Disputa interna no governo ignora o transporte na lei do clima em SP

 

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,disputa-barra-transporte-na-lei-de-clima-em-sp,575330,0.htm

Disputa interna no governo ignora o transporte na lei do clima em SP Desde o ano passado, Estado tem a meta de cortar em 20% as emissões de CO2 até 2020 02 de julho de 2010 | 11h 37AE - Agência Estado

Uma briga interna no governo estadual acabou fazendo com que a regulamentação da Política Estadual de Mudanças Climáticas praticamente ignorasse o tema transporte para reduzir as emissões de gases de efeito estufa em São Paulo.

O Estado tem, desde o ano passado, a meta de cortar em 20% as emissões de CO2 até 2020, em relação aos níveis do ano de 2005.

Segundo a reportagem apurou, inicialmente o decreto contava com seis páginas relacionadas a transporte sustentável. Mas a Secretaria de Estado dos Transportes ficou contrariada pelo fato de o documento ser feito pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente. Leia mais »

Os 13 anos do Instituto Baccarelli

Por Demarchi

CRIANÇAS e JOVENS de Heliópolis em apresentações na SALA SÃO PAULO

No aniversário de 13 anos do Instituto Baccarelli, de Heliópolis, a apresentação do Coral da Gente + Sinfônica de Heliópolis

O INSTITUTO BACCARELLI :

http://www.institutobaccarelli.org.br/instituto/noticia.php?cdTexto=912

http://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_Baccarelli

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O IPTU progressivo de São Paulo

Do Estadão.com.br

IPTU progressivo é aprovado em SP 

Projeto abre caminho para desapropriação de imóveis ociosos em áreas da cidade, como Centro 

Gabriel Pinheiro, do estadão.com.br 

SÃO PAULO - O projeto do IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana) progressivo foi aprovado nesta terça-feira, 29, em segunda votação na Câmara Municipal de São Paulo, com 45 votos a favor e nenhum contra.

A medida prevê desapropriação de imóveis ociosos em áreas definidas pelo Plano Diretor de 2002 como Zona Especial de Interesse Social (Zeis 2 e 3) e na Operação Urbana Centro, em uma tentativa de combater a especulação imobiliária. Leia mais »

A atração de cérebros para São Paulo

Da Folha

SP quer ser rota de cientista estrangeiro

Fapesp aposta em bolsa alta e imposto baixo para trazer doutorandos de fora; prêmios Nobel darão curso em janeiro

Evento é um dos que integram série de sete escolas de verão, que começaram em abril no Hospital do Câncer 

SABINE RIGHETTI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A bióloga Maria Amorim, formada pela Universidade de Chicago e pesquisadora da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, vai fazer doutorado no Brasil.

A decisão veio após ela ter participado, em abril, de um minicurso realizado pelo Hospital do Câncer A.C. Camargo, em São Paulo, sobre pesquisas diretamente voltadas à criação de medicamentos e terapias.

"Fiquei impressionada com o nível dos trabalhos apresentados pelos pesquisadores brasileiros", disse em entrevista à Folha.
O curso foi o primeiro de uma série iniciada pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), que no começo de 2011 trará para Campinas dois "professores" de peso: os prêmios Nobel Ada Yonath (Química, 2009) e Albert Fert (Física, 2007).

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O Projeto Ômega

Por Paulo Dias Filho

Artigo no "Valor" de hoje, de autoria de Luiz F. de Paula e José Luis Oureiro, questionando os propalados benefícios do projeto Ômega: 

Do Valor

Projeto Ômega: triunfo financeiro?

José Luis Oreiro e Luiz F. de Paula
29/06/2010 

O Projeto Ômega, que pretende transformar São Paulo num centro financeiro internacional, prevê a criação de um mercado de moedas no país, a liberalização do câmbio e a internacionalização do Real, entre outras medidas (Valor, 19/02/2010).

O plano, que está sendo elaborado pelo setor privado, seria implementado em cinco etapas. Essas etapas foram sugeridas ao governo pelas três entidades envolvidas no projeto: a BM&FBovespa, Febraban e Anbima. Seu ponto nevrálgico, porém, é a conversibilidade do Real, com a correspondente extinção dos últimos resquícios de controles de capitais que ainda prevalecem na economia brasileira.

Os formuladores do plano acreditam que o mesmo trará uma série de benefícios para a economia brasileira entre os quais a criação de cerca de 2,4 milhões de empregos, sendo que cerca de 150 mil a 200 mil desse total no sistema financeiro. Os empregos criados com a implantação do projeto decorreriam do aumento do Produto Interno Bruto (PIB), resultado do maior desenvolvimento financeiro.

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SP terá padrão antipoluição mais rígido

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100613/not_imp565823,0.php

 

SP terá padrão antipoluição mais rígido Cidade será a 1ª no mundo a adotar limites da OMS; medida deve ser assinada até dezembro e pode alterar concessão de licenças ambientais 13 de junho de 2010 | 0h 00

Eduardo Reina - O Estado de S.Paulo

 

Saúde. Doenças provocadas pela poluição matam 4 mil pessoas por ano em São Paulo Leia mais »

Democracia 2.0 - Colabore com os indicadores ambientais da cidade de São Paulo

Olá, oportunidade para democracia 2.0.

Projeto que regulamenta indicadores ambientais está aberto a contribuições da sociedade

http://nossasaopaulo.org.br/portal/node/10902

Nossa São Paulo na Câmara
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Agenda de eventos da Câmara
Audiências públicas da Câmara
Publicado em: 24/06/2010 - 18:53

Projeto que regulamenta indicadores ambientais está aberto a contribuições da sociedade

Debatido em audiência pública na Câmara, texto já recebeu do Nossa São Paulo e da Agenda 21 a sugestão de incluir a coleta seletiva no sistema de informações

Airton Goes [email protected]

Está em tramitação na Câmara Municipal de São Paulo o projeto de lei que regulamenta os indicadores ambientais destinados a integrar o Sistema Municipal de Informações (PL 284/09). O texto, de autoria do vereador José Police Neto (PSDB), foi submetido nesta quarta-feira (23/6) a uma audiência pública na Comissão de Finanças e Orçamento, onde já recebeu os primeiros questionamentos e uma sugestão: a de que a coleta seletiva também faça parte dos indicadores ambientais. Leia mais »

A volta dos caminhões à Bandeirantes

Da Folha

Caminhões retornam à Bandeirantes

Fluxo de veículos, que havia caído 40% na avenida com a inauguração do Rodoanel, subiu 18% desde então

Dados da CET mostram efeito semelhante: congestionamento cresceu, mas é menor que antes do Rodoanel 

EDUARDO GERAQUE
RICARDO GALLO
DE SÃO PAULO

Bastaram dez dias de teste para que o caminhoneiro Rogério Conrado, 32, desistisse de usar o trecho sul do Rodoanel nos 180 km entre Sumaré (interior de SP) e Cubatão (Baixada Santista).

A nova pista é boa, não há trânsito, mas o bolso pesou.

São 19 km a mais por dia "e R$ 1.000 mais caro por mês". Resultado: Conrado voltou para o caminho antigo, pela avenida dos Bandeirantes.

Não é um caso isolado.

Parte dos caminhões que haviam deixado a Bandeirantes desde que o trecho sul do Rodoanel foi aberto para o tráfego, em 1º de abril, está de volta à avenida.

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Uma indenização bilionária

Por Athos

Em Observação

Nassif, 

Só para informar que neste momento tem um processo em julgamento na 2ª Turma do STJ que diz respeito ao rodoanel.

De acordo com o andar da carruagem, o Estado de SP vai pagar uma indenização de R$ 1.8bi à construtora Tratex S/A.

Não acredito que a procuradoria do estado de sp seja incompetente a ponto de deixar passar este processo até que não tinha mais como remedia-lo.

O perito do processo usou juros de cheque especial para a correção do passivo. Tem mês com correção de 200%.

E a procuradoria só viu agora que não pode mais voltar no assunto...

Agora os paulistas vão pagar 1.8bi. Já era!

Normal, é Brasil, ou melhor, é SP.

REsp 1.163.528/SP 

Clique aqui para ir ao processo.

Por Carlos Eduardo

Merrill Lynch ? Putz, que estrago.

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A população de rua em São Paulo

Por Maria S. Magnoni

Enquanto isso pelas ruas da maior e mais rica cidade do país....

Vida nas ruas é realidade para 13.666 em São Paulo

De São Paulo, da Radioagência NP, Aline Scarso.

18/06/10

http://www.radioagencianp.com.br

Na cidade de São Paulo, o Censo da População de Rua referente ao ano de 2009, indicou que 6.587 pessoas moram integralmente nas ruas, principalmente nas regiões centrais da cidade. Quase metade dessa população não consegue atendimento na única política pública da prefeitura municipal para a questão: pouco mais de 7 mil vagas distribuídas em hotéis, repúblicas sociais, instituições conveniadas e albergues, para 13.666 pessoas em situação de rua da cidade.

Conforme dados da Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe), pelo menos 1842 crianças e adolescentes vivem nas ruas da cidade. Em média, já estão nas ruas há três anos, a maioria entre 12 a 17 anos. 15% das crianças têm menos de seis anos.

Para a socióloga Maria Antonieta da Costa Vieira, apesar da situação caótica, a indiferença reina na cidade. Leia mais »

Só duas regiões de SP escapam do índice alarmante de poluição por ozônio

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Imagens: 
Só duas regiões de SP escapam do índice alarmante de poluição por ozônio

Kassab e o estádio do Morumbi

Por Adhemar João Silva

Da Folha

QUEM TRAIU O SPFC

Painel – Folha de São Paulo, 17/06/2010

RENATA LO PRETE - [email protected]

Tabelinha

Na contramão de suas declarações públicas contrárias à construção de novo estádio em São Paulo para 2014, Gilberto Kassab (DEM) operou em total sintonia com Ricardo Teixeira para retirar do Morumbi a abertura e eventualmente qualquer participação na Copa.
A articulação culminou com uma visita recente do prefeito, levado pelo empresário J. Hawilla, dono da Traffic, à fazenda do presidente da CBF. No encontro reservado, examinou-se um esboço de projeto do "Piritubão", arena multiuso a ser erguida na zona norte da cidade. "Eu não posso vetar o Morumbi", disse o prefeito tricolor aos presentes. "Mas vocês encontrem os meios técnicos que nós vamos em frente."

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A exceção paulista do PSDB

Do Valor

Uma ilha cercada de São Paulo por todos lados 

Maria Inês Nassif
17/06/2010 

Ao longo das últimas eleições, o PSDB tem se tornado uma ilha cercada de São Paulo por todos os lados. Desde que perdeu as eleições presidenciais de 2002, o partido de José Serra iniciou uma queda ininterrupta na sua bancada federal, que tem sido atenuada pelo desempenho eleitoral no mais rico - e mais denso eleitoralmente - Estado da Federação. São Paulo é a sua âncora eleitoral possivelmente porque é o único Estado onde se criou uma ligação propriamente orgânica do partido com o eleitorado. A parcela do eleitorado paulista que vota no PSDB está escolhendo um projeto político e ideológico identificado com o partido. Nos demais Estados, essa identificação é mais fluida.

Em 1998, quando era poder, tinha um candidato à reeleição, o presidente Fernando Henrique Cardoso, e uma sólida base de apoio, o PSDB paulista fez 15 deputados federais com os cerca de 20% dos votos obtidos no Estado. Em 2002, sob o baque da derrota de Serra, elegeu apenas 11, com 17,8% dos votos. Em 2006, São Paulo se descolou da tendência nacional pró-PT, na disputa pela Presidência, e fez Serra governador já no primeiro turno, uma bancada de 18 deputados federais eleita com 21,1% dos votos do Estado para a Câmara e ainda deu 54,2% ao então candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin.

A tendência do PSDB nos demais Estados, no entanto, é a de perder espaço e bancada federal quando disputa na condição de oposição ao governo federal. No Sudeste, elegeu 43 deputados, em 1998; viu esse número cair, em 2002, para 26, ano que o PSDB perdeu o governo federal; em 2002, esse número subiu para 29, mas graças a São Paulo. Em Minas, obteve 17,5% dos votos para a Câmara em 1994, atingiu 24,4% nas eleições seguintes e caiu para 14,8% em 2002, índice rigorosamente mantido em 2006. O PSDB perdeu bancada federal no Rio desde 1998 - naquele ano, elegeu 11 deputados, em 2002 fez apenas 5 e, em 2006, 3 deputados. Saiu de 13,6% do eleitorado fluminense, em 1998, para 7,2%, em 2006. No Espírito Santo, os 24,7% que obteve para a Câmara, em 1998, foram reduzidos para 12,3% em 2006.

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Duas noticias - alegria para o Brasil, vergonha para São Paulo

https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/6...

Uma ilha cercada de São Paulo por todos lados
Política
Autor(es): Maria Inês Nassif
Valor Econômico - 17/06/2010
 

Ao longo das últimas eleições, o PSDB tem se tornado uma ilha cercada de São Paulo por todos os lados. Desde que perdeu as eleições presidenciais de 2002, o partido de José Serra iniciou uma queda ininterrupta na sua bancada federal, que tem sido atenuada pelo desempenho eleitoral no mais rico - e mais denso eleitoralmente - Estado da Federação. São Paulo é a sua âncora eleitoral possivelmente porque é o único Estado onde se criou uma ligação propriamente orgânica do partido com o eleitorado. A parcela do eleitorado paulista que vota no PSDB está escolhendo um projeto político e ideológico identificado com o partido. Nos demais Estados, essa identificação é mais fluida. Leia mais »

Os moradores da Juréia e sua expulsão

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