Exemplos de cidades com infraestrutura para bicicletas

Por IgorEliezer

Do Cidades Para Pessoas

Cidades que pensam nos ciclistas

Pedalar em cidades que pensam na bicicleta como estratégia de mobilidade faz toda a diferença. Conheça alguns exemplos pela Europa de infraestrutura cicloviária que melhoram muito a vida de quem pedala.

Os trens metropolitanos de Copenhague possuem vagões especiais com engate para a roda traseira das bicicletas.

Em Amsterdam (como em outras cidades européias) é muito comum o bike-box: um espaço para que os ciclistas aguardem o semáforo à frente dos carros, pois é bem mais seguro largarem antes).

O modelo de aluguel de bicicletas de Lyon inspirou Paris, Barcelona e Londres (foto). Nesse sistema, empresas de publicidade fornecem bicicletas públicas de aluguel e ganham visibilidade.

Os desenhos de bicicletas mostram que é permitido circular na contramão dos carros em Paris.

Em Copenhague, algumas das ciclovias são apenas faixas pintadas em grandes avenidas. O asfalto possui demarcação para que os carros esperem a passagem das bicicletas antes de fazer a conversão à direita.

Em Londres, bicicletas podem, por lei, circular nas faixas preferenciais de ônibus. Os motoristas dos coletivos recebem um treinamento intenso para o convívio com ciclistas. Alguns chegam a mudar de faixa para fazer uma ultrapassagem segura.

Em vias de espaço compartilhado, como essa em Amsterdam, a velocidade máxima permitida é bem baixa para preservar a segurança dos ciclistas e dos pedestres.

Um bom exemplo de mobilidade em Amsterdam: a rua organizada em “camadas” tem espaços para pedestres, ciclistas, carros e veículo leve sobre trilhos. São meios de transporte seguros para todas as necessidades.

Curioso: em Londres, até a mão da ciclovia é invertida.

Para garantir a fluidez dos ciclistas, algumas ciclovias de Paris que ficam no canto da rua são desviadas para a calçada onde há pontos de ônibus. Assim, os passageiros de coletivos podem sair do veículo em segurança e os ciclistas não precisam parar.

A antiga avenida que circundava o rio Rhône, em Lyon, foi transformada em via de ciclistas e pedestres. É muito agradável pedalar à beira do rio.

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28 comentários
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Celso_51

Bicicleta, tudo de bom !!!

Pra laser ótimo....!!

Mas chegar no trabalho todo grudento, esbaforido e melecado de suor,  e encarar o expediente,  não dá né !!!

 

Celso

 
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Alessandre de Argolo

Essas fotos podem esconder a verdadeira realidade do trânsito de bicicletas em cidades européias. Por exemplo, o trânsito em Copenhage é organizado, mas é igualmente muito complicado para quem não está acostumado às regras locais de trânsito, onde existe um rigoroso cumprimento por parte dos ciclistas, que obedecem a todo um conjunto específico de normas, gestos e sinalizações próprios, que os ciclistas cumprem à risca.

Minha mulher morou um ano em Copenhage e sofreu na pele essa falta de adaptação. Ela só foi se adaptar depois de um certo tempo, mas ainda assim sofreu na pele as dificuldades de andar de bicicleta pela cidade sendo brasileira. O ritmo do trânsito dos ciclistas é próprio, frenético e levado muito a sério. Não é um trânsito acessório do trânsito principal, ao contrário. As regras são específicas e o cumprimento delas é muito exigido pelos ciclistas, que reclamam veementemente se o outro ciclista não cumpre as regras específicas que disciplinam o trânsito.

Além disso, o ritmo do trânsito dos ciclistas não é tranquilo como se pode imaginar. Muito pelo contrário, o ritmo do trânsito nas ciclovias de Copenhage é frenético, rápido, ninguém está a passeio. O trânsito de bicicletas inclusive representa um certo risco, não sendo raro acidentes graves. Não é para iniciantes ou para quem espera encontrar facilidade ou tranquilidade. O funcionamento do trânsito dos ciclistas em Copenhage é pauleira, coisa de deixar assustado qualquer um que não esteja habituado.

 
 
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Raul Abreu Leite

Este tipo de matéria, sempre levanta as seguintes opiniões:

Comentário de quem não pedala: Fazer o mesmo em São Paulo da noite para o dia não é possível, não adianta nada, etc.

Comentário de quem pedala: É possível colocar mais bicicletas nas ruas, com o simples trabalho de conscientização dos motoristas.

Quem pedala, sabe que de longe o maior problema não é a quantidade de carros nas ruas. Embora este seja sim um problema, a maior urgência é concertar a falta de respeito de Vãs, Caminhões, Ônibus e Carros (pela ordem de desrespeito). Mesmo do jeito que está hoje, reconhecendo a existência de riscos, particularmente afirmo considerar o meio de transporte ciclístico relativamente seguro. Milhões de ciclistas também concordam, caso contrário, não usufruiríamos deste meio de transporte.

Não me sentiria confortável em em aceitar de forma cômoda o clima do caos ciclistíco, e do perigo mortal acentuado principalmente pela mídia. A estrutura pode melhorar sim, mas enquanto isto, eu não compactuaria, em nenhuma hipótese, com o raciocínio de aguardar até que tudo esteja 'europeutizado'. Todo tipo de mudança de paradigma é progressivo, por exemplo, com a ação do prefeito Fernando Haddad sobre a "campanha de comunicação para o respeito ao ciclista", já será um enorme progresso colocando nas ruas aqueles ciclistas que esperam apenas este tipo de respeito.

Novas implementações do processo para melhorar a infra-estrutura e a educação, virão com maior facilidade, devido ao sucesso dos passos anteriores.

 

"Entendam, eu não estou preso aqui com vocês, vocês estão presos aqui comigo." - Rorschach

 
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HumbertoCavalcanti-Porto_Alegr ...

Esse dom de iludir!... Caiam na real.

Nunca deveríamos falar que é impossível, mas... são realidades e formações histórico-sociológicas, geográficas e de civilidade que eu acho, sim, impossível, ou às custas de inúmeras mortes anunciadas. Vale a pena querermos ser uma Amsterdã ou Copenhague (e não existiriam outras capitais onde não há nada disso na Europa, coerentes e realistas? ). Tudo é levantado pelos nossos governos com vista em nichos de eleitorado barulhento e multiplicador de votos, imprensa vai à frente pra encher linguiça com ilusões e agradar seus ainda leitores, mas se não damos conta nem da manutenção (sim, a manutenão faz parte) de nossos ônibus, metrôs, trens de superficie - isso deixamos pro povão, o povo majoritário no sufoco usar. Não poderíamos arcar (nem com a corrupção que multiplica valores) nem com a Copa doMundo, muito menos com as Olimpíadas, ajeitando tudo às pressas (propositalmente?...) pra turista ver. Não é assim que o país se projetará, não é assim que investimentos de fora chegarão. Essa opinião já vi compartilhada por atleta, como a nadadora Joana, por sinal de Recife. Outros talvez não possam se manifestar devido a patrocínios ou represárlias, talvez.

Agora mesmo, semana passada, já aparece tardiamente jornalista falando de que o demagógico projeto de navegabilidade do Rio Capibaribe pode estar comprometido (Isso não seria novidade pra quem viu os argumentos técnicos na restrita e sempre mal divulgada "1ª Audiência Pública" sobre o assunto). Mas a imprensa tem que vender, vender ilusões, agradar o governo, principalmente os governos estadual e municipal, e os nichos de classe média que vivem no mundo só deles, quanto a projetos de ciclofaixas e ciclovias, e o povo, ó, o povo... que se exploda, no máximo ganha umas lasquinhas e se inibe diante de câmeras e sempre dão declarações que percebem serem favoráveis ao que está na moda fazer, ou ao que os "ôme" esperam dele.

 

" Lo que los hombres realmente quieren no es el conocimiento , sino la certidumbre ". - Bertrand Russell (1872-1970); filósofo y matemático inglês. ( citação num boletim do av. espanhol Panda )

 
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Demarchi

As melhores cidades para andar de bicicleta - Bogotá

Trondheim

18% da população de Trondheim, na Noruega, utilizam bicicletas. Mas o que chama atenção nessa cidade são os elevadores de bicicletas! Por possuir muitas ladeiras, essa foi a solução encontrada para que as pessoas não desistissem de sair de casa com sua bike.

As melhores cidades para andar de bicicleta - Trondheim

 No elevador de bicicleta é só colocar o pé no suporte e permanecer na bike

 

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Os bicicletários de Tóquio chamam a atenção não só pelo tamanho, mas pela organização das bicicletas lá estacionadas.

http://noticias.uol.com.br/saude/album/1109_bikesnomundo_album.htm#fotoNav=66

 

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http://noticias.uol.com.br/saude/album/1109_bikesnomundo_album.htm#fotoNav=2

 

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Em Amsterdam é possível ver ciclistas com todo tipo de roupa, mesmo de terno, quando ela é utilizada para ir ao trabalho.

http://noticias.uol.com.br/saude/album/1109_bikesnomundo_album.htm#fotoNav=3

 

 

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O transporte por bicicletas está integrado com o transporte público, elas podem até ser levadas dentro dos barcos .

http://noticias.uol.com.br/saude/album/1109_bikesnomundo_album.htm#fotoNav=4

 

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Para pegar o trem em Amsterdam, é só deixar a bike no bicicletário, só cuidado para não perdê-la depois.

http://noticias.uol.com.br/saude/album/1109_bikesnomundo_album.htm#fotoNav=6

 

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 Nas ciclovias de Budapeste, as bicicletas tem farol e faixa de travessia especiais 

http://noticias.uol.com.br/saude/album/1109_bikesnomundo_album.htm#fotoNav=24

 

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Uma empresa inglesa chamada Bikeaway criou um design de bicicletário para estações de trem onde a bicicleta é guardada dentro de armários. É possível guardar a bike livre de problemas climáticos como como a chuva e a neve, além disso, há um gancho para pendurar também o capacete no armário.

http://noticias.uol.com.br/saude/album/1109_bikesnomundo_album.htm#fotoNav=19

 

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Não há vagas

Pedágio? Na capital, Amsterdã, faltam 100 mil vagas para bicicletas. Foto: Suellen Fontoura

Carta Capital - Por Mayara Moraes, em Amsterdã

A Holanda é o lugar mais seguro do planeta para pedalar. O país tem praticamente uma bicicleta para cada um dos 16,7 milhões de habitantes, dos quais 10 milhões estão habilitados a dirigir uma frota de “apenas” 7 milhões de automóveis. Em cada duas pessoas que deixam suas casas em direção às escolas ou universidades, uma segue de bicicleta. Mais: um em cada quatro holandeses vai para o trabalho pedalando. São 29 mil quilômetros de ciclovias ou ciclofaixas, de acordo com a União Nacional dos Ciclistas. Como comparação, a cidade de São Paulo, com 11,2 milhões de habitantes, tem 182,6 quilômetros de faixas exclusivas, 0,62% da capacidade holandesa.

Mas o domínio das bicicletas, iniciado em 1973 por causa da crise do petróleo, começa a dar sinais de esgotamento. Em muitas cidades, a quantidade de bicicletas supera o número de habitantes. Em Amsterdã, elas estão estacionadas em todos os cantos, e um exemplo da saturação é o fato de os dois megaestacionamentos construídos nas proximidades da estação central de trem – um com capacidade para abrigar 1,2 mil bikes e outro, de três andares flutuantes, com 2,5 mil vagas – já não darem mais conta da demanda. Até mesmo um barco na mesma região foi adaptado para socorrer os ciclistas. Ele abriga 400 bicicletas no seu interior e não tem mais espaço. Alguns estacionamentos, como o do mercado de ações Beurs van Berlage, com 1,1 mil vagas, são construídos debaixo da terra.

A falta de espaço leva muitos ciclistas a deixarem suas bicicletas em locais privados, mediante o pagamento de uma mensalidade. Outros colocam as bicicletas em espécies de caixotes disponibilizados pelo governo, que cobra uma taxa anual. Cada “caixa” abriga até cinco bicicletas.

Ainda assim, a competição é tão dura que os ciclistas, numa espécie de “jeitinho holandês”, muitas vezes optam por estacionar em lugares proibidos, o que levou as autoridades a recolherem 800 bicicletas de infratores nos três primeiros meses do ano.


Um projeto piloto em Uterecht prevê a cobrança em novos estacionamentos. Foto: Suellen Fontoura

Segundo estudos locais, Amsterdã tem hoje um déficit de 100 mil vagas para bicicletas. Em tempos de crise econômica, a busca por espaço tem ficado cada vez mais cara. Só o projeto no subterrâneo da estação de trem da capital está avaliado em 700 mil euros. Para solucionar o impasse, o engenheiro Matthijs Griffioenm começou a estudar opções para o problema. Concluiu que a saída não estava nem sobre nem sob a terra, mas no ar.

Griffioenm desenhou um modelo de elevador que transporta as “magrelas” até o telhado das construções. O transporte seria acionado por meio de um bilhete magnético. Um painel eletrônico avisaria a cada segundo o número de vagas disponíveis. O projeto prevê ainda a instalação de painéis solares para minimizar os custos de energia com os elevadores. A ideia é um tanto futurista, admite Griffioenm, mas viável: a tecnologia é a mesma usada nos estacionamentos embaixo da terra e o custo da construção sai por quase a metade, cerca de 4 mil euros por vaga.


O projeto do engenheiro Matthijs Griffioenm foi detalhado num gráfico do jornal HetParool. Foto: Repordução

Enquanto as soluções inovadoras não aparecem, os usuários continuam a se virar como podem, em terra ou no subterrâneo. E seguirão a pressionar as autoridades a encaminhar soluções.

É o caso de Utrecht, a 40 quilômetros da capital, onde ferrovias, pontos de ônibus e importantes edifícios têm sido readaptados para receber bicicletas. O objetivo, explica Anita Drix, responsável pelas reformas, é criar 22,2 mil novas vagas na região central, onde fica a estação de trem. O custo estimado das construções é de 52 milhões de euros.

O projeto piloto exigirá, segundo Drix, uma mudança de cultura.

“Ele garante economia de espaço e de tempo e facilidades à população.” Caso o plano obtenha sucesso, será também implementado em Roterdã e Haia, cidades que igualmente sofrem com a falta de espaço, além da capital.

Parte do custo da manutenção pelo serviço, avaliado em 6 milhões de euros anuais, será paga pelo governo, mas a outra parte deverá ser cobrada dos usuários. O valor exato ainda não foi definido, mas poderá ser de até 1,50 euro por dia.


Miriam van Bree, da União Nacional de Ciclistas, é contra a cobrança: “Temos de pensar soluções melhores”. Foto: Suellen Fontoura

Apenas 30% dos estacionamentos na Holanda são pagos. Os primeiros surgiram há cerca de dez anos. A provável ampliação da cobrança provoca reações. A estudante de jornalismo Kim Holla, por exemplo, refaz as contas sobre as vantagens de se deslocar por meio de bicicletas. “Eu moro em Amsterdã, estudo em Ede e trabalho em Utrecht. Tenho uma bicicleta em cada estação. Pagar por isso sairia muito caro para mim.” Ela prevê que, se tiverem de pagar para estacionar, muitos usuários vão migrar para outras formas de transporte.

Miriam van Bree, da União Nacional de Ciclistas da Holanda, alerta: “Temos de pensar em soluções melhores. Por que não colocar as bicicletas umas em cima das outras? O número de bicicletas próximas das estações não para de crescer, é bom pensar onde elas serão colocadas, não dá para fechar os olhos para um problema que deve se intensificar”.

Apesar das dificuldades, a ativista diz que criar opções à bicicleta não é a melhor solução. O próprio histórico sobre rodas da Holanda ensina: desde que as primeiras ciclovias foram construídas, o número anual de mortes de crianças no trânsito caiu de 400, em 1971, para 14, em 2010. Não é por menos: além dos espaços adequados, os jovens têm desde cedo aulas teóricas e práticas de trânsito.

Para Bree, as bicicletas são, definitivamente, a solução para o intenso tráfego nas metrópoles: “As cidades estão crescendo cada vez mais e, se quisermos ter um sistema fluido, é preciso tirar os indivíduos dos carros”.

http://www.cartacapital.com.br/sociedade/nao-ha-vagas/

 

Demarchi

 
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O uso das bicicletas nas grandes cidades - Extra.com.br

Nunca se discutiu tanto sobre a utilização de alternativas viáveis para solucionar o problema do trânsito em cidades médias e grandes, e a bicicleta é um dos candidatos favoritos. Além do custo acessível, pedalar faz bem para a saúde, não emite poluentes e ainda é muito divertido. O infográfico acima traz algumas informações sobre o uso de bikes nos municípios brasileiros e ainda contém dicas sobre os tipos de bicicletas disponíveis no mercado (urbana, dobrável, BMX, mountain bike entre outros), assim fica mais fácil escolher a sua. Curta e compartilhe essa página, quem sabe você não influencia alguns amigos a se tornarem ciclistas!

 

Demarchi

 
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Cascudo

Bicicleta dobrável que pode ser levada no metrô.

http://thecityfixbrasil.com/2012/12/13/footloose-a-primeira-bicicleta-do...

Ah, detalhe: a garota não vem junto.

 

 
 
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Walter Decker

Copenhague, Amsterdam,... Santos ! Aqui foi implantado o projeto Bike Santos esse ano e por enquanto está funcionando bem...

G1

Santos instala estações de bicicletas públicas gratuitas

Cidade terá 300 bikes, disponibilizadas gratuitamente à população.

A cidade de Santos, no litoral de São Paulo, começou a implantar o sistema de locação gratuita de bicicletas, conhecido como ‘bicicleta pública’. A cidade terá 300 bikes, disponibilizadas gratuitamente à população em 30 estações. A medida integra um conjunto de ações da prefeitura com o objetivo de incentivar o uso de bicicletas no município, entre as quais está a construção de uma rede de ciclovias interligadas.


As estações do projeto, denominado ‘Bike Santos’, estarão em diversos pontos da cidade. O projeto consiste em compartilhar o uso de bicicletas de forma gratuita, desde que o usuário esteja previamente cadastrado por meio de um site. A operação do sistema será diária, das 6h às 22h, para retirada da bicicleta, e até as 24h, para devolução. A utilização da bike será permitida pelo tempo máximo contínuo de 30 minutos e sua devolução poderá ser feita em qualquer uma das estações. Após 15 minutos, o usuário poderá novamente retirar outra bicicleta, seguindo as mesmas normas. Não haverá custos para a prefeitura e CET, assim como para os usuários que respeitarem as regras.

 
 
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Cascudo

O Makro está vendendo bicicleta elétrica por R$ 2 mil.

 
 
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geraldo roberto pereira de carvalho

isso td aí tem em santos-sp. a topografia ajuda.

 
 
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kodaly

Alguém poderia subir algumas fotos tiradas em dias de chuvas ou inverno itenso. Fico imaginando essas bicicletas no metro de São Paulo na hora de pico, seriam arremessadas para baixo do trem. Por fim, acho mais fácil o retorno dos peixes ao Tietê , trecho que cruza a capital, do que criarmos uma estrutura urbana que permita a inclusão da bicicleta nos patamares acima.

 
 
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Alex Magno

É simples: em dia de chuva você vai de carro. Pronto.

Melhor ainda: se você quer ir de carro mesmo em dia de sol para o trabalho, vá. Não é o apoio ao ciclista que vai tirar de você o direito de ir para o trabalho de carro. Um ciclista é, em teoria, um carro a menos, e o carro ocupa muito mais espaço e polui mais.

Vou citar meu exemplo. Eu vou de bicicleta para o trabalho. É perto, pouco mais de 3 km. Mas mesmo assim, isso não significa que vou todo dia. Se eu acordo de manhã e está chovendo ou fazendo muito frio, ou até mesmo se eu estou de ressaca e cansado pra pedalar, eu tiro o carro da garagem e enfrento o trânsito. Simples.

O grande problema, e que precisa ser resolvido o mais rapidamente possível para o bem de todos, é o cara ter a bicicleta, ter a disposição de pedalar até o trabalho, e a cidade não prover uma estrutura mínima para isso.

 
 
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Cascudo

Nunca andou de bicicleta na chuva? É mó legal !

Muuuito mais seguro do que de moto. E pode-se comprar macacões impermeáveis, mais baratos do que de motociclista.

Mas se estiver chovendo demais, seixe a bicicleta no trabalho e volte de onibus. De qualquer maneira, o transito vai ficar parado mesmo...

 
 
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Paulo F.

Cai na real Igor!

Metro de São Paulo (não há espaço nem para as pessoas, mais ainda para bicicletas)

Nos coletivos então

Incentivar o uso de bicicleta como nas condições de transito abaixo é mandar a ovelha para os leões.

Menos ciclopopulismo. Querem as bikes na rua, façam ciclovias. Olhem o bom exemplo de São José dos Campos.

 
 
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drigoeira

Olhe a foto?

Em um espaço de três carros com seis pessoas caberia um ônibus com capacidade para 30 pessoas.

É um absurdo como não resolvem isto de uma vez.

A solução é crescer a frota de ônibus, uns 1000%. Veículos confortáveis com ar condicionado e com rotas inteligentes.

 
 
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Paulo F.

Complementando:

No caso paulistano a resposta foi dada pelo Locatelli no domingo. O grifo é meu.

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/acaba-efeito-positivo-da-ampliacao-da-marginal-tiete

 

 

dom, 24/03/2013 - 21:37

 

Roberto Locatelli

 

1) Apenas 25% das famílias na grande São Paulo têm carro. Na Europa, por exemplo, essa porcentagem é MUITO maior.

 

2) O problema não é o número de carros. O problema é o sucateamento do transporte coletivo.

 

3) Na Europa grande parte dos trabalhadores prefere deixar o carro em casa pois usar o transporte coletivo é mais rápido e mais confortável.

 

4) Na grande São Paulo, sucessivos governos de direita destruíram o transporte ferroviário e sucatearam o transporte por ônibus.

 

5) Na cidade de São Paulo, há 10 anos atrás havia uma frota de 24 mil ônibus. Hoje eles são 13 mil, e a população aumentou.

 

6) Por isso é que as pessoas preferem tirar o carro da garagem.

 

 
 
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Paulo F.

concordo e se forem GRATUITOS os onibus dando mobilidade a todos, indistintamente melhor seria.

 
 
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Alex Magno

É óbvio que fazer o mesmo em São Paulo da noite para o dia não é possível. Talvez nunca seja possível transformar São Paulo em Copenhague. Mas poderíamos começar onde fosse viável, pelo menos. Talvez começando assim:

1 - Substituição gradativa de todos os estacionamentos laterais em vias de grande movimentação de veículos, principalmente no centro, por ciclovias;

2 - Obrigação de colocação de estacionamento para bicicletas próximos às portas (ou no local mais seguro e visível possível) nas empresas, shoppings, ou lojas que disponibilizem estacionamento. Isto é: o local só poderá oferecer estacionamento para os carros, se oferecer antes estacionamento (no melhor local possível) para bicicletas. Ou melhor: a preferência de estacionamento segue a seguinte ordem: deficientes - idosos - gestantes - bicicleta - carro...

3 - Redução da velocidade máxima para 40 km/h onde as bicicletas precisem disputar espaço com carros

4 - Apreensão da bicicleta e/ou multa para o ciclista que infringir as regras de trânsito.

 

OBS: na minha opinião, tem mais uma coisa a ser vista: ônibus e bicicleta não combinam. Onde trafega ônibus, não dá pra trafegar bicicleta, e vice-versa. Um é grande demais e o outro é frágil demais.

 
 
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Sergio Saraiva

Pude notar que as fotos se referem a Amsterdan, Copenhage, londres e Paris.

Algumas questões:

1 - qual a topografia dessas cidades?

2 - qual o número de habitantes por km²?

3 - qual a extensão das linhas de metrô?

4 - qual a redna per capta dessas cidades?

5 - Existem outras cidades que também utilizam muito bicicletas, tais como, Nova Delhi, Hanoy e Pequim. Que inofrmações temos delas?

 
 
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Marcelo Nascimento

Eh um erro achar que Sao Paulo pode ser uma cidade segura para bicicletas. Eh um caos ... tem que destruir tudo e construir de novo. Nao tem jeito ... 

Qualquer um pode ver soh pelas figuras (Nao precisa nem ir visitar!!!) que Sao Paulo estah a anos luz de qualquer uma dessas cidades.

E mesmo nesses lugares ainda acontecem acidentes!!!! Imagina na Pindorama!

 

 
 

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