Igreja da Sé planeja ações para elevar número de visitantes

Da Folha

Contra marasmo, catedral da Sé arma chá da tarde e tenta atrair noivos

CHICO FELITTI
DE SÃO PAULO

De volta ao marco zero da fé paulistana. A catedral da Sé, que pontua o centro geográfico da cidade, quer voltar a ser um dos templos mais visitados de São Paulo. Com esse intuito, contratou uma empresa para atrair casamentos à sua nave, planeja um chá semanal nos moldes do "brunch" do mosteiro de São Bento e corre atrás de reformas que reabrirão ao público seus chamarizes, como o órgão.

"O plano é trazer mais visitantes para que a catedral seja cada vez mais conhecida e apreciada pelo público", diz o cônego Walter Caldeira, 62, há três anos à frente da catedral Metropolitana de São Paulo (seu nome oficial), que começou a ser erguida há cem anos, mas só foi aberta em 1954.

Hoje, 2.000 pessoas vão à Sé diariamente, segundo estimativa do pároco. Se fossem reunidas de uma só vez, caberiam todas em pé dentro desta que é uma das maiores igrejas do mundo, com 5.700 m² de área total. Leia mais »

A biblioteca virtual de R$ 1 milhão que não existe

Autor: 

Em 2004, a Secretaria de Educação do estado de São Paulo fechou contrato para inaugurar uma biblioteca virtual com cerca de 40 mil títulos. Só que, mesmo após o pagamento – R$ 1,1 milhão em valores atuais – ela nunca saiu do papel.

Segundo a Folha, o contrato foi feito com a E-Libro, empresa sediada em Miami (EUA) cujo acervo está principalmente em inglês.

Na época, o acordo permitiria acesso a 40.000 obras em inglês, 4.000 em espanhol e só 400 livros em português. Técnicos da secretaria diziam que a biblioteca era desnecessária: no mesmo ano, o Ministério da Ciência e Tecnologia anunciava a criação do Portal E-Livro, para fornecer acesso a publicações de 150 editoras.

O acordo em São Paulo foi intermediado pela Unesco, braço da ONU para educação e cultura. O órgão diz que houve problemas técnicos, resolvidos em 2006, e diz que a biblioteca virtual nunca saiu do papel por desinteresse da secretaria de Educação.

O projeto foi autorizado quando Gabriel Chalita chefiava a secretaria. Ele diz que sua sucessora, Maria Lucia Vasconcelos, é responsável por não dar continuidade ao projeto.
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A centralização de serviços ao microempreendedor, em SP

Por maurobrasil

Da Rede Brasil Atual

São Paulo oficializa 'Poupatempo' do microempreendedor

Agência São Paulo de Desenvolvimento terá um escritório em cada subprefeitura para assessoria e busca ativa de possibilidades de microcrédito

Redação da Rede Brasil Atual

São Paulo oficializa 'Poupatempo' do microempreendedor

Haddad considera que a agência acabará com a 'via crúcis' dos pequenos empreendedores (Foto: Fernando Pereira. Prefeitura)

São Paulo – Um convênio firmado na sexta-feira (5) entre prefeitura de São Paulo, Caixa Econômica Federal e Sebrae pretende garantir a centralização dos serviços necessários aos microempresários. A proposta da gestão de Fernando Haddad (PT) é que cada uma das 31 subprefeituras receba uma praça de atendimento com instituições bancárias e de ensino que prestem serviços e assessoria a microempreendedores, cooperativados e trabalhadores.

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Centro de SP poderá ter zona livre de carros

Por Assis Ribeiro

Do Estadão

Zona livre de carros em SP pode chegar ao centro

cidade de São Paulo pode ganhar mais uma zona livre de carros, nos moldes da que começou a funcionar na sexta-feira (29/03), no Largo 13 de Maio, em Santo Amaro, na zona sul da capital. A próxima deverá ficar na região central. Foi o que disse ontem o secretário municipal dos Transportes, Jilmar Tatto, que não deu prazo para isso ocorrer.

"Eventualmente, um dia, em um tempo não tão distante, vamos fazer na região central", afirmou Tatto, acrescentando que, em seu primeiro dia útil, a experiência do Largo 13 melhorou em 30% a fluidez dos ônibus.

Nesta semana, os motoristas que circulam pela zona livre de carros estão sendo orientados sobre as restrições. A partir da próxima segunda-feira (08), quem trafegar pelas ruas em que há proibições de circulação nos horários de pico - das 5h às 10h e das 16h às 20h - receberá uma multa de R$ 85,13, além de ter cinco pontos descontados na carteira de habilitação. Leia mais »

A alta intelectualidade contra o baixo centro

(resposta ao texto “BaixoCentro: uma festa e nada mais”)

“I'm only happy when it rains
I feel good when things are going wrong”
Garbage Leia mais »

Conselheiros Tutelares de São Paulo exigem soluções

Autor: 

Que o Conselho Tutelar de Lajeado esta fechado faz mais de uma semana, por causa de um surto de dengue, não será noticia para imprensa grande . Porem, para mais de 60 mil crianças e adolescentes, desse distrito da cidade, a defesa de seus direitos, está em situação precária.


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Mais cara, rede subterrânea pode solucionar falta de energia

Por alfeu


Da Agência Brasil

Rede elétrica subterrânea pode reduzir quedas de energia, dizem especialistas

Daniel Mello
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – A construção da rede elétrica subterrânea pode ser a solução definitiva para as quedas de energia que atingem a cidade nos temporais. “Se o sistema fosse todo subterrâneo, não teria problema algum. Por exemplo, em Paris é tudo subterrâneo e eles não têm esse problema”, diz o professor da Universidade de Campinas (Unicamp) José Pissolato, especialista em alta tensão.

Segundo o professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, (FAU-USP), Bruno Padovano, além de proteger a fiação da queda de árvores, galhos e raios, o modelo traz ganhos urbanísticos. Para o especialista, esse tipo de sistema ajuda a construir “uma paisagem urbana mais qualificada em termos visuais e mais segurança, especialmente para o transeunte e o motorista. “A constante poda de árvores é outro problema que seria evitado”.

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Os 300 cursos de rios escondidos em São Paulo

Por Antonio Augusto da Costa Carva ...

Da Folha

A cinza e árida São Paulo 'esconde' a história de 300 cursos de rios

AMANDA KAMANCHEK

DE SÃO PAULO

Quem diria que a São Paulo árida e cinza tem uma grande história sobre um rio. Uma não, 300 histórias de rio, segundo o geólogo Luiz de Campos Jr., 51, que coordena o projeto Rios e Ruas.

Segundo ele, esses cursos de água têm 3.500 km de extensão. "Não se anda mais de 200 metros na cidade sem passar por um desses cursos", diz Campos.

Vamos contar a história de um rio que tem nome de pássaro: o Saracura. Ele nasce escondido, atrás da avenida Paulista, e escorre pela avenida Nove de Julho, depois segue pelo vale do Anhangabaú, até chegar ao rio Tamanduateí, ao lado do Mercado Municipal.

Para vê-lo, somente seguindo as pistas que restaram sob prédios e rodovias. São as galerias pluviais, os bueiros e os fundos de vale que trazem essas evidências. Leia mais »

Leonardo Sakamoto: São Paulo é uma não-cidade

Por MiriamL

Do Blog do Sakamoto

Um braço arrancado é mais do que apenas um braço arrancado

São Paulo é uma não-cidade.

Não pelo atropelamento na avenida Paulista de um jovem, morador do Jardim Pantanal, bairro pobre do extremo Leste da capital, que costumava ir para o trabalho de bicicleta.

Não por outro jovem que saiu de uma balada no Itaim Bibi, bairro rico da cidade, dirigindo seu carro bonito, após ter ingerido álcool, na madrugada.

Não por uma alegação de que houve fuga sem que fosse prestado socorro por medo de linchamento.

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Prefeitura de SP vai investir em nova estação de metrô

Do Estadão.com.br

Pela 1ª vez, Prefeitura fará estação de metrô

Gestão Haddad vai investir na construção do Terminal Jardim Ângela, da Linha 5-Lilás; Município deixará de apenas repassar verba à empresa

 
BRUNO RIBEIRO, CAIO DO VALLE - O Estado de S.Paulo

Pela primeira vez desde que o Metrô passou a ser administrado pelo governo do Estado, a Prefeitura de São Paulo vai pôr dinheiro na construção de uma estação. A obra ficará no Jardim Ângela, zona sul, e será o ponto final da Linha 5-Lilás. As negociações já começaram entre as duas esferas administrativas, mas ainda não há prazo para o início da construção.

De acordo com a gestão Fernando Haddad (PT), a construção será tocada pelo próprio Metrô. A nova extensão da Linha 5, que atualmente opera entre o Capão Redondo e o Largo 13, em Santo Amaro, terá cerca de 4 km de comprimento e três estações: Parque Santo Dias, São José e Jardim Ângela.

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A renascença das entidades representantes da sociedade civil

Comentário ao post "O encontro pela defesa do Plano Diretor municipal de SP"

Por observador

Nassif, não deixa de ser intrigante essa renascença das entidades auto-denominadas representantes da sociedade civil. Depois de desaparecerem da mídia em janeiro de 2006, quando Serra substituiu Martha Suplicy, ressurgem agora formulando exigências sob a forma de uma Frente em Defesa de um plano diretor que neste interregno (Serra/Kassab-Haddad) permaneceu sem defesa alguma contra as maiores aberrações e crimes já cometidos contra o zoneamento paulistano. Leia mais »

O contra-ataque dos promotores de Justiça de São Paulo

Promotores levantam ficha de deputados

Parte do Ministério Público reage à iniciativa da Assembleia de tentar retirar seu poder de investigação e rastreia processos dos parlamentares

Fausto Macedo e Bruno Boghossian - O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - Um grupo de promotores de Justiça de São Paulo insatisfeitos com a Proposta de Emenda à Constituição que lhes tira o poder de investigar está rastreando os processos que têm deputados como réus em ações de caráter civil e penal, incluindo nessa lista os que já sofreram condenação ou que ainda são alvo de inquéritos.

A ofensiva é uma resposta ao avanço da PEC que concentra exclusivamente nas mãos do procurador-geral - chefe do Ministério Público Estadual - a missão de investigar, até no âmbito da improbidade administrativa, secretários de Estado, prefeitos e deputados estaduais - tarefa hoje conduzida por promotores em qualquer município.

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Uma análise do desempenho político dos paulistas

Por Sergio de Moraes Paulo

A cota do fracasso paulista

Do Blog Opalpiteiro

O palpiteiro aprendeu algumas coisas no interesse das coisas da política, boas, ruins e inúteis. Mas uma das mais intrigantes é a capacidade paulista de ser tão medíocre no assunto. Certa vez, numa conversa com um paulista muito politizado, empresário no Agreste baiano, veio a constatação : "...paulista sabe ganhar dinheiro, mas não sabe mandar...". Disse o paulista com todo o pesar que os fatos jogam nas costas dos paulistas que se dignam a fazer essa reflexão.

Tenha a experiência de conversar sobre política com brasileiros de diferentes estados ao longo de sua vida. Não se espante ao notar que mineiros, gaúchos, pernambucanos, baianos e outros tantos definem não apenas o que observam na política nacional, mas como são capazes de contextualizar seus estados. Faça o mesmo com paulistas. Não estranhe a diferença.

Desde a Era Vargas - aquela que o FHC queria enterrar- o Brasil só teve um presidente PAULISTA no exercício da função: Ranieri Mazzilli, então presidente da Câmara dos Deputados que governou o país entre 2 de abril de 1964 e 15 de abril do mesmo ano. Ou seja, nem duas semanas. Se você quiser apelar para a vice-presidência poderá citar Michel Temer atualmente, o paulista , vice de Dilma, que senta na cadeira da presidência quando a chefe maior viaja. Não é bom contar...

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Os mais belos prédios desaparecidos de S. Paulo

Por Demarchi

Os mais importantes prédios desaparecidos de S. Paulo

Alguns prédios de grande valor arquitetônico que foram demolidos na cidade de São Paulo (vários outros ficaram de fora). Eu pretendo fazer um artigo sobre cada um deles no meu site http://www.piratininga.org . Também pretendo fazer uma série "prédios demolidos no Rio de Janeiro" em breve. Aguardem!

Palacete Santa Helena



Um dos prédios mais fantásticos já construídos na cidade, sua fachada era repleta de esculturas e foi projetado pelo arquiteto italiano Corberi. Ficava na praça da Sé e foi inaugurado em 1922. No seu interior, além de lojas e escritórios, havia também um cinema cujo interior era tão luxuoso quanto o Teatro Municipal, o Cineteatro Santa Helena.

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Gestão Haddad estuda criação de 'gabinetes digitais'

Autor: 
Por Sônia Aranha

Por: Rodrigo Gomes, da Rede Brasil Atual

São Paulo – Inspirada no modelo criado pelo governo petista do Rio Grande do Sul há quase dois anos, a prefeitura de São Paulo estuda montar, ao longo de 2013, gabinetes digitais com o objetivo de facilitar o diálogo com a população na elaboração de políticas públicas. O gestor de Rede Sociais do Gabinete Digital do governo gaúcho, Everton Rodrigues, esteve em São Paulo no começo deste ano apresentando a ferramenta para membros da gestão municipal. De acordo com Rodrigues, as secretarias de Cultura, Direitos Humanos e Comunicação estão interessadas na ferramenta. Leia mais »