SÃO PAULO - O Rio Negro registra a maior cheia dos últimos 110 anos. Segundo o Serviço Geológico do Brasil (CPRM), o nível do rio atingiu 29,78 metros, ultrapassando o recorde anterior, de 2009. As águas invadiram a orla de Manaus, atingindo cerca de 3 mil famílias. Vários lojistas perderam suas mercadorias. A bacia amazônica começou a ser monitorada em 1902. O Amazonas tem 52 municípios em situação de emergência e mais de 75 mil famílias foram afetadas.
Fora de Pauta
Enviado por luisnassif, qui, 17/05/2012 - 00:00Clipping do dia
Enviado por luisnassif, qui, 17/05/2012 - 00:00Multimidia do dia
Enviado por luisnassif, qui, 17/05/2012 - 00:00Fotos, charges e tirinhas
Enviado por luisnassif, qui, 17/05/2012 - 00:00Sessão das 10: 'O Pagador de Promessas'
Enviado por luisnassif, qua, 16/05/2012 - 22:00Por Lourdes
O Pagador de Promessas - escrito e dirigido por Anselmo Duarte. baseado na obra de Dias Gomes
O livro do Tostão
Enviado por luisnassif, qua, 16/05/2012 - 21:00Nassif, passou em branco aqui o lançamento do livro de Tostão, "A perfeição não existe". Antes tarde do que nunca. Segue colaboração de Ailton Medeiros
http://www.ailtonmedeiros.com.br/quando-eramos-reis-2/2012/05/16/
Enviado em 16/05/12 às 12h08min por Ailton Medeiros
Quem gosta de futebol arte não pode deixar de ler “A perfeição não existe”, coletânea de artigos do ex-jogador Tostão.
Li e reli. Leia mais »
As escavações na zona portuária do Rio de Janeiro
Enviado por luisnassif, qua, 16/05/2012 - 20:00As escavações que a prefeitura do Rio de Janeiro têm feito na Zona Portuária desvendam, aos poucos, um passado que a cidade tentou ocultar durante fins do séxulo XIX: o comércio de escravos do Valongo. A amnésia social foi tão grande que até o nome Valongo, tão frequente em mapas coloniais da cidade, quase desapareceu por completo da geografia carioca. No Rio de 1830 havia rua, morro, ladeira, chácara, cais, praia e até um bairro inteiro com este nome. A rua, o morro e o bairro mudaram de nome, enquanto a praia e o cais foram aterrados. Cerca de um século depois, o topônimo ressurge com força, promovido pelas descobertas arqueológicas que devem culminar com a criação do Memorial da Diáspora Africana.
A contribuição intelectual da imigração libanesa
Enviado por luisnassif, qua, 16/05/2012 - 20:00Comentário do post "A imigração árabe no Brasil"
Não foram só imigrantes da area rural do Libano, como parece ser a tese dessa autora. Médicos, intelectuais e jornalistas, como meu avô Jorhe Haddad que criou um dos primeiros jornais em linha arabe do Brasil, isso na época da Primeira Guerra Mundial. O professor Nami Jafet foi outro exemplo, fundou um dos maiores grupos economicos do Brasil antes da anos 40, o médico Wadih Safaty, que publicou em 1966 um interessantissimo livro de mais de 300 paginas ""CENAS E CENARIOS DOS CAMINHOS DE MINHA VIDA"" contando toda sua trajetoria de Beirut a São Paulo e como pano de fundo toda a imigração libanesa que era bàsicamente cristã e quase nada muçulmana.
A Universidade Americana de Beirut já era a mais importante instituição de ensino moderno do mundo arabe em 1910 e muitos de seus formados imigraram para o Brasil, já diplomados, como o médico Fadlo Haidar, que fundou importante industria de papel, a Santa Therizinha, hoje Santher. Leia mais »
Bibi Ferreira e Gracindo Júnior
Enviado por luisnassif, qua, 16/05/2012 - 19:00Bibi Ferreira & Gracindo Júnior - BRASILEIRO, PROFISSÃO ESPERANÇA.
Noite de Paz - Dolores Duran
Manhã de Carnaval - Luis Bonfá e Antônio Maria
Se Todos Fossem Iguais a Você - Tom e Vinícius
Travessia - Milton Nascimento e Fernando Brant
Pesadelo - Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro
Casa Forte - Edu Lobo
Expressso 2222 - Gilberto Gil
Foi Um Rio Que Passou Em Minha Vida - Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho
Quero Que Vá Tudo Pro Inferno - Roberto Carlos
Eu Te Amo, Eu Te Amo, Eu Te Amo - Roberto Carlos
Mas Que Nada - Jorge Ben Jor
Alegria, Alegria - Caetano Veloso
Deus Lhe Pague - Chico Buarque
Estrada do Sol - Tom Jobim e Dolores Duran
Suas Mãos - Antônio Maria e Pernambuco
As semânticas nos contextos
Enviado por luisnassif, qua, 16/05/2012 - 19:00Comentário no post "A modelo e o cantor, por Marcos Coimbra"
E qual a necessidade de chamar um gay de viado? Aliás, qual a necessidade de afirmar que o gay é gay? Você anda por aí chamado as pessoas que são heterossexuais de "hetero", sem necessidade, sem contexto?
Não conheço nenhum negro que se ofenda de ser chamado de "negão", principalmente porque quando usado entre amigos tem conotação carinhosa. Minha melhor amiga é negra e há anos que só a trato por "Nêga", se eu a chamar pelo nome ela estranha, acha que tô chateado com ela por algum motivo. Nos EUA a expressão "nigga" (de nigger) tem caráter racista se usado entre pessoas que não se conhecem, mas amigos a usam com naturalidade entre si (inclusive brancos). É uma questão de situação. Leia mais »
Mozart, concerto nº 24
Enviado por luisnassif, qua, 16/05/2012 - 18:00MOZART - “Concerto para Piano e Orquestra Nº 24 C minor KV 491” - Buchbinder
As relíquias à venda
Enviado por luisnassif, qua, 16/05/2012 - 18:00O Rio Negro invade Manaus
Enviado por luisnassif, qua, 16/05/2012 - 18:00De O Globo.com
Rio Negro registra maior cheia em 110 anos
Nível do rio atingiu 29,78 metros, ultrapassando o recorde anterior, de 2009
A parceria de Antonio Carlos e Jocafi
Enviado por luisnassif, qua, 16/05/2012 - 17:00Os humanos e as máquinas
Enviado por luisnassif, qua, 16/05/2012 - 17:00Do iG
Tetraplégicos comandam braço robótico pelo pensamento
Eletrodos inseridos no cérebro de pacientes com paralisia enviaram sinais de movimento para braço mecânico
Foto: Divulgação/NatureA participante no estudo S3 bebe com a ajuda do braço robótico comandado por seu cérebro
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