As pensões vitalícias pagas pelo Estado de SP

Por Nonato Amorim

Nassif & Amigos, o estado paga pensões vitalícias e (no caso aqui, de SP) é um verdadeiro papainoel fulltime. Tem até prima da cunhada da vizinha da irmã do tio do conhecido do ... na boquinha. Imaginemos então em todos os outros estados!!! Abrs.

Ex-ministros e até presidente da CBF recebem pensão vitalícia da Assembleia

No total, 266 ex-parlamentares ou dependentes que recebem até R$ 18,7 mil por mês do legislativo paulista

Do estadao.com.br

Dois ex-ministros, um ex-governador, um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), uma viúva de governador, a madrasta de um senador e até o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) estão entre os 266 ex-deputados ou dependentes que recebem pensão vitalícia relativa à extinta carteira previdenciária dos deputados paulistas. Instituída em 1976, a carteira foi encerrada em 1991, mas aqueles que contribuíam com ela tiveram seus direitos preservados.

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Morre um motoqueiro por dia no trânsito de SP

Por Marco Antonio L.

Raquel Rolnik: mortes de motoqueiros em SP se compara à guerra

Sábado passado passei a manhã no pronto socorro da Santa Casa, em São Paulo, e algo me chamou a atenção. No curto período que estive lá, três jovens deram entrada no hospital por conta de acidente de moto. Fiquei pensando que, durante a semana, a situação deve ser ainda pior. 

Por Raquel Rolnik*, No Vermelho


foto: Motoboys enfrentam trânsito intenso em São Paulo / Agência Estado

Recentemente, no entanto, tivemos uma boa notícia sobre esse assunto. Pela primeira vez desde 2008, o número de mortes de motociclistas no trânsito de São Paulo diminuiu, passando de 395 mortes entre janeiro e setembro de 2011 para 331 no mesmo período deste ano, uma queda de 16,2%. Apesar disso, ainda morre um motoqueiro por dia no trânsito de São Paulo!

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Último dia do ano em SP

Guardas-chuvas se trombam na calçada da Galvão Bueno, que em dias de sol já se mostra insuficiente para o fluxo de pedestres – mas vagas para estacionar há. Daqui uma semana faz onze meses que me mudei para São Paulo. Graças à rua da Liberdade hoje não me embrulha o estômago quando ouço falar esse nome. A filosofia já me serviu pra algo, vejam só! Me surpreendo de ainda estar em lua-de-mel com a cidade. Não a trocaria nem pelas minhas Pasárgadas, Buenos Aires e Barcelona (quem sabe por Nova Iorque, talvez por conta de uma visão idílica de uma cidade que não conheço). Num futuro governo do moço de bem do Brasil, Luciano Huck, será que o famigerado narrador seria seu porta-voz? No metrô, duas crianças se embasbacam com as luzinhas que piscam do caminhãozinho de brinquedo, ainda em sua caixa – o natal chegou mais cedo. Na Paulista, os chatos (mais que chatos) de coletes cercam os transeuntes – minha cara de hoje fuzilo um tem me poupado dessa maçada. Leia mais »

Imagens: 
 Último dia do ano em SP

A violência “sob controle” do sr. Alckmin

Quando o governador Geraldo Alckmin diz que a violência em São Paulo está "sob controle", ou ele está por demais alienado da realidade do estado que comanda, ou é conivente com assassinatos e todo tipo de truculência que a PM sob suas ordens tem sido acusada.

É normal que ele veja a PM paulista como "bem preparada" e dotada de "alta tecnologia" – afinal, um governador que assume falhas, por mais evidentes que sejam, é visto como incompetente na nossa sociedade da hipocrisia –, entretanto, daí para tentar desqualificar a série de denúncias contra abusos cometidos pela polícia já vai contra o que seria de se esperar de um político sério e afim à democracia – o que não surpreende em Alckmin, portanto –, mas agrada a uma boa parcela da população de São Paulo, obscenamente conservadora. Leia mais »

A ineficiência do Estado de SP no combate ao crime

Por Marco Antonio L.

Marilda Pansonato: Desumanidade escancarada

Vi O Mundo

Delegada Marilda Pansonato Pinheiro: Crime organizado, Estado desorganizado

por Marilda Pansonato Pinheiro, na Folha de S. Paulovia Flit Paralisante

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“Quem não reagiu está vivo”: a mentira aceita como mentira

O desenho estatal contemporâneo é fundado e dependente da mentira. Não existe Estado se não na mentira.
 
A mentira ideológica, tão denunciada por marxistas, de que o Estado não é neutro, antes um órgão de uma classe específica, destinado a favorecê-la, em detrimento da grande maioria da população. Aos que rejeitam de cara essa visão, convém dar uma olhada na proporção de renda da população e dos que teoricamente são seus representantes no legislativo – e isso pode ser no Brasil ou nos EUA.
 
Outra mentira é o chamado “segredo de Estado”. Acreditar que um Estado possa existir sem segredos – e mentiras, que não raro são necessárias para ocultar tais segredos – é desconhecer a essência do Estado. Não existe possibilidade de novas relações entre Estado e sociedade, é tudo ou nada. Maior transparência não significa fim das mentiras. A perseguição a Assange é mais necessária do que a qualquer grupo terrorista – pois estes desestabilizam governos, aquele é capaz de chacoalhar Estados. A questão que o wikileaks põe é: o que pôr no lugar?
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O novo papel dos subprefeitos em São Paulo

Por IgorEliezer

O novo papel dos subprefeitos em São Paulo

Do Blog do Profº José Carlos Vaz

O prefeito Fernando Haddad terá a responsabilidade de lideraŕ o processo de reconstrução das subprefeituras em São Paulo. Nos últimos oito anos, o governo municipal andou para trás, destruindo o esforço inicial de implantação de subprefeituras operado na gestão de Marta Suplicy. A divisão do município em unidades de governo local com capacidade de atuar sobre o desenvolvimento de seus territórios é um imperativo do porte e da complexidade de São Paulo. Nesse sentido, as gestões de Serra e Kassab realizaram um erro político e administrativo de dimensões históricas, um retrocesso de efeitos dolorosos para a cidade.

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Imagens de mais um incêndio em favela de SP

Por Sanzio

Mais um incêndio em favela de São Paulo

Mais um incêndio em favela em São Paulo, na noite desta quarta-feira, 14/11/2012. Desta vez próximo ao viaduto Aricanduva, na Penha, zona leste da cidade. Mais de 100 barracos foram totalmente queimados. Chama a atenção o fato de o tempo na cidade estar frio (15ºC) e úmido, com chuvas o dia todo.Este já é o 65º incêndio em São Paulo neste ano, recorde histórico. As fotos podem ser vistas no álbum UOl. Clique aqui.

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Retratos de uma guerra silenciosa: a dor de perder um amigo

Para quem lê, pode tratar-se de apenas mais um nome: Rodrigo Rocha de Freitas, a fazer parte de uma estatística medonha. Para mim e muitos outros, trata-se de um querido amigo que nos deixa.

Exemplo de idealismo, honestidade, ombridade, ética, companheirismo, alegria e tantas outras virtudes, Rodrigo foi um grande amigo e instrutor para muitos e muitos jovens para os quais se dedicava em trabalho voluntário há mais de 10 anos.

"Pau-pra-toda-obra" nunca ouvi ele reclamar do que quer que fosse, e motivos para isso poderia encontrar facilmente em muitas épocas de sua vida, como durante o período em que cursava Direito. Sua rotina diária era: estagiar durante o dia, ir para a faculdade à noite e após a faculdade ir para o trabalho de agente penitenciário no turno de madrugada, fora questões "triviais" como contribuir com a renda familiar (viviam juntos ele, sua mãe e irmão e irmã, mais novos). Esse foi um período (mais de um ano) em que ele normalmente dormia entre 1 e 2 horas por noite. E ele nunca reclamou disso. Pelo contrário, sempre estava feliz em poder realizar o sonho de estar cursando uma universidade. Leia mais »

A violência em São Paulo, no editorial da Folha

Por Murdok

Da Folha

Editorial: Violência em alta (de 27/10/2012)

Setembro não trouxe notícias alvissareiras para São Paulo em matéria de estatísticas de segurança pública. Dados oficiais relativos ao mês passado indicaram uma elevação de 27% nos registros de homicídios dolosos no Estado, em relação ao mesmo mês de 2011.

Na capital, que tem um quarto da população paulista, o quadro é mais crítico. O aumento dos homicídios verificado em setembro foi de 96%, na comparação com esse mês do ano passado.

Nem tudo, porém, piorou. Apurou-se, por exemplo, significativa queda nos roubos de carga (23%). E caiu também a incidência de "outros roubos" (11%), quesito que exclui cargas e veículos.

Tais progressos, no entanto, não alteram a tendência de recrudescimento da violência em 2012. Se no Estado a piora tende a ser mais discreta, o mesmo não se aplica à capital. Com efeito, nos primeiros nove meses do ano, as ocorrências de homicídio cresceram 8% em âmbito estadual; já na cidade de São Paulo, constatou-se um salto de 22%. Bem menos que a cifra isolada de setembro (96%), mas ainda assim inquietante.

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Haddad promete cobrar verba atribuída a Maluf

Eleito com apoio do PP de Paulo Maluf, o novo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, diz que vai cobrar na Justiça a repatriação de verbas que teriam sido desviadas do município para contas no paraíso fiscal da ilha de Jersey.

De acordo com o Ministério Público, estão em jogo cerca de US$ 22 milhões.

Em julho, durante a campanha, ele havia se recusado a responder a essa pergunta.

Apesar de dizer que pretende recuperar o dinheiro, Haddad defende a presença do novo aliado em sua festa da vitória, no domingo passado.

Ele também diz que receberá "de bom grado" o apoio do prefeito Gilberto Kassab (PSD), a quem fez dura oposição durante a campanha.

Folha - Paulo Maluf é procurado pela Interpol e acusado de desviar verbas milionárias da prefeitura. O sr. considerou adequada a presença dele na festa pela sua eleição?

Fernando Haddad - Nós temos um regime representativo. Paulo Maluf é deputado, tem um mandato.

Seu partido me apoiou. Não vejo nenhum impedimento a que a pessoa participe de um evento público para manifestar sua satisfação com a minha eleição.
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Em almoço, PMDB defende candidatura de Lula ao governo de SP

Autor: 

Em almoço nesta terça-feira 30 em Brasília, uma ala do PMDB defendeu a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao governo de São Paulo em 2014 para enfrentar o atual governador Geraldo Alckmin, do PSDB.

No almoço, estavam presentes, entre outros membros do partido, o presidente nacional do PMDB, Valdir Raupp.

A ideia defendida no almoço é de  Skaf ser vice de Lula na chapa para o governo de São Paulo.

Fonte: http://guilhermebarros.istoedinheiro.com.br/2012/10/30/em-almoco-pmdb-de...

Retratos de uma guerra silenciosa. A dor de perder um amigo.

Para quem lê, pode tratar-se de apenas mais um nome: Rodrigo Rocha de Freitas, a fazer parte de uma estatística medonha. Para mim e muitos outros, trata-se de um querido amigo que nos deixa.

Exemplo de idealismo, honestidade, ombridade, ética, companheirismo, alegria e tantas outras virtudes, Rodrigo foi um grande amigo e instrutor para muitos e muitos jovens para os quais se dedicava em trabalho voluntário há mais de 10 anos.

"Pau-pra-toda-obra" nunca ouvi ele reclamar do que quer que fosse, e motivos para isso poderia encontrar facilmente em muitas épocas de sua vida, como durante o período em que cursava Direito. Sua rotina diária era: estagiar durante o dia, ir para a faculdade à noite e após a faculdade ir para o trabalho de agente penitenciário no turno de madrugada, fora questões "triviais" como contribuir com a renda familiar (viviam juntos ele, sua mãe e irmão e irmã, mais novos). Esse foi um período (mais de um ano) em que ele normalmente dormia entre 1 e 2 horas por noite. E ele nunca reclamou disso. Pelo contrário, sempre estava feliz em poder realizar o sonho de estar cursando uma universidade. Leia mais »

Após derrota, tucanos enxergam no Senado destino de Serra

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Após sua segunda derrota consecutiva nas urnas, o ex-governador José Serra começa a definir nesta segunda-feira seu destino político. Aos 70 anos, o tucano perdeu o lugar na fila para tentar realizar o sonho de ser presidente da República em 2014. Também vê preenchida a vaga para o governo do Estado no mesmo ano. Na avaliação dos colegas de partido, sua opção mais provável, ao menos se depender do cenário atual, é a disputa para o Senado.

No discurso pronunciado após a confirmação da derrota, Serra ressaltou que saiu desta campanha com "energia, ideias e disposição maiores do que quando entrei" . Finalizou também com a frase "vamos em frente". Entendendo a afirmação como um sinal de que Serra pretende seguir na vida pública, aliados insistem que qualquer decisão do tucano será tomada com cautela e sem pressa.
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Lula não foi à festa em SP para “deixar Haddad brilhar"

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Eram quase 19 horas de domingo (28) quando Fernando Haddad chegou ao hotel Intercontinental, região central da capital paulista. Acompanhado da mulher, Ana Estela, e dos filhos, Frederico e Carolina, o petista se recolheu em uma suíte especialmente reservada para que ele acompanhasse com a família o fim da apuração que o apontaria como prefeito de São Paulo.

Haddad recebeu sua mãe, Norma, e suas irmãs, Priscila e Lúcia. Duas outras suítes foram reservadas, no mesmo andar, para dirigentes petistas e assessores do candidato.

Quando Haddad estava matematicamente eleito, o diretor do Instituto Lula, Paulo Okamotto, avisou o presidente nacional do PT, Rui Falcão, que o ex-presidente preferiu não comparecer ao pronunciamento oficial nem à festa do petista, que aconteceria na Avenida Paulista. Segundo dirigentes do partido, Lula achou que esse era "o momento de Haddad brilhar".
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