O boimate da Folha

Já alertei inúmeras vezes que a editora de Poder, Vera Magalhães, vai completar o processo de desmoralização do jornal. É incrível como o jornal não tem sequer um filtro de qualidade para interromper essas loucuras, mesmo dispondo de uma ombudsman atenta.

Da ombudsman da Folha

Hannibal cannibal está entre nós

Tudo indica que a Folha.com caiu em um grande "pega-trouxa" na quinta-feira. Com base em um despacho da agência Efe, o site noticiou que "restaurante brasileiro causa polêmica em Berlim ao oferecer carne humana". O tal restaurante teria sua sede em Rondônia e planejaria abrir uma filial na Alemanha. Haveria até um formulário para quem quisesse doar um pedaço de seu corpo.

Na primeira versão da notícia, a Folha.com. citou inclusive um protesto que teria "reunido mil pessoas" no Brasil contra o canibalismo. Depois, o site acrescentou uma frase dizendo que havia "suspeitas" de que se tratava apenas de um golpe de publicidade. Leia mais »

O jogo da Folha com o passado Dilma

Por Hamilton

Da Folha de São Paulo.

Condordo.

Tudo a respeito da ditadura - ou seria ditabranda?- tem que ser revelado.

Não só de candidatos à presidência.

As famílias que não sabem em que circunstâncias seus parentes foram "desaparecidos", os leitores que não sabem detalhes da atuação -em apoio ao golpe- dos jornais e emissoras de TV e os eleitores que desconhecem a vida pregressa de candidatos ao Senado tem todo o direito a estas informações.

Vamos fazer esse "balanço final" e a Folha assim poderá revelar sua participação na Operação Bandeirantes.

Da Folha

Editoriais

editoriais@uol.com.br

Mistérios de Dilma

Ao tornar inacessíveis os dados referentes à prisão da candidata Dilma Rousseff, o STM sonega informações de evidente interesse público Leia mais »

Perguntas a Folha no caso do sigilo fiscal

Por Bento

Acho que não se pode descartar nenhuma hipótese neste caso, cada lado envolvido tem razões suficientes para suspeitar do outro, e portanto a investigação da PF é mais que salutar a fim de sanar quaisquer dúvidas.

No entanto, no que concerne exclusivamente ao papel da imprensa, algumas questões que deveriam ser respondidas apenas pela Folha ainda permanecem no ar:

1) Por que desde a primeira denúncia o jornal demorou tanto tempo para publicar o material que possuía, e até agora não o entregou à PF?

2) Por que a Folha acusou diretamente o comitê de campanha de Dilma de encomendar o dossiê mas não foi capaz de apontar um único nome específico como responsável pelo fato? (as manchetes falam apenas no tal "grupo de inteligência", um termo genérico que abrangeria desde jornalistas e cozinheiros do comitê até políticos de renome nacional como Pimentel, mas nenhum deles foi apontado como autor do crime)

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Seu Frias e o almoço com Lula

Por Rubem

Do Clóvis de sempre:

"O que incomoda nesse episódio não é ele em si, menor. É a fabulação que o presidente faz em torno do que aconteceu. Por acaso, eu estava no almoço e sei perfeitamente o que se disse e o que não se disse. Como posso confiar em que Lula não fabula também ao relatar encontros com políticos ou governantes estrangeiros?"

Realmente não dá para confiar. O Cara!?, só um idiota, um lulo-petista, acreditaria nessa bobagem fabulosa - alías, até hoje o Clóvis não perde oportunidade de desmentir, de uma forma ou outra, o que foi gravado e filmado. Afinal, ele, o Clóvis, sabe perfeitamente o que se disse e o que não se disse.

Abaixo vai o que Frias, o Pai, disse que sabia:

"O governo quer a mídia de joelhos"

Jorge Felix

Publicado originalmente no AOL Notícias, em 21/10/03, em <http://noticias.aol.com.br/brasil/fornecedores/aol/
2003/10/21/0004.adp
>

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As versões de Gaspari e Kotscho

Por Flavio Patricio Doro

Eis o que Elio Gaspari escreveu naquele mesmo ano a respeito do episódio.

"3) Durante um almoço na Folha de S. Paulo, seu diretor de Redação, Otavio Frias Filho fez duas perguntas a Lula. Numa, indagou a que tipo de aprendizado dedicou-se nos últimos anos. O candidato considerou a pergunta preconceituosa e informou que não a responderia. Passaram os pratos, veio o café, e o jornalista interpelou-o sobre a aliança do PT com o PL, "linha auxiliar do malufismo". Lula respondeu que tentara alianças à esquerda, sem sucesso. Otavio Frias Filho interrompeu-o, classificando sua resposta como evasiva. "Assim não dá para continuar", respondeu Lula, abandonando a mesa, a sala e o prédio."

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2807200223.htm

O relato de Kostcho está aqui:

http://colunistas.ig.com.br/ricardokotscho/2010/08/26/o-almoco-de-lula-na-folha-em-2002/ Leia mais »

Clóvis Rossi e o almoço de 2002

Por Rui Daher

É preciso considerar a coluna de Clóvis Rossi, hoje na Folha: 

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ANTT: da série desmentidos à Folha

Da ANTT

A Folha de S.Paulo publicou nas edições de 23 e 24 de agosto informações equivocadas e interpretações distorcidas que confundem o leitor, ao invés de informá-lo.

As medições de tráfego na BR 101 (trecho RJ/ES) com vistas à licitação, após a aprovação dos estudos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), foram feitas em novembro e dezembro de 2008 e agosto e setembro de 2009 e não em 2006, como informa a coluna Painel desta terça-feira, 24.

Trata-se de equívoco de interpretação, com destaque do secundário para esconder o principal, a informação de que as medições de tráfego foram subestimadas para a segunda etapa do programa de concessões de rodovias federais. O fato relevante ali não foram os deságios oferecidos e sim os valores das tarifas, bem menores que de concessões feitas antes e depois da segunda etapa do programa federal. Leia mais »

Coimbra ataca Datafolha

Por comentador

E por falar nisso, Marcos Coimbra também resolveu dar nome aos bois. respondeu diretamente ao Datafolha, que em sua pesquisa apontou "disparada" de Dilma, alegando que dois programas de TV, vistos por menos que 2/3 do eleitorado, foram responsáveis por tal "disparada", eufemismo para justificar o que os outros institutos apontavam há tempos.

Do Correio Braziliense 25/8/2010

Marcos Coimbra

Pesquisas polêmicas

Pesquisas nas quais não se pode confiar são um problema. Elas atrapalham o raciocínio. É melhor não ter pesquisa nenhuma que tê-las.

Ao contrário de elucidar e ajudar a tomada de decisões, confundem. Quem se baseia nelas, embora ache que faz a coisa certa, costuma meter os pés pelas mãos.

Isso acontece em todas as áreas em que são usadas.

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A nova estrutura do jornalismo

Coluna Econômica

O sistema de informações brasileiro sempre obedeceu a uma lógica quase imutável. No centro da formação da opinião pública estavam alguns grandes jornais, revistas e emissoras de televisão do eixo Rio-São Paulo.

Na periferia, jornais e rádios regionais.

A notícia e/ou opinião nascia no centro e espraiava-se para os demais veículos, seja através da leitura desses veículos ou de agências de notícias. A partir daí, ganhava abrangência nacional.

***

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A Folha e o jornalismo boia-fria

Por Rubem

A Folha e o inacreditável jornalismo boia-Frias:

Da Folha.com

Família de ex-boia-fria reclama de declaração de Lula e "prova" que tênis não é da burguesia

MARCEL MERGUIZO
DE SÃO PAULO

Até os 30 anos, José Pereira da Silva desconhecia o tênis. Esporte para o boia-fria era apenas futebol, que ele jogava quando terminava o trabalho diário na roça. No entanto, uma semana de férias na casa do irmão que mora em Curitiba mudaria esta história.

Sem nada para fazer na capital paranaense, o agora apelidado Pernambuco resolveu ajudar em uma obra como servente de pedreiro. Mais do que quadras em uma academia de tênis, estava construindo o futuro da família Pereira. 

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Matéria da Universal é requentada

Por Ary

Pois é,Nassif.

Meio of-topic,mas ultimamente tá muito fácil bater na FOLHA. Que diabos ta acontecendo com esse jornal???

Fora do âmbito da política,a FOLHA também apronta das suas. E a bola da vez é a briga com a UNIVERSAL.

Não é que a FOLHA requentou uma matéria que foi dada pelo ESTADÃO, no dia 28 de abril, à respeito de remessas ilegais de dinheiro ao exterior, com base em revelações de dois doleiros sob delação premiada.

Aqui:http://www.estadao.com.br/noticias/geral,universal-enviou-r-400-mi-ao-exterior-dizem-doleiros,544078,0.htm

E aqui,matéria de capa da FOLHA,de hoje,repercutida inclusive no Portal UOL:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/787753-eua-investigam-igreja-universal-por-remessas-de-r-420-milhoes.shtml Leia mais »

Seriado de ficção inspirou convite a especialista facial

Da Folha

Especialista vai analisar políticos pelas expressões

DE SÃO PAULO

A Folha passará a publicar semanalmente a seção "Está na Cara", feita especialmente para o jornal por David Matsumoto, 51, professor de psicologia do Laboratório de Pesquisa de Emoção e Cultura da Universidade de São Francisco, na Califórnia.

A coluna estreia hoje, mas será publicada sempre aos domingos. Matsumoto vai analisar expressões dos principais candidatos à Presidência em suas falas na propaganda eleitoral gratuita.

A ideia é inspirada no seriado norte-americano "Lie to Me", estrelado pelo ator Tim Roth e exibido no Brasil como "Engana-me se Puder" no canal pago Fox, desde 2009.

No seriado, um psicólogo ajuda a desvendar crimes analisando expressões e linguagem corporal dos principais suspeitos.

Trata-se de uma obra de ficção, mas inspirada nos experimentos científicos de Paul Ekman, psicólogo norte-americano pioneiro no uso dessas técnicas. Leia mais »

A visão técnica sobre pedágios

Por Ricardo Cambraia

Mais sobre os equívocos da folha na matéria sobre os pedágios federais:

Da agência T1

Equívocos em matéria da Folha sobre os pedágios em rodovias federais

Enviada em 23 de agosto de 2010imprimir - enviar para um amigo

Matéria da Folha de São Paulo de hoje, com o título "Artifício infla desconto de pedágio em estradas federais", faz uma grande confusão sobre o assunto, não informando adequadamente os seus leitores. Alguns me pediram para escrever sobre a matéria, o que faço agora.

1. A matéria traz o subtítulo "TCU aponta que governo Lula usou em licitações dados subestimados de tráfego" e diz o seguinte "Os documentos (examinados pelo TCU) atribuem às estradas um volume de veículos menor do que o real, ao incluir estatísticas de tráfego de três anos antes." Leia mais »

O "especialista em linguagem não verbal" da Folha

Esse projeto da Folha não vai dar certo. Se o objetivo era superar o inacreditável O Globo, conseguiu.

A convocação de um sino-americano, ligado ao judô - que se diz especialista em "linguagem não verbal"- para escrever aos domingos, conseguiu superar até o astrólogo da Veja, aquele que declarou que o mapa astral de Serra dizia que ele venceria as eleições, e só não aconteceria se o mapa astral da Dilma fosse melhor.

O sujeito assiste vídeos de campanha de Serra e de Dilma e conclui na lata:

1. Quando Dilma sorri tem expressão assustadora, de raiva contida.

2. Já Serra, "é mais apresentável, bem-apessoado, provavelmente querem que ele seja mais charmoso, mais agradável socialmente. Usa muitas expressões faciais para enfatizar o que diz. Geralmente, pessoas assim se passam por honestas em seus signos não verbais, e isso dá uma percepção de confiabilidade".

Não há mais limites para o ridículo. Pode falar o que quiser de Serra. Dizer que é charmoso, mais agradável socialmente é algo que nem sua companheira de toda vida, a Mônica, ousaria dizer.

Da Folha Leia mais »

Série interminável: desmentidos à Folha

A matéria do Kennedy Alencar e do Valdo Cruz não estava incorreta. Mas a manchete nada tem a ver com o texto.

Por Nilson Fernandes

Dilma desmente a Folha:Não há discussão sobre ajuste fiscal na campanha

Em coletiva à imprensa, no SENAI em São Paulo, a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, afirmou que não autoriza "nenhuma avaliação sobre ajuste fiscal" em 2011. "Não tem discussão na campanha. Como discutir qualquer questão dessa antes da eleição?", disse Dilma.

O jornal Folha de São Paulo estampou hoje manchete de capa afirmando; "Dilma quer ajuste fiscal no início de eventual governo"

Dilma disse que a situação econômica do País não é a mesma de 2002. "O Brasil tem dívida líquida diminuindo e as taxas de juros têm condições de chegar a níveis internacionais". Dilma aposta que a principal discussão após o ano eleitoral será o desenvolvimento. Leia mais »