A volta do fantasma da dengue

Por H

Da Folha

Número de mortes por dengue bate recorde em São Paulo

MÁRCIO PINHO
da Reportagem Local

O Estado de São Paulo bateu em 2010 o recorde de mortes por dengue. Foram pelo menos 64 casos desde janeiro, de acordo com levantamento feito pela Folha junto às prefeituras.

O número é o maior desde o início da contagem dos casos de dengue –em 1990– e representa quase o dobro do recorde anterior: 35 mortes em 2007.

Em 2008, quando a doença perdeu força, a então gestão José Serra (PSDB) deixou de atender 2,2 milhões de pessoas com visitas e trabalhos de controle da proliferação de vetores.

O contingente representa 35% da meta de 6,4 milhões de pessoas, traçada pelo governo estadual para aquele ano, segundo os últimos dados do PPA (Plano Plurianual 2008-2011). Leia mais »

A reforma da Justiça de São Paulo

Do Estadão

Reforma na Justiça de SP prevê mutirão e mais varas para violência doméstica

Proposta ainda tem pontos polêmicos, como o que prevê que inquéritos sigam diretamente da polícia ao promotor, sem passar pelo juiz

Bruno Tavares, Marcelo Godoy - O Estado de S.Paulo

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) prepara a maior reforma dos últimos 30 anos no Judiciário paulista. Com objetivo de aproximar a Justiça do cidadão, aperfeiçoar o trâmite processual e acelerar processos de homicídio, que hoje chegam a levar mais de quatro anos, o plano é criar cinco varas especializadas em violência doméstica, ampliar de cinco para oito as varas do Júri na capital e promover um mutirão para concluir processos de homicídio em andamento.

As mudanças fazem parte de um plano de Corregedoria Geral do TJ e incluem alguns pontos polêmicos, como a distribuição dos inquéritos policiais diretamente ao Ministério Público. Já as varas do júri seriam todas centralizadas no Fórum Criminal da Barra Funda, zona oeste. E os processos de homicídio passariam a ser distribuídos aleatoriamente, não mais pelo critério territorial ? hoje cada vara atende a uma região da cidade.

No caso das varas especializadas de violência doméstica, estuda-se a criação de duas unidades na zona leste, duas na zona sul e uma na zona norte. Atualmente, existe apenas uma, no Fórum da Barra Funda. E há na cidade, segundo levantamento do TJ, 5.626 processos e inquéritos policiais sobre violência doméstica. Leia mais »

A demolição do Minhocão

Da Folha Online

Prefeito Gilberto Kassab anuncia demolição do Minhocão

EVANDRO SPINELLI
da Reportagem Local

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), anunciou na manhã desta quinta-feira a demolição do elevado Costa e Silva, o Minhocão, no centro da cidade. O projeto faz parte de uma série de mudanças urbanas previstas para as regiões Lapa/Brás, Mooca/Vila Carioca e Rio Verde/Jacu.

Inaugurado em 1971 pelo então prefeito Paulo Maluf, o Minhocão é frequentemente criticado por urbanistas pela degradação que gerou no entorno. O barulho dos carros, entre outros problemas, levou à desvalorização imobiliária ao longo da avenida São João.

Apesar do anúncio, a assessoria de imprensa da prefeitura afirmou que o plano de demolição ainda precisa passar por análise. O projeto faz parte dos novos projetos urbanísticos anunciados para a cidade na semana passada, que, segundo a prefeitura, aproximará emprego de moradia, diminuindo a necessidade de deslocamentos diários entre a periferia e o Centro. Leia mais »

São Paulo no ranking de saneamento

Do Estadão

SP não avança em ranking de saneamento

Principal problema está na rede coletora insuficiente, que não permite tratar todo o esgoto; 18 milhões de litros são jogados por hora nos rios

Eduardo Reina - O Estado de S.Paulo

A Região Metropolitana de São Paulo coleta 97% de seu esgoto, mas, sem redes coletoras suficientes, despeja nos Rios Tietê, Pinheiros, Tamanduateí e afluentes 18 milhões de litros por hora de sujeira - volume suficiente para encher 17 piscinas olímpicas. Esse descompasso faz com que a cidade de São Paulo não consiga avançar no ranking nacional de saneamento.

Estudo do Instituto Trata Brasil, que analisa investimentos feitos no setor em 2009, aponta a 22.ª colocação para a capital entre 81 cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes. Em 2007, São Paulo ocupava o 21.º lugar; em 2008, foi para 22.º. A lista tem como base dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), do Ministério das Cidades.

E o que impede a cidade de avançar? Desde 1992, o governo estadual gastou mais de US$ 3 bilhões na despoluição do Rio Tietê, mas isso não bastou para eliminar seu aspecto de esgoto a céu aberto. Apesar dos milionários investimentos da Companhia de Saneamento Básico do Estado (Sabesp) na ampliação da rede coletora - R$ 1,2 bilhão entre 2008 e 2009 -, a falta de tratamento também continua sendo a "pedra no sapato" da cidade. E a meta é resolver o problema só em 2018. Leia mais »

A disputa pela revitalização da cracolândia

Do Estadão

Em SP, dois consórcios disputam região da cracolândia

AE - Agência Estado

O sucesso ou fracasso da última tentativa da Prefeitura de São Paulo em restaurar a região da cracolândia está nas mãos de dois consórcios de empresas. Leia mais »

O adensamento de áreas vazias em São Paulo

Do Estadão

Prefeitura lança plano para adensar regiões de São Paulo ainda vazias

Meta é estimular o mercado imobiliário, sobretudo em áreas ao longo da orla ferroviária da capital paulista

Rodrigo Brancatelli - O Estado de S.Paulo

Hoje uma espécie de cicatriz urbana, a linha de trem que corta São Paulo desde os tempos do café será o novo fio condutor do desenvolvimento da capital. A Prefeitura tirou do papel ontem três operações urbanas, instrumento para adensar áreas e incentivar o mercado imobiliário. Ao longo da orla ferroviária, a ideia é que bairros tomados por galpões e cortiços ganhem investimentos públicos e, claro, novos espigões residenciais.

O plano contempla três grandes áreas - Lapa/Brás, em trechos das zona oeste e centro; Mooca/Vila Carioca, na zona leste; e Jacu, que segue o traçado da Avenida Jacu-Pêssego, também na zona leste. Tais operações urbanas já estavam contempladas no Plano Diretor de 2002 com outros nomes e perímetros, mas nunca foram regulamentadas.

As duas primeiras margeiam justamente a linha do trem, criada para transportar café do interior ao Porto de Santos e considerada um dos marcos iniciais do desenvolvimento na cidade. A Prefeitura quer agora induzir o mercado a investir nessas regiões, hoje tomadas por galpões abandonados de indústrias que se mudaram para o interior. Para as construtoras, é uma notícia mais do que bem-vinda, uma vez que essas são as últimas grandes áreas ociosas de São Paulo. Leia mais »

O ritmo de investimentos no Metrô

Do Estadão

SP deixa de investir 1,3 bilhão no metrô

Atraso na linha 5 fez governo do Estado reduzir o ritmo de liberação dos recursos

Felipe Grandin do Jornal da Tarde - O Estado de S.Paulo

O governo do Estado deixou de investir R$ 1,3 bilhão na expansão da rede de metrô de São Paulo no ano passado. Ao todo, estava previsto um gasto de R$ 3,3 bilhões, mas foram aplicados R$ 2 bilhões. Segundo o Metrô, não houve falta de recursos nas obras de expansão do sistema. A redução dos investimentos ocorreu principalmente pelo atraso na Linha 5-Lilás, cujas obras deveriam ter começado no início do ano passado, mas só foram iniciadas em agosto.

O trecho deixou de receber R$ 1 bilhão, o equivalente a 80% da verba prevista. Com isso, as Estações Adolfo Pinheiro e Brooklin-Campo Belo, que seriam inauguradas este ano, são prometidas agora só para 2011 pela empresa. O prolongamento prevê ampliação do ramal até a Chácara Klabin, interligando com a Linha 2-Verde e a Linha 1-Azul, na Estação Santa Cruz, até 2013.

Também houve atraso na Linha 4-Amarela, que recebeu investimento de R$ 699 milhões, 20% a menos do que estava estimado. As duas primeiras estações, Faria Lima e Paulista, deveriam ter entrado em operação em março, mas não foram abertas ao público. Já a Linha 6-Laranja não recebeu R$ 70 milhões que estavam no orçamento. Leia mais »

A pauta de Mercadante

Do Valor

Mercadante vai focar em educação e segurança

Cristiane Agostine, Ana Paula Grabois e Vandson Lima, de São Paulo
23/04/2010

Na disputa pelo governo de São Paulo em 2006, o senador Aloizio Mercadante (PT) teve mais de 50% dos votos válidos apenas em 3 dos 645 municípios do Estado. Desta vez, para alavancar a candidatura da ex-ministra Dilma Rousseff à Presidência da República, o pré-candidato petista terá que melhorar seu desempenho. Amanhã, o partido lançará a pré-candidatura de Mercadante ao governo paulista para enfrentar o favoritismo do ex-governador Geraldo Alckmin. Apostará na nacionalização do discurso na campanha estadual. Os petistas pretendem levar à festa, que acontecerá na quadra do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Dilma e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Leia mais »

SP: os índices de criminalidade não divulgados

Por Luiz Eduardo Brandão

O que é ruim a gente esconde.

Do Estadão.com.br

Números da criminalidade nas ruas de SP que a Secretaria não divulga

Marcelo Godoy, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – Ao contrário de outras cidades, São Paulo não divulga dados sobre a criminalidade. Os dados do Infocrim – sistema de dados criminais da polícia – é conteúdo mantido em sigilo. A reportagem do Estado obteve os números com exclusividade. Na tabela abaixo, cada delegacia seccional representa uma região: 1ª, Região Central; 2ª, Zona Sul; 3ª, Zona Oeste; 4ª, Zona Norte; 5ª, Zona Leste; 6ª região de Santo Amaro; 7ª, Itaquera e 8ª, São Mateus. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública (SSP).

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O mutirão de limpeza de São Paulo

Por Gustavo Cherubine

Nassif, me desculpe, mas é demais prá cabeça!

Em vez de políticas estruturantes, com inclusão social e gestão compartilhada, o Kassab resolver fazer um mutirão…e dá-lhe gasto com publicidade na mídia!

Algo que deveria ser ação e política de governo permanentes, ganha ares de iniciativa heróica!

Assim não dá!

Do G1

SP terá mutirão de limpeza

Prefeitura promete recapear ruas, podar árvores e limpar bueiros.

O dinheiro deve vir do crescimento de 30% na receita do IPTU.

Agencia Estado Leia mais »

O custo dos pedágios

Por Fernando Augusto Botelho – RJ

Da Rede Brasil Atual

Pedágios de SP aumentam custos de alimentos e materiais de construção

Para transportadores de cargas, tarifas de pedágios de São Paulo tornaram-se inviáveis. Estado chegou a 227 praças de pagamento este ano

Por: Suzana Vier, Rede Brasil Atual

Com 58,5 quilômetros de extensão, o pedágio da Rodovia dos Imigrantes, que liga a capital paulista aos municípios da Baixada Santista, custa R$ 17,80 para carros de passeio (Foto: André Vicente/Folha Imagem)

São Paulo – Há indícios de que os pedágios existem desde a Idade Média e de que, no Brasil, Dom Pedro II já se beneficiava desse recurso para financiar a construção de estradas. Séculos depois, o Brasil soma 239 pontos de cobrança de pedágio. Cerca de 50,6% deles – um total de 121 pontos – só no estado de São Paulo, segundo dados da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp)

No entanto, se forem considerados os locais em que a cobrança se faz nos dois sentidos de direção, o número sobe para 227. Em 1997, o estado tinha 40 praças de pedágio estaduais, sob administração pública.

Nos últimos 13 anos, os pedágios em São Paulo cresceram mais de 400% e os paulistas chegaram a 2010 com todas as praças de cobrança, novas e antigas, concedidas à iniciativa privada, em contratos que vão de 20 a 30 anos de concessão. Leia mais »

A remuneração dos professores paulistas

Do Blog de Luiz Flávio Rodrigues

São Paulo cai quatro posições em ranking salarial de docentes

Isso porque é o Estado mais rico do Brasil....valha-me Deus!

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1/04/2010 - 10h27

São Paulo cai quatro posições em ranking salarial de docentes

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da Folha Online

Hoje na Folha A rede estadual paulista de ensino caiu quatro posições desde 2007 no ranking nacional de salários iniciais, para professores da educação básica. Leia mais »

Antonio Candido e o modo de vida do caipira

Por Maria Magnoni

Nassif,

Caipira que sou adorei o tema de hoje! Lembrei-me logo de livros ( esse povo professor é um problema!), e não é que achei um vídeo do Prof. Antonio Candido falando sobre ” Os parceiros do Rio Bonito” seu livro que é um clássico sobre o modo de vida do caipira paulista. Leia mais »

Desafios para a economia paulista

Da Folha

A difícil transição paulista

Por MARCIO POCHMANN

O Estado de São Paulo vive um de seus maiores desafios históricos: como continuar sendo a locomotiva econômica que dirige o país?

QUANDO SE completa a primeira década do século 21, o Estado de São Paulo demonstra viver um de seus maiores desafios históricos, qual seja, o de continuar sendo a locomotiva econômica que dirige o país. Na perspectiva recente, isso parece estar comprometido diante de importantes sintomas de decadência antecipada.

Entre 1990 e 2005, por exemplo, o Estado paulista registrou o segundo pior desempenho em termos de dinamismo econômico nacional, somente superando o Rio de Janeiro, último colocado entre os desempenhos das 27 unidades da Federação.

Atualmente, o Estado paulista responde por menos de um terço da ocupação industrial nacional -na década de 1980, era responsável por mais de dois quintos dos postos de trabalho em manufatura. Leia mais »

Vereador tenta barrar Parada Gay na Paulista

Por Juca

Mais uma do Apolinário, q vai se consolidando como a liderança retrógrada da política paulista.

Do Estadão

Vereador tenta barrar Parada Gay na Paulista

Carlos Apolinário apresentou ontem projeto de lei à Câmara; iniciativa já conta com apoio das principais lideranças do Centrão

24 de março de 2010 | 0h 00

Diego Zanchetta – O Estadao de S.Paulo

O vereador Carlos Apolinário (DEM) apresentou ontem um projeto de lei para vetar a realização da 14.ª Parada Gay de São Paulo na Avenida Paulista, marcada neste ano para o dia 6 de junho. A iniciativa já conta com o apoio antecipado das principais lideranças da Câmara Municipal.

Em duas semanas, é a segunda vez que Apolinário, do mesmo partido do prefeito Gilberto Kassab (DEM), afronta o Executivo. O projeto foi apresentado um dia após Kassab confirmar a parada deste ano na principal avenida da cidade. Membro da Assembleia de Deus e dono de rádio evangélica, Apolinário conseguiu há duas semanas, ao articular a derrubada de um veto do prefeito, reduzir as normas de fiscalização da lei do silêncio.

“Se a Marcha Para Jesus e a festa do Dia 1.º de Maio já ocorrem no Campo de Marte (localizado na zona norte da capital), a parada também pode ocorrer no mesmo local, sem prejuízo à rede hoteleira da cidade”, argumenta Carlos Apolinário. Leia mais »