O que é CAFIS e como atua com Renda Cidadã e Bolsa Família

Por IgorEliezer

Do Instituto Pólis

O Controle Social e o Papel do Conselheiro

Christiane Costa, técnica da Área de Segurança Alimentar e Nutricional do Instituto Pólis, e membra do CONSEA (Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional), foi convidada para palestrar no Seminário O Controle Social e o Papel do Conselheiro que aconteceu em Osasco, no dia 11 de dezembro. 

O evento foi realizado pela CAFIS (Comissão de Assessoramento e Fiscalização Social), e aconteceu na Escola de Artes César Antonio Salvi. 

CAFIS - O que são? 

A CAFIS tem como objetivo assessorar e fiscalizar as atividades dos programas sociais Bolsa Família e Renda Cidadã. 

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Propostas para democratizar gestão do Bolsa Família

Por Ivanisa Teitelroit Martins

Comentário do post "O TCC sobre o Bolsa Família: uma aula de jornalismo"

A porta de saída

"A partir daí, há espaço para uma crítica consistente ao Bolsa Família. De que maneira estão amarrando, com as prefeituras, programas de inclusão social, de inclusão no mercado de trabalho? De que maneira outros programas sociais do governo, de transferência de recursos para prefeituras, podem ser articulados com o BF, à medida em que o principal já se tem: o cadastro e acompanhamento das famílias assistidas?"

As condicionalidades são importantes, no entanto é possível avançar. O programa teve um impacto decisivo na redução histórica da desigualdade social em 2005. Em 2008 participei da Marcha dos Prefeitos representando a Secretaria de Assuntos Federativos, vinculada ao Ministério das Relações Institucionais. Quatro mil prefeitos apresentaram avaliação do programa e demandas para seu avanço. Não houve registro, apesar de eu ter mantido apontamentos sobre as propostas. 

Seria necessário instalar comissão tripartite entre os Ministérios do Desenvolvimento Social, da Educação e da Saúde para formular uma proposta de gestão articulada entre o Programa Bolsa Família e as outras políticas sociais a partir do governo federal, sendo convidados os representantes da Associação dos Municípios, da Confederação Nacional dos Municípios e da Frente Nacional de Prefeitos (se ainda permanece em atividade).

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A história de uma mãe beneficiada pelo Bolsa Família

Por José Ribeiro Jr.

Comentário do post "O TCC sobre o Bolsa Família: uma aula de jornalismo"

Nassif, sua definição sobre frei Beto e Cristóvan Buarque é precisa e oportuna! Aproveito o "gancho" desse trabalho de graduação para compartilhar com você e seus leitores a surpreendente história de uma jovem mãe e a importância que programas sociais como o Bolsa Família possuem para quem não tem quase nada


A Mulher dos quatro "Ls". Homenagem às Mulheres todas, em seu Dia Internacional.

 

O Semeador, de Vincent Van Gogh

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PNAD: redução da pobreza no campo é espetacular

PNAD aponta redução da pobreza e da miséria no campo entre 2003 e 2009. Leia mais »

A resistência às políticas sociais em São Paulo

Por Marco Antonio L.

Da Carta Maior

A grande obra de Fernando Haddad

Saul Leblon

A principal peça de resistência às políticas de justiça social consiste em negar sua pertinência. Para isso é necessário esconder os pobres. Em São Paulo isso tem sido feito com afinco pelo conservadorismo e seus representantes.

A classe média de São Paulo concentra-se em bairros centrais ou vive em condomínios blindados. Diferente do que acontece no Rio de Janeiro, ela não enxerga, não transita, pouco conhece das periferias localizadas nos extremos de uma capital que se espalha por 1500 km2. 

A viseira geográfica é afunilada pelo filtro midiático que omite ou acentua os abismos com a lente do preconceito.

A periferia só é 'pauta' quando jorra sangue ou 'cria' problemas. 

Encapsulada pelos pés e pela mente, a classe média de São Paulo é induzida a olhar a cidade informal como os israelenses enxergam os palestinos. São os seus árabes. Leia mais »

A Bolsa Família e seus efeitos pouco conhecidos

Por Marco Antonio L.

Do Sul 21

Melhoria no desempenho escolar é efeito mais chamativo do Bolsa Família, diz ministra

Por Thais Leitão, da Agência Brasil

O impacto no desempenho escolar das crianças cujas famílias recebem recursos por meio do Bolsa Família é o efeito mais surpreendente da implementação do programa, há nove anos. De acordo com a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, essas crianças têm níveis maiores de aprovação e índices mais baixos de evasão escolar.

Em entrevista nesta quinta-feira (1) ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência em parceria com a EBC Serviços, a ministra destacou que, em 2010, enquanto 75% dos jovens da rede pública foram aprovados, a média de aprovação entre os jovens do Bolsa Família atingiu 80%. Além disso, a evasão de toda a rede escolar foi 11% e entre os estudantes incluídos no programa, 7%.

“É a primeira vez na história que temos indicadores para a população pobre melhores do que para o conjunto da população. Esse é o elemento que mais temos que comemorar”, disse.

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O jovem que passou de beneficiário a gestor do Bolsa Família

Por Palavras Diversas

Da Carta Capital

Da pobreza para a universidade

Gabriel Bonis

Da infância no interior de Alagoas, Cleiton Pereira da Silva, de 27 anos, ainda carrega recordações de uma vida difícil. Após a escola, as diversas viagens ao açude sob o sol escaldante do sertão eram rotina. Para encher o reservatório da casa de água, trazia consigo um carrinho de mão repleto de baldes. A seca tornava a realidade ainda mais dura, assim como alimentar as seis pessoas da família com apenas um salário mínimo e a plantação de milho e feijão em uma região árida.

As cenas gravadas na memória de Cleiton representam a vida de milhares de outros brasileiros pobres e famintos, principalmente, no nordeste do Brasil. A morte do pai quando ainda criança completou o cenário de adversidades e forçou a mãe a buscar o sustento da família em São Paulo. Mesmo assim, as dificuldades não diminuíram para ele, a irmã, a tia e os avós.

A perspectiva de uma vida melhor surgiu apenas quando a família se tornou beneficiária do programa Bolsa Família, em 2003. À época recebiam 68 reais. “Para muitas famílias que não possuem nada, esse dinheiro é uma fortuna. Não dá para viver apenas disso, mas te ajuda a procurar outros rumos, como pagar a condução para procurar um trabalho”, conta o jovem, que há dois anos deixou voluntariamente de receber o auxílio quando sua renda aumentou. Leia mais »

Bolsa Família abre as portas da educação para jovem alagoano

Lula, após ser derrotado pela Globo em 1989, viajou Brasil afora, na caravana da cidadania, para aprofundar o conhecimento sobre a realidade do povo brasileiro . Leia mais »

Bolsa Família quadruplica número de beneficiados

Por Marco Antonio L.

Bolsa Família: benefícios aumentam mais de quatro vezes em nove anos

Agência Brasil

BRASÍLIA - Implantado em janeiro de 2004, com orçamento de R$ 3,2 bilhões para beneficiar 3,6 milhões de famílias pobres ou em situação de pobreza extrema, o Programa Bolsa Família aumentou a capacidade de atendimento e contabiliza, este ano, orçamento de R$ 20 bilhões para beneficiar 13,7 milhões de famílias em todo o país.

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Bolsa Família e comunidades ribeirinhas

Por Fábiot

Comentário do post "Amazônia cobiçada"

Voltei recentemente de uma viagem a passeio pelo Rio Tapajós, comunidades ribeirinhas e Santarém. Foram das melhores férias minhas. Ví, in loco, os efeitos altamente positivos do bolsa família para aquelas comunidades ribeirinhas. Fiquei maravilhado com as partes da natureza e também com as pessoas de lá. O Tapajós é um rio de águas muito límpidas. Tem um vento de nordeste, que é contínuo o dia todo. O potencial eólico de lá é fantástico. As praias de rio são invejáveis (areia branca, arvores com sombra a vontade), que na baixa do rio (entre agosto e novembro) proporciona um turismo muito atrativo. Não é a toa que Alter do Chão (distrito de Santarém) é considerada o Caribe brasileiro. Levei repelente e não utilizei um único dia, pois no Tapajós não há mosquitos. Com o bolsa família, as comunidades estão tendo sustentabilidade economica e isto reflete muito na autoestima deles. Nos, brasileiros devemos dar mais valor a nossa maravilhosa terra. Em vez de ficar "torrando" grana com baboseiras (Las Vegas, Orlando, etc..), porque não, um passeio de uns dias de barco na nossa Amazônia?

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Ministra afirma que Bolsa Família promoveu desenvolvimento

Por Marco Antonio L.

Do Sul21

“Bolsa Família não gerou efeito preguiça”, diz ministra do Desenvolvimento Social

Ministra disse que cidades nordestinas se desenvolveram com o Bolsa Família. | Foto: Bernardo Jardim Ribeiro/Sul21

Samir Oliveira

Cumprindo agenda em Porto Alegre nesta quinta-feira (6), a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello (PT), disse, em entrevista ao programaFrente a Frente, da TVE gaúcha, que o Bolsa Família não gerou “leniência” e “efeito preguiça” de seus beneficiários. Essa era uma das principais críticas da oposição ao programa logo que ele começou a ser implantado no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Quando começamos a implementar o Bolsa Família em 2004, não havia dado estatístico sobre ele. Hoje não existe nada mais pesquisado no mundo. Todos os trabalhos de mestrado e doutorado comprovam que o Bolsa Família não levou à leniência e ao efeito preguiça”, assegurou a ministra, informando que as cidades que mais cresceram no Nordeste foram as que possuem mais habitantes beneficiados pelo programa.

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A frequência escolar dos alunos do Bolsa Família

Por Renato Lira

Do UOL Educação

Cerca de 95% dos alunos do Bolsa Família frequentam a escola regular

Da Agência Brasil, em Brasília

Questões sobre transferência de renda

Por Assis Ribeiro

Do IPEA

Transferências condicionais e renda básica no Brasil: para onde caminha o debate?

Tatiana Britto e Fábio Veras Soares

Desde o final dos anos 1990, as transferências condicionais de renda (TCR) vêm sendo amplamente disseminadas como uma prática inovadora em matéria de proteção social. O Brasil foi pioneiro nessa área e hoje conta com o maior programa de TCR da América Latina, cobrindo 26% da população. Criado no final de 2003, o Bolsa Família decorreu da unificação dos programas anteriores e de uma reforma gerencial que permitiu a ampliação do programa de forma a alcançar rapidamente seu público-alvo. No entanto, o debate sobre as transferências monetárias e a garantia de renda básica começou muito antes. Leia mais »

A vitória do Bolsa Família

Coluna Econômica

Se houve um vitorioso na Conferência Rio+20 foram as políticas de transferência de rendas do país e, entre elas, especificamente o Bolsa Família.

A agenda da pobreza acabou indo para o centro do documento final da conferência. E em todo lugar em que se discutia o tema, a experiência brasileira era apontada como a mais bem sucedida, em vários aspectos: efetividade (não gera dependência), os beneficiários trabalham, há o emponderamento das mulheres, melhor frequência escolar e desempenho das crianças.

Hoje em dia, há pelos menos duas delegações internacionais por semana visitando o MDS (Ministério do Desenvolvimento Social), segundo informa a Ministra Tereza Campello, para saber mais detalhes da experiência.

Com 9 anos de vida e 13,5 milhões de famílias atendidas, com riqueza de séries históricas, estatísticas e avaliações, o BF conseguiu desmentir várias lendas urbanas:.

Lenda 1 – o BF criará preguiçosos acomodados.

Os levantamentos comprovam que maioria absoluta dos adultos beneficiados trabalha na formalidade e na informalidade. Leia mais »

A Globo e o Bolsa Família