O desemprego entre os mais pobres

Do Estadão

Desemprego cresce entre os mais pobres

Segundo estudo do Ipea, taxa na classe baixa subiu de 20% para 26% de 2004 para cá. Entre os mais ricos caiu de 4% para 1,4%

12 de outubro de 2010 | 0h 00

Marcelo Rehder - O Estado de S.Paulo

A parcela mais pobre da população desempregada não foi beneficiada pela reativação do mercado de trabalho nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil. Entre agosto de 2004 e agosto deste ano, a taxa de desemprego dos 20% mais pobres (com renda per capita domiciliar inferior a R$ 203,3 por mês) saltou de 20,7% para 26,27%, enquanto o desemprego total caiu de 11,4% para 6,7%.

Entre os 20% mais ricos (com renda per capita domiciliar superior a R$ 812,3 mensais) a taxa de desocupação despencou de 4,04% para 1,4% nesse mesmo período.

As informações são de levantamento inédito feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com base nos dados da pesquisa mensal de emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Leia mais »

A crise da economia espanhola

Por Paulo Ferraresi Pegino

De acordo com o El Mundo, o governo espanhol reviu, para cima, a previsão de desemprego para 2011. O país, que já possui uma das mais altas taxas de desemprego da Europa, estima que a taxa fique em 19,3% no ano que vem, superando as expectativas de antes da aprovação da "reforma laboral". Leia mais »

Espanha - elevado desemprego e a proximidade da greve geral

De acordo com o El Mundo, o governo espanhol reviu, para cima, a previsão de desemprego para 2011. O país, que já possui uma das mais altas taxas de desemprego da Europa, estima que a taxa fique em 19,3% no ano que vem, superando as expectativas de antes da aprovação da "reforma laboral". Leia mais »

Em julho, desocupação foi de 6,9%

Pesquisa Mensal de Emprego, 26 de agosto de 2010.
Em julho, desocupação foi de 6,9%

(http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?i...)

A taxa de desocupação de julho (6,9%) foi a menor para este mês, desde o início da série da pesquisa iniciada em março de 2002, ficando estatisticamente estável frente a junho (7,0%) e caindo 1,1 ponto percentual em relação a julho de 2009 (8,0%).A população desocupada (1,6 milhão) ficou estável no mês e recuou 11,3% na comparação anual.A população ocupada (22,0 milhões) manteve-se estável no mês e cresceu 3,2% em relação a julho de 2009. Leia mais »

O desemprego nos EUA

Do Guia Financeiro

Desemprego nos EUA fica em 9,5%, mas número de trabalhadores tem queda

Mercado de trabalho registra 131 mil demissões em julho

A taxa de desemprego dos Estados Unidos foi mantida em 9,5% em julho, segundo dados do Departamento do Trabalho. Apesar da estabilidade, o número de empregados caiu em 131 mil, acumulando um total de 14,6 milhões de desempregados no país.

Segundo a entidade, a contração no número de empregados no país é resultado do fim dos empregos temporários gerados pelo censo do país, que resultou na eliminação de 143 mil vagas. O número de empregos no governo caiu em 202 mil, enquanto o setor privado aumentou em 71 mil o total de cidadãos empregados, acumulando alta de 630 mil no ano. Leia mais »

Taxa de desocupação recuou meio ponto percentual em relação a maio e 1,1 pp em relação a junho de 2009.

http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?i...

22 de julho de 2010

Em junho, desocupação foi de 7%

 

Taxa de desocupação recuou meio ponto percentual em relação a maio e 1,1 pp em relação a junho de 2009.

A população desocupada (1,6 milhão) recuou 6,6%, em relação a maio (menos 117 mil pessoas procurando por trabalho) e caiu 11,8% no ano (menos 220 mil pessoas).

A população ocupada (21,9 milhões) ficou estável perante maio (e cresceu 3,5% em relação a junho de 2009. Foi a menor taxa da série para um mês de junho.

O número de trabalhadores com carteira assinada (10,2 milhões) ficou estável em relação a maio e cresceu 7,1% no ano (ou mais 670 mil empregos com carteira).

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 1.423,00) subiu 0,5% no mês e 3,4% no ano. Leia mais »

Austeridade: Por que, para quem?

Autor: 

Segue artigo de Rick Wolff, professor de Economia da Universidade de Massachusetts (EUA), publicado em resistir.info.

  Leia mais »

Painel internacional

E se a Ásia tivesse uma moeda comum?

No 10º aniversário do lançamento do euro em 2009, houve algumas sugestões de que um dia o euro poderia mesmo assumir o papel do dólar dos EUA como moeda de reserva dominante. Afinal, o dólar norte-americano havia se desvalorizando contra o euro devido à crise subprime. Menos de um ano mais tarde, o euro está escorregando como resultado da crise da dívida grega. Os questionadores agora estão apontando para uma crise política e estrutural do euro, e centrando-se sobre a necessidade de uma maior disciplina fiscal. O Tratado de Maastricht, que levou à criação da zona do euro, não foi capaz de vincular os membros da zona euro ao reordenamento fiscal. Se até mesmo a super-fiscalmente conservadora Alemanha não poderia atender ao limite de déficit orçamentário de 3% do PIB por causa dos elevados custos de financiamento da reunificação, por que os estados menores aderiram ao tratado?

A falha estrutural da zona do euro é que, embora possa haver um Banco Central Europeu unificado e um convergente sistema da supervisão financeira europeia, não existe um sistema fiscal unificado. Assim , uma vez que um país membro corre um grande déficit fiscal, não há um órgão central para coordenar a política fiscal de forma eficaz. Os defensores da integração monetária asiática apontam para o crescimento da integração do comércio como pré-condição para uma futura união financeira. Aqueles que pensam que a integração da Ásia é um sonho dizem que atualmente não existe consenso político nem mesmo a elaboração de política monetária unificada ou moeda, e pouco sobre a política de supervisão. Além disso, praticamente não existem quaisquer discussões no seio da Ásia sobre políticas orçamentárias comuns.
Clique aqui
E mais:
Punindo os desempregados - Paul Krugman
'Reforma' financeira ou vingança? - Robert Samuelson
Bancos querem que FMI se manifeste sobre imposto financeiro na Hungria
Alemanha se concentra em corte de gastos

Leia mais »

O déficit público espanhol

Por Henrique

Zapatero determina quem vai pagar a crise na Espanha. Reduzirá salário dos funcionários públicos em 5%, e congelará pensões, extinção do “cheque bebê”. A Espanha tem atualmente mais de 5 milhões de desempregados.

Do UOL

Zapatero anuncia pacote de medidas contra o déficit público

(AFP) – há 35 minutos

MADRI, Espanha — O presidente do governo espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, anunciou nesta quarta-feira, por pressão da União Europeia (UE), um rígido pacote de medidas destinadas a reduzir o déficit público e que provocará uma desaceleração do crescimento em 2011.

Zapatero anunciou um corte dos salários dos funcionários públicos, o congelamento das pensões e a supressão do chamado “cheque bebê” como parte das medidas adicionais que o governo espanhol acrescenta a seu plano de economia, tal como anunciou no domingo, em Bruxelas.

Os salários sofrerão um corte de 5% a partir de junho deste ano e, além disso, serão congelados em 2011, anunciou Zapatero no Congresso dos Deputados. Leia mais »

Brecht e os efeitos da crise de 1929

Do Portal Luís Nassif

Do Blog de Josias Pires Neto

Quando o Brasil queimou 11 milhões de quilos de café

1. "Kuhle Wampe" é um filme realizado em 1931 e lançado em 1932. Trata do enorme desemprego na Alemanha, da tragédia entre trabalhadores desempregados e de sua reação. O título trata de um acampamento próximo a Berlim, onde muitos moravam.

2. O texto é de Bertolt Bretch (que em 1933 se exila na Áustria com a ascensão de Hitler), criador, na época, do Teatro Épico.

3. Leia mais »

Os fantasmas que restam na economia

Coluna Econômica 08/04/2010

Ainda não há motivo para comemorar a recuperação da economia mundial.

Nos Estados Unidos, pela primeira vez desde a crise houve aumento líquido dos postos de trabalho. Mas nada muito relevante.

Ontem, o presidente do Federal Reserve (Fed), Ben Bernanke, afirmou que o desemprego, o fraco setor imobiliário e a dificuldade de empréstimo para os pequenos negócios são os principais obstáculos para a recuperação da economia norte-americana.

Segundo a agência de notícias Bloomberg, a crise financeira diminuiu e o crescimento econômico provavelmente reduzirá o desemprego no país no próximo ano, mas os Estados Unidos enfrentam outros problemas, como a falta de um processo sustentado de recuperação no setor de habitação, um mercado imobiliário “turbulento” e um índice de contratações “muito fraco”.

Os comentários refletem as preocupações dos funcionários do Fed de que o mercado de trabalho e o crédito apertado devem limitar os gastos dos consumidores. Tais temores fizeram a entidade manter a disposição de juros baixos por um “período prolongado”.

*** Leia mais »

O inacreditável Globo e a taxa de desemprego

Por George de Lucena

Da inacreditável série d’O Globo, “Sobe, mas é o menor”:

De O Globo

Desemprego sobe para 7,4% em fevereiro, diz IBGE

RIO – A taxa de desemprego do país subiu pelo segundo mês consecutivo, para 7,4% em fevereiro, como revela a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado significa um avanço de 0,2 ponto percentual em relação a janeiro, quando o desemprego registrou 7,2% no país

.A pesquisa mostrou ainda que, apesar da alta na comparação com janeiro, o nível de desemprego segue abaixo do registrado no mesmo mês de 2009, que foi de 8,5%. Mesmo com o avanço, a taxa de 7,4% ainda é a menor registrada para um mês de fevereiro desde o início da série histórica do IBGE, em 2003. Leia mais »

Menor taxa de desemprego desde 2002

Por Nonato Amorim

Nassif & Amigos, “nunca antes na história desse país…” Abs. (Quem sabe essa não sai naquele quadro infame da CBN, “a boa notícia”)

Brasil tem menor taxa de desemprego para janeiro desde 2002, diz IBGE

CIRILO JUNIOR

da Folha Online, no Rio

A taxa de desemprego média no Brasil em janeiro foi de 7,2%, acelerando frente aos 6,8% registrados em dezembro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Leia mais »

Painel internacional

Demanda interna da China puxa recuperação global

As importações da China subiram pelo terceiro mês seguido em janeiro, sinalizando a crescente força da demanda doméstica, e que está auxiliando a recuperação da economia global. As importações escalaram o recorde de 85,5% em relação ao ano anterior, um salto influenciado pela mudança no feriado do Ano Novo Lunar para fevereiro deste ano, a partir de janeiro de 2009, informou o departamento alfandegário hoje em Pequim. As exportações aumentaram 21% pelo segundo mês, após 13 quedas que poderiam reforçar os apelos externos para que a China permita uma moeda mais forte. O premiê Wen Jiabao está tentando direcionar a China para a confiável demanda interna, depois que as exportações se mostraram vulneráveis durante a recessão global. Agora, a BGA Alemanha, federação de atacado e exportação, está contando com os compradores chineses para impulsionar um ganho de 10% nas vendas alemãs no exterior em 2010, e Taiwan publicou o maior salto nas exportações em 30 anos devido aos gastos de seu vizinho.

Clique aqui

E mais:

Ex-presidente do Merrill Lynch tem segunda chance no CIT Group

Portugal luta para mostrar credibilidade

Espanha tem até 2013 para criar mais empregos

Alemanha considera ajuda à Grécia


Leia mais »

Painel internacional

As bolhas e os bancos

New York Times

Por Paul Krugman

A reforma do sistema de saúde é quase (bata na madeira) um negócio fechado. Em seguida: a reforma do sistema financeiro. Vou escrever muito sobre a reforma financeira nas próximas semanas. Deixe-me começar fazendo uma pergunta básica: o que os reformadores devem tentar fazer? Muito do debate público tem sido sobre como proteger os tomadores de crédito. De fato, uma nova Agência de Proteção Financeira do Consumidor ajudaria a acabar com as práticas enganosas de empréstimos é uma idéia muito boa. E a melhor proteção do consumidor poderia ter limitado o tamanho total da bolha imobiliária. Mas a defesa do consumidor, ao mesmo tempo em que poderia ter bloqueado muitos empréstimos subprime, não teria impedido o acentuado aumento da taxa de inadimplência nas hipotecas convencionais ‘plain vanilla’ (contratos padrões de empréstimo). E certamente não teria impedido o crescimento monstruoso e estouro dos imóveis comerciais. A reforma, em outras palavras, provavelmente não poderá impedir tanto os maus empréstimos como as bolhas. Mas pode fazer muito para assegurar que as bolhas não levem o colapso ao sistema financeiro, quando estourarem.

Clique aqui

E mais:

China prepara aumento de juros

Desemprego na Espanha é quase o dobro da Eurozona

AB InBev vai fazer demissões no Leste Europeu

Divisão do Iêmen complica esforços dos EUA para combater al-Qaeda


Leia mais »