Luís Nassif entrevista presidente da APEX

Alessandro Teixeira, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) , explica  as estratégias de inserção dos produtos brasileiros no mercado exterior.


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Mais fusões e aquisições no 2º semestre

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As fusões e aquisições globais movimentaram mais de US$ 8 bilhões somente no primeiro semestre deste ano, segundo levantamento realizado pela Ernst & Young. Esses negócios devem se acentuar nos próximos meses, com a retomada de planos de crescimento das empresas, paralisados durante o período de recessão. Mercados em crescimento, como Brasil e China, devem protagonizar essa cena no próximo semestre do ano. O documento também aponta as perspectivas para os setores de energia, serviços financeiros, saúde e tecnologia

Nos Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), houve um avanço de 60% nas fusões e aquisições no primeiro semestre do ano em relação ao ano anterior. No período, o Brasil foi responsável por cerca de 4% de toda atividade global, ante menos de 3% em igual período de 2009. O mesmo percentual foi verificado na China, 4%, mantendo-se estável na mesma base de comparação.

De acordo com o relatório, o Brasil tem se apresenta como um destino interessante para a s empresas que buscam se capitalizar, já que o país possui classe média e consumo interno crescentes, fatores que tornam o ambiente atrente para novos investimentos.
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Educação e Infraestrutura para a Competitividade e o Desenvolvimento Sustentável do Brasil

Macroplan analisa setores estratégico para garantir crescimento sustentável do país. O estudo focalizou em educação e infraestrutura.

Crescimento sustentado precisa focar na educação

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Um forte crescimento econômico brasileiro nos próximos anos, comparado a patamares chineses, parece ser um movimento inexorável de acordo com especialistas. No entanto, o país precisa acertar algumas incongruências para que esse crescimento seja sustentado, é o que aponta levantamento realizado pela consultoria Macroplan, que avaliou alguns pilares da economia, como a educação.


Com base em dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a falta de mão de obra qualificada no país é apontado como uma das evidências da baixa escolaridade da população brasileira, de acordo com o relatório. Em números, esse déficit na área de construção civil chega a 71 mil trabalhadores; no comércio, faltam 100 mil profissionais apenas nas Regiões Sul e Sudeste; e em Tecnologia da Informação, hoje a carência por profissionais chega a 100 mil, número que pode atingir 200 mil profissionais em 2013. Somente neste ano, cerca de seis milhões de trabalhadores com baixa qualificação não conseguiram postos de trabalho.


Dentre os pontos sugeridos pelo documento para melhorar o quadro atual, estão: Leia mais »

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O emprego sem carteira de trabalho no Brasil urbano

A dissertação trata de uma das formas de informalidade do trabalho no Brasil: o emprego sem carteira de trabalho assinada. Seu objetivo é examinar o fenômeno da reprodução de empregos ilegais no país, que tem resistido a diminuir mesmo em situações de maior crescimento econômico e de tendência à formalização dos empregos.

Embora o ritmo de expansão do emprego sem carteira tenha reduzido nos anos de maior crescimento econômico e de maior fiscalização do poder público desde 2000, ainda não se pode afirmar que houve uma reversão da utilização do emprego ilegal no país.

Proposta de novo CF é apresentada em Brasília

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O deputado Aldo Rebelo apresentou nesta terça-feira (8), na Câmara dos Deputados, em Brasília, seu parecer sobre o Código Florestal. O relator propõe que cada estado passe a regulamentar suas próprias regras sobre as reservas legais (RL) e áreas de preservação permanente (APP), hoje determinadas pela Lei Federal nº 4.771/65. 

O Código atual estabelece que proprietários em áreas de Mata Atlântica mantenham 20% da cobertura vegetal original – se estiverem desmatadas, o dono do terreno terá que replantar os 20%. Proprietários no Cerrado devem proteger 35% do bioma, e na Amazônia, o índice mínimo de preservação é de 80%.

A proposta dos reformistas mantém os percentuais acima, mas sugere que os estados que não puderem cumprir as metas por propriedades poderão criar reservas coletivas. O documento apresentado à Comissão Especial que discutirá o novo Código também determina que os pequenos proprietários sejam isentos da obrigatoriedade de manter parte da cobertura original florestada.
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Especialistas discutem Política Cambial no Brasilianas.org

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O valor do dólar norte-americano – moeda internacional de referência – na economia brasileira é determinado pelo mercado, pois o governo adota o regime de liberdade cambial. Bancos e corretoras determinam diariamente o preço do dólar por meio das negociações de compra e venda no mercado de câmbio. Cabe ao Banco Central (Bacen) comprar e vender dólares a uma taxa pré-definida, quando os objetivos do governo em relação às reservas e a base monetária são necessários.

A atratividade dos ativos brasileiros aumentou o fluxo de capitais estrangeiros, que vieram atrás da rentabilidade superior em relação a outros países, e elevou o superávit nas contas externas. Com oferta maior de dólares no mercado doméstico o real se valorizou, reduzindo a competitividade das exportações brasileiras.
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Sustentabilidade da Reforma Agrária

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Pesquisa relaciona Reforma Agrária, Economia Solidária e Sustentabilidade Ambiental - três ações com potencial de caminharem juntas. Os autores da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMT), analisaram as experiências reunidas pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município Lucas do Rio Verde, no estado do Mato Grosso.

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País pode gerar US$ 6,5 bi em créditos de carbono

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Projetos brasileiros de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) podem render US$ 6,5 bilhões em créditos de carbono. Uma nova economia se desenvolve enquanto as questões climáticas são cada vez mais difundidas pelo mundo: a de baixo carbono. Já se fala no deslocamento de parte da demanda consumidora a produtos gerados de maneira sustentável. Mas os ganhos comerciais vão além do público consumidor, podendo ocorrer a partir do estabelecimento de créditos contabilizados da redução de toneladas de gases de efeito estufa (GEE) emitidos.

Dados do Banco Mundial mostram que, em 2008, o mercado de carbono movimentou 128 milhões de euros – de 2005 até aquele ano, as negociações haviam crescido cerca de 1.200%, tendo apresentado queda no final de 2008 por conta da crise econômica global. Leia mais »

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