezes parece beirar o absurdo, como por exemplo o que informa a reportagem: “Outra diferença é que o governo estadual paga pela conexão, ao passo que o programa federal é bancado pelas próprias concessionárias”.

SP ainda é o ponto fraco do Banda Larga nas Escolas

quarta-feira, 24 de março de 2010, 21h37

Ministros e técnicos do governo e representantes das empresas de telecomunicações reuniram-se ao longo de toda esta quarta-feira, 24, para discutir o programa Banda Larga nas Escolas, que tem como meta chegar ao fim de 2010 com todas as escolas urbanas do país com acesso à Internet em alta velocidade. O governo federal comemorou o avanço do projeto, que já tem mais de 45 mil escolas conectadas até o momento, segundo dados apresentados pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. O ponto fraco do programa, no entanto, continua sendo o estado de São Paulo. Leia mais »

Ações da Telebrás desabam 13% na Bovespa

Por Itamar

Nassif

Tu viu essa?

Da Folha Online

Ações da Telebrás desabam 13% na Bovespa

As ações da estatal Telebrás sofrem fortes perdas na rodada de negócios desta quarta-feira na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo).

A ação preferencial da Telebrás, preferida pelos investidores, desvaloriza 13,01%, sendo negociada por R$ 1,47, e giro de R$ 14,94 milhões, com pouco mais de meia hora de pregão. O índice Ibovespa, principal termômetro dos negócios da Bolsa paulista, cede 0,47% no mesmo horário. Leia mais »

MPF analisará banda larga 3G

Por Homero Pavan Filho

Nassif, notícia importante que pode por fim à exploração do consumidor de serviços de banda larga

MPF abre consulta pública sobre qualidade dos serviços de banda larga 3G no Brasil

Procuradoria da República no Estado de São Paulo 22 de março de 2010

O Ministério Público Federal abriu a consulta pública “Internet 3G, atendimento ao consumidor, qualidade, velocidade, continuidade do serviço, contrato e condições de oferta”. O objetivo da consulta, aberta por 60 dias, é colher informações e opiniões de todos os interessados no tema para instruir procedimento do MPF sobre o assunto.

O MPF abriu um inquérito civil a partir de uma representação da associação de defesa do consumidor Proteste, para apurar eventual prejuízo aos consumidores em face da má prestação de serviços por parte das operadoras de telefonia celular que oferecem o serviço de banda larga 3G.

Na representação da entidade, constam reclamações sobre ausência total do serviço, baixa velocidade, oferta diferente do que foi oferecido e mau atendimento ao consumidor e até propaganda enganosa. Leia mais »

Exclusão digital prejudica economia

Por Aldo Cardoso

Nassif,

Olhe essa importante matéria que está no Último Segundo

Do Último Segundo

Exclusão digital pode prejudicar economia brasileira, dizem especialistas

16/03 – 06:39 – BBC Brasil

Com apenas um terço de sua população com acesso à internet e uma índice de penetração de banda larga menor que o de países como Argentina, Chile e México, o Brasil corre o risco de ver seu crescimento econômico comprometido devido a este atraso, segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil.

De acordo com dados do IBGE, mais de 65% dos brasileiros com mais de dez anos de idade não acessa a rede mundial, sendo que a grande maioria destes (60%) não o faz por não saber como ou por não ter acesso a computadores. Leia mais »

Bresser e a banda larga

Por mauro

Até Bresser Pereira defende plano de banda larga do governo

Do Estadão

Alargando a banda

Denúncias de tráfico de influência não invalidam um plano governamental de baratear a internet rápida

O governo federal vem desenvolvendo o Plano Nacional de Banda Larga a fim de universalizar e baratear o acesso dos brasileiros à internet, mas está enfrentado forte oposição das empresas de telecomunicação e agora surgem acusações de que haveria empresários e políticos beneficiados no processo. Não vou entrar nesse tipo de discussão. O que importa saber é qual o papel do Estado em uma questão como essa, que diz respeito a um serviço de utilidade pública – as telecomunicações. Como esses serviços são fundamentais para a sociedade, e em boa parte, monopolistas, no passado entendia-se que deviam ser realizados diretamente pelo Estado. Nos “30 anos neoliberais” (1979-2008), entendeu-se que deveriam ser privatizados e, em seguida, regulados. Especialmente os serviços de telecomunicação, porque haviam deixado de ser puramente monopolistas. Agora, no quadro de um governo crítico do neoliberalismo, surge o projeto de desenvolver um serviço de banda larga do Estado. Fará sentido uma iniciativa dessa natureza? Leia mais »