Creio que, antes de mais nada, é preciso considerar o investimento necessário para se ampliar e manter uma rede de transportes (rodovias, ferrovias, hidrovias, etc) que dê conta do escoamento da produção. Pelo que vejo, não há muito o que possa ser feito com os recursos públicos atuais, que são aplicados de acordo com quotas estabelecidas em orçamento votado e aprovado. Ou o montante cresce, ou pouco ajuda realocar recursos, o que pode provocar a situação tradicionalmente conhecida como "cobrir um santo para descobrir outro". Adianto que não sou economista, portanto escrevo mais com uma visão de observador.


Em decorrência das considerações acima, me parece que há duas possibilidades: a primeira seria recorrer a empréstimos ou parcerias público privadas, onde o governo deveria promover algum estímulo para atrair investidores.  A segunda, que numa análise superficial parece menos eficiente, seria promover formas de armazenar parte da produção para transportar em períodos onde houvesse menos demanda por meios de transporte.


Como observador, creio que não adianta avançar mais, pelo menos por enquanto.