O ritmo de investimentos no Metrô

Do Estadão

SP deixa de investir 1,3 bilhão no metrô

Atraso na linha 5 fez governo do Estado reduzir o ritmo de liberação dos recursos

Felipe Grandin do Jornal da Tarde - O Estado de S.Paulo

O governo do Estado deixou de investir R$ 1,3 bilhão na expansão da rede de metrô de São Paulo no ano passado. Ao todo, estava previsto um gasto de R$ 3,3 bilhões, mas foram aplicados R$ 2 bilhões. Segundo o Metrô, não houve falta de recursos nas obras de expansão do sistema. A redução dos investimentos ocorreu principalmente pelo atraso na Linha 5-Lilás, cujas obras deveriam ter começado no início do ano passado, mas só foram iniciadas em agosto.

O trecho deixou de receber R$ 1 bilhão, o equivalente a 80% da verba prevista. Com isso, as Estações Adolfo Pinheiro e Brooklin-Campo Belo, que seriam inauguradas este ano, são prometidas agora só para 2011 pela empresa. O prolongamento prevê ampliação do ramal até a Chácara Klabin, interligando com a Linha 2-Verde e a Linha 1-Azul, na Estação Santa Cruz, até 2013.

Também houve atraso na Linha 4-Amarela, que recebeu investimento de R$ 699 milhões, 20% a menos do que estava estimado. As duas primeiras estações, Faria Lima e Paulista, deveriam ter entrado em operação em março, mas não foram abertas ao público. Já a Linha 6-Laranja não recebeu R$ 70 milhões que estavam no orçamento.

A Linha 2-Verde foi a única a receber toda a verba prevista. Do R$ 1,1 bilhão orçado, foi aplicado R$ 1,08 bilhão. Ainda assim, o cronograma atrasou. As Estações Tamanduateí e Vila Prudente deveriam ter sido inauguradas em março, mas a abertura foi adiada para junho. Já a extensão da linha até Cidade Tiradentes, por monotrilho, recebeu apenas R$ 50 milhões dos R$ 228 milhões reservados.

O Metrô afirmou, em nota, que as obras não podem ser tratadas de forma pontual e o cronograma pode variar "em aproximadamente cinco meses para mais e um para menos" sem que isso caracterize o descumprimento da entrega. A companhia informou ainda que o investimento no plano de expansão chegará a R$ 23 bilhões, entre 2007 e 2011. No ano passado, o investimento em rede e expansão chegou a R$ 2,539 milhões. O dinheiro está sendo aplicado tanto em obras civis quanto sistemas, novos trens, sinalização, reforma de vagões e outros serviços.

Dificuldades. A ampliação da Linha 5-Lilás, porém, tem enfrentado problemas desde o início. Começou com a demora para fazer as desapropriações nas áreas dos canteiros de obras. O último entrave aconteceu no mês passado, quando as obras de prolongamento romperam cabos de fibra ótica da Telefônica em Santo Amaro. Os trabalhos na linha devem deslanchar este ano com a liberação de empréstimos no valor de US$ 1,13 bilhão. Foram US$ 650,4 milhões do Banco Mundial (Bird) e US$ 481 milhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Segundo José Geraldo Baião, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô (Aeamesp), problemas como esse não podem ser previstos. "Há entraves burocráticos e dificuldades no processo de licitação que alteram a previsão orçamentária." Já para o engenheiro e especialista em transportes Horácio Figueira, a redução no investimento é um indicativo de falta de verba ou de falha de planejamento. "Ou não havia dinheiro para a obra ou o cronograma foi mal planejado."

Para lembrar

Prefeitura deu R$ 325 mi, em vez de R$ 1,2 bi

O prefeito Gilberto Kassab (DEM) deixou de repassar R$ 903 milhões ao Metrô nos últimos dois anos. A Prefeitura deveria ter investido R$ 1,228 bilhão até o ano passado, mas só depositou R$ 325 milhões na conta da empresa. Em 2008, dois meses antes das eleições, Kassab prometeu investir R$ 1 bilhão no Metrô naquele ano e outro R$ 1 bilhão nos quatro anos seguintes, caso fosse eleito.

No ano em que fez a promessa, porém, o prefeito repassou apenas R$ 275 milhões. Outros R$ 198 milhões foram dados em Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs). O orçamento municipal previa o repasse de mais R$ 228 milhões em 2009 para a expansão da malha metroviária da capital, mas só R$ 50 milhões foram recebidos pelo Metrô. A Prefeitura diz que o corte foi motivado pela crise.

Do Valor

Metrô cresce, mas expansão não atende à demanda

Samantha Maia, de São Paulo
26/04/2010

Mesmo que nos próximos quatro anos o governo paulista consiga cumprir o plano de investimento no metrô, que prevê acelerar em quase sete vezes o ritmo atual de expansão na capital e chegar a uma malha de 140 quilômetros (km), a cidade ainda não contará com uma estrutura comparável à de outras grandes metrópoles, como a Cidade do México (200 km de metrô) e Paris (213 km), por exemplo.

Segundo os planos da administração estadual, a malha de metrô paulistano, hoje com 62,3 km, chegará a 140 km em 2014 (ver arte). Isso corresponde a uma média de 13 km construídos por ano, frente a uma média histórica de 2 km/ano. O governo não informa valores do investimento necessário.

O paulistano, cansado da lotação do transporte público nos horários de pico, quando melhora a sua renda, compra um carro. Ele resolve o problema da falta de conforto, mas fica parado no trânsito das ruas. Sem uma solução para o transporte coletivo, a situação caótica do trânsito só tende a piorar. Dados mostram que a motorização em São Paulo cresce cada vez mais. Metade dos domicílios na capital paulista tem um carro, dos quais 30% foram adquiridos nos últimos 12 meses. Além da melhoria da renda, esse consumo foi impulsionado pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros no começo do ano passado.

Segundo Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho, técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o metrô é o único veículo que nunca perde demanda. Sempre que cresce, absorve, e ganha a disputa com o carro. Por isso deve ser tratado como protagonista. "O metrô tem que assumir o papel de protagonista, enquanto os outros sistemas são complementares."

Olhando o passado do investimento em metrô em São Paulo, é possível concluir que o plano do Estado até 2014 é importante e um verdadeiro desafio. Ele equivale à construção de uma linha 4-Amarela (12,8 km da Luz à Vila Sônia) por ano até lá, obra com custo de mais de US$ 1 bilhão, que está há seis anos em execução e só deve entrar completamente em operação em 2012. Seguindo este ritmo, um cálculo simples usando regra de três nos leva a crer que seriam necessários, na verdade, cerca de 30 anos para que o metrô chegue aos 140 km pretendidos.

A seu favor, porém, o governo conta com um programa já em andamento de investimento no sistema metroferroviário - de 2007 a 2011, o governo pretende ter investido R$ 23 bilhões no sistema metropolitanos de transportes, o que inclui as linhas de trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) -, além de incentivos como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), federal, e a aproximação da Copa do Mundo em 2014, evento que deve alavancar mais recursos.

A realização do plano estadual de expansão do metrô poderá trazer um alívio considerável aos moradores e trabalhadores da cidade de São Paulo, reduzindo o uso de automóveis e o trânsito nas ruas. Poderá no mínimo dobrar o número de usuários do metrô, hoje em 3,3 milhões nos dias úteis.

Mesmo assim, a medida ficaria aquém dos 200 km desejáveis para uma metrópole de seu porte, segundo Carvalho, do Ipea. "O metrô tem um limite para ser viável economicamente, e a experiência de outras metrópoles, como a Cidade do México, mostra que 200 km é uma extensão factível", diz.

A experiência em São Paulo mostra, porém, que a tarefa não é simples. Comparada a grandes municípios como a Cidade do México (200 km de metrô), Paris (213 km) e Madri (283,8 km), São Paulo fica tímida com seus 62,3 km de linhas. Enquanto a capital mexicana construiu 200 km de metrô de 1967 a 2000, a São Paulo fez 62,3 km de 1968 até hoje, com mais 12,8 km prestes a serem entregues.

Os investimentos mais fortes foram concentrados nos primeiros 20 anos, com a entrega das linhas 1-Azul e 3-Vermelha, um total de 38,7 km. De 1989 para cá, mais 20 anos, foram construídos 23,6 km. Dessa forma, além da necessidade de manutenção e modernização da rede, a cidade tem que correr atrás do prejuízo do baixo investimento feito até então.

É preciso, por exemplo, ir além do que foi feito na Linha 4. Sua construção começou em 2004, na administração do governador Geraldo Alckmin (PSDB), e passou por várias mudanças no cronograma. No início, a intenção era inaugurar a primeira fase da linha (Luz - Butantã) em 2006, data prorrogada até a última mudança recentemente, que lançou para o segundo semestre deste ano a entrada em operação das primeiras estações.

O governo não considera que há atraso em relação à previsão de entrega das estações a partir de fevereiro, justificando que neste tipo de investimento são utilizadas "bandas", ou períodos que podem variar em aproximadamente cinco meses para mais e um para menos. Via assessoria de imprensa, a Secretaria de Transportes Metropolitanos diz que "variações dentro dessa banda não caracterizam o descumprimento da entrega".

O governo não fixa data para a inauguração da linha. As informações oficiais são de que as estações só serão entregues depois da conclusão de um protocolo de testes em andamento nas estações Paulista e Faria Lima que garantirá segurança e eficiência na operação.

Questionada sobre a razão dos atrasos sobre o cronograma inicial, a secretaria diz que "estruturas complexas, como novas linhas metro-ferroviárias, trabalham com prazos estimados que não podem ser tratados de maneira pontual", e que "fatos externos precisam ser levados em consideração".

No meio do caminho, a Linha 4 sofreu atrasos na licitação e a suspensão das obras no canteiro da estação Pinheiro após acidente em 2007 que matou sete pessoas. A Justiça acusou 13 pessoas, entre elas engenheiros e projetistas do Consórcio Via Amarela, responsável pela obra, e gerentes do Metrô. O processo está em andamento.

Segundo a concessionária Via Quatro, que operará a linha, o cronograma foi ajustado entre as partes e por isso não será aplicada multa ao Estado pelo atraso.

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41 comentários
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Luis Fernando

NASSIF, gostaria de fazer um alerta em seu Blog que o Paulo Henrique Amorim está sendo vítima de Hackers pois ninguém consegue entrar no Conversa Afiada, pois vírus entram na mesma hora em que o blog é acionado. Com certeza ele já está sabendo mas isso deve ser avisado a todos os blogs amigos do PHA como o seu, do Azenha e outros. Não podemos permitir que os imundos serristas evitem o direito de informação nos seus Blogs. Abraços.

 
 
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Neo

. A linha lilas é aquela que liga Santo Amaro a Campo Limpo a lugar nenhum… (periferia zona Sul). No máximo ela liga com linha de trem que vai para Osaco… . . Imagina se Zé Pedágio deixaria a cheirosa linha amarela que passa no Morumbi ligar com a fedidona !!!??? . . Isso explica porque só as estações que fariam estas integraçoes ter perdido 80% da verba ( por enquanto ) e ser adiada até 2111, se possivel… .

 
 
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Neo

. . Integração da linha Amarela que passa na minha cheirosa . . Morumbi com a linha Lilás que passa em Santo Amaro, . aquele antro de massa fedida vindo do Nordeste ( Argh!!) . . Fica adiado para 2111 !!!! . . Força Serra Presidente !!

 
 
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evandro condé

Esqueci de colocar, uma leitura rápida verá quanto de dinheiro teremos para sua expansão.

 
 
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evandro condé

Alguns dados, O metrô em BH começou a operar em 86, sendo que a última estação concluída foi em 2005. Temos 28 Km de lina ligando o Eldorado ao Vilarinho. Ou seja cinco anos e nada, nem meio trilho. E já que conheces a cidade, seria interessante lembrá-lo que ele margeia o que chama-se aqui de via expressa. Seria redundante se fosse realmente uma via expressa. E nosso metrô na verdade é um trem urbano, masi fácil e mais barato. Por que então nada se fez ou faz. Não defendo o Serra, mas quando voces lamentam a administração que ele teve só lembro que a merda não é privilégio de paulistas.

 
 
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Oliveira

Ps.: Deixei de comentar que o Governo de SP prioriza obras mais caras, mais "visíveis", ou seja, de maior apelo eleitoral -mesmo que não fiquem prontas - do que finalizar as obras já iniciadas e mais baratas. Por exemplo: o trecho entre Diadema e o Brooklin do corredor de trólebus de faixa exclusiva da EMTU-SP- previsto no Plano Metropolitano de Transportes da década de 80 - cuja pavimentação de concreto foi refeita (pois já existia) no ano de 2006 e que colaboraria para aliviar o transporte entre o ABC e a Zona Sul de São Paulo ficou anos parado. Digo ficou pois as obras recomeçaram, curiosamente neste ano. Vale salientar que o Sistema de Corredor da EMTU, na opinião dos usuários, é o segundo melhor sistema de transporte na RMSP atrás apenas do Metrô (Pesquisa ANTP de imagem dos transportes públicos). Outra solução, de custo irrisório, usando o mesmo sistema de trólebus, seria integrá-lo (mesmo que com uma cobrança de parcial da tarifa) ao sistema de Metrô na estação Jabaquara e à CPTM na estação Santo André. Atualmente, a transferência gratuita ocorre apenas no terminal São Mateus e nos dois terminais de Diadema. Bom argumentos é que não faltam...

 
 
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robledo duarte

Existe um detalhe interessante neste descaso com o metro (mais um do serra). Como fica uma cidade onde qualquer outro meio de transporte foi pra lua e o metro é unica solução? Pronto fechou uma quadra: Serra nada fez pela educação, saúde, segurança e agora transportes. Não me fale de rodoanel, pois o que mais São Paulo precisa hoje é menos carros nas ruas e mais transporte coletivo de qualidade.

 
 
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Oliveira

Nassif, Acho que vale chamar a atenção para o fato de que para se chegar aos mais de 200km, não serão exclusivamente por meio de construção. Segundo o plano Expansão(?) São Paulo (em http://www.expansao.sp.gov.br/oprojeto.php) grande parte da "ampliação"- 160km - serão através da conversão do sistema da CPTM - que já estão construídos e em funcionamento. No quadro da Raquel Rolnik na bandnews ano passado o secretário de transportes do ESP- se não me falha a memória - disse que essa conversão seria através da modificação do sistema de sinalização, que proporcionaria uma redução no intervalo entre as composições de em média 10 para menos de 4min. Não sou contra a modernização, mas por outro lado acho que temos que informar corretamente as pessoas de que não se trata de uma "ampliação" scritu sensu.

 
 
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Regina

Imaginem só como trabalham os funcionários do Metro. Tem que fazer hora extra para suprir o baixo quadro, sob um pressão descomunal, em um Metro feito para transportar uma São Paulo da década de 70. O PSDB ficou 16 anos no governo e não fez nada e isso não dá para esconder.

 
 
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Ruy Acquaviva

Os tucanos dizem que vai ser feita baldeação na estação Pinheiros, mas lá ainda se encontra uma enorme cratera no lugar que deveria haver uma estação de metrô. Alias toda a linha amarela está atrasada em mais de dois anos ainda não funciona nenhuma estação.

A linha da CPTM na marginal Pinheiros está superlotada, precisa de mais trens e com mais vagões em cada trem. As condições de transporte para a zona sul no horário de rush são desumanas.

 
 
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Rafael

Estou esperando Stanley Burburinho vir dizer que o incêndio no Camelodromo do Rio foi criminoso e que o Serginho Temporal odeia pobres.

 
 
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Ruy Acquaviva

A situação das duas cidades é completamente diferente. A situação do transporte coletivo em São Paulo é incomparavelmente pior do que a de qualquer outra metrópole brasileira. E o governo federal investiu bilhões no metrô paulista, que não vai para frente devido a uma assustadora incompetência gerencial dos tucanos.

 
 
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Ruy Acquaviva

Vamos fazer uma contabilização sobre o tempo médio que um trabalhador passa no deslocamento entre sua casa e o trabalho por dia e veremos se o Sr. tem mesmo inveja de São Paulo.

Conheço BH e sei que é uma grande cidade, com os problemas típicos de uma metrópole, mas o nível desumano atingido pelo caos no trânsito e a superlotação dos transportes públicos em São Paulo faz BH parecer o paraíso na Terra.

Sou usuário do metrô que anos atrás era considerado um transporte de qualidade e hoje está com uma superlotação assustadora. Só não deixo de usar o metrô por não ter outra alternativa senão ir de carro, o que faria aumentar ainda mais o trânsito, além de demorar 2 horas e meia para fazer um trajeto que de metrô é feito em uma hora e meia, mais da metade do tempo esperando na plataforma no meio de uma multidão.

Enquanto isso o metrô está com as obras de ampliação atrsadas em mais de dois anos.

Serra pegou uma moleza sem igual em 2006. Pegou a expansão do metrô com projetos e financiamento prontinhos e com as obras em estágio inicial (devido à por incompetência do Alkmin, que não conseguiu tocar o metrô de 2004 a 2006), era só tocar as obras com um mínimo de cometência e Serra teria várias estações de metrô para apresentar como vitrine eleitoral, compensando em parte o descaso dos governadores tucanos em relação ao transporte público. Mas ele não teve nem esse mínimo de competência. Ampliou terrivelmente o atraso das obras e não conseguiu nem mesmo fazer uma gambiarra para fingir algum tipo de inauguração na linha amarela do metrô, como fez no Rodoanel.

Eu lembro-me que Serra criticou a Marta na campanha eleitoral de 2004, por ter feito um corredor de ônibus na avenida Rebouças (uma das mais saturadas de São Paulo), dizendo que não precisava fazer um corredor de ônibus paralelo a uma linha de metrô que seria construída paralelamente a essa avenida. Era a linha amarela. Pois SEIS ANOS se passaram e a tal linha de metrõ ainda não foi inaugurada, enquanto isso a população usufrui do corredor de ônibus que pela visão estreita e incompetente do Serra não precisaria ser construída.

O Serra é o político mais incompetente (e autoritário) que eu ví nos 30 anos em que acompanho a política nacional.

 
 
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geraldo de carvalho

dá a impressão que os atrasos em licitações e obras públicas só acontecem no pac e no plano federal. estados e municípios estariam "nadando de braçada". o que vemos , na prática, é muito diferente! a imprensa segue tratando tudo isso como se fosse exclusivo do governo federal. interessante! e parece também que muitas pessoas não fazem essa relação. parece que todos só temos um único governo, o federa!

 
 
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geraldo de carvalho

já alertei outro dia p o atraso na construção de escolas na cidade de sp , prometeram (serra-kassab) 150 escolas , vão entregar 8. mais de 20 mil crianças fora do atendimento escolar só esse ano. coloquemos as metas do plano nacional de educação que vamos ver que o "rombo" é muito maior. Por que não dão o enfoque equivalente ao que é dado em relação às obras do pac?

 
 
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nilo walter

Serra, aumentou os gastos em propaganda em 600% . Saiu em um jornal de SP, meses atrás .

 
 
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nilo walter

Vitoria da Conquista/BA, me perdoem os baianos .

 
 
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Evaristo Almeida

Para quem quiser saber sobre a venda das estatais paulistas pela turma do candidato do PSDB à presidência da República José Chirino Serra, acesse o enderço abaixo. Está muito bem fundamentado. http://transparenciasaopaulo.blogspot.com/2010/04/memorias-do-saqueio-ve...

 
 
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nilo walter

Deve ser Vitória da conquista/Ba, me perdoem os paulistas. Uns 50 municípios capixabas possuem obras do Pac.

 
 
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Jura

Isso é problema pro futuro governador. A campanha pra presidente já está feita. Metrô já era, o negócio agora são pedágios federais e o trem bala de prata.

A gente podemos mais, mais num qué.

 
 
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Lucifer

Parece que empreiteriros incumbidos das rodovias federais não tem queixas. Até o pagamento tem se realizado com pontualidade. Metro exige audácia urbanística, projeto finaceiro, e implacáveis desapropriações que rendem mais insatisfações do que votos.

 
 
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marcosomag

A Linha 5 é mais um caso de gritante incompetência do PSDB. Foi construída sem nenhum planejamento e a toque-de-caixa para "turbinar" uma campanha de Mário Covas para Governador de São Paulo. Se continuarem com as obras até o Metrô Santa Cruz vão explodir com a já saturadíssima Linha 1. A solução para ligar a periferia da ZS com o Centro da capital paulista já existe: é a linha da CPTM que corre ao lado da Marginal Pinheiros. No entanto, o pobre cidadão que quer chegar ao Centro via CPTM-Marginal Pinheiros é obrigado a pegar um trem lotado, vindo de Itapeví, na baldeação de Presidente Altino (Osasco)! Será que é tão difícil ajustar a sinalização e destinar trens vazios para o trajeto Osasco-Júlio Prestes? Para os tucanos parece que sim.

 
 
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JCastro

Ainda existe a CBTU?! Cruz credo.

 
 
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Castro

São Paulo pode mais...

 
 
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Pedro Paulo Souza

Oi ??? Como ??? Caixa 2 ??? Hein ??? Eleições ??? PSDB ??? Não posso acreditar !!!!!!!

 
 
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Evaristo Almeida

Faltou ao Estado e ao Valor colocar esse verdadeiro fiasco à "jestão" tucana em São Paulo e ao candidato à presidência da República José Chirino Serra, que prometeu uma série de obras recentemente e muitas delas nem foram licitadas ainda. Se fosse obra do PAC certamente dariam até o DNA da Dilma. É o jornalsimo ideológio-partidário que é parcial em suas análises. Só fizeram a matéria porque nãop tem como esconder. O metrô paulista avançou apenas 1,2 km ao nos 16 anos de governo tucano. Com Serra foram apenas 670 metros. É o mais lotado do mundo.

 
 
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Edivaldo D

de um usuário do Metropolitano, eu:

&%@*!£#/*!!!!

uns ¢*@&#*£!!!

 
 
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Vladimir

O governo do estado de São Paulo jogou durante a crise para não perder. O Governo Federal jogou para ganhar. Esta foi a grande diferença. O governo de São Paulo,que pela importância econômica do estado,deveria ser a ponta de lança no combate contra a crise,apostou no caos. Teve atitudes medrosas,até covardes. Na grande mídia,estes que acham que o ex-governador e atual candidato de oposição ao planalto é o máximo,devem sofre de algum problema. Depois vem um sujeito aqui no blog a diz que a popularidade do presidente Lula é resultado de um psicose coletiva. Se for assim,viva a psicose coletiva!

 
 
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Fabricio Vasselai

A resportagem do Valor cita uma reproduçao artística, uma figura, que mostraria o plano do governo para os 140 km de metrô. Alguém conseguiu achar isso online?

Esse mapa seria muinto interessante para analisar a qualidade dos investimentos previstos.

 
 
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Roberto Locatelli

A cidade de São Paulo é uma cidade para carros, e não para pedestres. Mesmo com todos os congestionamentos, quem tem carro chega muito antes de quem não tem.

Isso é que está errado. O poder público deveria planejar a cidade para estimular o morador a deixar o carro em casa. O que ocorre é o contrário: o cidadão é estimulado a tirar o carro da garagem todo dia. Ou comer o pão que o diabo amassou com o pé.

 
 

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