Oito dicas pra não pagar mico em tempos de manifestações

Por Sidney Braga

Oito dicas pra não pagar mico em tempos de Manifestações:

1- Não compartilhe o vídeo dos atores da Globo contra Belo Monte. Esse vídeo de 2011 está cheio de informações falsas. Inclusive alguns atores que gravaram o vídeo se arrependeram depois de descobrir que o que eles disseram não era bem assim.

2- Não diga que foram gastos 30 bilhões em estádios. Na verdade, foram gastos 7 bilhões, que é coisa pra caramba. Desses 7 bilhões, grande parte é emprestado pelo governo federal, mas a maior fatia será paga pela iniciativa privada. Os outros 23 bilhões foram investimentos em infraestrutura, transporte e aeroportos. Inclusive, o investimento em transporte é uma das reivindicações dos protestos.

3- Nunca peça pro governo gastar com saúde o mesmo que se gastou com estádio de futebol. Nos 7 anos de preparação para a Copa, foram gastos aproximadamente 7 bilhões com estádios. Neste mesmo período, foram gastos mais de 500 bilhões com saúde. Então se vc fizer isso, na prática vc ta pedindo pra reduzir consideravelmente os gastos com saúde. Gastos com saúde nunca são demais. Então cuidado pra não pedir a coisa errada.

4- Não peça um presidente pra garantir que algum político seja preso. Isso é papel do poder Judiciário. O manifesto deve ser endereçado a este poder.

5- Não peça um presidente pra impedir a votação de uma lei ou PEC. Isso é prerrogativa do Congresso. O manifesto deve ser endereçado aos parlamentares.

6- Não peça um presidente pra cassar o mandato de algum deputado ou senador. Isso é papel das casas legislativas. Está escrito no artigo 55 da Constituição Federal.

7- Nunca peça pra fechar o Congresso e acabar com os partidos. O último presidente que fez isso foi um Marechal. Tal ato aconteceu em 1968 e foi nada menos do que o temido AI-5 da ditadura.

8- Não compartilhe aquelas informações falsas sobre o auxílio reclusão. O auxílio reclusão é um benefício pago à família do detento que contribuiu com o INSS, logo ele está recebendo um valor pelo qual já pagou anteriormente. O detento deve ser punido, não sua família.

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228 comentários
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Luiza Monteiro

1º Item: Recentemente Romário reafirmou: "A África do Sul teve um gasto de R$ 7,7 bilhões de reais, o Japão de R$ 10,1 bilhões, a Alemanha de R$ 10,7 bilhões e o Brasil já está em R$ 28 Bilhões e alguma coisa. Ou seja, desculpe a expressão, mas que sacanagem. É sacanagem com o dinheiro do povo. Falta de respeito e escrúpulos"

2º 3º itens estão errados: Dos R$ 28,1 bilhões, apenas R$ 5,6 bilhões serão recursos privados (que se concentram principalmente nos aeroportos privatizados inutilmente pelo PT q irão cobrar as tarifas d embarque mais cara do mundo). Alguns desses investimentos contabilizados pelo PT como da iniciativa Privada, já eram programados como Telecomunicação, Linhas d Transmissão, Turismo, Segurança e transporte q nada têm haver com PT ou Copa. Outros q no Brasil foram contabilizados como investimentos privados são convênios q a Fifa faz com hotéis para ganhar porcentagem sobre a hospedagem.

Estádios:: Os bancos federais financiaram diretamente cerca da metade dos R$ 7,5 bilhões gastos em Arenas para a Copa, o resto veio d governos do estados e municípios tb com o financiamento BNDS (Dinheiro Publico). Apenas R$ 820 milhões foram realmente recursos privados (Display, Telões, lanchonetes e etc). Enfim como ex: Dilmão autorizou gastar 1,5 bilhões no maracanã e colocou seu amiguinho explorar todos os lucros. Pelo contrato vai levar quase 2 séculos para o governo recuperar o dinheiro publico investido. Será isso mau gerenciamento do PT ou Roubo...

Ajunte-se coisas q vc cego em dar sustentação a esse péssimo governo não pesquisou tipo: programa conhecido como Recopa, garante a desoneração de impostos como IPI, PIS/ Pasep e Cofins, além de tarifas de importação, na aquisição de equipamentos e contratação de serviços para a construção de estádios do mundial. O governo q assumir posteriormente vai ter problemas em gerir faltando alguns bilhões...

4º 5º 6º itens são verdadeiros

7º Com apoio da população e exercito um presidente da republica fecha o congresso (estava previsto no 1º plano d governo do PT) Por isso o Lula falava abertamente q a 1º coisa q faria como presidente era prender o Sarney lembra???

 

8º + ou – verdade, na pratica ate quem não trabalhou recebe esse beneficia, basta ter um filho e um advogado. Lute para a vitima tb ter esse beneficio...

 
 
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Adriany

As pessoas que estão solicitando as fontes desse texto, deveriam ler um pouco mais:

www.portaltransparencia.gov.br/

www.previdenciasocial.gov.br/

http://fgvprojetos.fgv.br/publicacoes

 
 
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Oswaldo Alves

Dez pesos para a balança política brasileira


Agora que a Caixa de Pandora está aberta, cabem algumas questões e diferenças que pesam na balança da Reforma Política:

 

1) As vozes da oposição (seja a dos políticos ou os "especialistas" que os representam: tratam de desqualificar a iniciativa da Reforma Política. Gostariam que o Executivo Federal tivesse caído na armadilha de aceitar essa crise como uma crise exclusiva do governo. Seria um erro: a crise não é uma crise localizada a um projeto de governo: não é crise do bolsa família, não é crise do PAC, não é uma crise que se isole num setor de governo. É crise do sistema político. O que essa crise impacta no ritmo da redução da desigualdade, na corrupção, nos investimentos em infraestrutura, na educação, na saúde é importante, mas como está dito: já é o impacto. Os problemas localizados são consequência e não causa da crise. A crise do sistema político é a matriz. Por isso, as tais vozes da oposição, tendem a desqualificar a iniciativa da Reforma: visavam o emparedamento de um governo e não a busca de soluções reformadoras e republicanas.

 

2) As vozes do governo federal: decidiram avançar sobre o problema central que é uma crise da República. Com o esgarçamento político da aliança governista, porém, avança às cegas sem uma dimensão exata da força política com que conta para dar início à reforma. Busca forças junto à sociedade civil organizada para capitalizar a iniciativa (a mudança radical da agenda de Dilma Rousseff na última semana de Junho é prova disso). Diferente da oposição, não conta com uma ressonância de sua posição na imprensa nacional.

 

3) A imprensa nacional: faz eco às vozes da oposição com a afirmação de que a Reforma Política foi a forma que o governo Dilma encontrou para fugir do problema e "jogá-lo para o Congresso".  Os efeitos dessa ressonância são imprevistos. Para uma parte da população o argumento parecerá justo. Para outra parte, haverá a consideração, no mínimo, sobre a necessidade de iniciar uma discussão sobre a Reforma Política. Mas por parte da imprensa, cada passo de Dilma será noticiado como tentativa de fugir da crise. A imprensa quer manchetes: um exemplo disso foi a abordagem dos jornalistas na coletiva de imprensa com as diversas representações da sociedade civil que Dilma recebeu ao longo da semana: fizeram longas explanações sobre suas demandas e sobre a conversa com a presidente, enquanto as perguntas dos jornalistas era uma só: "ela estava despreparada para o encontro?". O Movimento Passe Livre (primeiro movimento a ser recebido), num gesto arrogante, caiu no erro de dar a manchete que os jornais queriam: disseram que Dilma estava despreparada para a tarifa zero. Nada mais do que eles disseram mereceu atenção, apenas a manchete "MPL diz que Dilma é despreparada". As pesquisas sobre a avaliação do governo passarão a servir, mais do que antes, como confirmação de que a crise é do governo Dilma. 

 

4) As vozes dos Movimentos Sociais e da Sociedade Civil organizada: poderá ganhar consistência após esse movimento inicial que colocou a Reforma Política na pauta da sociedade brasileira. As primeiras reações foram diversas. Da parte dos sindicatos e centrais, alguns já defendem a Reforma Política, ao mesmo tempo que continuam com suas demandas específicas. Outros, menosprezaram a Reforma e querem ver a discussão imediata de suas demandas. Estes últimos colocam uma perspectiva economicista meramente (ganhos para os trabalhadores) e interessada na manutenção do atual jogo político (já que as centrais expressam ligações diversas com os partidos e, não necessariamente, à esquerda ou alinhadas ao petismo). Os movimentos da juventude, por paradoxal que pareça, tiveram reação muito mais madura do que certos líderes sindicais. O movimento LGBT tem motivos para considerar tardio esse diálogo direto com a presidenta (mesmo sabendo que o centro dos problemas de suas pautas encontra-se no Legislativo), mas sinalizaram positivamente ao encontro com Dilma.

 

5) Os setores que não tem tradição de mobilização popular, mas foram às ruas: não há conhecimento suficiente ainda. Há tentativas de categorizá-lo. Afirmar que é a classe média antipetista não é falso, mas não é toda a verdade. Há uma juventude despolitizada que pode ter participado pelos mais variados motivos: canalizaram no grito das ruas seu desencanto; foram atraídos pelo apelo acrítico à manifestação-espetáculo; aderiram às posições de direita apartidária (e muitas vezes fascistóide) que defenderam a hostilização de bandeiras e um apelo irracional à um sentimento de união nacional que elimina diferenças de classe, desigualdades sociais e a necessidade de democracia representativa. Essas diversas adesões deram-se paralelamente. E possivelmente há ainda outras mais. Soma-se aqui também setores mais tradicionais cujas posições não vinham sendo suficientes para gerar mobilizações massivas: Clube Militar, a antiga defesa à lá Tradição, Família e Propriedade. Até monarquistas parecem ter sentido um sopro de vitalidade. Os setores evangélicos não se confundem com a perspectiva TFP, mas sua mobilização tende a pender mais ao apelo de uma moral conservadora do que ao pertencimento de classe ou situação econômica (já que o discurso religioso se oferece como englobante destes dois últimos). Em suma, são setores que podem balançar para lados diversos, mas com uma pendência maior ao conservadorismo (o que prejudicaria uma avaliação da real dimensão de uma Reforma Política frente a esse contexto).

 

Balança estilizada do ceramista Luiz Olinto

 

6) Os partidos fisiológicos. Há que se fazer uma análise mais qualificada, mas percebo a possibilidade de fortes divisões internas. O exemplo maior é o PMDB, onde há posições à favor da Reforma Política, mas também há setores insatisfeitos com a aliança junto ao petismo e, há tempos, manifestam um alinhamento maior junto à oposição. Nos casos das legendas menores, as divisões podem ser menos numerosas do que no PMDB, mas provavelmente também ocorrerão. 

 

7) Os partidos à esquerda do PT: com maior representação, o PSOL, mas também o PSTU, PCO, PCB. Há também tendência a divisões ainda sem clareza de posição sobre a Reforma Política. O PSOL, que tem uma trajetória mais consistente de institucionalização (inclusive repetindo os erros aponta no petismo), poderá defender a necessidade de uma Reforma Política. Isso apenas acontecerá se os ressentimentos políticos (que não são poucos nem injustificados) em relação ao próprio PT não colocarem-se acima de qualquer avaliação. Outros partidos podem ir no sentido de uma avaliação da esquerda marxista: de que chegou a hora de derrubar a democracia burguesa. Velho erro, velho conhecido, mas com chance de se repetir. Não se trata da oportunidade de ruptura radical como quer um certo marxismo. O que se apresenta aqui é a oportunidade de uma Reforma Fundamental para o sistema político brasileiro.

 

8) O jornalismo independente, a blogosfera, as redes sociais: podem fazer diferença no sentido de um esclarecimento que, sem ser de oposição ou situação, aponte para a necessidade de uma Reforma Política. Porém, nada que ainda se compare à força da imprensa nacional.

 

9) As redes sociais: não são anônimas e espontâneas como aparentam. A participação do #changebrazil e do Anonymous apela para a espontaneidade e para o anonimato em defesa própria, mas é algo que não se sustenta na realidade. Suas mensagens tem forte apelo político-partidário. O argumento nem de longe apresenta a espontaneidade de jovens secundaristas: há, ali, a presença contundente de uma análise política instrumentalizada, de um marketing político profissional. Caso mostrassem sua face partidária, seriam caso para Justiça Eleitoral. A retórica do anonimato pode ser a grande farsa dessa história. O TSE não deve ser omisso diante dessa hipótese. 

 

10) Lideranças políticas capazes de se colocar acima de suas posições partidárias: são suficientes para constituir uma força à parte das nove anteriores? Fernando Henrique Cardoso (defensor da Reforma no passado) seria o caso? Poderia ser, mas tem se manifestado de forma tão incisiva na construção da candidatura de Aécio Neves, na retomada da agenda interrompida com o final de seu mandato, no emparedamento do governo petista, que, até agora, tem titubeado em demonstrar a tal "grandeza política" que ele próprio cobra de outros. Lula? Talvez. Sua posição já aponta para a necessidade da Reforma Política. Mas não contará com a mesma visibilidade de FHC. De quem mais poderia vir posições referencias acima de diferenças partidárias? Se houver, precisam ser instados a se manifestar.

 

 

 http://blogumlugar.blogspot.com.br/2013/06/dez-pesos-para-balanca-politica.html

 

 
 
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Eric Drummond

Ignorando os erros de concordância (faltam muitos "a" no texto; "nunca peça a um presidente"/"nunca peça ao presidente", e não "nunca peça um presidente", que dá a entender que você está pedindo um presidente de presente); há um erro gritante; "fechar o Congresso e acabar com os partidos", foram atos da ditadura, mas não foram o AI-5. Acabar com os partidos foi o AI-2; e o AI-5 não fechou o congresso, "apenas" dava ao presidente o poder igual ao do poder moderador, do período imperial; ou seja, o presidente poderia fechar o congresso, o judiciário, ou qualquer outro órgão, quando bem entendesse; e poderia atuar no lugar do órgão; além de possuir um poder soberano aos três poderes, os atos do judiciário e do legislativo deveriam ser "analisados" pelo "presidente". Fora isso, está boom o texto.

 
 
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João Francisco

"...foram gastos mais de 500 bilhões com saúde." Esse é um grande problema do Brasil.

Gastamos um monte e não temos retorno sobre o que pagamos. Trabalhamos com baixos níveis de eficiência (temos um grande input de recursos e um baixo output de soluções).

 

Outro ponto a ser salientado é alta dívida pública brasileira. Para quê tantos ministros, acessores, cargos de confiança...

Pensem bem: Ministro da Pesca, Ministro da Mulher, Ministro das Cidades, Ministro dos Direitos Humanos...

E outro problema a ser citado é que, ao invés de colocarmos "técnicos" nas áreas, são alocados como MInistros a "companheirada" e a base aliada do governo.

Alguém vai me dizer que o Aldo Rebello é Doutor em Administração Esportiva e por isso ele é Ministro dos Esportes?

 
 
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JMM

7 Propostas para o Avanço das Comunicações no Brasil

1- Desapropriar a Globo e transformá-la em TV Pública nos moldes da BBC, com governança amplamente representativa da sociedade civil;
2- Demissão imediata dos ministros Paulo Bernardo e Helena Chagas;
3- Proibir gastos com publicidade governamental (de todas as esferas) em qualquer veículo com fins lucrativos, bem como nos demais que não cumpram requisitos institucionais mínimos de governança e transparência;
4- Edição pelo Executivo de um Plano Nacional de Liberdade de Imprensa, com o mote de que "Queremos MAIS vozes, não menos", com ações concretas de fomento e financiamento do surgimento de novos veículos e produtores de conteúdo, tanto empresariais quanto sociais, combate à cartelização e proibição dos BVs e outras práticas nocivas à livre concorrência;
5- Envio de projeto de lei de um Marco Regulatório da Comunicação Social ao Congresso, dando cumprimento aos artigos da Constituição Federal;
6- Transformação da Confecom em evento anual de interlocução entre governo, sociedade civil, veículos de comunicação e estudiosos do setor;
7- Aprovação do Marco Civil da Internet, que assegure a neutralidade da rede, a universalização do acesso e os direitos e garantias fundamentais dos usuários, sobretudo quanto à proteção da liberdade de expressão.

#liberdadedeexpressaonaotemdono

 
 
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Natalia Carine

"... foram gastos mais de 500 bilhões com saúde." 

Gastos entre aspas né?! Convenhamos que boa parte desse dinheiro é desviados para o bolso dos governantes... Existem pelo Brasil dezenas de postos de saúde fantasmas, que foi criado apenas como uma fachada.

E ultmamente, eu quero saber qual é a importância de um(a) presidente(a) se não pode nem decidir quem fica e quem sai ou ate mesmo sobre leis ou coisas parecidas.

 
 
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Wsobrinho

Devagar cara. Existem sim milhares de postos de saúde que nao funcionam porque não tem médicos. Os médicos concursados do SUS não aceitam trabalhar em cidades pequenas e na periferia. A cultura do médico brasilero é elitista, o cara já entra na faculdade querendo ser especialista disso ou daquilo, quer só tratar de rico e nem pensar em fazer medicina preventiva, a verdeira medicina que dá qualidade de vida para o grosso da população.

Quem mais reclama do SUS é justamente o cara mais classe média, mas que vai fazer sua consulta com certa regularidade. Sem contar os que entram na justiça para tratementos e medicamentos de alto custo, inclusive quem tem plano de saúde. Aliás estes são os mais sacanas, pois quando o tratamento é mais comlexo e caro, empurram o paciente para o SUS. Os modelos de gestão de governos tucanos está entregando hospitais públicos para ONGs, e estas destinam a melhor parte dos leitos e atendimentos para os planos de saúde e particulares. Por fora parece que o hospital ficou funcionando nos trinques, mas na realidade restringiu em muito as vagas para o SUS, num hospital construído e sustentado por dinheiro público.

 
 
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Oswaldo Alves

Um lembre pontual: http://blogumlugar.blogspot.com.br/2013/06/cura-gay-e-pec-37-um-encontro.html

Mesmo sabendo que o mais importante é questionar a lógica política e social que permite isso, não custa lembrar que os processos tem pessoas dentro.

 
 
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Ronaldo dos santos

Meu amigo,


Acho que seu texto não agregou em nada, apenas colocou itens de forma confusa e sem fonte.


Mas concordo que não é apenas a presidenta quem precisa acordar e sim o congresso nacional tbém.

 
 
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Luiza

Esse cara vive no paraíso? Isso aqui é Brasil , terra da corrupção petista! Vai se tratar em hospital público para ver se realmente esse $ foi gasto lá.

 
 
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marcos nunes

Menos, querida, menos. A grande maioria dos serviços de saúde pública são devidos a governos estaduais e municipais, e não federais. A exemplo do outro comentarista, tenho dois casos de doentes tratados em hospitais federais, de colegas de trabalho:

1) Um teve o pai operado de um tumor cerebral no INCA - Instituto Nacional do Câncer, há cinco anos. Está vivo até hoje e passando por avaliações periódicas. Recebe medicação gratuita;

2) Outro tem uma irmã que sofre de uma doença degenerativa que ataca as funções mentais; ela também é medicada gratuitamente e passa por reavaliações periódicas no Hospital da Lagoa, também federal.

 

Perplexidade aflita diante da perspectiva caótica

 
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Edoar

Meu sogro fez duas safenas no Instituto do Coração (Incor) pelo SUS. Ficou novinho em folha, não tinha e não tem plano de saúde, é usuário do SUS. Uma cirurgia desta nos EUA sairia por volta de US$100,000.00, no Brasil também custaria muito $$$ para um não segurado!  

BTW senhorita Luiza, o Incor é um hospital público, mais infelizmente não trata a doença da "desinformação"!

Saudações!

 
 
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George de Souza

O problema do texto de Sidney Braga é que ele não levou em consideração o sentimento obscurantista que vem dominando corações e mentes no Brasil. Vale lembrar que, na Idade Média, quem "pagava mico" era quem dizia possuir a Terra formato esférico e que a mesma girava em torno do Sol.

 

George de Souza

 
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noght

Por favor, poste as fontes dos pontos 1, 2, 3 e 8, senão o texto não fica com muita credibilidade =)

 
 
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Flavia L

Alerta muito importante. Temos de reivindicar sabendo a quem pedir. Apenas uma correção: o AI-2 fechou os partidos políticos, não o AI-5. Não afeta em nada o conteúdo, mas é que houve 17 atos institucionais, e o AI-5 certamente trouxe muita dor e vergonha ao Brasil, mas os outros não foram de boa...

 
 
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Marcos Antônio

Isso aqui está cheio de trolls! Perdeu a inteligência! São pessoas sem identidade!

 
 
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George de Souza

Foi o que percebi. Parece que os leitores de algum blog de direita foram orientados a vir aqui dar suas opiniões contrárias, com a recomendação de que economizassem nos xingametos para não dar bandeira.

 

George de Souza

 
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Ana Clara
 
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Evelyn

 Vc ganhou qntos para fazer essa postagem????

 
 
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Janio Alcantara

Ver um estádio de primeiro mundo cercado de bolsão de misérias (em todos os níveis da saúde, da educação e da segurança) deixa qualquer pessoa indignada, menos os fanáticos partidários.

Dizem que o empréstimo do BNDES foi feito com juros bem camaradas (Quem está pagando essa conta? Os cidadãos, claro) e a parte dos Estados será paga com recursos arrecadados dos impostos pagos pelos cidadãos, que somente os fanáticos partidários não querem ver para poderem sustentar a falácia de um "Brasil sem pobreza". (E se as empresas e Estados derem calote na União? Quem pagará?) Contar uma mentira repetidamente para que ela se converta em verdade é estratégia utilizada durante o Nazismo e causou graves danos à Humanidade. Ademais, todos sabemos da influência que se espera tenha o Chefe do Poder Executivo, de um líder político como deve ser um Presidente da República. Portanto, são defesas esfarrapadas as dos itens 4, 5, e 6. Também não quero o impedimento da Presidente, nem o fechamento do Congresso. Não voto no PSDB, nem no DEM e fui eleitor de Lula e Dilma.

Dizer que as manifestações apartidárias querem acabar com a democracia é de acusar de inconsequente o cansaço do povo com o descaso de políticos e partidos atuais. Sobre o auxílio-reclusão, concordo com o Sr. Braga. E espero que as manifestaçoes se organizem até no evitar dos vandalismos, criem propostas, façam nascer novo modelo de partidos políticos,  bem como todos mostrem suas caras os manifestantes, nas ruas e nos videos que protestam contra a corrupção.

 
 
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Eduardo Goethe Jr

9ª dica - Não acreditem em absolutamente nada que está escrito e que não contenha as bibliografias e as fontes exatas de qualquer dado que seja usado para fundamentar qualquer argumento. 

 
 
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Zelinda Scotti

Manual para Dilma não cometer micos em discurso:
1. Não proponha que a corrupção vire crime hediondo, ela não faz as leis e sim os corruptos;
2. Para contratar mais médicos (que não é da alçada dela e sim de prefeituras e estados) primeiro tem que construir hospitais para tanto;
3. Ela não pode aumentar o número de vagas nas universidades para o curso de medicina sem conseguir antes melhorar a educação básica (fundamental e médio): ninguém vai querer médico semi-analfabeto;
4. Quando informar que vai valorizar a educação procure recordar que após a greve (longuíssima) dos professores universitários ocorrida no ano passado, ela não levou em conta o sindicato da categoria (qual foi mesmo o sindicato que ela ouviu?) e tampouco atendeu reivindicações para além de salários melhores;
5. Não proponha a mixaria de 50 bi para o transporte, pois eles já foram gastos antes mesmo de começar qualquer licitação, já tem gente fazendo contas (lá no Congresso) de quanto vai poder embolsar;
6. O que nos leva ao primeiro ponto: não proponha tornar a corrupção crime hediondo, basta dizer que quem for julgado e condenado seja efetivamente preso (tô tentando lembrar se no passado recente da História do Brasil aconteceu isso..., ai acho que vou ter que estudar mais, sou muito fascista e ignorante).
VEMPRARUA!

 
 
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Maria Izabel L Silva

Educação basica é atribuição dos governos estaduais e municipais. Esse país é uma federação. Capice?  Foram feitos mais investimentos nas universidades federais nos ultimos 4 anos do que nos ultimos 20 anos. Foram contratados milhares de professores e ampliados o numero de vagas para estudantes. Na Universidade Federal de Sergipe, onde trabalho, eram 5.000 vagas em 2003 e hoje são mais de 20.000. Em 2003 eram aproximadamente 500 professores e hoje são mais de mil. Deixa de corporativismo por que o buraco é mais embaixo.

 
 
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Calvin

"...do gasto com os estádios...grande parte é emprestado pelo governo federal, mas a maior fatia será paga pela iniciativa privada"

Perfeito! É o que digo há anos sobre o PAC (e o Aécio salientou em sua nota). Financiamentos imobiliários e empréstimos  a entes da federação também não devem ser considerados como execução da União!

 
 
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SCVHS459

Cadê as fontes? Sem fontes não tem como comprovar isso que você comentou.

 
 
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Paulo H

Se for assim é melhor ficar em casa então..

 
 
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Fonseca

Essas são meias verdades, sobre os estádios é dinheiro subsidiado do BNDES com empréstimos a juros negativos sim, o povo paga a diferença, O mané garrinha foi 1 bilhão e meio só de dinheiro público, nada de empréstimo, a estatal da terra em Brasília, está quebrada e sucateada por causa dessa copa. 

O judiciário está limitado sobre o cumprimento da perda de mandato dos condenados, pois possuem imunidade parlamentar, meia verdade.

Cada um constrói a tese que lhe favorece!

 
 
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Rodrigo Salles

Se formos seguir seus conselhos ficaremos em casa felizes, esperar esse entendimento da populacao e ingenuidade. Mesmo que algunss pedidos sejam absurdos, a interpretacao que deve ser feita e a do combate a corrupcao e reformas, isso que esta sendo pedido na verdade. 

 
 
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Elielson Mendonça

Caro Sidney Braga em tese o auxilio reclusão deveria ser pago para os presos que antes de serem reclusos nas cadeias brasileiras estivessem recolhendo suas obrigações junto ao INSS, mas não é bem assim que esta ocorrendo. Como esse governo é populista as coisas andam meio bagunçada pelo lado do Instituto da Previdencia, qualquer familiar, mesmo o preso nunca ter contribuido para o INSS, pode requerer tal auxilio. Veja os numeros da tal contribuição que estão sendo pagas que verás que nem todos contribuiram para nossa previdência.

 
 

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