O pessimismo obsessivo nas análises econômicas

Sugerido por mcn

Do Valor

O PIB cresce 4% ao ano

Por Francisco Lopes

O título deste texto não é uma piada, nem uma projeção, nem mesmo a expressão de um desejo. É apenas a constatação de um fato: os últimos números publicados para o Índice de Atividade do Banco Central, o IBC-BR, que pode ser considerado uma aproximação em base mensal para o PIB trimestral do IBGE, indicam claramente que no segundo trimestre de 2013 a economia brasileira estava crescendo ao ritmo de 4% ao ano.

Mas espere um momento! Não foram esses números que repercutiram de forma tão negativa na imprensa, sugerindo até que estamos novamente a caminho da recessão? Basta olhar os títulos de algumas das matérias publicadas: Indicador do BC mostra país na rota da recessão; Economia tem maior retração desde 2008; Cada vez mais difícil decolar; Bancos oficiais já prevêem crescimento abaixo de 2%; IBC-BR reforça sinais da lenta perda de gás da economia em 2013; Pibinho de inverno.

Na realidade, a única coisa que fica clara aqui é que a mídia especializada e a grande maioria dos analistas da economia parecem sofrer atualmente de um pessimismo obsessivo. De fato a leitura que foi feita dos números do BC configura um caso clássico do que a psicologia cognitiva denomina de viés de confirmação (confirmation bias), que ocorre quando as pessoas só são sensibilizadas por informações que pareçam confirmar suas crenças ou hipóteses, ignorando qualquer evidência em sentido contrário.

Todo esse pessimismo foi produzido apenas pela observação de que a variação percentual de maio sobre abril do IBC-BR com ajuste sazonal foi de menos 1,4%. Acontece, porém, que essa série de variação mensal tem muito ruído. É no mínimo temerário extrair qualquer sinal de direção de movimento com base na observação de um único mês. Além disso, quando usamos dados mensais a introdução do ajustamento sazonal não aumenta muito o poder informativo de uma observação isolada. No dado mensal o padrão de sazonalidade pode variar muito ao longo do tempo em resposta a uma serie de fatores, como feriados, greves, paralisações ou mudanças institucionais. Sabemos que não existe técnica perfeita de ajuste sazonal, mas com dados mensais as dificuldades ficam ainda maiores.

Se quisermos ter uma ideia precisa do que está acontecendo com uma economia, o caminho mais seguro é trabalhar com variações em doze meses. Mesmo assim uma observação mensal isolada tem que ser vista com cautela. Por exemplo, a variação em doze meses do IBC-BR até maio de 2013 (portanto sobre maio de 2012) foi de 2,28%, mostrando sem dúvida uma desaceleração importante em relação à variação em doze meses de 7,3% até abril. Note-se, porém, que esse excepcional resultado de abril foi simplesmente ignorado tanto pela imprensa como pela maioria dos analistas de economia. Por outro lado, a variação em doze meses de maio significou aceleração em relação às variações de 1,16% até março e de 0,44% até fevereiro. Que direção de movimento estaria sendo sinalizada aqui?

Existe amplo consenso de que a forma mais segura para se analisar o movimento do PIB é usar dados trimestrais. Não é por outra razão que contas nacionais em toda parte são sempre elaboradas em base trimestral, como acontece também com o nosso IBGE. O que então pode ser concluído quando os dados do IBC-BR são transformados por média para uma base trimestral? Se compararmos o trimestre composto pelos meses de março a maio de 2013 com o mesmo período de 2012 obtemos uma variação de 3,74%. Podemos notar também que ao longo do ano essa variação em doze meses calculada para grupos sucessivos de três meses só aumentou: 1,55% até janeiro. 1,71% até fevereiro, 2,86% até março, 3,5% até abril e 3,74% até maio.

Para calcular a variação em doze meses do segundo trimestre de 2013 precisaremos ter também uma estimativa para o IBC-BR de junho. Para ser bem conservador, vamos admitir que o número de junho fique 2,5% abaixo do número de maio, repetindo um comportamento observado em 2012. Isto significa um número de junho 5,6% abaixo do de abril. Nesse caso a variação em doze meses para o PIB do segundo trimestre será de 3,95%. Ou seja, parece grande a probabilidade de que a taxa de crescimento em quatro trimestres do PIB do segundo trimestre fique muito próxima de 4%.

Se isso for também confirmado pelo IBGE (e é difícil imaginar porque não seria), poderemos estar falando de uma variação trimestral na serie com ajuste sazonal do PIB superior a 1%, talvez até próxima de 1,5%. Vai ser bem mais difícil sustentar o pessimismo quando esses números forem publicados em agosto. Ainda assim, é importante insistir de imediato numa leitura mais precisa dos dados da economia. Afinal ninguém pode razoavelmente desejar que o pessimismo de hoje venha a afetar negativamente decisões empresariais de produzir e investir, comprometendo nosso crescimento futuro.

Francisco Lafaiete Lopes - PhD por Harvard, sócio da consultoria Macrométrica e ex-presidente do Banco Central (BC).

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23 comentários
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Spin in Progress1

A direita está com sua campanha nas ruas, não interessa o bem do país, vale o quanto pior melhor, e como água em pedra dura bate aque fura, o pig terminou provocando o caos no país, se a direita voltar ao poder, seja através de eleições ou, se isso não for possível, via golpe de Estado, este país vai virar repentinamente um país escandinavo, é a mentira que passam nessa avalanche de imagens e mensagens na velha imprensa e nas redes sociais, como manda  a propaganda, são mensagens curtas  para não levar o povo a pensar e agir como boi na manada em direção ao próprio matadouro, acorda meu povo

 
 
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nilo filho

É O GOVERNO SEM MÍDIA PARA DEFENDÊ-LO.

 
 
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O Militante

Tudo bem no melhor dos mundos possíveis. Que estejamos na Grande Depressão do século XXI é só um detalhe bobo. Como sabemos, o Brasil fica em Marte. Aqui, é só alegria.

 
 
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Spin in Progress1

O Brasil tem que ser comparado com economias semelhantes à sua, ou seja, os BRICs

 
 
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hc.coelho

Começamos até a achar que estes cretinos com seus dados pessimitas e trabalhados estão certo, o que é um desastre.

Se o que eles, o pig e os seus, têm é previsão pessimista é porque esta tudo muito bem.

Mas a área de comunicação do governo realmente ajuda muito ao pig. Li aqui que completamos uma importantissima interligação do extremo norte do pais com linha de transmissão de 500 kV, com a rede nacional. Escutei na cbn que concluimos o financiamento de 2,8 milhões de casas populares e iremos a 4 milhões em 2014. Assustado procurei estas informações, que mercerima comemorações fogueteadas, nos sites do governo e nada vi. A Dilma podia demitir toda secretaria de comunicação que nada faz.

Já falei mal deste rapaz, e com o artigo tomei um soco na barriga e fiquei com vergonha de mim mesmo. Desculpe moço! Ainda bem que sei que nada sei. Falar mal dos outros dá nisso. Mas acho que posso falar mal deste pig sem esta preocupação, este sim é criminoso.

 
 
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lenita

Ah! O efeito "manada", que contamina a todos. Conforme eu disse ontem: Já estou vendo muitos RATOS pulando fora do barco.

 

mariah

 
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O Militante

Nem todos. Vários estão no convés, usando óculos cor-de-rosa.

 
 
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Jossimar

"Na realidade, a única coisa que fica clara aqui é que a mídia especializada e a grande maioria dos analistas da economia parecem sofrer atualmente de um pessimismo obsessivo."

Não será Golpismo Obsessivo.

O maior pânico desta turma é o governo Dilma dar certo e o PIB realmente subir 4%. Se ela se reeleger, serão mais seis anos fora do poder. NO total, serão dezesseis anos.

Penso que aí não haverá mais volta ao entreguismo que marcou a gestão PSDB.

 
 
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Rpv

"É a política, estupido."

 
 
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carlosc

"Tudo que puder detonar a popularidade da Dilma será feito em 2013".

Só que eles puseram excesso de peso nas difamações.

E isto reacendeu a grande possibilidade de Lula 2014.

Agora, morrendo de medo vão baixar a bola.

 
 
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Lucinei

"Afinal ninguém pode razoavelmente desejar que o pessimismo de hoje venha a afetar negativamente decisões empresariais de produzir e investir, comprometendo nosso crescimento futuro."

Tem nada de pessimismo, não. É campanha.

Esse pessoal deu golpe para "salvar" a democracia; suspendeu habeas corpus para "garantir" a liberdade; achatou o salário pro bem do povo. Qual a surpresa em vê-los desejar e propagar o pessimismo para livrar-nos do "mal" do lulopetismo?

 

PJ não VOTA!

 
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josé adailton

Trolando:

Um ex-presidente do BC dos tucanos, escrevendo num jornal dos 4 grandes do PIG, com crítica semelhante ao autor de um blog progressista.Muito dirão:  Bom, muito bom , viva a diversidade e "fora redes sociais imperialistas"! mídia velha+nova mídia jamais serão vencidas.

 
 
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Artaud

Pesquisa do procon mostrou que o preço da cesta básica brasileira caiu 2,3% em junho.

Li aqui.   Não vi e nem ouvi em lugar nenhum da mídia.

Ok. Posso até fazer um esforço e admitir que não seja uma notícia importante ao ponto de ser publicada.

Porém, fosse o contrário, tivesse aumentado 2,3%, seria editorial do Estadão, manchete da Folha, coluna da catanhêde, do rossi, chamada no Jornal Nacional com direito a análises de "especialistas" vários, discurso furimbundo do Jabor contra o "lulo/petismo/bolchevo", editorial do jornal da Band, previsão de catástrofe da Leitão na CBN, bombava nas tais das redes sociais, as ruas e avenidas seriam tomadas pelo contra-tudo-que-está-aí...

Enfim, o carnaval de histeria irresponsável de sempre. O surto habitual de insanidade. Mas... o que é que a mídia de fato quer? A troco de quê essa obrigação diária de esculachar sem tréguas? A Impressão que fica é a de que desejam que o país acabe antes de 2014.

Não seria menos penoso brigarem por uma lei que obrigasse os calendários do próximo ano virem impressos como 2015?  Esquizofrênia pouca é bobagem. Bora lá!

 

MAF

 
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Marcio Cruzeiro

Isso tudo sinaliza que Dna. Dilma perdeu foi a batalha da Comunicação.....Alô Bernardo....e assemelhados.

 
 
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José Eduardo Camargo

Não se trta de pessimismo, é torcida para que a economia chegue em frangalhos a 2014! 

 
 
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nilo filho

ANTI-PATRIÓTICA E CRIMINOSA; INDIVIDUAL E EGOÍSTA. 

E O GOVÊRNO SEM MÍDIA PARA DEFENDÊ-LO.

 
 
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Daytona

Vide o outro artigo publicado hoje, no qual o autor fala em "estagflação".

Patético.

 
 
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Carlos J. R. Araújo

Abstraídas as tecnicalidades harvardianas, ainda assim, me parece simples compreender que o pessimismo sempre foi e será a única arma - para não dizer idéia - que patrocina o raciocínio do jornalismo econômico. E aí, quando eu vejo os jornalistas econômicos remoendo argumentos que não casam com a realidade e apontando responsáveis pelo caos que eles imaginam haver ou o preconizam en futuro próximo, eu só me lembro de Delfim Neto (ele nunca confirmou), a quem foi atribuida, há duas décadas, a seguinte expressão: "jornalista econômico não entende nada de jornalismo nem de economia".

 
 
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anarquista sério

 

        O otimismo salutar é bem-vindo.

           O otimismo fora da realidade é doença.

        Em nenhuma circustância realista -pra não dizer quase empírica- o PIB será maior de 2,5 por cento. Isso sendo muitoooooooo otimista.( 1,5 por cento ou menos é a aposta com maior número de apostadores)

       É mais fácil um cemitério trocar de lugar ou Maluf se tornar honesto do que o PIB crescer 4 por cento neste ano.

         

 
 
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Clever Mendes de Oliveira

 


Anarquista sério (quarta-feira, 17/07/2013 às 11:37),


Cuidado com as conclusões que você tira das suas leituras. Francisco Lafaiete de Pádua Lopes não diz de quanto será o crescimento em 2013, ele diz de como o PIB cresceu no segundo trimestre de 2013.


Eu fiz referência a este artigo de Francisco Lafaiete de Pádua Lopes em comentário que enviei, hoje, quarta-feira, 17/07/2013 às 14:00, para João junto ao post “Política econômica e estagflação” de quarta-feira, 17/07/2013 às 09:48, no blog de Luis Nassif. O post “Política econômica e estagflação” originou-se de comentário de João em que ele transcrevia o artigo publicado pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social de autoria de Gilmar Mendes Lourenço e intitulado “Política econômica e estagflação”. Não fiz crítica ao texto de Gilmar Mendes Lourenço, mas em meu comentário eu destaquei um pouco a desatualização do artigo lembrando que o artigo dele fora publicado em um volume referente ao período de março/abril de 2013. O post “Política econômica e estagflação” pode ser visto no seguinte endereço:


http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/politica-economica-e-estagflacao


Para contrapor a visão pessimista de Gilmar Mendes Lourenço e não muito atual foi que eu fiz menção ao artigo de Francisco Lafaiete de Pádua Lopes em trecho que transcrevo a seguir:


“Para Francisco Lopes a visão da realidade econômica brasileira atual é bem distinta da apresentada por Gilmar Mendes Lourenço. Agora tenho que admitir que há um pouco de euforia e otimismo no artigo de Francisco Lopes e que ele, apesar de ser um bem apetrechado economista não foi muito feliz em vaticínios dele sobre o PIB. A conferir”.


E quanto eu disse que ele não foi muito feliz em vaticínios recentes eu me referia dentre outros a dois artigos dele. O primeiro foi “A queda da Selic reduziu o PIB?”, publicado no Valor Econômico de terça-feira, 04/12/2012 e o segundo foi “O Pibinho desacelerou o investimento?” publicado no jornal Valor Econômico de quarta-feira, 12/012/2012.


O artigo “A queda da Selic reduziu o PIB?” pode ser visto no post “Pibinho foi erro de metodologia, por Chico Lopes” de terça-feira, 04/12/2013 às 08:40, aqui no blog de Luis Nassif em que Luis Nassif transcreve o artigo de Francisco Lafaiete de Pádua Lopes. O link para o post “Pibinho foi erro de metodologia, por Chico Lopes” é:


http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/pibinho-foi-erro-de-metodologia-por-chico-lopes


E um link para o artigo “O Pibinho desacelerou o investimento?” é:


http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=862501


Deixei este link na Resenha Eletrônica do site do Ministério da Fazenda porque o acesso na íntegra ao artigo no site do jornal Valor Econômico é só para assinantes.


Na verdade nos dois artigos Francisco Lopes não faz vaticínios. Ele interpreta o momento econômico e avalia que as informações prestadas pelo IBGE estavam com uma metodologia equivocada que não considerava a questão da variação de estoque no caso do artigo “O Pibinho desacelerou o investimento?” e que considerava de modo errôneo os efeitos da redução da Selic como fator integrante da formação da renda (Ou lucro) na composição do PIB no caso do artigo "A queda da Selic reduziu o PIB?". O IBGE, entretanto, expressou a convicção que a instituição utilizava a metodologia correta acordada entre as nações.


Tudo isto não vem ao caso. Fiz o comentário apenas para deixar alguns links importantes para uma compreensão mais clara deste artigo de Francisco Lafaiete de Pádua Lopes. O que realmente vale lembrar a você é que a afirmação de Francisco Lafaiete de Pádua Lopes diz respeito a como a economia do Brasil funcionou no segundo trimestre de 2013. Segundo ele, “poderemos estar falando de uma variação trimestral na serie com ajuste sazonal do PIB superior a 1%, talvez até próxima de 1,5%”.


Da possibilidade de crescimento apresentada por Francisco Lafaiete de Pádua Lopes vai-se concluir que o PIB cresceu no segundo trimestre a uma taxa anualizada de 4 a 6%. Seria uma mudança muito brusca na economia que vem apresentando variações pequenas de trimestre a trimestre.


Eu não só acho que o Francisco Lafaiete de Pádua Lopes foi otimista nesta avaliação, como eu torço para que a variação trimestral na série com ajuste sazonal do PIB seja igual ou superior a 0,6% e no máximo até 0,8%. Nesta faixa de crescimento há possibilidade que se cresça inicialmente de modo mais comedido e que mais à frente se entre em uma faixa de taxa de crescimento do PIB razoável para o atual atraso de desenvolvimento econômico em que nós nos encontramos. E quando o crescimento econômico se faz assim: lento no início e mais pujante à frente, torna-se possível ter um o crescimento que se sustente em uma faixa mais elevada por um longo período.


O seu comentário não está equivocado, ele só não é pertinente. Seria a mesma coisa que se ele falasse, analisando os dados fornecidos pelo IBGE, que no terceiro trimestre de 2009, a economia brasileira havia crescido a um ritmo anualizado de quase 11%, e você respondesse que não, que em 2009, o crescimento teria sido só de 0,6%. Você não estaria errado, mas sua resposta não teria sido pertinente.


Clever Mendes de Oliveira


BH, 17/07/2013

 
 
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Ygor C.S

Como assim 1,5% ou menos é a aposta da maioria se a pesquisa Focus, que é justamente uma média das análises de dezenas de "analistas do mercado", aponta para uma aposta mediana de 2,5%? Você está exagerando "só um pouquinho" aí. A mediana das estimativas ainda é entre 2% e 3%.

 
 
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Roberto São Paulo-SP 2013

O Resultado do PIB do segundo trimestre de 2013 será divulgado pelo IBGE dia 30-ago-2013, segue alguns dados que indicam crescimento do segundo trimestre de 2013 em relação ao primeiro trimestre de 2011....

fonte 1..Empresa de Pesquisa Energética - EPE...Resenha Mensal

Fonte 2... Carta Anfavea 326 julho-2013

fonte 3...ANP-Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis...Dados estatísticos mensais

fonte 4...Instituto Aço Brasil seção dados estatísticos

 

2010

 
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ERIMALDO NICACIO

O pessimismo enganoso das análise econômicas está de olho em 2014.

 
 

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