Humor: Descobrimos porque o Datafolha não mentiu em suas recentes pesquisas

Nós descobrimos como foi possível o Datafolha detectar tamanho tsunami nos gráficos e seus dados serem realmente válidos...

A imagem acima isenta o Datafolha de qualquer tentativa de manipulação ou uso da margem de erro em favor de candidatos amigos Leia mais »

Marina acusa Serra e Lula de intimidar jornalistas

Da Folha

Marina acusa Lula e Serra de tentarem intimidar imprensa

FERNANDO GALLO
DE SÃO PAULO

A candidata do PV à Presidência, Marina Silva, fez nesta segunda-feira críticas veladas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e diretas ao seu adversário do PSDB na disputa, José Serra. Segundo ela, os dois tentam intimar a imprensa.

"Defendo a liberdade de imprensa e acho que temos que primar por uma cobertura que seja isenta, que coloque os fatos para que cada cidadão forme a sua opinião. Não deve ter nenhum tipo de censura para que as pessoas possam ter acesso aos acontecimentos. Agora, existem duas formas de tentar intimidar a imprensa, uma é aquela que vem a público e coloca de forma infeliz uma série de críticas. E outra é aquela que, de forma velada, tenta agredir jornalistas, pedir cabeça de jornalista, que dá na mesma coisa. O respeito pela democracia e pela liberdade de imprensa é permitir que a informação circule e estar sempre atento para que circule com critério ético e de Justiça." 

Ao ser questionada a quem se referia, Marina citou apenas Serra. "Olha, vocês têm reclamado muito de que o governador Serra, nos últimos dias, tem ficado nervoso quando fazem alguma pergunta que ele não gosta", disse.

Leia mais »

A Midia comercial em guerra contra Lula e Dilma

Autor: 

Aqui vai um artigo indignado contra a guerra que a impensa comercial esta dirigindo contra Lula/Dilma.
Não substitui o artigo semanal e pode ser reproduzido livremente.
Um abraçao bem fraterno
Lboff

                    A Midia comercial em guerra contra Lula e Dilma
                                        Leia mais »

Os últimos 23 dias, segundo a Folha

Por foo

Os últimos 23 dias, segundo a Folha

Tudo começou com uma quebra de sigilo...

Nesse momento surgiu a denúncia da Carta Capital, envolvendo a filha de Serra com a irmã de Daniel Dantas. A Folha foi obrigada a mudar de assunto:

A forçada de barra da Folha gerou uma resposta imediata no Twitter -- o movimento #DilmaFactsByFolha, com pérolas do tipo: "Erro de Dilma causou a inclinação da Torre di Pisa" ou "Dilma falou para o comandante do Titanic: 'vai que dá!'".

A Folha ficou sem assunto durante uma semana, até a publicação da capa da Veja, com denúncias contra Erenice Guerra. Logicamente, o assunto foi para a capa, sem qualquer tipo de verificação. (Com relação à matéria de capa da Carta Capital, a Folha está "apurando" até hoje.)

Leia mais »

A nota do TCE-RS

TCE-RS manda nota à imprensa sobre matéria da Folha.

Do Sul 21

TCE-RS esclarece informações veiculadas por jornal paulista sobre Dilma 

Rachel Duarte

O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (TCE-RS) emitiu nota, nesta quarta-feira, 22, referente à matéria publicada pelo jornalista Folha de S.Paulo, na última segunda-feira (20), envolvendo a candidata petista ao Planatlo, Dilma Rousseff (PT).

Conforme antecipado pelo Sul21, o Tribunal estava avaliando a oportunidade de emitir uma nota oficial, uma vez que – segundo o TCE – algumas declarações do jornal paulista comprometem, inclusive, a integridade de funcionários da casa.

A nota do TCE-RS:

Leia mais »

CartaCapital e a ombudsman

Por Ricardo Montero

Hoje, recebi um email da ombudsman da Folha de São Paulo. Transcrevo abaixo meu email e a resposta obtida...

"Prezada omdudsman,

o que justifica a Folha nada comentar a respeito da matéria da Carta Capital desta semana, que mostra a violação do sigilo bancário de 60 milhões de brasileiros pela firma Decidir.com, ocorrida em 2001, sendo a empresa de proprieda de Verônica Dantas e Verônica Serra?

O que justifica a Folha, ao repercutir a matéria da Veja desta semana (caso Erenice Guerra), engolir a versão do repórter da Veja, apesar de desmentidos categóricos vindos até de sua suposta fonte (que inclusive é erradamente apresentado pela revista como dono de uma empresa envolvida no imbroglio)? A folha não deveria agira com mais cuidados neste caso?

Enfim, nos últimos tempos, a Folha tem se superado na ruindade. Saudades do Frias-pai!

Cordialmente

Ricardo Montero"

A resposta: Leia mais »

" "Entre aspas" "

Autor: 

Às 23h30m de 21/09/2010 terminou o programa "Entre aspas" na Globonews, comandada por Monica Waldvogel, com a partipação dos Srs.:  Claudio Weber Abramo, diretor executivo da ONG Transparência Brasil; e Eugenio Bucci, professor do curso de jornalismo da ECA-USP.

Estou boquiaberto até agora com o baixo nível da entrevista e das posições antiquadas e ultrapassadas de um profossor de jornalismo da USP. No caso do Sr. Claudio nada me surpreendeu.

Para eles, o Presidente da Republica não possui "autoridade" e "autorização" para criticar a mídia, nas suas próprias palavras, o Presidente não é "juiz" da mídia. Deve, mesmo "sofrendo", acatar seus erros e acertos e deixar que os mecanismos da justiça julguem os casos de abuso. Leia mais »

Dilma e a parcialidade da Folha

Por Marco St.

Dilma protesta contra parcialidade da Folha

20.09.2010

Hoje pela manhã, a candidata Dilma Rousseff esteve em São Gonçalo (RJ) e rebateu as informações publicadas na Folha de S. Paulo. Segundo o jornal, o Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (TCE-RS) questionou algumas decisões de Dilma numa secretaria do governo gaúcho. Mas a Folha omitiu que todas as contas de Dilma foram aprovadas pelo TCE. Segue abaixo a transcrição da fala de Dilma: Leia mais »

Vídeos: 
Veja o vídeo

Os erros da Folha na matéria sobre a NBr

Do Blog do Planalto

Secom registra todas as falas públicas do presidente. E a Folha não sabia disso... 

A respeito da manchete do jornal Folha de S. Paulo de hoje (20/09), "Planalto manda TV estatal filmar comícios de Dilma", a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República esclarece:

1. A manchete está errada. A NBr, canal de comunicação do governo, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), em contrato de prestação de serviços com a Secom, não foi instruída a gravar "comícios de Dilma", mas sim as falas do presidente da República. É importante esclarecer que é missão da Secom manter registros de todos os pronunciamentos do presidente da República. Com isso, não só se assegura a preservação de arquivos que têm valor histórico, como se facilita a correção de possíveis erros de terceiros na divulgação dos discursos do presidente.

2. As gravações não se destinam à divulgação nem foram cedidas a qualquer campanha. Isso fica claro na orientação dada aos cinegrafistas, reproduzida pelo próprio jornal. Diz ela: "O objetivo é somente ter um registro, gravando as ações do presidente e os discursos". E complementa: "Este conteúdo não é para ser usado na nossa cobertura, nem mesmo para ser gerado para as emissoras. É apenas para registro". Apesar disso, a Folha dá a entender, sem qualquer prova, que elas poderiam estar sendo "encaminhadas ao comitê de Dilma ou utilizadas na propaganda eleitoral". Trata-se de uma insinuação leviana.

Leia mais »

A síndrome polonesa da velha mídia

Por Webster Franklin

Do Observatório da Imprensa

Crítica da razão indefesa

Por Washington Araújo em 14/9/2010

Certa vez em uma entrevista, um diretor polonês disse que, por um longo tempo, a mídia em seu país havia dedicado sua primeira página todos os dias para falar sobre o governo sem nunca reportar que os cidadãos estavam fugindo em massa para Londres em busca de um futuro melhor. O diretor disse que um dia recebeu a mensagem dando conta que 1 milhão de poloneses havia emigrado de seu país. E, finalmente, foi com essa imagem da massa de emigrantes que os jornais formaram suas primeiras páginas.

Há que se perguntar como é que tão grande número de poloneses saiu do país sem que ao menos isso fosse noticiado? A verdade é que os jornais tinham, àquela altura, se distanciado profundamente da sociedade que buscavam retratar. Colocaram tanto foco nas minúcias, nos detalhes que ajudavam a perceber a realidade mais ao seu gosto, que perderam qualquer contato com a imagem da floresta. Isto me faz refletir sobre o momento atual por que atravessam nossos grandes conglomerados midiáticos. Estes cerram fileiras em torno dos grãos.

Leia mais »

A entrevista interna de FHC

Por Rubem

Só pode ser piada: se a Folha, ou a Veja, não for o "veículo interno do partido", então até o PSDB já está tripudiando sobre a herança política de FHC.

De O Globo

ZONA ELEITORAL-PSDB analisa publicar entrevista interna de FHC

Reuters/Brasil Online

SÃO PAULO (Reuters) - Ainda é uma proposta em discussão, mas o PSDB está analisando a possibilidade de o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso dar uma entrevista a um veículo interno do partido.

O objetivo é desfazer o mal-estar em alguns setores da militância tucana sobre a percepção de que FHC foi escondido pela campanha do presidenciável José Serra. 


DEBATES E A "BALA DE PRATA" DE SERRA.

 

Televisão é forma e não conteúdo. quem quer conteúdo procura um livro ou jornal, no caso brasileiro, melhor o livro.

Dilma primou pelo conteúdo em seus comentários, Serra e os demais pela forma. Esta é a grande diferença entre eles.

Que fica ao telespectador, caros amigos, são os dados estatisticos de Dilma ou as piadas do Plínio?

Em minha opinião é o segundo. Plínio com seu jeito de velhinho malandro, vai fazendo as mesmas afirmações e dando o seu recado. Dessa forma transmite a mensagem de seu partido e faz com que ele seja mais palatável ao público em geral. Leia mais »

Debate: Plínio ultrapassa Serra em grupo focal

Por Weden

Bem interessante esta iniciativa da Rede TV em criar um grupo focal para pesquisa de recepção (a propósito, foi iniciativa da emissora?).

Serra entrou com quatro simpatizantes e terminou com três. Plínio não tinha ninguém e terminou com quatro.

Para os 25 participantes, dez elegeram Marina como vencedora, e 9 Dilma. Serra foi o melhor para apenas duas pessoas.

"Escândalo" da Receita foi rejeitado pela maioria.

Grupo de indecisos vê vitória de Marina, mas Dilma ganha mais votos

(faltou o link)

UIRÁ MACHADO
DE SÃO PAULO

Na opinião de um grupo de 25 pessoas que analisaram o debate, Marina Silva (PV) se saiu melhor, seguida de perto por Dilma Rousseff (PT). Já Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), que protagonizou os melhores momentos, recebeu porém a pior avaliação.

Das 25 pessoas, Marina foi a melhor para 10, e Dilma, para 9. Plínio foi o pior para 13. O debate serviu para definir votos: os indecisos eram 14 antes do embate, mas, ao final, restava apenas um. Leia mais »

A resposta Fernando Ferro a Roberto Freire

Da Folha

As novas viúvas do neoliberalismo

FERNANDO FERRO

Com o PT, são três décadas de construção da democracia no Brasil, em trajetória marcada pela defesa de direitos sociais e dos interesses nacionais

A queda do Muro de Berlim ainda deixa sequelas em gente que se dizia comunista. Parece que os tijolos que separavam dois mundos continuam desabando e provocando desorientação mental, política e ideológica.

Com as pesquisas apontando vantagem da candidata do PT, crescem o desespero e as tentativas de manipulação e distorção da realidade. Prática do período stalinista que encontra espaço na atual oposição brasileira, que reúne tucanos, demos e antigos esquerdistas.

Só assim se explica o texto do ex-deputado Roberto Freire publicado nesta Folha ("Não ao "dedazo" de Lula", 25/8), no qual abusa de uma retórica conservadora e incorpora o linguajar de parte da mídia e das cassandras que anunciam o fim da democracia no Brasil.

Leia mais »

O Datafolha se defende

Mauro Paulino, do Datafolha, respondeu às críticas pesadas (e técnicas) que vem sofrendo dos demais institutos de pesquisa.

É uma tarefa inglória. Primeiro, pelos antecedentes. Quando a pesquisa Datafolha começou a desgarrar inexplicavelmente do histórico das demais pesquisas (inclusive as suas próprias), Paulino foi um dos principais estimuladores dos atos de represália contra os concorrentes. Foi por orientação sua que o PSDB invadiu a sede do Instituto Sensus acompanhado da polícia e de um repórter da Folha. Lá dentro, um estatístico procedeu às investigações recebendo instruções técnicas por celular.

Bastaria esse episódio para marcar Paulino e a Folha pelo resto da vida.

Mas não se ficou nisso.

O desenrolar das pesquisas demonstrou dois problemas sérios com o Datafolha:

Primiero, a fragilidade técnica de suas pesquisas. Restou comprovado que o instituto falhou fragorosamente ao optar pela pesquisa em ponto de fluxo em uma eleição em que havia enorme assimetria de informação entre os eleitores. Leia mais »