Desgoverno,ou quando a propaganda é maior que o investimento

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Em seu sítio eletrônico o governo do Estado de São Paulo se vangloria de seu plano de educação: “Quando o assunto é Educação, o Governo do Estado não economiza investimentos e planejamento. Trabalha hoje para equiparar a qualidade do ensino da rede estadual a níveis internacionais de avaliação nos próximos anos.” Saindo do campo de propaganda, não é bem essa a situação observada. Em 2011, primeiro ano de mandato de Geraldo Alckmin(PSDB) os investimentos foram reduzidos em 55% em todo o Estado, segundo dados do SIGEO (Sistema de Informações Gerenciais da Execução Orçamentária do Estado). Os cortes, que atingem praticamente todas as pastas governamentais, são especialmente notáveis na área em que o governo estadual diz não economizar recursos, a Educação. O setor sofreu redução de 77% nos investimentos entre 2010 e 2011, de R$ 124,5 milhões repassados em 2010 repassou-se apenas $28 milhões em 2011. Leia mais »

Estudantes da Unila denunciam abuso de poder policial

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Agustina saiu do Uruguai há dois anos para estudar na Unila e desde então tem gostado muito do curso, mas está em dúvida se vai continuar estudando. Ela se preocupa, inclusive, com a repercussão que esta ação terá no restante da América Latina. “Eu não sei se vou continuar estudando porque isso passou dos limites, hoje eu não me sinto segura aqui em casa”, disse.

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A GREVE NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS E NA UNIFESP

A GREVE NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS E NA UNIFESP

 

 Osasco, 25/05/2012

 

A UNIFESP, assim como outras 44 Universidades federais num total de 59, encontra-se em greve. Esta greve é resultado de um impasse, mas, principalmente, de uma atitude protelatória do governo em relação à negociação sobre a carreira docente das Universidades Federais que, estabelecida a partir de uma greve ocorrida em 1987, encontra-se defasada em relação às atuais condições de funcionamento das instituições federais de ensino superior, que estão passando por um acelerado processo de expansão nos últimos anos.

Os professores das Universidades Federais têm defendido essa expansão, afirmando, porém que esse processo não pode colocar em risco a qualidade das atividades de ensino, pesquisa e extensão universitária. Defendem que essa expansão, que é bem vinda para a sociedade e estratégica para o desenvolvimento nacional, não seja feita com o sacrifício da infraestrutura material das instituições e com o prejuízo das condições de trabalho dos docentes. Leia mais »

Convite AP Diretrizes Curriculares Nac. Educação Ambiental

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

SGAS Av. L2 Sul, Quadra 607, Lote 50, (61) 2022-7700 CEP 70200-670, Brasília/DF

Ofício Circular n°17/2012/SE/CNE/MEC

Brasília, 15 de maio de 2012.

Assunto: Convite para audiência pública sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental

1. A Comissão Bicameral do Conselho Nacional de Educação, destinada a estabelecer Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental, e a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI/MEC) convidam Vossa Senhoria para participar de audiência pública, no dia 25 de maio de 2012, das 14h às 18h, na Sala Cecília Meireles, sede do CNE, localizada na Av. L2 Sul, Quadra 607, Lote 50, Brasília, DF.

2. A referida audiência pública terá como objetivo colher subsídios no intuito de construir Diretrizes que expressem os interesses e os desejos de todos os envolvidos com a educação nacional.

3. Solicitamos a Vossa Senhoria ou outro representante dessa prestigiosa entidade a gentileza de enviar a confirmação de presença para o e-mail: cnese@mec.gov.br.
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Um país tumultuado

                                               Um país tumultuado


 


            O Brasil é hoje o país da dengue, da fome disfarçada e dos anafalbetos. Leia mais »

O retrato da Secretaria de Educação de São Paulo

Por Sônia Aranha

Todo mundo sabe, do mais leigo ao titulado cidadão, que em nosso país há atos normativos que disciplinam a educação de necessidades especiais, conferindo-lhes um caráter inclusivo.E todos da área educacional deveriam saber que consta na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) dispositivos que dizem respeito a aceleração de estudos e a reclassificação de alunos superdotados.

Mas parece que isso não se aplica aos supervisores de ensino da capital paulista, vinculados a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo que, em seus dezoito anos de mesma política educacional, está a caducar, já que o vigor das ideais desapareceu dando passagem para uma visão tacanha e obscurantista. Leia mais »

Clone de Secretaria de Educação Paulista está a caducar

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Todo mundo sabe, do mais leigo ao titulado cidadão, que em nosso país há atos normativos que disciplinam a educação de necessidades especiais, conferindo-lhes um caráter inclusivo.E todos da área educacional deveriam saber que consta na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) dispositivos que dizem respeito a aceleração de estudos e a reclassificação de alunos superdotados.

Mas parece que isso não se aplica aos supervisores de ensino da capital paulista, vinculados a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo que, em seus dezoito anos de mesma política educacional, está a caducar, já que o vigor das ideais desapareceu dando passagem para uma visão tacanha e obscurantista.

Linha de frente da SE-SP são os supervisores de ensino. São o contato entre escola  e   a Secretaria e responsáveis pela fiscalização das escolas públicas estaduais e privadas. E, em pleno século XXI, deveriam compor uma rede de compartilhamento de informações com vistas à superação dos problemas encontrados junto ao ensino e o aprendizado dos alunos. 
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Secretaria de Educação Paulista está a caducar

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Todo mundo sabe, do mais leigo ao titulado cidadão, que em nosso país há atos normativos que disciplinam a educação de necessidades especiais, conferindo-lhes um caráter inclusivo.E todos da área educacional deveriam saber que consta na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) dispositivos que dizem respeito a aceleração de estudos e a reclassificação de alunos superdotados.

Mas parece que isso não se aplica aos supervisores de ensino da capital paulista, vinculados a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo que, em seus dezoito anos de mesma política educacional, está a caducar, já que o vigor das ideais desapareceu dando passagem para uma visão tacanha e obscurantista.

Linha de frente da SE-SP são os supervisores de ensino. São o contato entre escola  e   a Secretaria e responsáveis pela fiscalização das escolas públicas estaduais e privadas. E, em pleno século XXI, deveriam compor uma rede de compartilhamento de informações com vistas à superação dos problemas encontrados junto ao ensino e o aprendizado dos alunos. 
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Educação em SP atrasa avanços nacionais

Nassif e amigas/os, vejam artigo demolidor sobre a educação em São Paulo.

Gustavo Cherubine.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/42134-reforma-da-educacao-e-os-...

 

São Paulo, sexta-feira, 11 de maio de 2012

 

JORGE GUIMARÃES

 

TENDÊNCIAS/DEBATES

 

Reforma da educação e os estudantes de SP

 

Em 2004, fizemos um grande diagnóstico sobre o gargalo entre a educação básica e a educação superior e nos dispusemos a transformá-lo

 

No período entre 2000 e 2010, enquanto no Brasil (exceto São Paulo) o número de concluintes de ensino médio aumentou em 134 mil, em São Paulo, houve queda de 196 mil.

 

Além disso, dados do Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) mostram que, desde 1995, a proficiência dos jovens do Estado de São Paulo nos exames nacionais caiu dramaticamente.

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Os dados do Censo 2010 sobre o Amazonas

Por Robson Franco

Amazonas, nem tão bem na foto

Os números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira, 27, ainda referentes ao Censo 2010, traduzem alguns avanços sociais, mas são ainda sofríveis e necessitam de ações do poder público para melhorar as condições de vida da população do Amazonas.

No quesito educação, por exemplo, o percentual de 8,8% de pessoas entre seis a 14 anos de idade fora da escola dá ao Estado do Amazonas o troféu de pior unidade da federação nessa questão, muito longe de Santa Catarina com apenas 2,2% dessa faixa etária sem frequentar a escola.

Na faixa seguinte, de adolescentes entre 15 e 17 anos, embora o Amazonas esteja em quinto lugar entre os piores, com 19,6% desse contingente etário fora da escola, também não é nada de que se deva ter orgulho.

Quando a análise recai sobre a população com 25 anos de idade ou mais, é de se registrar que houve melhoria. Se em 2000, o percentual de amazonenses com o Ensino Médio era de 23,1%, dez anos depois se contabiliza contingente de 37,8% com pelo menos esse nível de escolaridade. Leia mais »

Amazonas, nem tão bem na foto

Os números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira, 27, ainda referentes ao Censo 2010, traduzem alguns avanços sociais, mas são ainda sofríveis e necessitam de ações do poder público para melhorar as condições de vida da população do Amazonas.

No quesito educação, por exemplo, o percentual de 8,8% de pessoas entre seis a 14 anos de idade fora da escola dá ao Estado do Amazonas o troféu de pior unidade da federação nessa questão, muito longe de Santa Catarina com apenas 2,2% dessa faixa etária sem frequentar a escola. Leia mais »

Bóris Casoy volta a mostrar seu preconceito latente

Autor: 

Por DiAfonso*

 

 

 

Palavras do Bóris Casoy [transcrição de áudio]:

 

 

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A judicialização da educação escolarizada

Por Sônia Aranha

As escolas estão a enfrentar um novo desafio: o da judicialização das relações escolares. Um fenômeno que tem crescido a olhos vistos , principalmente nos últimos anos. Segundo os Chrispinos*, isso se deve a várias causas, mas o mais importante, a meu ver, é a fragilidade do diálogo  entre escola , de um lado, e de pais e alunos de outro.

A escola com sua tradição de encastelamento e , portanto, com pouca ou nenhuma disposição para o ouvir,  não tem aberto as portas para uma busca  efetiva de soluções para os problemas escolares e , em muitos casos, negligenciam até a legislação vigente , razão pela qual os pais de alunos acabam buscando a intervenção do Judiciário.     Leia mais »

A judicialização da educação escolarizada

Autor: 

As escolas estão a enfrentar um novo desafio: o da judicialização das relações escolares. Um fenômeno que tem crescido a olhos vistos , principalmente nos últimos anos. Segundo os Chrispinos*, isso se deve a várias causas, mas o mais importante, a meu ver, é a fragilidade do diálogo  entre escola , de um lado, e de pais e alunos de outro.

A escola com sua tradição de encastelamento e , portanto, com pouca ou nenhuma disposição para o ouvir,  não tem aberto as portas para uma busca  efetiva de soluções para os problemas escolares e , em muitos casos, negligenciam até a legislação vigente , razão pela qual os pais de alunos acabam buscando a intervenção do Judiciário.    
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O Brasilianas com o físico Sérgio Mascarenhas

Programa exibido pela TV Brasil no dia 26 de março, com o físico Sérgio Mascarenhas.