Dilma quer 100% dos royalties na educação

Por Assis Ribeiro

Do blog do Fernando Rodrugues/Uol

O que pensa e o que promete Dilma

Em entrevista ao “Valor”, presidente faz promessas para o restante de seu mandato

A presidente Dilma Rousseff deu uma entrevista Vera Brandimarte e a Claudia Safatle, do jornal “Valor”. Nas suas respostas, fez promessas para os seus dois últimos anos de mandato:

-       100% dos royalties do petróleo investidos na educação;

-       buscar um crescimento de 4% ao ano para o PIB;

-       apoio à indústria brasileira na busca de competitividade;

-       uma reforma para revitalizar o mercado de capitais.

A entrevista completa, para assinantes do “Valor”, pode ser lida aqui. A seguir, as promessas de Dilma:

Apoio à indústria brasileira

“Dentro do governo há uma convicção de que nós não iremos para um caminho de desenvolvimento se nós não dermos importância à indústria”

“Nós temos obrigação de ter os olhos voltados para a indústria. Não é que tenhamos que proteger a nossa indústria, nós temos é que torná-la cada vez mais competitiva. E a indústria não se tornará competitiva se nós não tivermos uma parceria público-privada, ou seja, o Estado e o setor privado brasileiros vão ter de fazer um esforço inaudito. Leia mais »

O fórum sobre o Brasil organizado pelo El País

Do El País

Dilma Rousseff participa en el foro sobre Brasil organizado por EL PAÍS

El debate estará centrado en el crecimiento de este país de la mano de políticos y empresarios

La presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, tiene previsto inaugurar este lunes en el Teatro Real de Madrid el foro de debate y reflexión organizado por EL PAÍS con el diario brasileñoValor Económico. El debate, denominado Brasil: en la senda del crecimiento, estará centrado en el crecimiento de este país en educación e innovación, infraestructuras y energía, de la mano de diferentes líderes políticos y empresarios españoles y brasileños.

El encuentro en el que participa Rousseff, que será presentada por Juan Luis Cebrián, presidente de EL PAÍS, está organizado en torno a dos paneles de debate: economía del conocimiento y los desafíos de la era del crecimiento, que reunirá a Luciano Coutinho, presidente de BNDES; Aloizío Mercadante, ministro de Estado da Educação de Brasil; José Ignacio Wert, ministro de Educación, Cultura y Deporte de España; Marco Antonio Raupp, ministro da Ciencia, Tecnología e Innovación de Brasil, y Javier Monzón, presidente de Indra.

El segundo panel, dedicado a infraestructuras y energía, contará con la presencia de Santiago Fernández Valbuena (Telefónica Latinoamérica), Bernardo Figueiredo (presidente da Empresa de Planejamento e Logística), José Ignacio Sánchez Galán (Iberdrola), Mauricio Tolmasquim (presidente da Empresa de Pesquisa Energética). Lo modera Javier Moreno, director de EL PAÍS. Leia mais »

Nova classe média é um sucesso, Lula e Dilma os artifices

A passagem da faixa presidencial significou muito mais que uma simples transição de governo, mas um aprofundamento das políticas econômica e social que elevaram o país à 6ª maior economia do planeta e retiraram da pobreza dezenas de milhões Leia mais »

Austeridade sem crescimento não resolve, alerta Dilma

Do Estadão

Austeridade sozinha não ajudará Europa, diz Dilma

‘Sem crescimento, será muito difícil para as nações obterem êxito com a sua consolidação fiscal’, afirmou a presidente

Leticia Pakulski, da Agência Estado

CÁDIZ, ESPANHA - A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, alertou neste sábado que as políticas de austeridade na Europa não estão funcionando e que, a menos que os países se concentrem em encontrar novas formas de crescer, a recessão só vai se aprofundar. "O Brasil defende que uma consolidação fiscal exagerada e simultânea na Europa não é a melhor resposta à crise mundial e pode até levar a um agravamento da recessão", afirmou a presidente, em seu discurso na abertura da 22ª Cúpula Ibero-Americana, realizada na cidade costeira de Cádiz.

"Sem crescimento, será muito difícil para as nações obterem êxito com a sua consolidação fiscal", acrescentou Dilma. Ela disse ainda que a economia brasileira foi afetada pela crise europeia, porque o comércio internacional desacelerou. A presidente exortou os países que não estão enfrentando déficit e dívida elevados a investir mais e aumentar importações para ajudar a promover o crescimento. As informações são da Dow Jones.

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A judicialização no setor elétrico

Por Observando...

Quem está com a razão? O governo, as empresas e o mercado ou nenhum deles? É um tema econômico, mas também político, desde que a presidente Dilma se antecipou à própria votação da MP no Congresso e anunciou ao país pela TV a redução do valor das tarifas de energia elétrica.

Do Estadão

Empresas de energia recorrem contra regras para renovação de contratos

Renée Pereira e Luiz Guilherme Gerbelli, de O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO - Três empresas entraram com recurso administrativo no Ministério de Minas e Energia questionando as regras da Medida Provisória 579 sobre a renovação das concessões. São elas: a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP), a Companhia Energética de São Paulo (Cesp) e a Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), informou o ministério. Outra reação às medidas veio dos investidores, que derrubaram as ações da Eletrobrás em 13,27% ontem - o pior resultado em sete anos.

Nos processos encaminhados ao ministério, as empresas reivindicam a revisão no valor das indenizações das usinas e das tarifas estabelecidas para a operação e manutenção, além de questionar as bases da minuta do Termo Aditivo ao Contrato de Concessão para ser assinado pelas concessionárias que aderirem à proposta do governo. No caso da Cteep, a empresa solicitou ao governo a inclusão da indenização de ativos anteriores a 2000 - que foram excluídos pelo governo.

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A discussão entre Dilma e Aécio sobre a Cemig

Por Marco Antonio L.

Do Balaio do Kotscho

Energia: Dilma vai responder a ataques de Aécio

Ricardo Kotscho

A presidente Dilma Rousseff decidiu responder aos ataques que vem recebendo nos últimos dias do senador mineiro Aécio Neves, virtual presidenciável do PSDB, na polêmica discussão sobre a Medida Provisória 579, que prevê a redução das tarifas de energia elétrica a partir de janeiro.

Ao sair em defesa da Cemig (Centrais Elétricas de Minas Gerais), Aécio acusou o governo federal de quebra de contratos e ameaçou recorrer ao Supremo Tribunal Federal, em entrevista concedida ao jornal "Valor":

"No caso da Cemig e no que diz respeito a esta questão do contrato assinado, nós não vamos aderir e vamos judicializar a questão. Se o governo impuser um rolo compressor nesta matéria nós vamos ao STF e acho quer vamos ganhar". Leia mais »

Kassab quer apoio de PSD à Dilma em 2014

Do iG

Kassab quer apoio oficial do PSD à reeleição de Dilma em 2014

Depois de dar seu apoio pessoal à presidenta, Kassab quer que seu partido deixe posição de independência e migre oficialmente para a base do governo; PSD negocia ministério

Luciana Lima

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab , declarou seu apoio pessoal à reeleição da presidentaDilma Rousseff em 2014 e, para levar o apoio oficial do seu partido para a candidatura governista, dará início a uma série de consultas aos diretórios regionais e municipais. Kassab recebeu nesta terça-feira o Prêmio Transparência e Fiscalização Pública, concedido pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados. Ontem, ele foi recebido para um jantar com a presidenta no Palácio da Alvorada. Leia mais »

Dilma prioriza redução do custo Brasil e mais produtividade

Governo Dilma aprofunda ações do Estado como elemento indutor da economia e tem lançado mão de uma série de medidas para reduzir custo da produção e aumentar a produtividade da indústria brasileira. Leia mais »

Lula e Campos, PT e PSB são os vitoriosos. Dilma agradece

Apesar de algumas disputas regionais entre PSB e PT, Lula, Dilma e Campos saem ainda mais fortalecidos destas eleições municipais. Em São Paulo os dois partidos caminharam juntos na vitória de Fernando Haddad. Leia mais »

Vitória de Haddad é o triunfo sobre o impopulismo* golpista

Fernando Haddad, do PT, eleito prefeito de São Paulo: nesta imagem é possível identificar todos os vencedores. Leia mais »

A história e a fotografia da História

Por Adjutor Alvim

Re: Inquérito apura ligação entre Dantas e PT

Da Folha

Coluna Kennedy Alencar

Dilma vai defender Lula

A presidente Dilma Rousseff e seus principais ministros têm dito em conversas reservadas que não aceitarão que a oposição ou que setores do Judiciário e do Ministério Público tentem trazer o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma contenda política e judicial que envolva o mensalão.

Uma cena de bastidor nesta sexta (05) em Brasília ilustra bem essa disposição. Juntos num evento, o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral) e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto, tiveram uma conversa áspera.

Numa versão dada em Brasília, Ayres Britto teria dito que separava Dilma e Carvalho dos réus do mensalão. Ou seja, para ele, há petistas e há petistas.

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A política econômica, segundo Dilma

Autor: 

Coluna Econômica

Os discursos de Dilma são o melhor instrumento para saber o que ela pensa sobre economia. A presidente tem por hábito enfiar "cacos" no discurso, explicitando melhor seu pensamento.

Foi o que aconteceu no discurso que proferiu na cerimônia de "As Empresas Mais Admiradas", da revista Carta Capital.

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Nela, ficou claro o compromisso do governo com a produção, interrompendo vinte anos de desatenção que desarticularam o sistema industrial brasileiro. Ao longo do discurso foi encaixando as principais medidas que seguem a lógica anunciada.

A primeira, foi a importância do câmbio para defender a produção brasileira. Enfatizou que a política econômica dos países centrais - inundando o mercado de moedas ao mesmo tempo em que travam a economia com metas fiscais rígidas - é prejudicial aos países emergentes. Primeiro, por desvalorizar suas moedas, frente às dos emergentes; depois, por manter a economia estagnada. Cada país central mata seu mercado interno com políticas fiscais recessivas; depois desvalorizam suas moedas para que a produção local possa ser direcionada para o mercado externo.

Enfatizou a posição brasileira, de que o câmbio é a pior forma de competição comercial, não estando sujeito a nenhuma forma de controle da Organização Mundial do Comércio. Leia mais »

A reação da imprensa ao discurso de Dilma na ONU

Por zanuja castelo branco

Da Carta Maior

A reação entreguista interna ao pronunciamento de Dilma na ONU

É repulsiva a tentativa dos dois principais comentaristas de noticiários da Globo, Carlos Sardenberg, na economia, e Arnaldo Jabor, na política, de enxovalhar cada um dos pronunciamentos da Presidenta Dilma Roussef, inclusive o recente discurso na ONU. Sabemos que falam para um público específico, os inconformados com o exercício do poder pelo PT, mas se tratando de um órgão de comunicação de massa era de se esperar algum pudor. O artigo é de J. Carlos de Assis.

É repulsiva a tentativa dos dois principais comentaristas de noticiários da Globo, Carlos Sardenberg, na economia, e Arnaldo Jabor, na política, de enxovalhar cada um dos pronunciamentos da Presidenta Dilma Roussef, inclusive o recente discurso na ONU. Sabemos que eles falam para um público muito específico, os inconformados com o exercício do poder pelo PT, mas se tratando de um órgão de comunicação de massa era de se esperar algum pudor, mesmo porque a esmagadora maioria da opinião pública apoia Dilma. Leia mais »

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Dilma discursa sobre Oriente Médio e ganha aplausos na ONU

Por Assis Ribeiro

Da BBC Brasil

Na ONU, Dilma foca em economia, mas é aplaudida ao falar de Oriente Médio

Apesar da ênfase na economia, foram os trechos a respeito de política internacional no discurso da presidente Dilma Rousseff que mais despertaram a reação das delegações que lotaram o plenário da ONU nesta terça-feira.

Três vezes ao longo de sua intervenção ao abrir a 67ª Assembleia Geral das Nações Unidas a presidente despertou aplausos que, ao serem repetidamente ignorados, se tornaram mais discretos.

Todos foram durante trechos que tratavam da questão do Oriente Médio: quando condenou a violência na Síria, mas disse que "não há solução militar" para o conflito; quando repudiou o que chamou de "preconceito islamofóbico nos países ocidentais"; e quando defendeu a criação do Estado palestino como a única maneira de "atender aos anseios de Israel de paz com seus vizinhos".

Dilma disse que parte da "dificuldade" da comunidade internacional de lidar com os conflitos regionais se dá pela falta de representatividade do Conselho de Segurança da ONU, onde apenas cinco membros – EUA, Rússia, Grã-Bretanha, França e China – fazem parte do conselho permanente e gozam do poder de vetar as decisões. Leia mais »