A distribuição de renda no pós-crise

Por Bruno

Nassif,

hoje o IPEA divulgou estudo sobre distribuição funcional da renda no Brasil.

A situação brasileira, como se sabe, é de alta concentração

Mas, o período recente, mesmo com a crise econômica, não apenas o Gini caiu, como a participação do salário na renda nacional aumentou. Acho que isto questiona um pouco a idéia mantida por muitos, em parte tb aqui no blog, de que a queda no Gini seria irrelevante, pois mascararia a concentração nos ganhos de capital e financeiros. Leia mais »

Saúde, o gasto público insuficiente

Do Valor

Para Ipea, gasto público é insuficiente

Mauro Zanatta, de Brasília
04/05/2010

Mesmo com a recente evolução do Orçamento, os indicadores de saúde seguem descolados do volume de gastos. Um dos mais importantes índices do setor, a mortalidade infantil tem registrado expressivo recuo. Entre 1994 e 2008, a taxa passou de 38,2 para 19 óbitos por mil nascidos vivos. Mas o ritmo de redução dessas mortes precoces na gestão Fernando Henrique Cardoso supera em dobro, até aqui, o período do governo Lula - 57% a 24%.

O sintoma mais grave é persistência de diferenças regionais e raciais no índice. As crianças pobres têm mais que o dobro de chance de morrer do que os filhos dos ricos. E negros e índios morrem mais do que brancos, segundo o Ministério da Saúde. Nesse quesito fundamental, o Brasil figura em terceiro lugar no ranking da América do Sul, atrás de Bolívia e Paraguai, aponta o Fundo de Populações das Nações Unidas (Unfpa).

"Eliminamos seis doenças e temos outras 11 próximas de acabar. Temos atuado fortemente e o cenário favorece a redução de doenças com peso significativo sobre a mortalidade infantil", afirma o diretor de Vigilância Epidemiológica, Eduardo Hage. Leia mais »

A discussão entre Gudin e Simonsen

Por mcn

Que tal discutirmos as 2 visões de país (estou sendo otimista?) que estarão em disputa nas eleições de outubro?

As publicações abaixo são um bom começo.

Ipea relançou debate entre Simonsen e Gudin

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou (30/04), no Rio de Janeiro, duas publicações sobre o desenvolvimento nacional. Leia mais »

A banda larga além da infraestrutura

Por Francisco Alves

PNBL de novo:

Do UOL

Banda Larga Nacional não depende apenas de melhoria na infraestrutura, alerta IPEA

Da Redação*

*Atualizado às 15h24

O Plano Nacional de Banda Larga, cuja meta é levar internet rápida a 50% dos domicílios brasileiros até 2014, tem pouca chance de sucesso se não forem empregadas políticas integradas do governo, como a revisão do regime jurídico ao qual o serviço está submetido e o uso efetivo do FUST (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações), além de investimentos direcionados às regiões onde a desigualdade é mais grave.

As recomendações são do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), que divulgou nesta segunda (26) um estudo para melhoria do plano nacional de banda larga. Na apresentação, Luis Kubota, técnico do Diset (Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura), mostrou dados sobre a defasagem do Brasil em relação a outros países: 46 milhões de brasileiros não têm acesso à internet e o custo da banda larga no país é dez vezes maior do que em países desenvolvidos.

Banda larga no Brasil

Entre as medidas necessárias, estão a reforma na regulamentação do serviço de internet que, segundo o instituto, juridicamente ainda não é considerado como essencial. “É preciso discutir uma reforma para que a regulação contemple de modo mais moderno o fenômeno da convergência tecnológica”, frisa o estudo. Leia mais »

Agência reguladora para mudanças climáticas

Do Valor

Economista pede criação de agência reguladora para mudanças climáticas

Agência Brasil, de Brasília
23/04/2010

O economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Ronaldo Motta afirmou ontem que o marco regulatório nacional sobre mudanças climáticas é frágil e que é fundamental a criação de uma agência reguladora para tratar o tema.

"O marco regulatório é frágil, deixou lacunas. Precisa ser definida uma estrutura de governança. Não existe uma agência reguladora", disse Motta, que participou da apresentação do documento "Perspectivas Sobre as Negociações de Mudança Climática e Seus Impactos na Política Brasileira".

A Lei 12.187, aprovada em dezembro de 2009, instituiu a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), o marco regulatório do setor, mas ainda precisa ser regulamentada pelo Congresso Nacional. Segundo Motta, falta incentivo para os setores econômicos que deverão cumprir as metas assumidas pelo Brasil para a redução de emissão de dióxido de carbono (CO2) o que poderia ser implementado com a criação da agência. Leia mais »

IPEA cria Focus do setor produtivo

Por Anselmo

Nassif,

Na saída do Meirelles o Ipea fez um movimento interessante. Reformulou o Sensor Produtivo, da Diretoria de Estudos Macroeconômicos. Em vez de trazer só a informação de que o setor produtivo está “otimista” ou “pessimista” sobre a economia, o emprego, o ser e o nada, agora vão trazer as médias das projeções.

Na prática, é o Boletim Focus do setor produtivo. Quer dizer, traz expectativa da indústria e agronegócio em vez do mercado financeiro.

O João Sicsú, responsável pelo setor, é crítico do regime de metas de inflação desde sempre. De certa forma, parece ter feito sua parte no embate, por dentro do governo.

Da Rede Brasil Atual

Na saída de Meirelles, Ipea cria “Focus” do setor produtivo

Indicador que media expectativa do setor produtivo ganha nova versão, incluindo medianas das estimativas de entidades do setor, além de sindicatos e outras organizações. Modelo permite confrontar dados do mercado financeiro

Por: Anselmo Massad, Rede Brasil Atual
Publicado em 24/03/2010, 15:31

O Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) divulga, nesta quinta-feira (25) uma versão repaginada do Sensor Econômico, um índice que mede as expectativas dos setores produtivos. Com a mudança, a análise deve permitir uma comparação mais precisa com as projeções do mercado financeiro, aferidas atualmente pela Pesquisa Focus, uma publicação do Banco Central. Leia mais »

Engenheiros fora da profissão

Por André

E o Ipea diz: o Brasil forma um número de engenheiros suficiente para primeiro-mundializar o país, mas apenas um de cada 3,5 deles está empregado em funções típicas da profissão.

Da Agência Brasil

Ipea: Brasil forma muitos engenheiros nas faculdades, mas poucos trabalham na profissão

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil

Brasília - De cada 3,5 engenheiros formados no Brasil, apenas um está formalmente empregado em ocupações típicas da profissão. Isso mostra que o país tem um número suficiente de engenheiros para dar conta dos novos postos que devem surgir com o crescimento econômico. No entanto, é necessário que aumente a proporção de profissionais dedicados às áreas específicas da engenharia para que o país dê conta de acompanhar os cenários mais otimistas.

A avaliação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e consta da sexta edição do boletim Radar: Tecnologia, Produção e Comércio Exterior. Segundo o Ipea, o estudo foi motivado pela possibilidade de não haver número suficiente de engenheiros no país para dar conta da demanda que deverá surgir com o crescimento econômico. Isso, assinala a instituição, poderia resultar em um “apagão de mão de obra qualificada”, caso a economia venha a crescer a taxas mais altas ou por causa de mudanças tecnológicas, principalmente em alguns setores, como o do pré-sal. Leia mais »

O Sensor Econômico do IPEA

Coluna Econômica - 10/02/2009

Em uma economia de mercado, os indicadores econômicos são fundamentais para a definição da política econômica. Diria até que grande parte da força política do mercado, nos últimos anos, residiu no controle desses indicadores – e, especialmente, no monopólio das avaliações dos indicadores existentes. Por exemplo, em qualquer sociedade sadia, a ocupação do Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) das indústrias seria festejada. Sinal de que o próximo passo seria o aumento dos investimentos. Por aqui, era motivo para pessimismo, sinal de volta da inflação e álibi para aumento dos juros. Leia mais »