Os gargalos na inovação brasileira

IPEA analisa de gargalos das políticas de inovação

Por Lilian Milena | Do brasilianas.org

Os instrumentos públicos de incentivo e financiamento à inovação no setor produtivo brasileiro são considerados modernos e semelhantes aos adotados nos países de primeiro mundo, mas seus resultados ficam aquém das expectativas criadas. A análise é da 13ª edição do boletim Radar – Tecnologia, Produção e Comércio Exterior – divulgada hoje pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

Os fatores que respondem a baixa inventividade na produção industrial brasileira são basicamente: aversão ao risco; reduzida orientação para o mercado exterior e elevada participação de empresas multinacionais em segmentos intensivos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), isso porque estas companhias costumam manter seus centros de pesquisa nos países mais desenvolvidos. Leia mais »

Comentando o trabalho do Ipea sobre aeroportos

Por Sidney Braga

Atualizado às 9h54

Diante de tamanha cobertura da mídia, fiquei curioso e decidi ler o tão comentado relatório do IPEA sobre os Aeroportos no Brasil.

O relatório tem informações bem interessantes e é uma excelente fonte de dados sobre o tema proposto, entretanto, infelizmente contém muitas incoerências nas conclusões, bem como em alguns métodos utilizados para chegar até elas. 

Antes, ressalto que apesar de algumas conclusões exageradas e incoerências do relatório, a situação é preocupante, independente dos eventos esportivos que serão realizados no Brasil. É preciso sincronizar os avanços econômicos com o desenvolvimento da infraestrutura do país.

1 - O estudo leva em consideração apenas os aeroportos com investimentos relacionados com a Copa do Mundo. As conclusões falam de aeroportos acima da capacidade, mas ignoram a capacidade de aeroportos vizinhos que estão fora da lista. Leia mais »

A desigualdade regional na mão-de-obra

Do Valor

Polêmico, Ipea não vê falta de qualificação no país

De São Paulo
29/04/2011

O Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) introduziu ontem uma tese polêmica no debate sobre a qualificação profissional como entrave no crescimento econômico - este ano terminará com um contingente pouco superior a 1 milhão de pessoas desempregadas com qualificação. Segundo o economista Marcio Pochmann, presidente do Ipea e especialista em mercado de trabalho pela Unicamp, o excedente de pessoas qualificadas não é aproveitado porque elas estão "na região errada". Isto é, o déficit de 2,8 mil trabalhadores qualificados na construção civil em Alagoas, estimado pelos técnicos do Ipea para este ano, poderia ser suprido pelo saldo de três mil trabalhadores qualificados no setor que serão gerados no Acre ao longo de 2011.  Leia mais »

A difícil reinserção no mercado de trabalho

Por Mário de Oliveira

Da Agência Brasil

Hoje às 19h05 - Atualizada hoje às 19h07

73% dos desempregados não têm qualificação para buscar novo emprego, diz Ipea

Vinicius Konchinski
Agência Brasil

São Paulo – O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que 7,3 milhões de trabalhadores brasileiros ficarão desempregados este ano. Desses, 73% não terão experiência e qualificação necessária para concorrer aos empregos existentes no país.

Os dados constam de um estudo divulgado hoje (28) pelo instituto. De acordo com o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, apesar do país ainda ter um excesso de mão de obra qualificada, a falta de formação dos trabalhadores deve se tornar ainda mais grave no país com o tempo.

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A carga tributária e o PIB

Atualizado às 7h53, com comentário do autor do artigo

É um caso evidente de inversão das relações de causalidade, o estudo abaixo do IPEA. Na prática, acontece o seguinte:

1. Há uma demanda por gastos públicos.

2. Quando o PIB cresce, aumenta a arrecadação nominal, sem afetar a relação receita/PIB.

3. Quando o PIB cai, cai a arrecadação nominal. Para dar conta dos encargos, pressões por gastos e juros, o governo aumenta a carga tributária.

Carga tributária reduz crescimento do País - economia - Estadao.com.br

Segundo pesquisador do Ipea, aumento de 1% na arrecadação reduz o PIB em até 3,8% no longo prazo

23 de abril de 2011 | 0h 00

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ODMs - IPEA e Ceará publicam primeiro relatório

"O estudo é o primeiro a ser divulgado de uma série de relatórios avaliando a evolução dos dados referentes a cada um dos oito ODM em Estados brasileiros selecionados."

[email protected], mais exemplares que dão sentido e conteúdo à Biblioteca da Educação Ambiental Popular, em construção.

Abraços, Gustavo Cherubine.

http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&...

Para baixar:

http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/110414_relatorio_odm_c...

Para baixar 2:

http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/110414_informe_odm_cea...

http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/110414_apresetacao01_o...

http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/110414_apresetacao02_o...

http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/110414_apresetacao03_o... Leia mais »

Gilberto Carvalho e o estudo sobre os aeroportos

Por Sérgio T.

Nassif, o Terra soltou essa reportagem sobre as obras da Copa, o IPEA, e a velha briga imprensaXgoverno o que é notícia fonte de pesquisa, e o que é pesquisa para se chegar a uma notícia de conclusão prévia.

"Governo desqualifica Ipea após relatório contra aeroportos"

Laryssa Borges - Direto de Brasília

Após o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea, órgão ligado ao Governo) ter divulgado relatório em que previa que pelo menos nove aeroportos corriam o risco de não ficarem prontos a tempo para a Copa do Mundo de 2014, ministros do Governo desqualificaram, nesta terça-feira, o levantamento e resumiram as previsões da entidade a "um recorte de jornal". Leia mais »

Ipea não consultou Infraero em estudo

Por Stanley Burburinho

Por que o Ipea não consultou a Infraero? Parece que estão levantando a bola para a oposição e cria e confundir a população. Veja abaixo os comentários da oposição.

"A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informou ao G1 nesta quinta-feira (14)  que não participou das discussões técnicas sobre o estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que aponta atraso nas obras de 9 dos 13 aeroportos brasileiros que estão sendo preparados para a Copa de 2014. Segundo o Ipea, os aeroportos não devem estar prontos a tempo de receber o evento."

"Sobre o estudo em questão, a Infraero desconhece as bases técnicas utilizadas e não participou de qualquer discussão, de modo que não pode fazer qualquer tipo de avaliação a respeito", informou a assessoria de imprensa da Infraero."

"A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que não vai se pronunciar sobre o estudo Ipea."

Do G1

14/04/2011 12h27 - Atualizado em 14/04/2011 14h19

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O atraso dos aeroportos para a Copa

Da ESPN.com.br

Relatório oficial diz que aeroportos brasileiros não ficarão prontos até 2014

por ESPN.com.br com Agência EFE

As obras de ampliação e melhorias dos aeroportos das 12 cidades brasileiras que serão sedes da Copa do Mundo de 2014 no Brasil não serão concluídas a tempo, segundo admite um relatório divulgado nesta quinta-feira um órgão do Governo.

"A situação é preocupante", indica o estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que analisa a situação dos 12 aeroportos, o que já gerou preocupação da autoridades da Fifa.

Depois do mundial de 1950, essa será a segunda Copa do Mundo no Brasil. Desta vez as sedes serão nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

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As previsões do Ipea

Por ANTONIO ATEU

PIB deve crescer de 4 a 5%

Carta de Conjuntura apresenta também previsões sobre a inflação e transações correntes

Foto: Divulgação Ipea
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Ipea divulga Carta de Conjuntura com previsões sobre o PIB, emprego e inflação

“O crescimento do PIB do país ficará entre 4% e 5%,” afirmou Roberto Messenberg, coordenador do Grupo de Análise e Previsões (GAP) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em coletiva sobre a Carta de Conjuntura nessa quarta-feira, 13, na representação do Instituto no Rio de Janeiro. Com relação à inflação, a previsão é de que se situe entre 5% e 6% este ano. A tendência para os próximos meses é de que as taxas de inflação continuem em patamares elevados e desacelerem um pouco nos últimos três meses do ano. 

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O Sensor Econômico do Ipea

Por Roberto São Paulo-SP 2013

http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&...

O Sensor Econômico é uma pesquisa mensal realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em todo território nacional com o objetivo de captar as expectativas econômicas e sociais do setor produtivo brasileiro. Nesse conjunto estão incluídas entidades empresariais da agricultura, da indústria e do comércio e serviços e de trabalhadores, que representam 80,18% do PIB brasileiro.

Leia a íntegra do Sensor Econômico(pdf)

http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/110406_sensoreconomico...

clique na imagem(1 e2) para ampliar Leia mais »

Imagens: 
O Sensor Econômico do Ipea
O Sensor Econômico do Ipea

Os impactos das compras nacionais da Petrobras

Do Valor

As compras da Petrobras: controle seu entusiasmo

Mansueto Almeida
04/03/2011

Entre 2009 e 2010, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) fez um amplo estudo para estimar o impacto das atividades da Petrobras sobre o desenvolvimento produtivo e tecnológico dos seus fornecedores no Brasil. O estudo foi publicado em novembro de 2010 e está disponível em um livro no site do Ipea. Não participei do estudo, mas li com cuidado o resultado da pesquisa e comento abaixo algumas dessas conclusões.

Quando se compara os fornecedores da Petrobras com os não fornecedores, nota-se que as primeiras: a) pagam um salário médio 80% maior; b) têm um porte médio maior (ganhos de escala); c) rotatividade da mão de obra menor; d) empregam 42,1% de todos os engenheiros que têm carteira assinada na indústria e serviços selecionados pelo estudo; e e) empregam também 43,3% dos profissionais científicos e 45,9% dos pesquisadores dos setores analisados. No entanto, os resultados não são tão espetaculares quando se investigam os efeitos dinâmicos do relacionamento com a Petrobras.

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IPEA: Desemprego ocorre de forma desigual e atinge severamente os mais pobres

Desemprego é menor, mas taxas ainda são altas entre os mais pobres

“Pobreza passa a ser cada vez mais relacionada ao desemprego”, aponta IPEA Leia mais »

A ineficiência da lei de crimes ambientais

Do Brasilianas.org

Lei de crimes ambientais é ineficiente, diz Ipea

Por Lilian Milena
Da Agência Dinheiro Vivo

A Lei de Crimes Ambientais brasileira é ineficiente, avaliam pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em relatório publicado esta semana - Direito Ambiental Brasileiro: Lei dos Crimes Ambientais.

A justificativa para a má aplicação da Lei 9.605/1998 não está nos seus mecanismos, mas no sistema jurídico obsoleto do país, somado a cultura da população em não levar a sério as questões ambientais. Leia mais »

A dependência brasileira em commodities

Do Brasilianas.org

País deve rever o foco em commodities, diz IPEA

Por Lilian Milena
Da Agência Dinheiro Vivo

Para alcançar o nível de uma economia sustentável - do ponto de vista social e ambiental - o país deve rever seu papel no mercado externo. É o que afirmam os autores do relatório O Comércio Internacional e Sustentabilidade Socioambiental no Brasil, divulgado esta semana pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

A conclusão se pauta na ideia de que a inserção na economia internacional baseada no fornecimento de commodities (como minérios e grãos) e produtos com pouca tecnologia agregada, resulta em impactos negativos do ponto de vista social e ambiental, geralmente não contabilizados quando o produto interno bruto (PIB) de um país é calculado.

As produções intensivas à base de recursos naturais, a exemplo da mineração, siderurgia e soja, são consideradas estratégicas para a indústria nacional "e por setores ligados ao comércio exterior pela ‘competitividade’ apresentada pelo Brasil. Essa exportação gera divisas importantes para o país, embora nem sempre essa riqueza seja distribuída para a sociedade", completam os autores do trabalho.

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