O "acolhimento". Diferentes práticas na psicologia

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A 2ª Mostra Nacional de Práticas em Psicologia recebeu mais de 5 mil relatos, que mostram a beleza, a importância e abrangência do trabalho de seus profissionais no país. Suas práticas são classificadas em 19 áreas de atuação, com 14 diferentes processos de trabalho. Leia mais »

Pesquisa revela baixa qualidade do ensino superior

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Entre os estudantes do ensino superior, 38% não dominam habilidades básicas de leitura e escrita, segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), divulgado pelo Instituto Paulo Montenegro (IPM) e pela ONG Ação Educativa. O indicador reflete o expressivo crescimento de universidades de baixa qualidade.

Criado em 2001, o Inaf é realizado por meio de entrevista e teste cognitivo aplicado em uma amostra nacional de 2 mil pessoas entre 15 e 64 anos. Elas respondem a 38 perguntas relacionadas ao cotidiano, como, por exemplo, sobre o itinerário de um ônibus ou o cálculo do desconto de um produto.

O indicador classifica os avaliados em quatro níveis diferentes de alfabetização: plena, básica, rudimentar e analfabetismo. Aqueles que não atingem o nível pleno são considerados analfabetos funcionais, ou seja, são capazes de ler e escrever, mas não conseguem interpretar e associar informações.

Segundo a diretora executiva do IPM, Ana Lúcia Lima, os dados da pesquisa reforçam a necessidade de investimentos na qualidade do ensino, pois o aumento da escolarização não foi suficiente para assegurar aos alunos o domínio de habilidades básicas de leitura e escrita. Leia mais »

Greve dura 93 dias e Governador diz esta disposto a negociar

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O governador do Estado, Jaques Wagner, admitiu, em entrevista coletiva na tarde de quarta-feira, 11, após reunião com membros do Ministério Público do Estado (MP-BA), que está aberto a buscar soluções para que a greve dos professores da rede estadual, que já dura 93 dias, seja encerrada ainda esta semana.

“Estamos tentando, dentro das nossas limitações financeiras, melhorar a proposta e chegar a um acordo. Esperamos que, na sexta-feira, eles possam conclamar toda a categoria para retornar às salas de aula. Não se trata de perder ou ganhar, estamos procurando a melhor solução”, afirmou o governador.

Durante a reunião, foram apresentados  documentos que comprovam a situação fiscal do governo, além das contas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), solicitadas pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB).

Wagner disse, ainda, que, dentre os impasses que impediram a negociação, estão os limites financeiros da Lei de Responsabilidade Fiscal. No entanto, garantiu que pode existir um acordo que possa agradar aos docentes.
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"Socialmente importante, economicamente decisivo"

Ministro Mantega, 10% do PIB em investimentos em educação não quebrará o país, muito pelo contrário, construirá  bases mais fortes para sustentá-lo e mantê-lo em saudável e contínuo crescimento econômico e social  Leia mais »

Mantega: 10% do PIB para educação quebrariam o País

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira que o aumento da verba para educação aprovado no Congresso nos últimos dias, que destina 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para o setor, podem "quebrar o Estado brasileiro".

"Claro que nós somos favoráveis ao aumento de investimento na educação. Hoje ele representa 5,1% do PIB, e vai para 7% conforme o programa que nós aprovamos", explicou Mantega durante seminário promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide). "Agora, passar para 10% de maneira intempestiva põe em risco as contas públicas. Isso vai quebrar o Estado brasileiro, então não vai beneficiar porque depois você vai ter que rever isso e não vai ter recursos pra educação".

De acordo com o ministro, o Plano Nacional de Educação é apenas um dos "riscos" à solidez fiscal que o País alcançou nos últimos anos. "Temos feito um trabalho de redução de gasto de custeio no governo federal, mas sempre nos deparamos com riscos de que o Parlamento aprove determinadas medidas que aumentem o custo de uma hora para outra de magnitude extraordinária", criticou ele.
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Professores estaduais vaiam Wagner no 2 de Julho

Os professores estaduais (Bahia), em greve há mais de 80 dias, prometeram e cumpriram: organizaram uma grande manifestaçao durante o cortejo do 2 de Julho. A categoria está divivida em 10 alas, como dos aposentados, ditadura, estudantes, e ostentam um judas do governador Jaques Wagner. Muitas vaias foram dirigidas ao governador desde sua chegada e o Largo da Lapinha foi isolado por grades e policiais militares.

Devido ao enorme protesto, o governador e sua comitiva adiantaram o passo e já seguiram em direção ao Barbalho.

"É um protesto para mostrar à população que os professores em greve precisam de ajuda. Não somos professores de ponta, mas mas temos potencial e temos que ser valorizados", disse um dos diretores da APLB Sindicato e integrante do comando de greve, Valmir Assis, em referência às declarações do professor Jorge Portugal ao Metro1.

Em contato com o Metro1, o deputado e presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), classificou o protesto dos professores como algo normal e disse que é um "direito do trabalhador".

Verba do Fundeb Leia mais »

Licitação de R$ 6,8 milhões dispensada na Bahia

Capitaneada pelo professor Jorge Portugal, a empresa Abais Conteúdos Educativos e Produção Cultural acumulou pelo menos R$ 6,8 milhões em contratos com o governo do Estado nos últimos quatro anos – todos eles com dispensa ou inexigibilidade de licitação. Os contratos foram firmados com o Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb), para realização dos programas televisivos “Tô Sabendo” e “É Bom Saber”, e com a Secretaria de Educação do Estado (SEC).

Orçado em R$ 1,6 milhão, o último contrato firmado teve por objetivo a organização de 384 aulões preparatórios para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O caráter emergencial da contratação despertou críticas de deputados de oposição e de sindicalistas ligados ao movimentos dos professores. Portugal alega que os questionamentos são infundados: “Estou sendo bombardeado por um sensacionalismo moralista. Este projeto é sonho dourado de qualquer aluno da rede pública ou particular, pois reúne professores dos melhores colégios e cursinhos”.
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10 questões para a Escola de Tempo Integral

Por Sônia Aranha

A Resolução CNE/CBE  N.07/2010 que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 anos dedica dois artigos para a questão da Escola em Tempo Integral:

Art. 36 Considera-se como de período integral a jornada escolar que se organiza em 7 (sete) horas diárias, no mínimo, perfazendo uma carga horária anual de, pelo menos, 1.400 (mil e quatrocentas) horas.

Parágrafo único. As escolas e, solidariamente, os sistemas de ensino, conjugarão esforços objetivando o progressivo aumento da carga horária mínima diária e, consequentemente, da carga horária anual, com vistas à maior qualificação do processo de ensino-aprendizagem, tendo como horizonte o atendimento escolar em período integral.
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10 questões para a Escola de Tempo Integral

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A Resolução CNE/CBE  N.07/2010 que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 anos dedica dois artigos para a questão da Escola em Tempo Integral:

Art. 36 Considera-se como de período integral a jornada escolar que se organiza em 7 (sete) horas diárias, no mínimo, perfazendo uma carga horária anual de, pelo menos, 1.400 (mil e quatrocentas) horas.

Parágrafo único. As escolas e, solidariamente, os sistemas de ensino, conjugarão esforços objetivando o progressivo aumento da carga horária mínima diária e, consequentemente, da carga horária anual, com vistas à maior qualificação do processo de ensino-aprendizagem, tendo como horizonte o atendimento escolar em período integral.
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Greve dos professores na Bahia, Sem data para acabar

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Greve dos professores ultrapassa o 70o dia sem avanço nas negociações e sem que o bom-senso prevaleça Leia mais »

Exclusão digital: Apenas 4% das escolas públicas têm PCs

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A pesquisa TIC Educação 2011, produzida pelo CETIC.br, do Comitê Gestor da Internet, divulgada nesta terça-feira, 19/06, na capital paulista, revela que o Brasil está muito atrasado no uso das ferramentas de TIC nas escolas e na prática pedagógica. O estudo mostra, por exemplo, que a banda larga não é realidade para a maioria das escolas, mesmo que elas tenham algum ponto de conexão à Internet.

O grande problema, observa o TIC Educação 2011, é que 55% das escolas têm conexão entre 256Kbps e 2 Mbps, para ser compartilhada, em média, por 500 alunos, nas escolas públicas. Apenas 6% das escolas pesquisadas têm velocidades de conexão superiores a 8 Mbps. E pior: 27% das escolas pesquisadas desconhecem o valor de conexão da Internet. E o levantamento não leva em conta as escolas rurais, onde há problemas de infraestrutura de telecom.

"Há problema, sim, de acesso à banda larga, mas há questões estruturais que devem ser cuidadas. Entre eles, a disponibilidade da energia elétrica. Não basta ter banda larga, ela precisa funcionar e ajudar na prática pedagógica", observa Juliano Cappi, responsável pelo estudo no CETIC.br.
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Secretário tece duras críticas aos Grevistas na Bahia

 O secretário estadual de Comunicação do estado da Bahia, Robinson Almeida, teceu duras críticas à condução da greve dos professores da rede estadual de ensino, que completa 65 dias nesta sexta-feira (15), e às lideranças do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), acusados de "radicalismo", "falta de equilíbrio" e "agressividade".

"Falta equilíbrio por parte da direção do movimento porque fixou-se em uma única proposta - ou paga 22,22% este ano ou não volta para a sala de aula. [...] O movimento tem sido conduzido com um grau de agressividade incompatível com as próprias lideranças, muitas delas inclusive integram partidos que compõem a base do governo. [...] Existe um radicalismo sem controle", afirmou em entrevista ao programa Acorda pra Vida, da Rede Tudo FM 102.5, antes de fazer um apelo às "lideranças mais experientes para que conduzam uma avaliação racional e equilibrada do mérito da proposta". Leia mais »

Porque escolas deveriam usar apenas software livre

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Por marcelosoaressouza

 

Existem razões gerais pelas quais todos os usuários de computador deveriam insistir em software livre: ele dá aos usuários a liberdade de controlar seus próprios computadores — com software proprietário, o computador faz o que o dono do software quer, não o que o usuário quer. O software livre também dá aos usuários a liberdade de cooperar uns com os outros e levar a vida com retidão. Essas razões se aplicam às escolas tanto quanto a qualquer pessoa. O propósito desse artigo é expor razões adicionais que se aplicam especificamente a educação.

Atividades educacionais (incluindo escolas) têm o dever se ensinar apenas software livre. Aqui estão os motivos.

Em primeiro lugar, o software livre pode poupar dinheiro às escolas. Ele proporciona às escolas, como a outros usuários, a liberdade de copiar e redistribuir o software, de modo que o sistema escolar pode fazer cópias para todos os computadores que possui. Em países pobres isso pode ajudar a acabar com a dívida digital. Leia mais »

Porque Escolas Deveriam Usar Exclusivamente Software Livre

Autor: 

 

Existem razões gerais pelas quais todos os usuários de computador deveriam insistir em software livre: ele dá aos usuários a liberdade de controlar seus próprios computadores — com software proprietário, o computador faz o que o dono do software quer, não o que o usuário quer. O software livre também dá aos usuários a liberdade de cooperar uns com os outros e levar a vida com retidão. Essas razões se aplicam às escolas tanto quanto a qualquer pessoa. O propósito desse artigo é expor razões adicionais que se aplicam especificamente a educação.

Atividades educacionais (incluindo escolas) têm o dever se ensinar apenas software livre. Aqui estão os motivos.

Em primeiro lugar, o software livre pode poupar dinheiro às escolas. Ele proporciona às escolas, como a outros usuários, a liberdade de copiar e redistribuir o software, de modo que o sistema escolar pode fazer cópias para todos os computadores que possui. Em países pobres isso pode ajudar a acabar com a dívida digital. Leia mais »

O investimento e a propaganda de SP na política educacional

Por Letícia Nery

Desgoverno,ou quando a propaganda é maior que o investimento

Em seu sítio eletrônico o governo do Estado de São Paulo se vangloria de seu plano de educação: “Quando o assunto é Educação, o Governo do Estado não economiza investimentos e planejamento. Trabalha hoje para equiparar a qualidade do ensino da rede estadual a níveis internacionais de avaliação nos próximos anos.” Saindo do campo de propaganda, não é bem essa a situação observada. Em 2011, primeiro ano de mandato de Geraldo Alckmin(PSDB) os investimentos foram reduzidos em 55% em todo o Estado, segundo dados do SIGEO (Sistema de Informações Gerenciais da Execução Orçamentária do Estado). Os cortes, que atingem praticamente todas as pastas governamentais, são especialmente notáveis na área em que o governo estadual diz não economizar recursos, a Educação. O setor sofreu redução de 77% nos investimentos entre 2010 e 2011, de R$ 124,5 milhões repassados em 2010 repassou-se apenas $28 milhões em 2011. Um corte assim, levando em conta fatos educacionais como o de 890 mil estudantes estarem em salas nas escolas estaduais com mais alunos que o indicado, segundo a própria secretaria, dificulta o objetivo governamental de “equiparar a qualidade do ensino da rede estadual a níveis internacionais de avaliação” .

As reduções também foram duramente sentidas em áreas essenciais, como a de Saúde Pública, com redução de R$ 186,1 milhões (de R$ 391,7 milhões em 2010 para R$ 205,5 milhões em 2011), a de Segurança Pública, com corte de R$ 121,9 milhões (de R$194,6 milhões em 2010 para R$72,7 milhões em 2011) e a de Meio Ambiente, que sofreu redução de R$ 42 milhões (de R$ 48,3 milhões em 2010 para somente R$6,3 milhões em 2011). Leia mais »