Cai o desemprego em julho

Do G1

Desemprego tem primeira queda no ano e fica em 5,6% em julho, diz IBGE

Taxa é a menor desde fevereiro deste ano, quando também ficou em 5,6%. Mas rendimento médio real teve quinta queda mensal seguida.

A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 5,6% em julho, após registrar 6% no mês anterior, segundo indica a Pesquisa Mensal de Emprego divulgada nesta quinta-feira (22). Foi o primeiro recuo do indicador desde dezembro de 2012.

Em comparação a julho de 2012, quando estava em 5,4%, a taxa teve leve alta de 0,2 ponto (considerada estabilidade pelo IBGE).

A taxa mensal é a menor desde fevereiro deste ano, quando também ficou em 5,6%.

O rendimento médio real habitual dos ocupados registrou a quinta queda mensal consecutiva, de 0,9%, ante junho, e ficou em R$ 1.848,40 no mês passado. Apesar das perdas, o valor está 1,5% acima do verificado em julho de 2012 (R$ 1.821,04). Leia mais »

Dieese e Seade: taxa de desemprego fica em 10,9% em junho

Da Agência Brasil

Taxa de desemprego recua em junho e fica em 10,9%, apontam Dieese e Seade

31/07/2013 - 10h11

Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil

São Paulo - A taxa de desemprego recuou em junho, passando de 11,2% em maio para 10,9% da População Economicamente Ativa (PEA) no conjunto das sete regiões metropolitanas pesquisadas pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), divulgada hoje (31), estima o contingente de desempregados em 2,4 milhões de pessoas.

Houve diminuição em Belo Horizonte, com taxa atingindo 6,7% em junho ante 7,4% no mês anterior. Também foi registrado decréscimo em Salvador (de 19,7% para 19,1%) e no Recife (12,9% para 12,5%). Já nas demais regiões, Distrito Federal, Fortaleza, Porto Alegre e São Paulo houve estabilidade.

Leia mais »

A relação entre o nível de desemprego e as manifestações

Sugestão de Paulo Gustavo

Nassif, no dia 1 de julho o portal Passapalavra (clique aqui) publicou um texto que fiz que buscava compreender, sob um ponto de vista específico, a onda de protestos que ocorreu no Brasil. Num dos momentos, afirmo que além das políticas sociais do governo, "foi preciso que houvessem “ganhos reais” no salário mínimo para manter a roda da economia girando, pois fazer com que o salário mínimo fosse superior ao índice da inflação permitiu ao trabalhador continuar experimentando um “ascenso” econômico. Irrisório se comparado com o ascenso econômico dos bancos e do capital investido no Brasil; no entanto, se visto a partir das condições de extrema pobreza na qual os trabalhadores do país viviam no período “Collor-FHC”, este ascenso passa a ser “satisfatório”. Ao que parece, está aqui a chave para compreender o processo de convulsão social que o Brasil tem vivido.

Enquanto houve estabilidade econômica, também houve estabilidade política. Na medida em que a classe trabalhadora passou a sentir os “efeitos” da diminuição do poder aquisitivo “conquistado” sob a “era Lula”, é natural que haja uma reação (...). Leia mais »

Alta da taxa de desemprego em junho preocupa governo

Sugerido por Marcia

Da Reuters

Desemprego maior em junho preocupa governo sobre futuro da economia, dizem fontes

quarta-feira, 24 de julho de 2013 21:55 BRT

Por Jeferson Ribeiro e Patrícia Duarte

SÃO PAULO, 24 Jul (Reuters) - A surpreendente alta do desemprego no Brasil em junho fez soar ainda mais alto o alarme dentro do governo da presidente Dilma Rousseff, que já vem sofrendo com a baixa confiança da população e dos empresários, com preocupações sobre o futuro da economia neste segundo semestre.

Já há avaliações, tanto dentro da equipe econômica quanto no Palácio do Planalto, que a atividade pode perder força no terceiro trimestre --o oposto da visão que prevalecia há poucos meses.

"Acho que pode ser um sinal (de piora da economia no terceiro trimestre), mas é difícil concluir olhando só esse comportamento na margem. Mas é mais um sinal", afirmou à Reuters um importante integrante da equipe econômica, sob condição de anonimato, acrescentando que este terceiro trimestre pode ter desempenho pior do que os dois primeiros. Leia mais »

União Européia amarga 26,5 milhões de desempregados

Por Marco Antonio L.

Da Rede Brasil Atual

União Europeia tem 26,5 milhões de desempregados 

por Gilberto Costa e Renata Giraldi, da Agência Brasil  No RBA ©Minyahill Georges/Fotopedia

Londres e a crise do Euro

Crise da Zona do Euro aumenta desemprego, consequência de políticas de 'austeridade', com cortes de programas sociais e amarras à economia

Lisboa – O desemprego continua em alta na Europa. A taxa de desemprego nos 27 países que formam a União Europeia (UE) em abril foi 11%, o que representa 0,7 pontos percentuais acima do verificado no mesmo mês do ano passado. No conjunto dos treze países onde circula a moeda euro, o percentual de pessoas afetadas pelo desemprego é maior: 12,2% em abril. O índice é 1 ponto percentual acima do registrado em abril de 2012 e 0,1 ponto percentual acima do registrado em março passado.

Os três países da Europa com maior taxa de desemprego estão na zona do euro: Grécia (27%), Espanha (26,8%) e Portugal (17,8%). Em número absolutos, há 26,588 milhões de desempregados na União Europeia, dos quais 19,375 milhões estão em países da zona do euro.

Leia mais »

Desemprego pode cair na América Latina, preveem Cepal e OIT

Por Dê

Da Radioagência NP

Cepal e OIT preveem bom momento da economia e queda no desemprego na América Latina

Desocupação na região pode ficar em 6,2%, o mais baixo índice das últimas décadas. Em 2012, a geração de empregos relativamente forte permitiu que o número de desempregados caísse em 400 mil pessoas

A taxa média de desemprego urbano no conjunto dos países latino-americanos poderá baixar até 0,2 pontos percentuais e ficar entre 6,2% a 6,4% este ano, o mais baixo índice das últimas décadas. Essa previsão consta em novo informe da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Segundo as entidades, o crescimento econômico esperado para o ano, cerca de 3,5%, será suficiente para manter a tendência positiva nos indicadores do mercado de trabalho. Essa situação é avaliada com um “otimismo cauteloso” por representantes dos órgãos.

O desemprego na região em 2012 ficou em 6,4%. O índice caiu em relação a 2011, que registrou 6,7%. No Brasil, segundo o IBGE, o desemprego em abril deste ano é de 5,8%, e apesar de representar um aumento em relação ao mês anterior, este índice é o menor registrado neste mês desde 2002. Leia mais »

Taxa de desemprego em Portugal sobe para 17,8%

Por wanderley liberato

Do jornal Público

Taxa de desemprego atinge novo máximo de 17,8%

Nas contas do Eurostat, o número oficial de desempregados em Portugal subiu em Abril para 945 mil.

Depois de estabilizar entre Fevereiro e Março, a taxa de desemprego voltou a subir em Abril. Segundo o Eurostat, o gabinete estatístico europeu, havia nessa altura em Portugal 945 mil pessoas sem emprego, o equivalente a 17,8% da população activa. A taxa é a mais elevada de que há registo e, reconhece o próprio Governo, vai continuar a aumentar. Entre a população jovem, até aos 25 anos, o nível de desemprego chega aos 42,5%.

Em Abril, havia mais 108 mil pessoas desempregadas do que um ano antes (das 945 mil, 172 tinham menos de 25 anos). O desemprego masculino subiu uma décima face a Março, passando para 18,1%, enquanto entre a população feminina se situou em 17,6% (17,3% em Março).

Leia mais »

Brasil registra menor taxa de desemprego em abril desde 2002

Por josé adailton

Do Uol

Desemprego no país em abril é o menor para o mês desde 2002

Do UOL, em São Paulo

23/05/2013 09h04 Atualizada 23/05/2013 11h00

O desemprego no país subiu para 5,8% em abril, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (23). Esse é o menor resultado verificado para o mês desde 2002. Em abril do ano passado, o desemprego ficou em 6%. Em março deste ano, foi  de 5,7%,

A população desocupada no mês somou 1,414 milhão de pessoas, mas não mostrou variação significativa na comparação mensal, de acordo com o instituto. A Pesquisa Mensal de Emprego é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Leia mais »

América Latina tem menor nível de desemprego em 20 anos

Por Gunter Zibell - SP

Do Terra

Desemprego na América Latina cai para menor nível em 20 anos

O desemprego na América Latina e no Caribe atingiu 6,4% em 2012, o menor nível em 20 anos, divulgou nesta terça-feira a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). O número representa queda em relação a 2011, quando o total de trabalhadores parados tinha atingido 6,7%.

O levantamento leva em conta o desemprego aberto urbano, abrangendo apenas moradores das cidades que estão procurando emprego. De acordo com a Cepal, o desempenho do mercado de trabalho fez o total de desempregados na região diminuir em 400 mil no ano passado. No entanto, cerca de 15 milhões de pessoas permanecem sem trabalho nas zonas urbanas da região.

De acordo com a entidade, o desempenho do mercado de trabalho impediu uma queda maior no crescimento econômico da América Latina e do Caribe no ano passado. Segundo a pesquisa, o Produto Interno Bruto (PIB) da região aumentou, em média, 3% no ano passado, afetado pelo lento crescimento dos Estados Unidos, pelo agravamento da recessão na Europa e pela desaceleração na China. Leia mais »

Taxa de desemprego em Portugal fica em 17,5%

Por Paulo F.

Do site Dinheirovivo.pt

Desemprego estabiliza pela primeira vez em 6 meses: 17,5%

02/04/2013 | 10:13 | Dinheiro Vivo

Portugal continua a apresentar a terceira maior taxa de desemprego da zona euro, mas em fevereiro este indicador estabilizou para se fixar em 17,5%. Desde agosto de 2012 que o desemprego não estabilizava em Portugal. O mesmo se verificou na zona euro, que registou uma taxa de desemprego de 12%, um valor idêntico ao do mês anterior (depois de revistos os 11,9%), mas um novo recorde para a região. 

Segundo dados hoje revelados pelo Eurostat, o desemprego em Portugal, continua o terceiro mais elevado do euro, logo depois da Grécia (26,4%, em dezembro de 2012) e Espanha (26,3%). Por seu lado, as taxas mais baixas registaram-se na Áustria (4,8%), Alemanha (5,4%), Luxemburgo (5,5%) e Holanda (6,2%).

No total do mês, a zona euro registou 19.071 milhões de desempregados. Na União Europeia o número de desempregados subiu para 26.338 milhões, sendo que destes, 5.694 milhões eram jovens com menos de 25 anos. No euro, o Eurostat dá conta de 3.581 milhões de jovens desempregados.

Leia mais »

Sem noção de juros, por Francisco Antonio Doria

Sem noção.

A palavra em inglês é clueless. A gente traduz, sem noção. Título de um filme estrelado por Alicia Silverstone, sobre adolescentes peruinhas californianas. Clueless, sem noção. Mas o melhor exemplo de cluelessness, falta total de semancol, é a frase (talvez apócrifa) atribuída a Maria Antonieta: s'ils n'ont pas de pain, qu'ils mangent des brioches, se não têm pão, comam bolinhos. Assim teria respondido ao ver o povo ululante nos portões de Versailles, pedindo comida. Terminou, a pobre, com a cabeça no fundo do cesto da guilhotina - provavelmente sem compreender, sem nunca entender o que estava acontecendo na França revolucionária. Pobre rainha sem noção.

Ou, um exemplo recente: economistas conservadores pregam um aumento na taxa de juros. Para, entre outras coisas, causar desemprego - e assim, supostamente controlar a inflação. Coisa tipo receitar um câncer como meio eficaz de emagrecimento. Sem noção total. Leia mais »

Analisando a taxa de desemprego no Brasil

Por Saulo B.

Ola,

cinco análises complementares analisam a baixa taxa de desemprego no Brasil (todas em anexo a este comentário). Vários artigos na imprensa, em 2012, apontam uma questão em aberto: como o país pode estar a crescer tão pouco e o desemprego ser tão baixo? Isso traz uma consequência eleitoral grave para quem está na oposição (municipal a federal): o alto desemprego, e não o baixo crescimento do PIB, é quem traz insatisfação ao eleitor.

Muitas análises apontavam, ao longo de 2012, que a indústria e os serviços não demitiam porque os custos de demissão-recontratação superavam a redução de custos na folha de pagamentos, e o empresário tinha esperança de uma volta do crescimento. Mesmo com os instintos "animais" do empresário brasileiro, o raciocínio não convencia os próprios analistas que o propunham. A  imprensa bateu forte no "pibinho": o mensalão havia acabado, Mantega fala demais e era uma notícia ruim.  Mas o desemprego não subiu. E isso não fazia sentido. 

As análises abaixo apontam que a população envelheceu (a pirâmide etária modificou-se rapidamente, com menores taxas de fecundidade nos últimos anos), e os jovens passam mais tempo na escola. Inclui-se aí a possibilidade de um bônus etário nos próximos anos (ver em http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/perspectivas/capt12_estrutura.pdf).  Conclusão 1: a demografia é uma das componentes.  Leia mais »

Taxa de desemprego entre jovens na UE sobe para 23,6%

Por Demarchi

Do Opera Mundi

Desemprego entre jovens passa de 55% na Grécia e na Espanha

De acordo com a UE, taxa geral subiu para 10,8% no bloco; países mais endividados apresentam piores índices
 
O Eurostat, órgão estatístico da UE (União Europeia), divulgou nesta sexta-feira (01/03) novos e alarmantes dados sobre a taxa de desemprego entre os países que compõem o bloco. Destaque negativo para Grécia e Espanha, que apresentaram números acima de 50% entre os jovens (pessoas com menos de 25 anos) e em tendência crescente.

Segundo o Eurostat, a o nível de desocupação dos jovens espanhóis atingiu a marca de 55,5% para o mês de janeiro, um décimo a mais do que o registrado em dezembro. Já os dados da Grécia estão atrasados em dois meses, mas muito mais preocupantes: 59,4%. O percentual também é ruim na Itália (38,7%) e Portugal (38,6%). O país em melhor situação nesse critério é a Alemanha: 7,9%. No total, o número de jovens desempregados na UE é de 5,732 milhões, 264 mil a mais do que há um ano, subindo de 22,4% para 23,6%. Leia mais »

Os desalentos de um sociólogo

Autor: 

Acabei de ler um post sobre emprego referente a um artigo do Prof. Pastore e devido ao grau de pessimismo que sempre identifico em seus textos, resolvi revisitar outros artigos do academico sobre o mesmo tema, particularmente, dos que compreende 2002 a 2013, apenas para verificar se houve alguma euforia otimista durante a trilha percorrida pelo emprego nesses últimos 10 anos. Bom, não encontrei, mas ao menos no fim de 2012 e inicio 2013, ele parece menos desalentado.

Alguns dos desalentos:

07/08/2002 Brasil gera empregos no exterior

10/09/2002 O desemprego e a guerra de números

09/03/2004 10 milhões de desempregados

06/04/2004 O emprego no médio prazo

01/06/2004 Desemprego: desencontro de números e explicações Leia mais »

José Pastore não vê geração de emprego em 2013 com otimismo

Por cariry

Do Estadão.com.br

Brasil reduziu capacidade de gerar emprego, diz Pastore

 
BEATRIZ BULLA - Agencia Estado

SÃO PAULO - A atual taxa de desemprego brasileira é de fazer inveja a outros países, como a Espanha, onde o resultado passa de 25%. O que deve preocupar os brasileiros nesse momento contudo, avalia o professor da USP e especialista em relações do trabalho José Pastore, é a capacidade de gerar empregos. Para ele, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) que apontam a geração de empregos em janeiro pedem mais atenção do que a taxa de desemprego do primeiro mês do ano, divulgada nesta manhã pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "O Brasil tem uma taxa baixa de desemprego mais porque tem menos pessoas procurando do que porque tem mais empresas gerando emprego", disse.

Dados do Caged apontam que, em janeiro deste ano, foram criados 28,9 mil postos de trabalho com carteira assinada, já descontadas as demissões. O resultado foi o pior para o mês desde 2009, auge da crise internacional. "Eu não vejo a geração de emprego para 2013 com muito otimismo, vejo com uma preocupação séria. Mas o desemprego não vai explodir. Pode ficar em 5,5%, 6%", afirmou Pastore.

Leia mais »