PT cobra de Dilma o Marco Regulatório das Comunicações

Por Marco Antonio L.

Da Rede Brasil Atual

PT cobra Dilma: 'Democratização da mídia é urgente e inadiável'

Resolução aprovada pelo Diretório Nacional do partido pede à presidenta que retome as discussões sobre o Marco Regulatório das Comunicações

Por: Redação da Rede Brasil Atual

São Paulo – O Diretório Nacional do PT aprovou hoje (1º) uma resolução em que cobra o governo da presidenta Dilma Rousseff a retomada das discussões sobre o Marco Regulatório das Comunicações e a “abrir o diálogo” com os movimentos que defendem a democratização do setor no Brasil. Para o partido, a democratização é “urgente e inadiável'.

Dilma tem em mãos uma proposta de Marco Regulatório elaborada no final do segundo governo Lula, mas o anteprojeto não seguiu adiante – sob argumento do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, de que as questões relativas à reforma mereciam ser melhor debatidas. Na semana passada, porém, o secretário-executivo do Ministério, Cezar Alvarez, descartou a possibilidade de esse debate se dar no atual mandato presidencial. O motivo seria a proximidade das eleições de 2014.

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Dilma inaugura museu no Rio e o protesto serviu de tema

Por Marco Antonio L.

Do Terra

Rio: Dilma inaugura museu sob protestos e lembra época da ditadura

André Naddeo

A presidente do Brasil ao lado de Eduardo Paes (à esquerda) e Sergio Cabral Foto: Daniel Ramalho / Terra

A presidente do Brasil ao lado de Eduardo Paes (à esquerda) e Sergio CabralFoto: Daniel Ramalho / Terra

A presidente da República, Dilma Rousseff, participou, na noite desta sexta-feira (1), da inauguração do MAR (Museu de Arte do Rio), na zona portuária do Rio de Janeiro. No evento, ela lembrou de seus tempos de cárcere privado durante a ditadura militar brasileira ao comentar as manifestações contrárias à revitalização da região, que tiveram direito a panelaço do lado de fora do local, bem próximo ao palanque onde Dilma discursava, atualmente livres para ocorrer.  

“Gostaria de lembrar de um episódio de 1971, quando eu fui transferida da operação Bandeirantes para a Tiradentes e vim para cá. Fiquei na Polícia Federal, aqui ao lado. Minha cela era interessante: metade era cinza e tinha muita barata. É o que eu lembro. A gente não lembra de tudo, o que em parte é até bom”, recordou a presidente. 

“Estou contando isso porque acho que este País mudou. Hoje, um presidente convive perfeitamente com os sons das ruas, com as manifestações, com o processo democrático, o que na minha época de juventude não era usual." 

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Dilma acusa a oposição de provocar instabilidade

Por Marco Antonio L.

Do Yahoo

Dilma desafia FHC e volta a trocar farpas com tucanos

Por Tânia Monteiro e Rafael Moraes Moura 

A presidente Dilma Rousseff usou o seu discurso de comemoração dos dez anos de criação do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão, para reafirmar os fundamentos econômicos de seu governo, de crescimento com estabilidade e controle da inflação, assegurando que eles estão mantidos. Dando prosseguimento à troca de farpas com os tucanos, Dilma acusou a oposição de provocar "instabilidade" ao alardear a ameaça de racionamento de energia no País, lembrando que estas vozes "se calaram" quando o racionamento não aconteceu.

A presidente também desafiou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao dizer que foi o governo do PT que criou o cadastro para as famílias receberem benefícios sociais. "É conversa que tinha cadastro. Nós levamos um tempão para fazer", atacou Dilma. Leia mais »

FHC diz que Dilma "cospe no prato que comeu"

Da Folha

FHC sobe o tom contra o PT e chama Dilma de 'ingrata'

Ex-presidente acusa petistas de terem 'usurpado' projeto tucano no governo

Fernando Henrique diz que Dilma 'cospe no prato que comeu' ao rejeitar herança de administrações tucanas

DE BELO HORIZONTE
DA ENVIADA ESPECIAL A BELO HORIZONTE

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso chamou ontem de "ingrata" a presidente petista Dilma Rousseff, disse que ela "cospe no prato que comeu" e acusou o PT de ter "usurpado" propostas tucanas após chegar ao poder em 2003.

As declarações foram feitas ao lado do senador Aécio Neves (MG), virtual candidato do PSDB à Presidência em 2014, durante seminário para discutir os rumos do partido, em Belo Horizonte. Leia mais »

CNBB lamenta "silêncio de Dilma" sobre renúncia de Bento XVI

Por C B 

Do G1

Integrantes da CNBB lamentam silêncio de Dilma sobre Papa

por Gerson Camarotti

O silêncio da presidente Dilma Rousseff sobre a renúncia do Papa Bento XVI chamou a atenção de integrantes da cúpula da CNBB. Nas palavras de um influente bispo ouvido pelo Blog, “faltou sensibilidade à presidente Dilma”.

Outro bispo reforçou o sentimento da Igreja no Brasil. “A notícia repercutiu em todo o mundo. É uma pena o silêncio de Dilma”, estranhou esse prelado.

O consenso na CNBB é de que Dilma guardou mágoas da campanha de 2010, quando Bento XVI enviou mensagem com uma posição da Igreja contra o aborto aos bispos do Maranhão, que o visitaram na ocasião.

Os bispos ressaltam que até Obama mandou uma mensagem. A avaliação interna é de que a presidente do maior país católico do mundo deveria ter se pronunciado. Leia mais »

A igualdade é fundamental para a democracia

Por Marco Antonio L.

Da Carta Capital

A peculiaridade brasileira, por Mino Carta

Solidão. Às vezes a presidenta que pretende erradicar a miséria parece isolada. Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Solidão. Às vezes a presidenta que pretende erradicar a miséria parece isolada. Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Nos seus derradeiros momentos como senador, Fernando Henrique Cardoso andava pelos corredores do Congresso acompanhado por Norberto Bobbio. Digo, carregava um ensaio do pensador italiano, a analisar um assunto veementemente provocado pela queda do Muro de Berlim: ainda vale falar de direita e esquerda?

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Dilma fala sobre os planos para 2013 no Congresso

Por Marco Antonio L.

Do Vermelho.org

Dilma garante ao Congresso energia, produção e inclusão em 2013

Com discursos de representantes dos três poderes – Executivo, Judiciário e Legislativo – o Congresso Nacional reabriu oficialmente os trabalhos da sessão legislativa de 2013 nesta segunda-feira (4). A mensagem enviada pela Presidenta Dilma ao Poder Legislativo destacou os planos para este ano e garantiu que haverá mais energia, a preço mais baixo, o que contribuirá para aumentar a produção e a inclusão social.

A presidenta manifestou reconhecimento ao imprescindível papel do Congresso Nacional na construção de um Brasil mais justo e soberano. 

Ao final do longo texto, ela diz que “nesse momento em que a atividade política é tão vilipendiada, manifesto o reconhecimento ao imprescindível papel do Congresso Nacional na construção de um Brasil mais justo e soberano”. O texto conclui dizendo que a parceria entre os dois poderes - Executivo e Legislativo - é construída pela legitimidade do voto popular e as ações dela decorrente são fortalecidas pela vontade política plasmada pelo voto representativo. Leia mais »

Dilma em ação, por Marcos Coimbra

Dilma em Ação

Marcos Coimbra

O comportamento de nossas oposições é, às vezes, francamente infantil.

Parecem-se com as crianças pequenas que gostam de atazanar os coleguinhas maiores com chutes, beliscões e xingamentos. E que choram quando os grandes reagem e lhes dão um chega pra lá.

Acabamos de presenciar uma dessas situações. Desde a semana passada, o que mais se ouve são as queixas oposicionistas contra o protagonismo que Dilma adotou em seu pronunciamento a respeito das questões energéticas e da redução das tarifas de eletricidade.

As oposições não gostaram do discurso. Seja na nota oficial do PSDB, nos editoriais da imprensa oposicionista ou nas “análises” dos entendidos recrutados por ela, disseram-se indignados com o conteúdo e a forma da manifestação.

O mínimo que afirmaram é que, ao convocar cadeia nacional de rádio e televisão para anunciar as posições do governo, a presidenta havia se aproveitado das prerrogativas do cargo e feito campanha em favor da reeleição.

Supor que Dilma tenha resolvido se pronunciar buscando dividendos eleitorais é ignorar quem ela é. Os que a conhecem sabem que, em condições semelhantes, ela diria exatamente o mesmo, ainda que não cogitasse em se candidatar a nada. Leia mais »

Favoritimo recorde, por Marcos Coimbra

Favoritismo Recorde

Por Marcos Coimbra

É difícil imaginar, mas a próxima eleição presidencial não demora. Ela acontece ano que vem, embora, para a opinião pública, pareça que ainda falte uma eternidade. 

Daqui a apenas dezoito meses, entraremos no período oficial de campanha. Logo a seguir, teremos o horário eleitoral e estaremos caminhando em marcha batida para o dia de votar. 

Ela apresenta uma característica singular: nunca tivemos uma sucessão presidencial com tamanho favoritismo. De acordo com as pesquisas, é a primeira vez em que não apenas um, mas dois possíveis candidatos do mesmo partido possuem vantagem tão folgada em relação aos demais.

Não houve nenhuma pesquisa realizada em 2012 em que Dilma ou Lula obtivessem menos que 55% - aritmética à parte, olhando-as pelo que querem dizer. Na verdade, variaram daí para cima, chegando perto dos 65%, de acordo com o cenário.  Leia mais »

Dilma compara holocausto ao regime militar

Da Folha

Dilma compara holocausto ao regime militar no Brasil

Fernanda Odilla

A presidente Dilma Rousseff comparou na noite dessa quarta-feira (30) o holocausto aos 300 anos de escravidão e à ditadura no Brasil, como difíceis períodos na história de uma nação.

Ela afirmou ainda que negar a existência do holocausto é o mesmo que repeti-lo.

"Essa presença aqui tem um significado especial porque o Brasil também passou por períodos difíceis na sua história. Nós não podemos, por exemplo, esquecer os 300 anos de escravidão da população negra ou os anos de ditadura que nós tivemos de enfrentar", disse a presidente durante cerimônia em homenagem às vítimas do nazismo, realizada nesta quarta num hotel da capital federal. Leia mais »

Alckmin e Dilma celebram parcerias entre São Paulo e União

Do A Tarde

Dilma e Alckmin elogiam parcerias entre SP e União

Ricardo Leopoldo | Agência Estado

A cerimônia de lançamento do projeto do Centro Paralímpico Brasileiro, ocorrida nesta sexta-feira no Palácio dos Bandeirantes, se tornou um grande evento no qual a presidente Dilma Rousseff e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), enalteceram a parceria entre os dois entes da federação. O bom relacionamento político é um fato de destaque, justamente porque seus partidos, PT e PSDB, começam a trocar rusgas em nível nacional em função do início não oficial da campanha presidencial de 2014.

O governador paulista destacou que esta era a terceira vez que a presidente Dilma o visitava no Palácio dos Bandeirantes, o que era sempre um motivo de alegria para ele. "Hoje celebramos mais uma grande parceria, de grande importância de natureza social. São Paulo é parceiro do Brasil. Conte conosco presidenta, parabéns.", afirmou Alckmin, no fim do seu discurso. Leia mais »

O pronunciamento de Dilma no dia 23 de janeiro

Por Diogo Costa

Do Democracia Socialista

Dilma anuncia redução ainda maior na tarifa de energia

Dilma anuncia redução ainda maior na tarifa de energia

Com informações do Blog do Planalto

A presidenta Dilma Rousseff afirmou ontem (23), em um pronunciamento de rádio e TV, que, a partir desta quinta-feira, passará a vigorar a redução de 18% na tarifa de energia para os consumidores residenciais. Para o comércio e a indústria, a diminuição será de até 32%. O corte é ainda maior do que o anunciado pela presidenta em setembro de 2012: que era de 16,2% para residências e até 28% para a indústria:

“A primeira vez que isso acontece no Brasil”, afirmou.

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Dilma está certa ao apontar Mali como problema da ONU

Por Marcuses

É importante lembrar que as causas "justas" das intervenções européias na África e Oriente Médio remontam às Cruzadas.

É óbvio que a comunidade internacional não pode se omitir em relação a chacinas e crimes de guerra.

Deveria, inclusive, estar mais atuante em outros episódios. Basta acompanhar os relatórios apresentados periodicamente pelos Médicos sem Fronteiras, por exemplo.

Entretanto, na maioria dos casos, quando não há interesse econômico ou geopolítico, a intervenção não se dá e ninguém se comove com a carnificina que os meios de comunicação, de quando em quando, mostram.

A Presidente Dilma, no entanto, está correta em exigir que as decisões sejam tomadas com respaldo em um colegiado maior, como o Conselho de Segurança da ONU. Desprezar esse fórum é assumir os riscos da unilateralidade, que já tiveram consequências funestas no passado. 

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O Mali, a França, a UE e as pretensões brasileiras na ONU

Por mateus

A intervenção militar da França inscreve-se nos parâmetros gerais das acções militares do género, estando preenchidos dois requisitos básicos: a legitimação externa e interna e o interesse. A legitimidade advém da autorização da ONU e do fato de a acção provir de governo legítimo em auxílio solicitado pelo Governo legítimo do Mali, além de ter o apoio da Otan e da União Europeia. O interesse tem a ver com o problema do avanço, em África, de grupos radicais islamistas associados à Alqaeda e com a tentativa de avanço para a orla sul do Mediterrâneo, frente à Europa. Veja-se que, a par do domínio do Norte de Mali por esses grupos, houve simultaneamente a tomada do centro enegético do sul da Argélia com sequestro de centenas de trabalhadores (incluindo europeus) por um grupo armado extremista. A Argélia, um dos países da dita Primavera Árabe, orla o Mediterrâneo e o Mali pega com a Argélia...

Porquê a França e não outro país a intervir? Isso é outra história. A ligação do Mali com a França é conhecida... Mas não é a 1ª vez que a França interveio num país africano  E da intevenção anterior, seja feita por França, seja pelos EUA, não resultou qualquer domínio colonial...  

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Redução na tarifa de energia vai vigorar a partir de quinta

Do Blog do Planalto

Brasil vai ter energia cada vez melhor e mais barata, afirma Dilma em pronunciamento

A presidenta Dilma Rousseff afirmou, em pronunciamento, que, a partir desta quinta-feira (24), passará a vigorar a redução de 18% na tarifa de energia para os consumidores residenciais. Para o comércio e a indústria, a diminuição será de até 32%. O corte é ainda maior do que o anunciado pela presidenta em setembro de 2012: 16,2% para residências e até 28% para a indústria. Dilma também disse que o Brasil é um dos poucos países que ao mesmo tempo reduz a tarifa de luz e aumenta a produção de energia. Leia mais »

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