EM CRISE SISTÊMICA O CAPITALISMO QUER NOS LEVAR AO XIBALO

A Plutocracia e o rentismo espalham fascismo e terror pelo mundo atacando até mesmo as amenidades keynesianas. No terceiro mundo e em países em desenvolvimento, como o Brasil, golpes de estado engendram perversas ações sobre os direitos sociais dos trabalhadores e buscam a discórdia e distensão entre a classe média, como a nova chibata política, e o conjunto dos trabalhadores, urbanos e rurais, levando esses setores aos instintos humanos mais primitivos. Leia mais »

"Enquanto o lucro é privatizado a crise é socializada"

Sugestão de Wilson Ferreira

Guia prático de destruição do capitalismo

Do blog: "Cinema Secreto: Cinegnose"

Por Wilson Roberto Vieira Ferreira

Vamos dar uma pequena contribuição à escalada de manifestações no Brasil no mundo com um pequeno “Guia Prático de Destruição do Capitalismo” mostrando que o verdadeiro inimigo não está nas vidraças de agências bancárias ou nas lanchonetes símbolos da globalização, sempre alvos de depredações. Está na financeirização e liquidez do capital, símbolos da força e, paradoxalmente, também da fraqueza de um sistema baseado apenas na credibilidade através da nossa participação a cada compra a prazo ou quando pagamos através da socialização dos prejuízos das explosões das bolhas financeiras. E a única forma de libertação existente é através daquilo que o filósofo francês Jean Baudrillard chamava de "aprofundamento irônico e proposital das condições negativas".

And when we kiss we speak as one
With a single breath this world is gone
(Everyone Everywhere, New Order) Leia mais »

A necessidade de revisão do capitalismo após a crise

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Valor

Necessidade de rever o capitalismo no pós-crise

Também PhD pelo M.I.T e professor da Universidade de Chicago, outro especialista em finanças, Luigi Zingales, é defensor da visão de que a crise financeira global sublinhou as necessidades de rever as bases sobre as quais o capitalismo estava estabelecido até então. Para ele, no entanto, a grande questão é a mesma na qual ele já se debruça há pelo menos uma década: o poder e influência excessivos que as grandes corporações, sejam elas do setor financeiro ou de outros da economia, passaram a ter. Com a crise e após seus desdobramentos, ele acredita que uma questão que ficou bastante patente é como essa influência se dá também na regulação.

"Eu gostaria de uma reforma radical dentro do capitalismo. A influência que as grandes empresas e os grandes bancos têm na regulação mostra uma concentração nos interesses da indústria e uma fragilidade dos governos, essa é uma grande fragilidade do capitalismo", diz Zingales. Este é um dos temas que ele aborda no seu último livro "Capitalism for People" e também já tinha discutido no livro anterior, "Salvando o Capitalismo dos Capitalistas", em parceria com Raghuram G. Rajan. Seus questionamentos partem da premissa de que as chamadas "incumbents", as grandes líderes dos seus setores, agem de forma a proteger seus próprios interesses e suas posições no mercado, algo que vai contra os princípios básicos da igualdade de oportunidades do capitalismo. Por conta disso, ele defende que a pesquisa financeira dê mais atenção às questões corporativas.

Ele acredita também que algumas inovações que surgem tendem a mudar a maneira como estão estruturadas as finanças e a maneira de poupar, por exemplo. "As pessoas estão experimentando o crowd funding, que, embora deva ser monitorado de perto para que não leve a alguns excessos, é algo interessante e que pode levar a mudanças na indústria financeira no futuro", diz Zingales. Leia mais »

Sobre viver no Cárcere: nossas escolhas?

 

Sobre viver no Cárcere: nossas escolhas?

H.L.T.M. Leia mais »

Imagens: 
Sobre viver no Cárcere: nossas escolhas?

O nosso capitalismo é dependente do Estado

Por ArthurTaguti

Comentário ao post "Os caminhos de Dilma para a governabilidade"

O interessante da discussão sobre as planilhas dos ônibus é que se tocou na ferida do nosso capitalismo. Este capitalismo tão dependente do Estado como o nosso.

O grande empresariado brasileiro não teria muito fôlego sem a ajuda do Estado não. Exploração de serviços e administração de bens que competem basicamente ao Estado, com taxas de retorno altíssimas, tudo muitas vezes financiado pelo Bndes.

Por isto que o governo federal não pode dar de ombros e pensar que a discussão do MPL não tem relação nenhuma com este novo pacote de concessões. Leia mais »

Reginaldo Mattar Nasser: A guerra é um grande negócio!

Por Assis Ribeiro

Da Carta Maior

Iraque dez anos depois: a guerra é um grande negócio!

Dez anos depois, está claro que a estratégia do presidente George W. Bush fracassou: os EUA e seus aliados não conseguiram alcançar os objetivos anunciados e as consequências da operação militar foram desastrosas, seja do ponto de vista moral, econômico ou militar. Mas o que o discurso sobre a derrota dos EUA não revela é que essa guerra foi e continua sendo uma grande vitória para alguns. A análise é de Reginaldo Mattar Nasser

"A guerra é um crime... facilmente, o mais rentável, certamente, o mais cruel ... É o único em que os lucros são contados em dólares e as perdas em vidas .... Ela é conduzida para o benefício dos poucos, à custa dos muitos..... eu passei a maior parte do meu tempo como um “ defensor de alta classe” para os Grandes Negócios, para Wall Street e para os banqueiros. Em suma, eu era um gângster, um gangster para o capitalismo. "( Major General Butler)

O ataque norte-americano ao Iraque completou dez anos nesta semana com a constatação por grande parte dos analistas de que a estratégia do governo Bush foi um fracasso: os Estados Unidos e seus aliados não conseguiram alcançar os objetivos anunciados e as consequências da operação militar foram desastrosas, seja do ponto de vista moral, econômico ou militar. Mas o que o discurso sobre a derrota dos EUA não revela é que essa guerra foi e continua sendo uma grande vitória para alguns. Leia mais »

Uma empresa deve ser mais do que um pote de ouro

Autor: 

Tradução de trecho da entrevista publicada no Upsides em 28/02/2013


Nós precisamos de um novo sistema de mercado, de acordo com Pavan Sukhdev, fundador-CEO da GIST Advisory. Um mercado que não esteja definido somente pelo sucesso financeiro, mas pelo menos uma vez, foque no quadro completo. E o ex-banqueiro está tendo um bom começo. Ao identificar o valor do impacto sobre o capital natural e humano, por exemplo.


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Contribuição para a Crítica da Economia Política

Do Blog Política Nada Imparcial

 

Trecho selecionado do livro “Contribuição para a Crítica da Economia Política” - por Karl Marx

 

Não é a consciência dos homens que determina o seu ser; é o seu ser social que, inversamente, determina a sua consciência

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Corporation 2020: Transforming Business for Tomorrow's World

Autor: 

 

 

 

 

 

 

Autor: Pavan Sukhdev
Publicado em: 27 de Setembro de 2012

Este é uma dos melhores livros que li recentemente, e apesar do autor ter sido um dos palestrantes da Rio+20, não acho que seja um livro sobre meio-ambiente, como costuma ser classificado. Para mim, os conceitos apresentados têm muito mais a ver com administração de empresas do que meio-ambiente, considerando que o tema já é obrigatório no planejamento estratégico que qualquer empresa que pretenda sobreviver hoje no mercado global. Leia mais »

A solução para o capitalismo é o seu fim?

Por douglas da mata

Krugman chega perto do âmago do problema, mas não quer, ou não pode falar tudo o que sabe!

Não se trata apenas de uma luta ideológica no seio capitalista, embora esta luta seja um ingrediente importante.

Depois do fim do padrão-ouro, onde a ideia de acumulação de riqueza/dívida estava vinculada a uma grandeza física (metal), cominada ao fim das restrições ao setor financeiro, onde bancos de investimento, bancos de vaerjo, e tantas outras instituições, como corretoras, etc, puderam fazer tudo ao mesmo tempoo agora, os fluxos de capitais tornaram os aspectos ditos reais das economias totalmente descartáveis.

O importante não são as condições eocnômicas que gerem riqueza, e depois, prosperidade para o conjunto das sociedades, mas sim o quão rápido e livres estes fluxos circulam de lá para cá, deixando gordas taxas de arbitragem para seus interemediários, e montanhas de dinheiro para seus proprietários.

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PT: a hora da verdade

Autor: 


Escrevo este texto baseado em dois artigos recentes publicados na Carta Maior, o primeiro de Tarso Genro, publicado em 23/12 - "Alfred Döblin faz lembrar nosso glorioso PT e outros tantos anos novos", e o segundo publicado por Saul Leblon, em 31/12 - "A hora do PT: um ano novo digno desse nome". Aos dois artigos, acrescento a polêmica gerada pela recente rejeição da presidenta Dilma Russef ao projeto de regulação da mídia. Leia mais »

Liberalismo Utópico, à moda da Áustria

Por Marroni

Por que ainda insistem nestas teses ingênuas e pervertidas dos economistas austríacos e assemelhados?

Dizer que o estado se alia ao grande capital para sufocar o lumpen-empresariado, dizer que o estado quer tirar os pequenos heróis empreendedores do "mercado" para gerar lucros aos monopólios, e ainda dizer que isto é marxismo ou socialismo, não é apenas desonesto e estúpido, é criminoso.

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As reformas temporárias e permanentes no capitalismo

Por Morales

Comentário ao post "O debate sobre as mudanças no PT"

Edú Pessoa,

A Europa está provando que reformas, dentro do capitalismo, sempre são temporárias. E, na Europa, para implementá-las, foi preciso o "medo do comunismo", configurado na existência da URSS e de fortíssimos movimentos operários. Os apoiadores do PT pretendem que o partido faça reformas permanentes no capitalismo (reformas que estamos esperando que aconteçam, pois o que temos visto foi a manutenção de uma altíssima taxa de exploração do trabalho, só que num contexto de crescimento econômico; ou seja, os banqueiros e grandes capitalistas tiveram lucros imensos. E os trabalhadores tiveram umas migalhas, que, no entanto, dada a miséria anterior e o neoliberalismo da direita tradicional, parecem ganhos significativos. Só que, em termos relativos, como sempre, quem ganhou foi a burguesia, havendo só uma redistribuição da renda entre setores dos assalariados com alguma coisa sobrando para os mais miseráveis.) sem mobilização social (que o PT tem, sistematicamente, sabotado, desmobilizando e garroteando sindicatos e movimentos populares), em aliança com setores da direita (ou seja, querem acabar a exploração em aliança com os exploradores!) e sem nenhuma ameaça de um sólido movimento revolucionário internacional. Leia mais »

O começo de uma nova fase do capitalismo

Por Webster Franklin

Da Carta Maior

Capitalismo está implodindo, mas não pela mobilização popular, diz Samir Amin

Para Samir Amin, estamos entrando em uma nova fase do capitalismo, uma etapa qualitativamente nova, caracterizada pela extraordinária centralização do capital, chegando a tal ponto que, hoje em dia, o capital monopólico controla absolutamente tudo. . O sistema capitalista não só está em crise, sustenta, como o que está se produzindo nele é uma autêntica implosão. Mas isso não é efeito da luta popular, adverte.

(*) Artigo publicado originalmente em Other News (Ed. espanhol)

Samir Amin é um dos pensadores marxistas mais importantes de sua geração. Nascido no Cairo, ele passou sua infância e juventude em Port Said. Foi ali onde frequentou a escola secundária. De 1947 a 1957 estudou em Paris, obtendo um diploma em Ciências Políticas antes de graduar-se em Estatística (1956) e Economia (1957). Em sua autobiografia “Itinéraire intellectuel” confessou que sua vida militante só lhe permitia dedicar um mínimo de tempo a sua preparação para as provas na universidade. De fato, logo na sua chegada a Paris, Amin se uniu ao Partido Comunista Francês. Entretanto, terminaria afastando-se desta organização para aproximar-se aos círculos de pensamento maoísta. Leia mais »

NÃO VEJO O DIVISIONISMO DAS “ESQUERDAS” COMO UM BOM CAMINHO

Sempre persisti em lutar por manter o Partido dos Trabalhadores, que ajudei a fundar, construir e avançar, em sua trajetória de um partido de (das) massas, socialista democrático, como uma alternativa aos partidos da democracia burguesa. Leia mais »