Balanço do PAC indica recuperação do vigor da economia

Do Correio Braziliense

Economia brasileira começa a recuperar o vigor, avalia governo

No documento do quarto balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2, o governo avalia que as perspectivas da economia continuam relativamente incertas. Segundo a análise, o aspecto mais grave desta etapa da crise iniciada em 2008 é que os países emergentes, como o Brasil, sentirão os efeitos do menor volume de comércio internacional, da instabilidade nos fluxos de recursos estrangeiros, da deterioração das expectativas de empresários e consumidores e, ainda da redução do crescimento da atividade econômica. Leia mais »

O homem por trás da Delta

Do Estadão


O ‘garotão’ que levou a Delta à esfera nacional


Simpático, informal e bonachão, Fernando Cavendish aproximou-se de políticos, como o governador do Rio e amigo, Sérgio Cabral


Jeito de garotão, simpatia de carioca e leve sotaque que denuncia o nascimento em Pernambuco. O empresário Fernando Cavendish mistura comportamento informal nos contatos pessoais com agressividade peculiar nos negócios. O estilo do dono da Delta Construções, brindado com muitas das obras do governo do Rio e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), confunde-se com a ascensão da empresa que, de modesta visibilidade em Pernambuco, em 15 anos galgou posto de destaque no País.


O bom relacionamento com sucessivos governos fluminenses - Anthony Garotinho (1999-2002), Rosinha Garotinho (2003-2006) e Sérgio Cabral Filho (a partir de 2007) - foi importante na trajetória, agora sob investigação da Polícia Federal e da CPI do Cachoeira.


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A manutenção do controle fiscal

Por Roberto São Paulo-SP 2013

Do Valor

Mantega diz que governo manterá o controle fiscal

Por Claudia Safatle

O governo "está mudando o mix da política econômica", usando mais rigor fiscal e menos juros para controlar a inflação, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega ao Valor. Ele afirmou que o fortalecimento da política de controle do gasto público este ano foi exatamente nessa direção, a partir da decisão de cumprir a meta de superávit primário "cheia" - ou seja, sem deduzir os gastos com investimentos do PAC, de R$ 32 bilhões.

Mantega garantiu que essa é uma mudança permanente:

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Miriam Belchior e os rumos do governo Dilma

Do Valor

"Nossa corrida não é de 100 metros"

Raymundo Costa, João Villaverde e Rosângela Bittar | De Brasília
11/07/2011  


Ruy Baron/Valor 

A demissão de dois ministros, em menos de 30 dias, disseminou a impressão de crise e paralisia de um governo cuja presidente, Dilma Rousseff, mal completou seis meses de mandato. Nada mais falso, segundo a ministra do Planejamento, Miriam Belchior. "Algumas coisas estão sendo tocadas, e bem, e outras estão sendo montadas".

Para Miriam Belchior, o desenvolvimento da gestão de governo é o esperado: "O primeiro ano é o de o governo armar o bloco", diz a ministra. "Nossa corrida não é de 100 metros, mas de quatro anos. É em quatro anos que a presidenta pode ser cobrada de seus compromissos", afirma.

Falsa também, na ótica da ministra do Planejamento, é a afirmação de que a execução do Orçamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) este ano, só aumentou por causa do custeio. Miriam questiona a nomenclatura. "As pessoas entendem custeio como manutenção da máquina administrativa", diz. "O custeio a que nos referimos no PAC não é isso, mas boa parte pode e deve ser entendida como investimento."

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O primeiro navio porta-contêiner do país

"...a cada viagem será possível retirar das estradas brasileiras cerca de 2,8 mil caminhões."

 Desenvolver Pernambuco ou qualquer outro estado Nordestino é desenvolver o BraSil. O desenvolvimento de Pernambuco é um justo reconhecimento a uma região. Uma lógica a ser estabelecida.

Do Poder Naval

Primeiro navio porta-contêiner do país chega a Suape na quarta-feira

07 de junho de 2011

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As obras do PAC contra a guerra fiscal

Da Folha

Dilma troca obras por fim de guerra fiscal

Governo vai propor compensações a Estados, como projetos do PAC, por perdas com a extinção de incentivos fiscais

Proposta pelo fim da chamada "guerra dos portos" deverá ser feita a governadores em reunião no fim de maio

VALDO CRUZ
DE BRASÍLIA

A presidente Dilma Rousseff vai propor aos governadores compensações financeiras, como por exemplo obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), em troca do fim da chamada "guerra dos portos".

A ideia é compensar as perdas de investimentos que alguns Estados terão com a extinção de incentivos que reduzem ou isentam a cobrança de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de produtos importados.

Os Estados dizem que tomam essas medidas para atrair empresas.

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O ritmo de obras em Jirau e Santo Antonio

Do Estadão

Governo reduz ritmo de obras de usinas

Em acordo com sindicalistas e empresas, governo muda o cronograma de Jirau e Santo Antônio, o que deve provocar a demissão de trabalhadores

15 de abril de 2011 | 0h 00

Tânia Monteiro - O Estado de S.Paulo

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anunciou ontem, depois de uma rodada de reuniões entre governo, sindicalistas e representantes das empresas da construção civil, no Palácio do Planalto, que o cronograma das obras das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia, voltará ao ritmo anteriormente previsto. Com isso, as obras não serão mais antecipadas, como desejavam as empreiteiras.

O objetivo do governo, com a decisão, é tentar eliminar os problemas nas contratações e acabar de vez com as denúncias de maus-tratos contra os empregados, como ocorreu em Jirau, que acabaram provocando a revolta dos trabalhadores. O governo reconheceu, no entanto, que essa medida levará a demissões, mas , segundo Lupi, houve acerto com as construtoras para que os desligamentos sejam acompanhados pelos sindicatos.

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A avaliação de políticas públicas sob Dilma

Do Valor

União vai agrupar programas para melhorar avaliação

Ribamar Oliveira Paulo de Tarso Lyra | De Brasília
14/04/2011

A proposta para o Plano Plurianual 2012/2015, que começou a ser apresentada ontem a todos os ministérios, prevê uma redução expressiva do número de programas executados pelo governo federal, que passarão dos atuais 360 para cerca de 60. Em entrevista ao Valor, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, disse que essa redução facilitará o monitoramento e a avaliação sobre a efetividade das políticas públicas. "Do nosso ponto de vista, não é possível monitorar e muito menos ser efetivo com 360 programas", disse.

Dentro da nova concepção, o PPA terá programas temáticos, mais gerais, que abrangerão todos os aspectos de um problema ou situação que o governo deseja resolver. Os programas temáticos vão retratar a agenda de governo. Cada um deles terá uma contextualização, com uma interpretação completa e objetiva da temática tratada, as oportunidades e os desafios associados e as transformações que se deseja realizar.

Cada programa temático terá indicadores e valor global para os quatro anos do PPA e definirá também objetivos a serem alcançados e as iniciativas a serem adotadas. Atualmente, os programas do governo são elaborados para resolver um problema específico e as avaliações são feitas com base na execução realizada. O governo quer agora avaliar os programas pelos resultados obtidos.

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A posição da presidência sobre Belo Monte

Por Mário de Oliveira

Da Agência Brasil

07/04 às 17h20 - Atualizada em 07/04 às 17h21

Governo não abre mão de Belo Monte, avisa Gilberto Carvalho

Luciana Lima

O ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República, disse hoje (7) que o governo não abre mão da construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte. Após se encontrar com cerca de 450 mulheres do Movimento de Atingidos por Barragens (MAB), o ministro ponderou que outras reivindicações do grupo poderão ser objeto de diálogo com o governo, mas não Belo Monte. “Belo Monte não vai ter como atender”, disse o ministro, após o encontro que contou com a presença da presidenta Dilma Rousseff.

Entre as reivindicações do movimento, entregues á presidenta Dilma Rousseff, está a imediata suspensão da construção da usina. “Em relação à Belo Monte não dá para avançar, nós não vamos deixar de fazer [a usina]”, disse o ministro. “Dá para fazer Belo Monte de um jeito ou de outro. O papel deles [dos movimento sociais] é cobrar da gente que seja da forma mais humana, mais respeitadora possível, levando em conta todos os direitos dos atingidos, das culturas tradicionais. Essa é a parte do diálogo que dá para a gente fazer”, ponderou.

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O ritmo das obras do PAC saneamento

Do Valor

No ritmo atual de execução, obras do PAC do setor ficam prontas só no fim de 2015 

Samantha Maia | De São Paulo
06/04/2011 

As obras de esgoto do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) só serão finalizadas no fim de 2015 - cinco anos depois do previsto quando o programa foi lançado -, se mantido o atual ritmo de execução. Os dados são de levantamento feito pelo Instituto Trata Brasil em 101 projetos existentes nas cidades com mais de 500 mil habitantes.

O atraso foi detectado, apesar da aceleração dos investimentos registrada em 2010 comparado ao resultado atingido até 2009. O PAC foi lançado em 2007. De acordo com o estudo, de dezembro de 2009 até dezembro de 2010, os recursos liberados em relação ao total de R$ 2,8 bilhões a serem investidos passaram de 19,7% para 40,9%, enquanto o volume de obras avançou de 19,7% para 35,3%. Até o momento, só quatro obras foram finalizadas.

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PAC impulsiona arqueologia no país

Por Bruno de Pierro
Da Agência Dinheiro Vivo, no Brasilianas.org

Em 2010, o Brasil registrou 969 projetos arqueológicos, dos quais cerca de 90% estão relacionados à arqueologia preventiva, voltada para a mitigação de impactos ambientais causados por grandes obras, como construção de usinas, barragens e estradas. O aumento de 28% com relação a 2009, que somou 756 projetos, está relacionado ao ritmo de crescimento do país nos últimos anos e, principalmente, ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O fenômeno - que se estende para demais áreas ligadas à preservação ambiental e cultural - tem sido, no entanto, mais evidente para a arqueologia brasileira, que ainda apresenta obstáculos na definição de uma regulamentação própria e na formação profissional.

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O problema das grandes obras

Por raquel_

De CartaCapital

Grandes obras, problemas idem

Felipe Corazza 4 de abril de 2011 às 16:33h

Além de Suape, as greves já suspenderam os trabalhos no Porto de Açu, no Rio de Janeiro, na termoelétrica de Pecém, no Ceará, e nas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia. Por Felipe Corazza. Foto: Felipe Corazza.

Visto do alto, o Complexo de Suape, em Pernambuco, é imponente. Mas a dimensão do que está em curso na área, pertencente ao município de Ipojuca, torna-se de fato espantosa quando se faz o trajeto entre a capital e os grandes átrios que formarão o coração do gigante. Pouco antes das 6 da manhã, desde a entrada de Jaboatão dos Guararapes – município da região metropolitana do Recife –, veem-se pelas calçadas operários e técnicos à espera dos incontáveis ônibus fretados que trafegam ao longo da rota. A PE-060, estrada que leva aos principais empreendimentos do complexo, tem um engarrafamento quase paulistano. O clima de operação de guerra é reforçado pelo barulho do helicóptero da Defesa Civil a sobrevoar a movimentação. É quarta-feira 30, dia de assembleia dos trabalhadores em greve.

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As mortes nas obras do PAC

Por Lauro Rocha

De O Globo

Mortes em obras do PAC estão acima dos padrões

Cássia Almeida, Henrique Gomes Batista, Isabela Martin e Bruno Rosa

PORTO VELHO (RO), FORTALEZA e RIO - Trabalhadores estão morrendo nos canteiros de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), estrela do governo federal. Num levantamento inédito feito pelo GLOBO em 21 grandes empreendimentos, que somam R$ 105,6 bilhões de investimentos, foram registradas 40 mortes de operários em acidentes, desde 2008. Só nas usinas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia, houve seis mortes.

Tanto em complexas obras de infraestrutura, como hidrelétricas, como nas mais simples, incluindo as do programa Minha Casa, Minha Vida, a morte está presente. Os acidentes fatais são causados principalmente por choques, soterramento e quedas. São mortes "invisíveis", que não estão nos bancos de dados dos diversos controles governamentais criados para acompanhar o PAC, que, até o início de 2010, era coordenado pela então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.

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As condições de trabalho nas obras do PAC

Do Valor

Dilma quer saída para greves em obras do PAC

Paulo de Tarso Lyra e André Borges | De Brasília
24/03/2011

O governo está alarmado com a onda de paralisações de operários nas principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e quer agir antes que a crise se torne incontrolável e se alastre ainda mais, como adiantou o Valor na edição de ontem. Ontem, 80 mil operários da construção civil estavam parados, somados os profissionais que atuam nas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Porto Velho (RO), além dos complexos portuários de Suape (PE) e Pecém (CE). No início da noite, 16 mil destes decidiram retornar ao trabalho hoje, após acordo com o consórcio que administra a obra da usina de Santo Antônio, no rio Madeira, em Rondônia.

A presidente Dilma Rousseff pediu ao secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, que se reúna com as centrais sindicais, empresas concessionárias e Ministério Público do Trabalho para tentar chegar a um acordo e impedir um colapso no principal programa de investimentos do governo. O encontro vai ocorrer na terça-feira, em Brasília.

Após reunião no Palácio do Planalto com o ministro Gilberto Carvalho, os presidentes da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, reforçaram a necessidade de encontrar uma saída com urgência. "É preciso estabelecer um mínimo de regras nas relações trabalhistas. Muitos dos serviços foram terceirizados, alguns deles até quarteirizados. Não dá para colocar 20 mil homens trabalhando sem um mínimo de organização", afirmou o presidente da CUT, Artur Henrique. "Há dois anos a CUT avisava que poderia dar problema nas obras. Defendemos contrapartidas sociais para que essas obras sejam realizadas", afirmou ele. 

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