O futuro do Parque da Água Branca

Por Marco

Atenção paulistanos das Perdizes, Lapa, Pompéia e adjacências leiam com atenção o texto abaixo:

Do Balaio do Kotscho 

Parque da Água Branca ameaçado: depois dos bichos, as árvores

Quatro meses atrás, também numa segunda-feira, publiquei aqui o apelo que recebi da amiga Malu Genevois, uma antiga moradora de Perdizes preocupada com o que está acontecendo no Parque da Água Branca, na zona oeste, um dos últimos espaços verdes da cidade onde as pessoas podem passear e as crianças brincar em meio a bichos e plantas que só costumam ver na televisão.

Em março, ela denunciou que estavam sumindo do parque os pavões e as galinhas d´angola. Foi reclamar com o administrador do parque e ficou sabendo que existiam planos de abrir ali uma praça de alimentação e não poderiam fazê-lo com os bichos andando soltos entre as mesas.

Frequentadora do parque há mais de 20 anos, onde habituou-se a fazer suas caminhadas matinais, nos últimos dias Malu percebeu que estão acabando também com as árvores. Li em algum lugar que a nova administração estadual pretende construir no parque um centro de música ou algo do gênero.

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A eleição em São Paulo, segundo o Vox Populi

Por Rubem

Do Último Segundo

Vox Populi/Band/iG: Serra mantém dianteira em SPTucano tem 11 pontos de vantagem no maior colégio eleitoral do País

Ricardo Galhardo, iG São Paulo | 26/07/2010 19:15

PESQUISA

Vox/Band/iG: Dilma 41%, Serra 33%, Marina 8%Primeiro levantamento feito após a oficialização das candidaturas, mostra petista 8 pontos à frente do tucano

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, continua liderando, agora com 11 pontos de vantagem, a disputa presidencial em São Paulo, o maior colégio eleitoral do País, segundo pesquisa Vox Populi/Band/iG desta segunda-feira. Serra tem 42% da preferência do eleitorado paulista contra 31% de Dilma Rousseff (PT) e 10% de Marina Silva (PV). Os demais candidatos somam 1%, brancos e nulos 7% e indecisos 10% Leia mais »

A prevenção de enchentes em São Paulo

Da Folha

Prevenção a enchente divide gestão Kassab

Secretaria do Verde aponta "riscos intoleráveis" na interpretação da cúpula da prefeitura sobre leis ambientais

No "Diário Oficial", pasta contesta o aval da Secretaria de Negócios Jurídicos para ampliar obra perto de córrego

ALENCAR IZIDORO
EDUARDO GERAQUE
DE SÃO PAULO

A permissão de construir às margens de córregos e de rios na malha urbana de São Paulo rachou a gestão do prefeito Gilberto Kassab (DEM).
A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente expôs a divergência publicamente ao citar "riscos socioambientais intoleráveis" a partir da interpretação que a cúpula da prefeitura faz da legislação.
Para a pasta, isso vai contra a estratégia de combate as enchentes ao permitir a ocupação de novos empreendimentos mais perto de cursos d'água do que as distâncias fixadas no Código Florestal.
Por esse código, que é uma legislação federal, é necessário preservar um espaço de no mínimo 30 m de rios e córregos (pode ser mais, conforme a largura dos mesmos), áreas consideradas como de "preservação permanente".

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As propostas que derrubaram Alexandre de Moraes

Do Estadão

Supersecretário caiu após propor mudança no sistema

Bastidores: Diego Zanchetta, Renato Machado e Bruno Tavares - O Estado de S.Paulo

A nova licitação e a proposta de uma grande reforma no sistema de transportes na capital foram os principais fatores da queda de Alexandre de Moraes, o ex-supersecretário e homem forte da gestão Gilberto Kassab (DEM), no começo de junho. Moraes entrou em rota de choque com empresários do setor de ônibus - que têm no irmão do prefeito, Pedro Kassab, um dos principais consultores - e também com os perueiros, que chegaram a ameaçar uma paralisação no primeiro semestre.

A briga com os empresários de ônibus foi basicamente pela tentativa de rever o modelo de concessionários e permissionários - respectivamente ônibus e peruas. Na proposta de Moraes, essas duas categorias seriam unificadas, com direitos parecidos e possibilitando até uma concorrência entre eles, uma vez que os perueiros poderiam investir em ônibus maiores para realizar os serviços - e, como consequência, faturar mais.

Moraes pretendia ainda zerar os subsídios pagos aos empresários como compensação tarifária. Em dois anos, foram repassados R$ 1,8 bilhão às viações, verba suficiente para construir 11 quilômetros de metrô.

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O que falta para São Paulo receber 6 milhões para a coleta seletiva?

http://www.projetoigreja.com.br/falapovo/detalhesNoticia.asp?idNoticia=UB9VEHP0RJDetalhes da Notícia

20/07/2010 - O que falta para São Paulo receber 6 milhões para a coleta seletiva? Leia mais »

Juiz ordena que Cetesb e Estado limpem rios paulistas

“Se os rios saíram da classificação inicial foi por deficiência na atividade de licenciamento e fiscalização do Estado. Se os rios estão poluídos, a culpa é do Estado. Por isso entramos com uma ação contra o governo para que ele recolocasse os rios na classificação original”, explicou o promotor José Roberto Albejante

http://www.puc-campinas.edu.br/servicos/detalhe_print.asp?id=53119

Clipping Eletrônico - Departamento de Comunicação

Juiz ordena que Cetesb e Estado limpem rios

07/05/2010
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SP atrasa licença ambiental para União

Do Estadão.com.br

Lula acusa governo de SP de atrasar licença ambiental para obras da União 

Anne Warth da Agência Estado / DIADEMA, SÃO PAULO

Em um discurso de improviso nesta sexta-feira, 16, durante a inauguração de um conjunto habitacional na cidade de Diadema, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou o governo de São Paulo de atrasar a concessão de licenciamentos ambientais em obras do governo federal no Estado. Durante a entrega da primeira etapa do projeto de urbanização da antiga Favela Naval, Lula disse que o governo estadual impede a União de fazer obras e projetos na região e não atua como parceiro, apesar de ter terrenos disponíveis.

Ao se referir ao prefeito de Diadema, Mario Reali (PT), que discursou pouco antes do presidente, Lula disse que o prefeito havia se esquecido de criticar "a pessoa do Estado que tem de dar licença ambiental para fazer as coisas aqui". "Não é apenas em Diadema que as licenças não saem, mas também em outros lugares do Estado. Me parece que tem uma pessoa, que eu não sei quem é, que cria dificuldades para dar licença ambiental para a gente fazer as coisas", afirmou o presidente. "Nossa passagem pela Terra é muito curta. Não dá para ficar a vida inteira esperando a boa vontade de um burocrata com a bunda na cadeira, no ar condicionado, sentado sem se preocupar em como o povo vai viver."

Lula disse que é importante que os prefeitos assumam essa briga com o Estado. "A nível federal nós temos brigado muito para que a gente consiga liberar as coisas com a rapidez necessária."

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Idosos ficarão sem unidade de atendimento especializado em São Paulo

Autor: 

A partir de 6 de agosto, o Núcleo de Gestão Ambulatorial (NGA) do Belenzinho, bairro da zona leste de São Paulo, deverá fechar as portas, depois de mais de 30 anos em funcionamento. E não é por falta de procura.

Todo mês passam por lá mais de 3 mil pessoas, para consultas com especialistas em cardiologia, dermatologia, endocrinologia, gastroenterologia, ortopedia, otorrinolaringologia, pneumologia, reumatologia, urologia e cirurgia plástica reparadora.

A reportagem completa está na Rede Brasil Atual.

Grave ataque às Cooperativas e aos Catadores de Materiais Recicláveis - Impressionante - REAÇÃO JÁ!

Grave ataque às Cooperativas e aos Catadores de Materiais Recicláveis - Impressionante - REAÇÃO JÁ!

[email protected], demosesverdeados e tucanos em ação.

O dráusio barreto é o suprasumo do tucanato paulista no MP.

Um absurdo o que ele disse, ainda mais sabendo que estamos em SP:

http://www.brasilianas.org/node/103771
 
No SE, só São Paulo não atinge metas do milênio
"Já São Paulo não avançou tão rapidamente", explica Rocha. A maior metrópole do país teve resultados bem inferiores.

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4229493-EI8139,00-Cerc...
 
Cerca de 35% da coleta seletiva de SP acaba no lixo comum

http://www.ecodebate.com.br/2010/01/28/coleta-seletiva-da-conta-de-menos...
 
Coleta seletiva dá conta de menos de 1% de todo o lixo produzido na cidade de São Paulo

Está em andamento um crime contra os Catadores, e esse crime começa em SP, a Locomotiva do Atraso. Leia mais »

A orfandade dos pedágios paulistas

Do Estadão

Debate sobre pedágios marca campanha de governador

Mercadante ataca modelo tucano e promete renegociar tarifas; Alckmin sugere revisão caso a caso

Malu Delgado, Roberto Almeida, Tatiana Fávaro - O Estado de S.Paulo

A cobrança de pedágios no Estado de São Paulo tornou-se tema central do debate entre os candidatos ao governo Geraldo Alckmin (PSDB) e Aloizio Mercadante (PT) na largada da eleição.

Em resposta ao tucano, que admitiu anteontem a possibilidade de haver redução das tarifas em alguns trechos, Mercadante, no primeiro ato de campanha na capital paulista, criticou o fato de o PSDB somente reconhecer abusos na cobrança após ter administrado o Estado por 12 anos.

"Finalmente eles começaram a reconhecer que o preço do pedágio é abusivo. E o preço do abuso vai ser a derrota eleitoral", afirmou o petista, que abriu seu discurso na Praça da Sé, ao lado da candidata à Presidência, Dilma Rousseff, dizendo sentir "o sabor da vitória" em razão do empenho da militância do PT.

O petista afirmou que, se eleito, fará uma negociação com as empresas concessionárias de rodovias para rediscutir a margem de lucro e renegociar contratos.

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O pedagiômetro

Por Sanzio

O que é o Pedagiômetro?

Criamos uma ferramenta que estima em tempo real o quanto se arrecada nos pedágios paulistas, utilizando os relatórios de arrecadação das concessionarias que são apresentados anualmente a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.

A taxa anual de crescimento na arrecadação é cada vez maior e chegou a 16,07% em 2009. A partir de 1º de julho temos um reajuste médio de 5% no valor das tarifas; Soma-se a isso a construção de 21 novas praças de pedágio em 2010, além do aumento da frota e do fluxo de veículos, consequências da economia aquecida. Como não é possível mensurar esse aumento com exatidão, estamos subestimando a arrecadação em R$ 5,3 bilhões, utilizando para isso a mesma taxa de crescimento de 2009, em que vivemos uma grave crise econômica global e o crescimento do PIB fechou em 1%. Este ano, já tivemos o crescimento de 9% do PIB no primeiro trimestre e é possível deduzir que a arrecadação nos pedágios crescerá ainda mais.

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Imagens: 
O pedagiômetro

As diferenças de Alckmin e Mercadante

Do Valor

Alckmin e Mercadante têm programas antagônicos

Ana Paula Grabois e Vandson Lima, de São Paulo
06/07/2010 

Os dois candidatos a governador de São Paulo à frente na pesquisas, Geraldo Alckmin (PSDB) e Aloizio Mercadante (PT), têm programas de governo antagônicos. Alckmin busca a continuidade das políticas no Estado administrado há 16 anos pelo PSDB. Mercadante faz críticas à gestão tucana, propõe políticas estaduais em sintonia fina com os programas do governo federal e tenta colar a sua imagem à do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "O que Lula fez para o Brasil, Mercadante poderá fazer por São Paulo", diz o texto. Segundo o o programa de Mercadante, registrado ontem no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), elege como "prioridades absolutas" as áreas de educação, segurança, saúde, transporte e habitação.

Nas propostas tucanas, o sinal é de manutenção das políticas já adotadas, exceto na questão fiscal. Alckmin promete a desoneração tributária, iniciada quando foi governador (entre 2002 e 2006), mas estancada pelo sucessor e candidato a presidente José Serra (PSDB). Alckmin defende a redução dos tributos para aumentar a competitividade da indústria local. Na educação, o tucano propõe ampliar cursos de nível superior à distância, o horário integral na escola e a "valorização contínua" dos professores. Já Mercadante quer o fim do sistema de aprovação automática, a construção de escolas, cursos noturnos para adultos e a contratação de professores. 

Na saúde, a ênfase petista é o aumento da parceria com os programas federais, como o Programa de Saúde da Família (PSF) e as Unidades de Pronto-Atendimento (Upas). O candidato do PSDB dá ênfase a parcerias entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e entidades filantrópicas. Alckmin quer aperfeiçoar o PSF, integrando o programa aos de transferência de renda.

Na segurança, o tucano promete a ampliação do número de delegados de polícia, a construção de mais presídios e o fim da carceragens em delegacias. Mercadante defende o aumento do salário dos policiais e a integração com o governo federal. O petista pretende ampliar a parceria com a Polícia Federal e a presença do Programa Nacional de Segurança e Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça, no Estado. O programa do PT sugere a reconstrução do sistema prisional para a "retomada do controle dos presídios". Nos transportes, os dois candidatos prometem a ampliação do metrô e a construção do trem de Guarulhos. Alckmin defende ainda a construção de um terceiro terminal no Aeroporto Internacional.

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A educação em São Paulo

daSilvaEdison

Nassif,

Nessa discussão é curiosa a forma como escondem São Paulo, Estado e Capital.

Dizem com muitas letras que a educação brasileira vai mal.

Mas não dizem que a de São Paulo vai de mal a pior.

Mas procurando bem, sendo atento, é possível encontrar isto nas folhas:

"Já as cidades com mais de 100 mil habitantes têm apenas uma representante na lista. É Sobral (CE), com 182 mil moradores, uma das duas únicas do Nordeste a figurar entre as cem melhores.
A capital mais bem colocada do país, Curitiba, aparece só no 492º lugar. São Paulo, no modesto 1.962º."

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0507201005.htm

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A morte do poeta Piva

Por Nilva de Souza

RIO - Um maiores nomes da poesia marginal brasileira, o poeta Roberto Piva morreu em São Paulo, no sábado, aos 72 anos. O escritor sofria de Mal de Parkinson e estava internado desde maio no Instituto do Coração por conta de uma insuficiência renal, que evoluiu para uma falência múltipla de órgãos. De acordo com o Globonews, Piva foi cremado na manhã deste domingo no Crematório de Vila Alpina.

Nascido em São Paulo no dia 25 de setembro de 1937, Roberto Piva foi um poeta ligado aos marginais dos anos 60, tendo sido influenciado pelos autores da geração beat americana. Ele foi revelado na coletâneas "Antologia dos Novíssimos", de Massao Ohno, publicado em 1961, e "26 poetas hoje", de Heloisa Buarque de Holanda.

Piva foi professor na rede de ensino público, produtor de shows de rock e é um dos três únicos poetas brasileiros a ser citado no Dicionário Geral do Surrealismo publicado na França. Leia mais »