O empobrecimento das famílias na Espanha

Por mcn

Da BBC Brasil

Crise cria classe de novos pobres na Espanha

Anelise Infante

De Madri para a BBC Brasil

Desempregada espanhola pede ajuda em rua de Pamplona

Atualizado em  16 de agosto, 2011 - 05:36 (Brasília) 08:36 GMT

Segundo pesquisa, 11% das famílias espanholas têm todos seus integrantes desempregados

A crise econômica vem causando uma perigosa mudança social na Espanha, empurrando de volta para a pobreza uma classe de pessoas que até então vinha ascendendo economicamente. Leia mais »

Desemprego, dívida pública e reeleição: três tarefas hercúleas para Obama

o tom grisalho de Obama aumenta paralelo aos grandes problemas que se apresentam

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O desafio do desemprego estrutural

Por Jotavê

O desemprego estrutural é o grande desafio a ser enfrentado no capitalismo contemporâneo. As inovações tecnológicas produziram uma gigantesca massa de pessoas que sobrevivem nas franjas do sistema. Na Europa, são muitas vezes chamados de "mileuristas" - pessoas, geralmente jovens, que sobrevivem pulando de um (sub)emprego temporário para o outro, ganhando menos de mil euros por mês. Com baixas perspectivas de inserção, vivendo nos subúrbios das grandes cidades, não chegam nem mesmo a caracterizar um "exército de reserva" de mão-de-obra. Apesar de todos os programas de reinserção, a verdade é que não existem lugares disponíveis no mercado de trabalho onde eles possam se reinserir. Tornam-se subempregados crônicos, e desenvolvem uma visão de mundo ressentida e com altíssimo poder explosivo.  Leia mais »

O abandono dos desempregados nos EUA

Da Folha.com

O governo dos credores 

Paul Krugman

Os mais recentes dados econômicos puseram fim a qualquer esperança de uma retomada rápida na criação de empregos norte-americana, que atravessa seca tão longa que o período médio de desemprego para os norte-americanos sem trabalho é de quase 40 semanas, agora. Mas não existe vontade política para fazer coisa alguma a respeito da situação. Em lugar de estarem dispostos a investir mais na criação de empregos, os dois partidos concordam em que é hora de cortar gastos -processo que destruirá empregos. A única diferença entre eles é de grau. Leia mais »

A crise americana: O cerco aos direitos dos trabalhadores nos EUA não cedeu com Obama

A matéria abaixo mostra, claramente, os contrastes vividos pela maior economia do mundo, administrada por um governo democrata em que, geralmente, costumam "arrumar a casa" internamente e promover ajustes sociais de proteção ao trabalho americano, com as economias de países em desenvolvimento, como o Brasil, que tem experimentado expansão contínua do PIB nos últimos anos, avanço do valor dos salários e recordes na geração de empregos, sem perda de direitos. Priorizando o mercado interno e distribuindo renda.

Lá os ataques aos trabalhadores foram uma constante nos últimos três anos.
Como é possível isto?
Seria o fim da social democracia dos democratas?

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O crescimento do desemprego nos EUA

Por Adamastor

Do Correio do Brasil

Desemprego nos EUA cresce e derruba expectativas

 Por Redação, com agências internacionais - de Washington

O desemprego tem prejudicado o crescimento da economia norte-americana

O número de norte-americanos que pediram auxílio-desemprego atingiu o maior nível em oito meses na semana passada e o crescimento da produtividade dos Estados Unidos desacelerou no primeiro trimestre, abatendo as perspectivas em uma economia que tem dificuldades para ganhar velocidade. O aumento na quantidade de pedidos de auxílio-desemprego foi de 43 mil, totalizando 474 mil com ajuste sazonal, informou o Departamento de Trabalho dos EUA nesta quinta-feira. É o maior patamar desde meados de agosto de 2010. Economistas consultados pela agência inglesa de notícias Reuters previam uma queda para 410 mil.

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O desemprego na Europa

Por Roberto São Paulo-SP 2013

Os dados ainda revelam que a Europa, de fato, não representa mais um bloco homogêneo em sua recuperação. Na Alemanha, a taxa de desemprego não para de cair e é hoje de apenas 7%. Se a Espanha tem a pior taxa, a Holanda apresenta taxa de 4,2%.

Em média, a taxa de desemprego na Europa caiu de 10,1% para 9,9% no primeiro trimestre, com total de 22,8 milhões de pessoas empregadas. Mas o desemprego continua superior ao dos EUA (8,8%) e ao do Japão (4,6%).
Em regiões como a Andaluzia, 29,7% dos trabalhadores estão sem emprego.

Do Estadão

Desemprego atinge 21,3% dos espanhóis


Taxa é recorde para a Espanha, com 5 milhões de pessoas sem trabalho; de janeiro a março, o país perdeu igual número de vagas de 2010 inteiro

30 de abril de 2011 | 0h 00/Jamil Chade - O Estado de S.Paulo

A crise da dívida na Espanha fez o desemprego explodir. Ontem, o governo admitiu que a taxa de desemprego bateu mais uma vez o recorde, chegando a 21,3% da população, quase 5 milhões de pessoas. O país registra o maior desemprego de todo o mundo industrializado. Um a cada quatro europeus sem emprego é espanhol.

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A queda do desemprego nos EUA

Do A Crítica

Taxa de desemprego cai para o menor patamar em 2 anos nos EUA

O Departamento de Trabalho mostrou que o setor público continuou a cortar vagas, enquanto o governo luta para reduzir gastos em meio à redução da arrecadação. O setor público cortou 14.000 vagas. 

01 de Abril de 2011

FRANCE PRESSE 

WASHINGTON, 1 Abr 2011 (AFP) -A taxa de desemprego nos Estados Unidos caiu para o patamar mais baixo em dois anos, a 8,8% em março, com o setor privado liderando a criação de vagas, informou o Departamento de Trabalho nesta sexta-feira, apontando a recuperação no mercado de trabalho.

Esta foi taxa de desemprego mais baixa desde março de 2009, graças à força da criação de vagas do setor privado, indicou ainda o departamento.

O presidente Barack Obama comemorou a notícia e destacou que a economia americana está "mostrando sinais de real fortaleza".

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Desemprego na Europa e na América

Peguei alguns dados na OIT e no Eurostat sobre desemprego na América e na Europa. Nem todos os países possuem a mesma metodologia para calcular o desemprego, mas mesmo assim disponibilizei em forma de tabela para fins comparativos.

Ainda, alguns países possuem dados mais atualizados que outros. Mas fiz um pequeno "ranking" de desemprego baseado na última medição disponível para cada país. Os dados estão em porcentagem e referem-se ao total da força de trabalho (homens e mulheres).

A primeira tabela contém alguns países da América (dados da OIT); a segunda contém os países europeus (dados do EUROSTAT); e a terceira tabela é uma mistureba que fiz com ambas as bases, selecionando alguns países da América e alguns da Europa, além do Japão (Eurostat). Todos os dados estão em porcentagem da força de trabalho desempregada. Leia mais »

Imagens: 
Desemprego na América
Desemprego na Europa
Desemprego na Europa e na América

Desemprego na Europa e na América - dados da OIT e do EUROSTAT

Peguei alguns dados na OIT e no Eurostat sobre desemprego na América e na Europa. Nem todos os países possuem a mesma metodologia para calcular o desemprego, mas mesmo assim disponibilizei em forma de tabela para fins comparativos.

Ainda, alguns países possuem dados mais atualizados que outros. Mas fiz um pequeno "ranking" de desemprego baseado na última medição disponível para cada país. Os dados estão em porcentagem e referem-se ao total da força de trabalho (homens e mulheres).

A primeira tabela contém alguns países da América (dados da OIT); a segunda contém os países europeus (dados do EUROSTAT); e a terceira tabela é uma mistureba que fiz com ambas as bases, selecionando alguns países da América e alguns da Europa, além do Japão (Eurostat). Todos os dados estão em porcentagem da força de trabalho desempregada. Leia mais »

Imagens: 
Desemprego na América
Desemprego na Europa
Desemprego na Europa e na América - dados da OIT e do EUROSTAT

O desemprego em outubro

Da Folha.com

Desemprego registra em outubro menor taxa da série histórica, aponta IBGE 

PEDRO SOARES
DO RIO 

A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do país ficou em 6,1% em outubro, ante os 6,2% contabilizados em setembro, segundo os dados divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O índice é o menor registrado na série histórica, iniciada em março de 2002.

Em outubro de 2009, a taxa havia sido de 7,5% 

O IBGE registrou em outubro 1,444 milhão de pessoas desocupadas, com queda de 2,4% no confronto mensal e de 17,6% ante igual período em 2009.

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O menor desemprego da história

Da Folha.com

Mercado absorveu todos que procuraram emprego em setembro, diz IBGE 

PEDRO SOARES
DO RIO

A queda da taxa de desemprego de agosto para setembro foi provocada pela maior oferta de postos de trabalho, gerados em número suficiente para fazer frente à procura por uma nova colocação, segundo o IBGE.

De um mês para o outro, foram criadas 147 mil vagas, mais do que o crescimento do número de pessoas ocupadas (120 mil). Ou seja, todos que procuraram emprego (condição para ser classificado como desocupado) foram absorvidos pelo mercado de trabalho. 

Em setembro, a taxa caiu para 6,2%, menor patamar da série histórica do IBGE iniciada em março de 2002. Em agosto, havia sido de 6,7%, menor marca até então.

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