Sobre a espionagem dos EUA contra a presidente

Por Diogo Costa

UM AUTÊNTICO E LAMENTÁVEL ATO CRIMINOSO - A descoberta dos atos de espionagem norte-americana, em vários países do mundo, está longe de ser uma novidade ou algo inusitado. Esta prática é exercida com todo apreço possível pelos EUA desde sempre. Mas não só por eles. 

A espionagem acompanha a história da humanidade e outras grandes potências fazem uso dela nos dias de hoje, sem a menor cerimônia. O mais grave dos acontecimentos atuais é o grau dos atos criminosos oriundos de Washington.

Sabe-se agora que a Presidenta Dilma Rousseff, chefe de estado e de governo da República Federativa do Brasil, foi alvo de intensa espionagem (telefônica e telemática). Altos funcionários da república também foram alvo dessa máquina criminosa construída a partir dos eventos de onze de setembro de dois mil e um. Um (ou vários) ato criminoso desta natureza, de tamanha magnitude, poderia ser perfeitamente encarado como um ato de guerra, sem nenhum medo de cometer um exagero retórico. 

A delinquência estatal norte-americana é deveras conhecida e reconhecida, mas de fato extrapolou todos os limites possíveis e imagináveis.

O Congresso Nacional instalará a CPI da Espionagem, e seria muito importante esmiuçar todos os pontos que superficialmente estão elencados. Não seria a primeira vez que uma CPI constataria de forma cabal e indesmentível a perniciosa presença norte-americana no país, com fins escusos de desestabilização política de um governo independente em sua política externa.  Leia mais »

Itamaraty afirma que episódio Molina não altera relações

Da Agência Brasil

Episódio Pinto Molina não vai alterar relações entre Brasil e Bolívia, diz ministro do Itamaraty

Heloisa Cristaldo
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, disse hoje (30) que a presidenta Dilma Rousseff “demonstrou ao presidente Evo Morales seu repúdio ao episódio de retirada do senador Roger Pinto Molina da Bolívia”. Dilma e Morales se reuniram por uma hora antes da 7ª Cúpula da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), em Paramaribo, no Suriname. As informações foram divulgadas pelo Twitter da Presidência da República.

Segundo Figueiredo, o episódio “não irá alterar” as relações entre o Brasil e a Bolívia. O chanceler destacou ainda que "o pedido de extradição do senador não foi feito pela Bolívia. É uma hipótese que, se ocorrer, será julgada pelo STF [Supremo Tribunal Federal]".

Após 15 meses abrigado na Embaixada do Brasil em La Paz, o senador Pinto Molina deixou o país com a ajuda do diplomata Eduardo Saboia, que assumiu a responsabilidade pela operação de retirada do parlamentar da Bolívia. Molina, que liderou a oposição ao governo de Evo Morales, pediu asilo político ao Brasil, alegando perseguição política. O salvo-conduto era negado pelas autoridades bolivianas sob alegação de o parlamentar responder a processos judiciais no país.

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Cabral pode ser a razão para queda de popularidade de Dilma

Sugerido por Almeida

Não falei? De tanto o petismo demonstrar rancor com os protestos de junho e contestar os manifestantes, os resultados começam a aparecer. Certa parte imbecilizada do petismo vestiu a carapuça dos protestos, xingam pelas redes seus participantes de coxinhas e outras idiotices afins. Para piorar o quadro, fazem uma defesa insana e radical de um "aliado", mais esmerdado do que poleiro de galinha, de olho na caixa de campanha bem recheada do crápula, que reúne a podre flor dos aventureiros com os cofres públicos. Estão se afundando com o abraço do afogado.

Do Jornal do Brasil

Cabral arrasta Dilma para baixo nas pesquisas

O Rio de Janeiro hoje é o terceiro maior colégio eleitoral do Brasil dentre os 27 estados da federação. Diante desse fato, a queda da popularidade do governador Sérgio Cabral, apontada pela pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao Ibope, que deverá ser divulgada esta semana, é a razão fundamental e única para que se possa justificar a queda tão acentuada da presidente Dilma Rousseff nas últimas pesquisas.

Agora, mais do que nunca, fica esclarecida a queda de Dilma. A pesquisa da CNI, em que Cabral aparece com apenas 8% de aprovação da população do estado, que consideram seu governo bom e ótimo, justifica o desmonte da popularidade da presidente por estar vinculada ao governo do Rio. Os analistas andavam intrigados com declínio tão acentuado que a presidente sofreu nos últimos meses e hoje tudo se esclarece. Leia mais »

No ABC, Lula defende reeleição de Dilma em 2014

Sugerido por Lucas Costa

Do Estadão

Lula exalta Dilma e diz que não vê 'ninguém com as qualidades dela'

Ex-presidente reafirmou apoio à presidente da República em palestra nesta quinta-feira, 18, na Universidade Federal do ABC (UFABC); disse também que não daria pitaco em reforma ministerial

São Bernardo do Campo/SP - O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva rompeu o silêncio de mais de um mês, negou a intenção de ser candidato a um novo mandato e defendeu enfaticamente a reeleição da presidente Dilma Rousseff em 2014. “Eu tenho candidata a presidente da República. A companheira Dilma é uma extraordinária presidenta, uma extraordinária candidata e não vejo ninguém com as qualidades dela para assumir a Presidência desse País”, disse Lula, após uma palestra em São Bernardo do Campo, São Paulo. Ele disse que, apesar do momento político delicado, com a perda da popularidade da presidente, é necessário julgar o governante pelos quatro anos de mandato e pelas coisas que prometeu e cumpriu.

“Tenho certeza que Dilma está dentro do que prometeu fazer e vai fazer muito mais”, avaliou. Indagado sobre a influência pessoal em uma reforma ministerial, Lula disse que não daria palpite e avaliou que Dilma tem total controle sobre o governo. “Somente Dilma pode chamar e tirar ministro; já terminou meu mandato e só posso torcer por ela”, avaliou. Lula admitiu que todos ficaram surpresos com a capacidade de mobilização que teve o Brasil com a onda de protestos no País iniciada em maio.

“Protestos demonstram que povo está ávido a querer participar da vida do País”, afirmou. O ex-presidente usou a saúde, uma das pautas dos protestos, para criticar a derrubada da Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF) durante o segundo mandato dele como presidente. “Alguns políticos que agora estão na oposição acabaram com a CPMF e tiraram R$ 350 bilhões da saúde”, no período iniciado no segundo mandato dele até os dois anos e meio do de Dilma. Leia mais »

As ruas não pediram a volta ao passado, diz Dilma

Sugerido por Maria Carvalho

Da Carta Maior

Dilma: a rua não pediu a volta ao anos 90

"Quando nós promovemos a ascensão social - e hoje estamos perto de eliminar a pobreza extrema - sabíamos que isso era só o começo para maiores exigências. Quando criamos um grande contingente de cidadãos com melhores condições de vida e com maior acesso à informação, vimos surgir um cidadão com novas vontades, anseios, desejos, exigências e demandas. Ninguém, neste último mês de várias manifestações, pediu a volta ao passado. Pediram, sim, o avanço para um futuro com mais direitos e mais democracia. Exigiram avanços, e tudo o que ocorreu, floresceu justamente em meio a um processo de mudança que estamos fazendo no Brasil há uma década; entre 2003 e 2013 ocorreu a maior redução da desigualdade dos últimos 50 anos; foi nesta década que criamos um sistema de proteção social que vai nos permitir praticamente superar a extrema pobreza. Em um mundo que desemprega, criamos quase 20 milhões de empregos com carteira assinada. Fizemos nestes dez anos o mais urgente e necessário; agora fomos cobrados a fazer mais. Queremos e devemos fazer mais'.  (Presidenta Dilma Rousseff, na reunião dos '10 Anos do Conselhão; nesta 4ª feira. Acesse o ícone nesta pág. e acompanhe a íntegra do Seminário Sobre Desenvolvimento do CDES) Leia mais »

Os problemas de comunicação de Dilma

Da Istoé

Dilma silenciada

Amadores e profissionais do mundo político parecem de acordo num ponto: Dilma Rousseff tem problemas de comunicação.

Paulo Moreira Leite

A razão dessa dificuldade é menos clara, porém.

Um conjunto de analistas, dentro e fora do governo, acredita que a presidente não consegue comunicar com clareza aquilo que pensa ou planeja. É como se fosse uma incapacidade congênita, apenas disfarçada pelo período em que as coisas pareciam andar tão bem na economia que não era necessário falar muito.

Ao enfrentar tempos mais difíceis, expressos nos protestos de junho, revelou-se que seria incapaz de conversar com o povão e também com a elite.

Assim, sua mensagem não chega ao eleitor. Leia mais »

Lula e Dilma se encontram para avaliar crise política

Por josimar

Do G1

Lula tem encontro reservado com Dilma para avaliar crise

por Gerson Camarotti 

De volta do giro que fez pela África e pela Europa, o ex-presidente Lula retomou as articulações políticas. Ele viajou hoje para Brasília. E já teve um encontro reservado com a presidente Dilma Rousseff, no início da noite.

Lula fez uma análise com Dilma sobre a crise política. Em conversa com interlocutores, o ex-presidente tem defendido uma reforma no ministério. E tem cobrado uma melhor articulação política do Palácio do Planalto com a base aliada para evitar o isolamento de Dilma.

Em tempo: depois que deixou a Presidência, Lula só viajou de avião de carreira para Brasília uma única vez.  Foi em fevereiro de 2011, quando embarcou em um voo da companhia aérea Gol, que decolou do aeroporto de Congonhas.  Todos os demais deslocamentos para a capital federal foram feitos de jatinho. Leia mais »

Dilma levará caso de espionagem à ONU

Por Marcia

Da Agência EFE

Dilma diz que levará caso de espionagem à Comissão de Direitos Humanos da ONU

Brasília, 8 jul (EFE).- A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta segunda-feira que seu país levará o caso de suposta espionagem a cidadãos brasileiros por parte dos Estados Unidos ao seio das Nações Unidas.

"Vamos apresentar proposta à Comissão de Direitos Humanos da ONU, uma vez que um dos preceitos fundamentais é a garantia da liberdade de expressão, mas também de direitos individuais, principalmente o da privacidade, aliás garantido na nossa Constituição", declarou Dilma a jornalistas.

A presidente Dilma Rousseff indicou que o Ministério de Comunicações e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) averiguarão a participação de empresas brasileiras nos supostos atos de espionagem e anunciou que o governo pretende modificar a legislação sobre internet. EFE

A presidente Dilma Rousseff indicou que o Ministério de Comunicações e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) averiguarão a participação de empresas brasileiras nos supostos atos de espionagem e anunciou que o governo pretende modificar a legislação sobre internet. EFE

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'Mais Médicos' não significa estrangeiros, mas sim saúde

Por Marcia

Da Reuters Brasil

Dilma diz que objetivo de programa Mais Médicos não é trazer médicos do exterior

Por Jeferson Ribeiro

BRASÍLIA, 8 Jul (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira que o objetivo do programa Mais Médicos não é trazer ao Brasil médicos do exterior, e sim levar mais saúde ao interior do país, respondendo às entidades representativas da categoria, que têm criticado a iniciativa do governo.

"Eu confio nos médicos brasileiros. Eu convido os médicos brasileiros a ouvir esse chamado para dar atendimento ao nosso povo", discursou Dilma no lançamento do Mais Médicos, que ampliará a presença desses profissionais em regiões carentes.

"Não se pode obrigar um médico que prefere viver na capital a ir para interior, não se pode fazer isso, mesmo que possamos oferecer toda estrutura necessária e boa remuneração", disse Dilma.

"Mas nós precisamos admitir honestamente que algo deve ser feito para que todos os brasileiros tenham direito a um médico e é disso que se trata", argumentou a presidente.

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Sobre a reação de Dilma aos protestos

Por Jorge Vieira

O que me impressiona em Dilma Roussef é que ela foi à televisão, logo depois da repressão pela PM de São Paulo, e disse: " As manifestações são benvindas, exceto o vandalismo".

E tem mais: ela disse: "Os manifestantes podem reclamar de TUDO".

E, ainda disse: "Eu vou ouvir todos vocês".

Essa mulher é a primeira Chefe de Estado, comandando um Governo, que quebra o paradigma de que o Poder, para se manter, sempre reprime o povo, a pretexto de qualquer coisa, independente de que suas reinvindicações sejam justas ou não.

E ela fez essas declarações sem saber exatamente com o que estava lidando.

Minha querida Presidenta Dilma Roussef, ex-guerrilheira, torturada barbaramente pela Ditadura Militar: eu te amo.

Os historiadores, tenho certeza, te farão justiça. Leia mais »

FHC: Dilma demorou para ouvir oposição sobre reforma

Por Osvaldo Ferreira

Da Folha

Agora é tarde para Dilma ouvir oposição sobre reforma, diz FHC

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou nesta segunda-feira que a presidente Dilma Rousseff demorou para chamar a oposição para o debate sobre a reforma política. "Acho que a presidente Dilma deveria ter chamado a oposição logo. Agora é tarde, já está tudo cozinhado. Agora é tarde", afirmou em entrevista ao programa "Roda Viva", da TV Cultura.

O ex-presidente afirmou também que foi procurado pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo (PT), para conversar a respeito do assunto na última semana.

"Achei um bom sinal o ministro da Justiça conversar. Ele não citou [assembleia] constituinte. Ele falou do plebiscito e eu não achei um bom caminho."

O fato de o governo federal ter procurado o tucano incomoda setores do PT ligados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Leia mais »

Análise das críticas feitas à Dilma pela grande mídia

Por Marcia

Do Blog do Miro

Nova investida da mídia contra Dilma

 
Por Alexandre Haubrich, no blog Jornalismo B:

Se não passa de preocupação vã a ideia de que uma conjuntura para um golpe – armado ou institucional – está sendo preparada pela direita brasileira a partir de protestos que começaram com setores de esquerda, é fato que a mídia dominante, historicamente desapegada à democracia e apoiadora do Golpe Militar de 1964, tem feito de tudo para direcionar apenas à presidenta Dilma Rousseff a insatisfação que tem levado multidões de brasileiros às ruas. Com vistas a um rompimento democrático ou com objetivos eleitorais para 2014, fica claro o oportunismo e o entrosamento entre os principais veículos das velhas elites, que têm mantido uma linha bastante semelhante e construído mudanças editoriais concomitantes e no mesmo sentido desde que os protestos começaram a intensificar-se.


Na última segunda-feira, 24 de junho, aconteceram protestos em menor número, mais espalhados. No mesmo dia, Dilma falara em rede nacional e propusera 5 conjuntos de medidas na tentativa de aplacar a crise política, incluindo um plebiscito para finalmente construir uma Reforma Política. Os principais portais de notícias do país responderam com novos ataques contra a presidenta, procurando manter o foco totalmente direcionado a ela. As manchetes não deixam dúvidas. “Dilma” está por todos os lados dos portais, sempre acompanhada de expressões negativas e de interpretações contrárias às medidas que propôs.

O site da revista Veja diz em sua manchete que Dilma está “nas cordas”, e que “inventou” um plebiscito ao qual Veja chama de “oportunista”. Afirmar que a presidenta está “nas cordas” nada mais é do que apresentá-la como acuada, à beira do nocaute. Veja diz ainda que o plebiscito é “mecanismo contestável juridicamente” e que a presidenta quer “empurrar a responsabilidade”. Em chamadas secundárias da mesma notícia, fala em “tentativa de golpe bolivariano”, no “perigo” de “desmoralizar o Congresso”, afirma que “líderes do governo não sabiam da proposta”, que “para novo ministro, ideia é inconstitucional” e que Dilma “foge das demandas das ruas”. Por fim, uma entrevista exclusiva com Fernando Henrique Cardoso, que afirma já na chamada: “Política externa de Dilma tem visão equivocada”. Todas as manchetes convergem para atacar e isolar Dilma Rousseff.



Reprodução Veja
 
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Feliciano, Malafaia e as farpas por reunião de Dilma e gays

Por Marcia

Do Estadão

Feliciano e Malafaia criticam encontro de Dilma com gays

Deputado e pastor reclamam que a presidente ignora a comunidade evangélica e fazem ameaças

 
Valmar Hupsel Filho - O Estado de S. Paulo

O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) e o pastor Silas Malafaia, ambos apoiadores do projeto da 'cura gay', criticaram em suas respectivas contas no Twitter o fato de a presidente Dilma Rousseff receber representantes de movimentos ligados à garantia dos direitos dos gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e travestis, na tarde desta sexta-feira. No encontro, Dilma evitou comentar o polêmico projeto de decreto legislativo, mas ressaltou que o Estado tem obrigação de impedir a violência contra a comunidade LGBT.

Malafaia diz que Dilma não recebe evangélicos - Reprodução

Reprodução
Malafaia diz que Dilma não recebe evangélicos

“Povo evangélico, acorda! Dilma se encontra com rep. (representantes) da Ig (Igreja) católica, lgbt, vadias, e etc. E nós? nada!”, publicou Malafaia em seu perfil @PastorMalafaia por volta das 14 horas. E completou: “Depois vai querer o nosso voto em 2014”.

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Economist analisa manifestações e política no Brasil

Por Marcia

Da BBC Brasil

Protestos em Fortaleza (AFP)

Espontaneidade dá aos protestos um sentido de possibilidade', opina revista

A onda de protestos que se espalhou pelo Brasil e por diversos outros países é capa da edição mais recente da revista Economist, que concluiu que, apesar de a democracia ter ficado "mais difícil", ela pode ser melhorada por conta das manifestações.

"Quando políticos entendem que as pessoas querem mais - e que seu voto depende de sua satisfação -, as coisas podem mudar. No Brasil, a presidente Dilma Rousseff quer um debate nacional na renovação da política. Isso não será fácil nem rápido, mas os protestos ainda podem melhorar as democracias nos países emergentes, e até mesmo na União Europeia", diz a revista, que também dedicou um editorial ao assunto e uma reportagem específica à situação brasileira.

Nessa reportagem, a publicação opinou que o plano inicial proposto por Dilma "pareceu apressado e improvável de oferecer calma duradoura (à população)", citando sobretudo a proposta de uma Assembleia Constituinte, já descartada por conta de debates quanto a sua validade constitucional.

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A posição de Dilma sobre o plebiscito

Autor: 

Do Jornal GGN

A posição de Dilma sobre o plebiscito

No Palácio do Planalto, a percepção é que, com a proposta do plebiscito para a reforma política, o governo agarrou uma oportunidade e avançou.

Na segunda feira, Dilma Rousseff defendeu um “plebiscito que autorize o funcionamento de um processo constituinte específico para fazer uma ampla e profunda reforma política, que amplie a participação popular e amplie os horizontes da cidadania”.

Seguiu-se uma discussão sobre a viabilidade de uma constituinte, o tempo que tomaria a eleição dos constituintes, a votação, aprovação das medidas e sua execução.

Foi quando surgiu a oportunidade do Plebiscito, uma alternativa mais simples e que Dilma considerou muito mais democrática. Na Constituinte, o povo delega poderes aos seus representantes; no plebiscito, é a democracia direta em funcionamento. Leia mais »