Ipea aponta ineficiência da Procuradoria da Fazenda

Por Erick M

De O Globo

Ipea: Procuradoria da Fazenda gasta muito tempo e dinheiro nas ações

Geralda Doca

Responsável por cobrança de dívidas, órgão tem o pior desempenho do governo

BRASÍLIA. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) - responsável pela cobrança judicial das dívidas de empresas e pessoas físicas com a União - leva quase dez anos para recuperar um crédito e gasta 69% a mais do que a média de outros agentes do governo para fazê-lo. Segundo estudo divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a PGFN é menos eficiente do que outros órgãos do governo. Enquanto o custo unitário de suas ações é de R$5.606, a média da Procuradoria da Fazenda da Advocacia-Geral da União, que atua em defesa de autarquias e fundações, conselhos de fiscalização de profissionais liberais e da Caixa Econômica Federal, é de R$4.368. Leia mais »

A biblioteca online do Ipea

Do Ipea

Ipea lança biblioteca eletrônica durante a CODE

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou, durante a 2ª Conferência do Desenvolvimento (Code) uma página exclusiva para publicações digitais. Para acessar os livros online ou baixar os arquivos para tablet, acesse: www.ipea.gov.br/digital.

Por enquanto estão disponíveis onze títulos, em duas versões: em E-book e E-pub. Mas a intenção do Ipea é evoluir a conversão para que cada novo título lançado pelo Instituto seja disponibilizado também em E-book e E-pub.

No formato E-book, o livro pode ser lido imediatamente, pois é a versão online. Já no formato E-pub, o conteúdo pode ser baixado, para depois ser aberto em qualquer tablet, sem a necessidade de conexão com a internet.

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Percepção Social: pobreza diminui

Por raquel_

De O Estado de S. Paulo

Mais de 40% da população acha que pobreza diminuiu nos últimos 5 anos

Segundo estudo do Ipea, maior parte dos brasileiros acredita que a promoção de cursos profissionalizantes rápidos seria a maneira mais eficaz de o governo acabar com a pobreza no País

SÃO PAULO - O desemprego e a falta de qualidade do ensino são as principais causas da pobreza no Brasil, que apresentou recuo nos últimos cinco anos. A conclusão faz parte da mais recente rodada do Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS), pesquisa que, promovida em agosto pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela a avaliação da população brasileira sobre os bens e serviços públicos. Leia mais »

Ipea lança livro sobre pontos de cultura

Do Ipea

Instituto lança livro sobre pontos de cultura

Evento será realizado nesta quarta-feira, no auditório da TV Câmara, e transmitido online pelo site do Ipea

Nesta quarta-feira, 14, às 16h, será lançado o livro Cultura Viva - As Práticas de Pontos e Pontões e apresentado o processo de redesenho do Programa Cultura Viva, no auditório da TV Câmara, no edifício principal da Câmara dos Deputados, em Brasília. O lançamento será feito em conjunto pela Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Disoc/Ipea), com a Secretaria de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura (SCC/MinC) e a Frente Parlamentar em Defesa da Cultura.

Além do presidente do Ipea, Marcio Pochmann, estão confirmadas as presenças de Márcia Rollemberg (SCC/MinC), da deputada federal Jandira Feghali, presidente da frente parlamentar, e de Frederico Barbosa, coordenador de Cultura da Disoc. Leia mais »

Nem gastador nem transferidor, Estado é gestor

Por Assis Ribeiro

Da Carta Capital

As despesas públicas federais

De Paulo Daniel - Opinião

Na última semana, o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) realizou um estudo sobre como o governo federal está lidando com as suas despesas desde 2001 até 2010, cujo título é: Governo gastador ou transferidor?

Um macrodiagnóstico das despesas federais, entretanto, infelizmente, a repercussão na mídia brasileira, ou nativa, como prefere Mino Carta, foi pequeníssima.

Primeiro, é importante esclarecer que alguns economistas, mesmo com a atual crise em que vivemos, possuem uma fé cega no mecanismo de mercado como garantia do pleno emprego e ao bom funcionamento do sistema econômico, portanto, ao realizar qualquer constatação sobre o Estado lhes causam urticária.

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Comunicado IPEA sobre OSCs (ONGs) n.123

Nassif, pessoal todo, é muito importante o que acontecerá amanhã.

O Ipea publicará um de seus excelentes Comunicados especialmente dedicado aos dados sobre repasses federais a ONGs. Prefiro OSC, organizações da sociedade civil, mas tudo bem.

 É o de n.123

Informações que circulam nos dizem que a maior parte dos dados já foi divulgada internamente no governo.

Precisamos observar a grita dos diferentes setores da imprensa, os que preferem distorcer as análises. Leia mais »

Ipea aponta avanço nos investimentos sociais, mas critica ca

Autor: 

Ipea defende aumento dos investimentos sociais para redução da desigualdade
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Ipea: brasileiro está otimista com a economia

Por Marco Antonio L. 

Da Folha.com

Otimismo do brasileiro com a economia cresce, segundo Ipea

DE SÃO PAULO

O otimismo das famílias brasileiras em relação à realidade socioeconômica do país cresceu em outubro, segundo o IEF (Índice de Expectativas das Famílias), divulgado nesta quarta-feira (16). O indicador passou de 63,1, em setembro, para 64,7 no mês passado. Leia mais »

Ipea entra na briga contra IDH

Da Carta Maior

Ipea diz que desigualdade caiu 22% e entra na briga contra IDH

Diferença na renda domiciliar recua 22% de 1980 a 2010, segundo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Presidente do Ipea, Marcio Pochmann, reforça críticas do governo e diz que desenvolvimento humano do país medido pela Pnud sofre de falta de transparência e precisa passar por escrutínio. Credibilidade do IDH estaria ameaçada, e Ipea fala em criar índice próprio.

Economia desacelerada, foco no social

Por Assis Ribeiro

Isabela Vieira

Caxambu (MG) – A eliminação da extrema pobreza no Brasil depende do aumento do benefício do Bolsa Família e da inclusão de mais pessoas no programa, na avaliação do pesquisador da Diretoria de Estudos Sociais do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), Rafael Osório.

Diante das projeções de menor crescimento da economia nos próximos anos em função da crise financeira e do seu impacto sobre o emprego, o técnico não acredita que o lucro com o trabalho será suficiente para a elevar a renda de brasileiros extremamente pobres para mais de R$ 70.

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A queda da extrema pobreza

Por João Paulo Caldeira, no Brasilianas.org
Da Agência Dinheiro Vivo

O Brasil está mais próximo de acabar com a extrema pobreza. Devido principalmente ao protagonismo das políticas de transferência de renda, como o aumento real do salário mínimo e das políticas voltadas para a distribuição de renda(como o Bolsa Família) e também ao crescimento do emprego formal no país e à estabilidade macroeconômica, 6 milhões de pessoas deixaram a faixa de extrema pobreza, classificada como as famílias que tem renda per capita de até R$ 67 mensais.

“Está ficando difícil estudar os extremamente pobres porque este grupo está mudando”, afirmou o técnico do Ipea(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) Rafael Guerreiro Osório, na sua palestra no 15º Fórum de Debates Brasilianas.org, realizado na última quinta, em São Paulo. Leia mais »

Ipea aponta falha na gestão de regiões metropolitanas

Da Agência Ipea

Gestão eficiente é desafio nas regiões metropolitanas

Comunicado aponta falta de critérios na criação, pelos estados, de regiões metropolitanas

A falta de critérios nacionais para a criação de regiões metropolitanas (RMs) dificulta a gestão eficaz desses territórios. O país tem hoje 37 RMs e três Rides (regiões metropolitanas que englobam municípios de mais de um estado). Neste grupo, no entanto, existem RMs como a de São Paulo, com 39 municípios e 19 milhões de habitantes, e de Tubarão (Santa Catarina), com apenas 129 mil habitantes. Essas diferenças dificultam a formulação de políticas públicas comuns de desenvolvimento urbano. Leia mais »

O perfil dos migrantes em SP

Por Gilberto _

Estudo completo clipado em PDF.

Da Agência Brasil

Ipea: 45% da população adulta da região metropolitana de São Paulo vieram de fora

Jorge Wamburg

Brasília – A região metropolitana de São Paulo tem aproximadamente 45% de sua população adulta originários de outros estados ou países, proporção só superada pelo Distrito Federal, onde 75% dos habitantes não nasceram na capital federal. A constatação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com o estudo Perfil dos Migrantes em São Paulo, divulgado hoje (6). O estudo analisou a inserção social dos migrantes nacionais e estrangeiros residentes na região. Leia mais »

A aposentadoria das metas de inflação

Por Webster Franklin

Da Carta Maior

Crise global obriga BC a aposentar regime de metas de inflação 

Segundo o coordenador de Análises e Previsões do Ipea, Roberto Messemberg, Banco Central já iniciou substituição do regime de metas por um novo modelo de política monetária. Nesta entrevista, o economista analisa também a evolução do processo inflacionário brasileiro, prevê mais estabilidade de preços em 2012 e critica os juros altos – para ele, "uma renda de monopólio".

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Ipea: 4,2 milhões deixaram a baixa renda

Do G1

Em 9 anos, 4,2 milhões deixaram a baixa renda em seis regiões, diz Ipea

Estudo leva em conta as principais regiões metropolitanas do país.
Belo Horizonte teve maior queda na proporção de ocupados de baixa renda.

De julho de 2002 a julho de 2011, 4,2 milhões de brasileiros ocupados deixaram a baixa renda nas seis principais regiões metropolitanas do país, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo considera a faixa de baixa renda como até meio salário mínimo mensal de rendimento médio familiar per capita.

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