IBGE: Produção industrial em SP cai 3,7% entre abril e maio

Da Agência Brasil

Produção industrial cai em nove dos 14 locais pesquisados pelo IBGE em maio

05/07/2013 - 10h39

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A produção industrial caiu em nove dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) entre abril e maio deste ano. São Paulo, que tem o principal e mais diversificado parque industrial do país, teve a maior queda no período (-3,7%), depois de apresentar crescimento de 1% em abril.

Com queda de 2,5%, Santa Catarina foi outro estado que apresentou desempenho pior do que a média nacional (-2%). Outros locais com queda entre abril e maio foram Ceará (-1,9%), Rio de Janeiro (-0,8%), Região Nordeste (-0,6%), Pará (-0,4%), Espírito Santo (-0,3%), Amazonas (-0,2%) e Bahia (-0,1%).

Houve crescimento da produção nos estados de Goiás (3,2%), Minas Gerais (1,1%), Paraná (0,9%), Rio Grande do Sul (0,7%) e Pernambuco (0,6%).

Na comparação com maio do ano passado, nove dos 14 locais pesquisados apresentaram expansão na produção. Foram registrados os seguintes índices de aumento na produção: Amazonas (6,6%), Bahia (5,5%), Paraná (4,7%), Pernambuco (4,4%), Rio Grande do Sul (4,3%), Rio de Janeiro (3%), Região Nordeste (2,2%), São Paulo (1,3%) e Minas Gerais (1%).

Houve queda no Pará (-19,6%), no Espírito Santo (-5,6%), em Santa Catarina (-2,7%), no Ceará (-0,6%) e em Goiás (-0,4%).

No acumulado no ano, a produção cresceu em oito locais, com destaque para Rio de Janeiro (5,4%), Bahia (5,0%), Rio Grande do Sul (3,3%) e São Paulo (2,8%). Na taxa acumulada nos últimos doze meses, oito locais caíram, com destaque para Amazonas (-3,7%) e Espírito Santo (-8,2%).

Edição: José Romildo

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1 comentário
imagem de Fabiana C.
Fabiana C.

Produção industrial em baixa e inflação em forte queda nos próximos meses (queda nas tarifas do transporte, a entrada da super safra e famílias muito endividadas). O governo Dilma precisa ter mais senso de urgência: o Banco Central precisa reduzir a Selic para 5%a.a. na próxima reunião do Copom e o real precisa se desvalorizar mais ante o dólar (1 dólar = 3 reais) para o setor produtivo e exportador brasileiro ter um impulso rápido.

 
 

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