O Cafezinho vai fundo no desmonte de 'denúncia' da Folha

De O Cafezinho, de Miguel do Rosário

Desmontando a “pegadinha” da Folha

O Fernando Brito já escreveu alguma coisa sobre a nova farsa da Folha, cuja manchete hoje é nada mais que um ataque político rasteiro à iniciativa do governo federal de ampliar o número de médicos por habitante no país. Mas O Cafezinho também fez pesquisas sobre o tema e levantou informações interessantes.

Em primeiro lugar, o ministro da Saúde avisou há tempos que o prefeito que demitir médico estará violando o acordo com o governo federal, visto que o objetivo do programa é ampliar o número de médicos no país. E a prefeitura acabará perdendo dinheiro porque o governo cancelará o convênio com a prefeitura que fizer isso. Agora, um programa dessa magnitude, num país com 5.500 municípios, necessariamente implicará em fatos dessa natureza. Se não há médico brasileiro querendo ir ao interior, é natural que haja médicos brasileiros no interior querendo sair, ou trabalhando de má vontade, sem cumprir expediente.

Entretanto, o problema me parece ainda mais grave que isso. Fui pesquisar, individualmente, todos os exemplos citados pela Folha, de prefeitos que estão, supostamente, demitindo médicos para substituí-los pelos profissionais enviados pelo Ministério da Saúde. E descobri que a Folha conseguiu escolher a dedo.

Vamos lá.

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Da mídia para o PSDB: se não tem tu, vai tu mesmo.

Autor: 

citizen-kane

Se não tem tu, vai tu mesmo. Creio que essa máxima é usada pela mídia em relação ao PSDB.

Com a falta de partidos de oposição e candidatos com carisma e competência para enfrentar Dilma Rousseff nas próximas eleições presidenciais a imprensa hegemônica resolveu “dar-uma-mãozinha”, mais uma vez, aos tucanos, amenizando e desvirtuando as graves acusações de corrupção feitas contra o governo estadual de São Paulo, no caso da formação de cartel para obras do metrô.

Acompanhei alguns telejornais e diários. Notadamente o Estado de S. Paulo e a Globo. E .

O esquema do “propinoduto” paulista veio à tona graças a esta revista IstoÉ. Observem as manchetes deste semanário:

24/07/13 – O Propinoduto do Tucanato Paulista – Covas, Alckmin, Serra aparecem na capa. Leia mais »

O mau jornalismo da Folha no caso dos médicos.

Autor: 
Autor: 

Por Carlos Azenha.

Denúncias

O mau jornalismo da Folha no caso dos médicos “desistentes”

publicado em 18 de julho de 2013 às 23:42 Leia mais »

Pequeno perfil do MPL, segundo a Folha

Por Gilberto Cruvinel

No Movimento Passe Livre 'não pode ter cara de playboy', diz estudante

LEANDRO MACHADO
ANA KREPP
Folha de S.Paulo

Com 25 participantes regulares entre seus 20 membros "orgânicos" e 35 "apoiadores", o MPL (Movimento Passe Livre) é responsável pelos quatro grandes protestos das últimas semanas.

O movimento organiza-se em torno de três princípios básicos: federalismo, apartidarismo e horizontalidade.

Esse terceiro item reflete-se na ausência de lideranças e hierarquia --um dos fatores que, segundo a polícia, tornou complicada a negociação nos momentos em que os atos saíram de controle.

Os membros se revezam assumindo uma ou duas tarefas de cada vez. Para afiliar-se, é preciso participar de reuniões semanais e das palestras que o grupo promove.

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Demissões na Folha: "Redação enxuta e jornal menor"

Da Folha

OMBUDSMAN
Desequilíbrio

SUZANA SINGER

Folha elimina 24 vagas e fecha 'Equilíbrio', de olho num futuro de "Redação enxuta e jornal menor"

Folha enterrou o caderno "Equilíbrio", concebido há 13 anos com a promessa de ajudar o leitor a viver com "menos estresse".

O que era um tabloide semanal de oito páginas sobre saúde e comportamento, com seis colunistas, vira um arremedo do que foi, agora publicado como uma página em "Cotidiano", nos mesmos moldes do "Folhateen" na "Ilustrada".

O fim do suplemento foi anunciado num corte que incluiu o fechamento de 24 vagas na Redação (6% do total) e o desligamento da colunista Danuza Leão. É a segunda leva de demissões em um ano e acontece na sequência das feitas pelo "Estado de S. Paulo" e pelo "Valor" --a Editora Abril começou sua "reestruturação" na sexta-feira passada. Leia mais »

Resposta da Unifesp à Folha de S. Paulo

Do site da Unifesp

Resposta Folha de S. Paulo

Resposta Folha de S. Paulo

Na edição da Folha de S. Paulo de 25 de maio, o repórter Luiz Caversan comete um grave equívoco de informação, no artigo: "As drogas e a guerra perdida", publicado em sua coluna. Segundo escreve Caversan: "(...) E ao que tudo indica o principal Estado e principal cidade do país consolidam esta linha de atuação, conforme ficou claro na participação do psiquiatra Ronaldo Laranjeira no programa Roda-Vida (TV Cultura) da última segunda-feira. Laranjeira, porta-voz de tudo o que se refere a drogas na Universidade Federal de São Paulo, agora também é responsável pela aplicação do programa do governo do Estado em que a tal "bolsa crack" se inclui e ainda por um outro programa referência da prefeitura paulistana, no populoso hospital Heliópolis." Leia mais »

Desoneração da folha "consolida reforma tributária"

Por Roberto São Paulo-SP 2013


Resenha Eletrônica

Secretário Márcio Holland escreve sobre a desoneração da folha de pagamentos

O avanço da desoneração da folha de pagamentos contribui para a consolidação da reforma tributária, tornando-a irreversível

Opinião - Mais um passo da reforma tributária...MÁRCIO HOLLAND....Folha de S. Paulo - 16/04/2013(divulgado pela Secretaria de Política Econômica-SPE Resenha Eletrônica Ministério da Fazenda/ Sala de Notícias  /Entrevistas)

A desoneração da folha de pagamentos é um dos pilares da reforma tributária que o governo federal vem executando. Trata-se de uma medida definitiva que não só deve transformar a capacidade competitiva da economia brasileira ao longo dos próximos anos mas também ajuda a reduzir o peso dos impostos na economia. Já são 42 setores beneficiados, com programação para mais 14 setores, em janeiro de 2014.

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Petrobras responde questões da Folha sobre refino

Por Demarchi

Do blog Fatos e Dados, da Petrobras

REFINO: RESPOSTAS À FOLHA DE S. PAULO

Leia a matéria “Nova greve complica refino da Petrobras” (versão online), publicada nesta quinta-feira (14/02) na Folha de S. Paulo, e as respostas enviadas ao jornal.

Pergunta: Estamos preparando uma matéria sobre o segmento de refino da Petrobras e gostaríamos de esclarecer as seguintes dúvidas. Quais foram os motivos para o atraso nas obras das refinarias Abreu e Lima, de Pernambuco, e Comperj, no Rio de Janeiro?

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Ombudsman da Folha fala do aumento de receita do NYT

Por anarquista sério

Ombudsman

SUZANA SINGER

O "NEW York Times" anunciou na quinta-feira passada que, pela primeira vez em sua história, a receita de circulação ultrapassou a obtida com a publicidade. A ombudsman de lá saudou: "Aviso ao leitores: vocês importam. E importam agora mais do que nunca".

Trata-se de uma mudança importante. Nos últimos anos, o "NYT", assim como a maioria dos jornais norte-americanos e europeus, viu diminuir lenta, mas continuamente, a venda dos exemplares impressos, ao mesmo tempo que a publicidade sofria uma queda vertiginosa.

A saída foi tentar convencer o internauta a pagar por informação. Deu certo para o "NYT", que em quase dois anos vendeu 640 mil assinaturas digitais.

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Folha passeia entre batidas homéricas e omissões desastrosas

Por Marco St.

De um lado a Folha mete o pau e de outra omite tudo o que pode...

Do Desculpa e nossa Falha..

Do Desculpe a nossa Falha

Audiência com secretários reúne 30 entidades no Capão Redondo, repercute na imprensa, vira TT no twitter; Estado prende PMs suspeitos de chacina

Ontem à tarde cerca de 30 entidades e 200 pessoas estiveram na audiência pública com os secretários municipais dos Direitos Humanos (Rogério Sotilli) e da Promoção da Igualdade Racial (Netinho de Paula) para relatar os repetidos casos de mortes de jovens pobres (quase todos pardos ou negros) na periferia paulistana. O encontro foi no parque Santo Dias, ao lado do metrô Capão Redondo, e contou ainda com a presença do coordenador da Juventude da Prefeitura, Gabriel Medina, o vereador Paulo Reis e o deputado estadual Adriano Diogo, presidente da comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa.

Foram mais de duas horas de cobrança de providências das autoridades presentes, críticas ao governo estadual e à atuação da polícia. Pouco depois do final da audiência, a secretaria estadual de Segurança Pública convocou a imprensa para anunciar a prisão de 6 PMs que estariam envolvidos na primeira chacina do ano, quando sete jovens fora executados no Jardim Rosana, em uma rua a menos de um quilômetro de onde aconteceu o encontro entre a comunidade e os secretários. A articulação para que a audiência acontecesse foi dos movimentos sociais e culturais da Zona Sul, e foi permeada pela cultura –houve um sarau no mesmo local, assim que acabaram as falas. Vale lembrar que o ato começou a ser noticiado na quarta-feira nas redes sociais e que o governo do Estado (como tantos outros) tem uma equipe de comunicação que monitora as redes sociais.

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Os bens de Lula, o hacker e a Folha

Por Murdok

A folha como sempre atrasada!

Da Folha

Mônica Bergamo


Imóveis listados como pertencentes a Lula nunca foram dele
 

Entre os imóveis listados pelo blog do "Financial Times" como de propriedade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, só o apartamento de São Bernardo (SP) pertenceria de fato a ele. Segundo a assessoria do Instituto Lula, das outras três casas da lista levantada por um hacker, uma já foi do ex-presidente, mas não seria mais. As outras duas, em Sertãozinho (SP) e na periferia de Natal (RN), nunca teriam feito parte do patrimônio do petista.

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Janio de Freitas, a respeitada voz "dissonante" na Folha

Por Assis Ribeiro

Do Brasil 247

PARA OMBUDSMAN, JANIO COMPROVA PLURALIDADE DA FOLHA

Artigos do mais experiente jornalista do jornal sobre o mensalão, que faz parte do conselho editorial, despertam amor ou ódio, segundo a ombudsman Suzana Singer; ela explica, no entanto, que a opinião do colunista não expressa a posição da Folha

247 - Membro do conselho editorial da Folha, Janio de Freitas adotou uma postura completamente distinta da direção do jornal em seus artigos sobre o julgamento da Ação Penal 470. Mas isso, segundo a ombudsman Suzana Singer, apenas reforça uma das características da Folha, que seria sua pluralidade de ideais e opiniões. Leia abaixo:

Pensar diferente

As colunas de Janio de Freitas sobre o julgamento do mensalão têm provocado reações de "amor" e "ódio". É fácil entender por quê.

Enquanto a quase totalidade dos colunistas aplaudia as decisões do Supremo Tribunal Federal, Janio de Freitas criticava ministros e levantava dúvidas sobre as provas e teorias citadas para condenar os réus.

No domingo passado, por exemplo, o jornalista afirmou que "a condenação de José Dirceu está apoiada por motivos políticos". Criticou ainda a forma como Joaquim Barbosa tratou Ricardo Lewandowski, o revisor do processo, e afirmou que, no futuro, o julgamento será visto como "essencialmente político".

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Frank de la Rue critica Folha por proibir blog Falha de SP

Por Adamastor

Da Rede Brasil Atual

Relator da ONU critica jornal Folha de S. Paulo por censura a blogue

Frank de la Rue disse 'não entender' porque a direção do jornal se irritou com blogue de paródia Falha de S. Paulo, fora do ar há dois anos, nem porque a Justiça acatou ação contra iniciativa

Por: Tadeu Breda, da Rede Brasil Atual

São Paulo – Em visita extraoficial ao país, o relator especial das Nações Unidas para Promoção e Proteção do Direito à Liberdade de Opinião e Expressão, Frank de la Rue, criticou hoje (13) o jornal Folha de S. Paulo e a Justiça brasileira pelas ações judiciais que há dois anos tiraram do ar o blogue Falha de S. Paulo. O site foi criado em 2010, durante as últimas eleições presidenciais, para criticar o que seus autores consideravam uma "partidarização excessiva" do diário mais influente do Brasil.

Ao saber da iniciativa, a direção da Folha não gostou e processou os proprietários do blogue: pediu uma multa de R$ 10 mil por dia em que a página permanecesse no ar. A Justiça assentiu com a sanção financeira, mas a reduziu para R$ 1 mil diários. E concedeu uma liminar ao jornal cassando o domínio da Falha na internet – que desde então, e menos de um mês depois de ser criada, deixou de existir.

"É interessante essa ironia que vocês fizeram comFolha e Falha", pontuou De la Rue, "porque uma das formas de jornalismo mais combatidas hoje em dia, e que deve ser defendida, é o jornalismo irônico, burlesco." O relator da ONU comparou as penas judiciais sofridas pelo blogue Falha de S. Paulo, no Brasil, aos ataques que o jornal dinamarquêsJyllands-Posten e seu cartunista, Kurt Westergaard, sofreram em 2006 após publicarem uma charge de Maomé. A caricatura trazia o profeta maior do Islã com uma bomba no turbante, e provocou manifestações violentas em países muçulmanos – inclusive tentativas de assassinato do desenhista.

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O apelo de Veja e a resposta do colunista da Folha

Por Vânia

Da Folha

Fofuras da “Veja”

Faz muito tempo que não leio a “Veja”, tendo apenas comprado o número da semana passada para ver a matéria sobre a Osesp e o amigo Arthur Nestrovski.
Eis que, como ex-assinante, recebo pelo correio um convite promocional.
É uma obra-prima de imaginação mercadológica mal dirigida.
Na cobertura do envelope, uma intrigante mensagem.

Marcelo,
Perguntei por que faltava o seu nome e ninguém soube explicar. Veja como, logo depois, tudo ficou resolvido.

Hum. Vamos ver? Abro o envelope.

MARCELO,

(é sempre bom ver o nome da gente assim em letras grandes)

a reunião de ontem foi muito importante para mim e você tem tudo a ver com isso.

(ele nem imagina o quanto).

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Folha errou, mas só Ombudsman viu

Da Folha

Jura dizer a verdade, só a verdade, nada mais que a verdade?

Em duas ocasiões, Folha modifica declarações de entrevistados e reluta na hora de admitir erros

Suzana Singer - Ombudsman

Duas vezes, na curta semana do feriado, a Folha colocou indevidamente palavras na boca de personagens do noticiário. Os erros, graves, estavam na capa do jornal.

Na segunda-feira, o texto na "Primeira Página" que resumia a entrevista com o professor da Universidade Federal de Minas Gerais Claudio Beato dizia: "País deve negociar com criminosos, afirma sociólogo". "Um dos maiores especialistas em segurança no país (...) diz que, quando as mortes se acumulam numa guerra sem fim, é preciso negociar com o crime. Ele (...) defende que o Brasil torne institucionais acordos informais que faz com criminosos".

Não foi isso o que o sociólogo disse. Basta ler a entrevista publicada: ele afirma "não ser contra a negociação, eventualmente, e de forma pontual" e que, "se houve acordo [com o PCC em 2006], por que não fazer de forma transparente?".

O entrevistado sabia que estava entrando em terreno pantanoso. Ele avisa "vou falar uma coisa que será muito criticada", antes de discorrer sobre projetos de controle da violência no exterior que tiveram negociação com gangues. Mas ele não diz que o país "deve negociar" com o crime nem defende que se "institucionalizem acordos informais", como está na "Primeira Página".

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