Ipea e a redução de desigualdades sociais

Por Webster Franklin

Da Carta Maior

A década da redução das desigualdades no Brasil

Em entrevista à Carta Maior, o novo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcelo Neri, fala sobre seus planos para a entidade e sobre a redução da desigualdade social no Brasil. O economista reforça a ideia do Ipea como uma usina de ideias a partir da compilação de dados que termina como uma plataforma de ações de políticas públicas e batiza a via a ser seguida como o “novo federalismo social’, onde estados e municípios se alinham ao governo federal. “A busca é a do desenvolvimento inclusivo e sustentável", resume.

Rio de Janeiro - O economista Marcelo Neri completa nesta quarta-feira (19) uma semana como presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Na sexta-feira (21), a divulgação da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deve corresponder às expectativas do economista e confirmar a década 2001/11 como “A” década da redução da desigualdade no Brasil. Leia mais »

IPEA aponta risco de bolha no mercado de imóveis

Por anarquista sério

Preço de imóvel é irrealista e insustentável, diz estudo

GUSTAVO PATU, DE BRASÍLIA - Folha

Estudo conduzido por dois pesquisadores do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) aponta "possibilidade concreta de existência de uma bolha no mercado de imóveis no Brasil", que pode estourar com a possível elevação futura dos juros.

Ou, em outras palavras, que a disparada dos preços de casas, terrenos e apartamentos nos últimos anos está resultando em valores irrealistas, incompatíveis com os movimentos de oferta e procura do mercado -e, portanto, insustentáveis.

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A posse do novo presidente do Ipea

Por Demarchi

Da Agência Brasil

Novo presidente do Ipea diz que qualidade da educação é o maior desafio para a política pública

Gilberto Costa
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O economista Marcelo Neri, empossado hoje (12), em Brasília, como presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), quer aumentar a participação do órgão como formulador e assessor dos ministérios para concepção e monitoramento de políticas públicas, especialmente na área da educação. “Essa é a política pública que mais gera efeito sobre as outras”, acredita.

Segundo Neri, a preocupação é fazer os “dois brasis” avançarem: o país que ainda tem um grande passivo (grande número de analfabetos, pessoas com baixa escolaridade e má qualidade do ensino); e o país que, para crescer, precisa de força de trabalho qualificada. “O Brasil velho e Brasil do futuro têm que andar juntos”, disse. Leia mais »

País mapeará tecnologias chaves ao desenvolvimento

País mapeará tecnologias chaves ao desenvolvimento

Levantamento se assemelha à estratégia de competição chinesa

Por Lilian Milena, do Brasilianas.org

A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), iniciará o mapeamento das ‘100 tecnologias chaves’ para o desenvolvimento do país. A proposta se assemelha a um trabalho realizado pela China em 2006, para determinar cem tecnologias para apostar seus investimentos nas próximas décadas.

“O levantamento feito por chineses demorou dois anos e meio e motivou, inclusive, a visita de uma comissão norte-americana ao país asiático, afim de estudar qual será o impacto da estratégia chinesa sobre a competitividade norte-americana”, explicou João De Negri, diretor de Inovação da FINEP e pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) licenciado, durante o 28º Fórum de Debates Brasilianas.org - A Política Industrial, realizado em São Paulo.

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Marcelo Neri, o novo presidente do Ipea

Da Folha

Novo presidente do Ipea pretende elevar projetos para ministérios

Marcelo Neri prevê convivência de correntes rivais no instituto

MARIANA CARNEIRO

Oficializado ontem no cargo, o novo presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Marcelo Neri, 49, afirma que tentará aproximar o instituto dos ministérios para transformar ideias nascidas no meio acadêmico em políticas públicas.

Ele assume um orçamento que, no ano passado, foi de R$ 305 milhões e uma equipe de cerca de 250 pesquisadores. Na sua visão, estrutura de primeira grandeza:

"[Essa estrutura] equivale a dez grandes departamentos de economia. As pessoas ganham bem, os salários são bons", diz. "Dá para fazer mais com o que temos". Leia mais »

Governo começa a definir rumos do novo PPA

Por Assis Ribeiro

O PPA do governo federal e o desenvolvimento regional

Do IPEA

O novo governo brasileiro já se prepara para produzir o novo plano plurianual (PPA) para o período 2012-2015. Os grandes rumos que o governo federal, em conjunto com governos subnacionais, pretende imprimir para o desenvolvimento nacional serão definidos nos próximos meses. Do ponto de vista dos requerimentos necessários para o desenvolvimento das regiões menos desenvolvidas, Norte e Nordeste - em meio às sinalizações sobre o fortalecimento dos projetos do pré-sal, da Copa 2014, das Olimpíadas 2016 e do trem de alta velocidade (São Paulo-Campinas-Rio de Janeiro), todos espacialmente localizados na grande região mais desenvolvida do país -, as preocupações se avultam relacionadas com o futuro (sombrio?) que as disparidades regionais de desenvolvimento poderão assumir.

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Para Pochman não há nova classe média

Presidente do IPEA, crê no surgimento de uma classe trabalhadora consumista, individualista e despolitizada   Leia mais »

Clone de Brasil coleta 183,5 mil toneladas de resíduos sólidos/ dia

Não podemos parar de recolher e reciclar os resíduos, sejam eles quais forem. Leia mais »

Brasil coleta 183,5 mil toneladas de resíduos sólidos/ dia

Não podemos parar de recolher e reciclar os resíduos, sejam eles quais forem. Leia mais »

Ipea: 74% desconhecem a Lei da Anistia

Por Marco Antonio L.

Do Sul 21

Brasileiros desconhecem Lei da Anistia, revela pesquisa do Ipea

Da Redação

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revelou nesta quarta-feira (29) que 74% dos brasileiros desconhecem a Lei da Anistia. A informação consta na terceira edição da pesquisa Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) que avaliou a relação dos militares com a sociedade e consultou 3.796 pessoas em todas as unidades da federação.

Promulgada em agosto de 1979, ainda durante o regime militar, a Lei é fruto de longa campanha e, entre outros pontos, concede anistia aos que cometeram crimes políticos ou conexos cometidos entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, bem como aos que tiveram seus direitos políticos suspensos, além de servidores públicos e sindicalistas que sofreram perseguição política. Leia mais »

Ipea revela alta no potencial de consumo

Autor: 

Em meio a uma salada de números sobre vendas do comércio, surgiu hoje um dado que mostra o forte reflexo do aumento do salário mínimo e da redução dos juros brasileiros – embora mínima na ponta do consumidor.
A pesquisa do Ipea sobre a expectativa das famílias aponta um forte crescimento na disposição de compra de bens duráveis, aqueles situados fora da esfera do consumo doméstico rotineiro.
Nada menos que 69% dos responsáveis pelos mais de três mil domicílios visitados acha que é hora de pensar em adquirir ou trocar geladeira, fogão, lavadora, comprar automóvel, etc…
É o maior nível já registrado nos 18 meses em que a pesquisa é realizada.
A baixa taxa de desemprego – e a consequente segurança de que não faltará trabalho – as boas expectativas quanto à economia e à renda familiar mostram que o mercado consumidor está pronto para um reaquecimento que faz a maioria dos analistas financeiros torcerem o nariz e logo pegarem seu Iphone novo para comentar o perigo que isso representa para a inflação.
Improvável que isso ocorra. Leia mais »

Imagens: 
Ipea revela alta no potencial de consumo

Ipea revela alta no potencial de consumo

Autor: 

Em meio a uma salada de números sobre vendas do comércio, surgiu hoje um dado que mostra o forte reflexo do aumento do salário mínimo e da redução dos juros brasileiros – embora mínima na ponta do consumidor.
A pesquisa do Ipea sobre a expectativa das famílias aponta um forte crescimento na disposição de compra de bens duráveis, aqueles situados fora da esfera do consumo doméstico rotineiro.
Nada menos que 69% dos responsáveis pelos mais de três mil domicílios visitados acha que é hora de pensar em adquirir ou trocar geladeira, fogão, lavadora, comprar automóvel, etc…
É o maior nível já registrado nos 18 meses em que a pesquisa é realizada.
A baixa taxa de desemprego – e a consequente segurança de que não faltará trabalho – as boas expectativas quanto à economia e à renda familiar mostram que o mercado consumidor está pronto para um reaquecimento que faz a maioria dos analistas financeiros torcerem o nariz e logo pegarem seu Iphone novo para comentar o perigo que isso representa para a inflação.
Improvável que isso ocorra. Leia mais »

Imagens: 
Ipea revela alta no potencial de consumo

IPEA - Aumento da interação do estado com a Sociedade

E aí, Nassif?

Tem volta essa democratização do Brasil?

E o estado generoso, forte e eficiente, é possível sem a participação da Sociedade? Leia mais »

Pochmann: os desafios para ser a 4ª economia

Por Marco Antonio L.

No Vermelho.org

Brasil precisa rever papel do Estado para ser quarta economia

Marcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), lembra que parte da população brasileira ainda está submetida a condições de vida e de trabalho que são de simples sobrevivência 

"O Estado brasileiro não tem um padrão de funcionamento, devemos fazer um destaque à sua insuficiência e, de certa maneira, à ineficiência de políticas públicas em determinados aspectos". A posição é de Marcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), exposta durante apresentação do estudo "A presença do Estado no Brasil", nesta terça-feira (10), na capital paulista. Longe de criticar a presença e a intervenção do Estado, o que o estudo sugere é um desafio de ações mais efetivas no combate a desigualdades e ao subdesenvolvimento que persiste no país, apesar do avanço econômico. Leia mais »

A pesquisa "Presença do Estado no Brasil" do Ipea

Do Valor Econômico

Por Rodrigo Pedroso | Valor

SÃO PAULO - Os gastos do governo com assistência social chegam aos que mais precisam da presença do Estado, enquanto a atuação do poder público em saúde e educação se concentra nas regiões mais ricas. Os dados estão no estudo divulgado nesta terça-feira "Presença do Estado no Brasil", realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Ruy Baron/Valor  
Pochmann: "Brasil pode ser a quarta maior economia do mundo no fim da década, mas precisa superar a pobreza extrema"
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