A ameaça de morte ao sociólogo que criticou a PM no Rio

Sugerido por jns

Do O Dia

Sociólogo que criticou a PM do Rio é ameaçado de morte

Paulo Baía disse que ‘Polícia Militar viu o crime acontecendo e não agiu’ no Leblon

Hilka Telles

Rio - Numa investida que remete a ações praticadas nos tempos da ditadura, quatro homens armados e encapuzados sequestraram o sociólogo, cientista político e ex-secretário estadual de Direitos Humanos Paulo Baía, ontem de manhã, apenas para dar um recado: “Não dê mais nenhuma entrevista e não cite a Polícia Militar de forma alguma, senão será a última entrevista que o senhor dará”.

O “atentado ao estado democrático de direito”, como definiu o procurador-geral do Ministério Público, Marfan Vieira, com quem Baía se encontrou no início da tarde, foi praticado por um homem negro, um branco e dois pardos, que usavam roupas de moleton com capuz, máscaras de esqui e óculos escuros.

Segundo ele, o motivo da ameaça foi reportagem publicada nesta sexta-feira em ‘O Globo’, na qual Baía afirma que, na manifestação no Leblon de quarta-feira, “a polícia viu o crime acontecendo e não agiu” e que “ o recado da polícia foi o seguinte: agora vou dar porrada em todo mundo.”

Baía foi sequestrado às 7h30m, quando fazia sua caminhada habitual no Aterro, na altura da Rua Buarque de Macedo. Ele foi abordado por dois homens, que mostraram as armas na cintura e o puseram no banco de trás de um Nissan preto sem placa, com vidros fumê. Imagens de câmeras da CET-Rio e de prédios próximos serão requisitadas pela polícia e pelo Ministério Público.

“Foram poucos minutos. Falaram e se calaram, mas percebi que eram bem articulados. Fizeram o retorno e me deixaram em frente à Biblioteca Nacional. Antes de eu sair do carro, só disseram mais uma coisa: “O recado está dado”. Ele diz que nunca recebeu qualquer ameaça e não pretende andar com seguranças.

No fim da tarde, Baía foi ao encontro da chefe de Polícia Civil, Martha Rocha. “O atentado não foi só contra mim. Foi contra a imprensa e a liberdade de expressão também”. Baía diz não saber de quem partiu a decisão de intimidá-lo.

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Alessandre de Argolo

O apogeu da covardia: lojas quebradas no Leblon comovem o Rio e o jornalismo, mas os mortos pela PM na Maré já foram esquecidos156

Mário Magalhães

19/07/2013 09:46

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Protesto contra as mortes na Maré – Foto BOL/Marcio Luiz Rosa/Agência O Globo

( Para seguir o blog no Twitter: @mariomagalhaes_ )

O Rio se comoveu com o quebra-quebra ocorrido no Leblon na virada de 17 para 18 de julho de 2013. Balanço da baderna: depredação de orelhões, placas e 25 lojas.

O Rio não se comoveu com a morte de pelo menos dez pessoas na Maré na noite de 24 e na madrugada de 25 de junho, menos de um mês atrás.

O Rio em questão é o retratado pelo jornalismo mais influente. Danos ao patrimônio no bairro bacana, paraíso onde vivi por tantos anos, receberam muito mais atenção do Estado, dos meios de comunicação e de parcela expressiva da classe média do que a perda de vidas na favela Nova Holanda, no complexo da Maré.

É muita covardia. Contra quem? Contra os de sempre, os mais pobres.

Os crimes contra o patrimônio na zona sul foram obra de bandidos, de fascistoides, de ultra-esquerdistas, incluindo pseudo-anarquistas, de pequenos burgueses vagabundos e de alguns miseráveis desejosos de trajar roupas de grife (alguém viu um operário vandalizando?). Como queimam o filme dos protestos e beneficiam o governo estadual com o verniz de vítima, talvez haja infiltrados de origem nebulosa. Cometeram crimes, têm de ser punidos escrupulosamente, nos termos da lei.

Na Maré, o Bope invadiu a favela contra a vontade dos policiais que lá estavam. O efetivo era minúsculo, pois o grosso do batalhão estava cuidando de reprimir manifestações políticas. Resultado: uma bala provavelmente disparada por traficante de drogas matou um sargento da tropa de elite.

Em seguida, sobreveio a vendeta, com a invasão massiva. Nove moradores locais mortos e nenhum PM ferido gravemente. Confronto? Isso tem outro nome: chacina. No mínimo, dois jovens não tinham antecedentes criminais, um deles de 16 anos. A legislação penal brasileira não prevê pena de morte, para qualquer crime, ainda que seja o de assassinato.

Na Maré, o grosso do jornalismo não informou nem a identidade dos mortos, com exceção da do PM. No Leblon, os personagens tinham nome, sobrenome e lágrimas de quem perdeu alguns bens. Na favela, o pranto das mães que perderam seus rebentos quase não saiu no jornal.

A cúpula da segurança do Estado convocou uma reunião de emergência horas depois de os vândalos detonarem no Leblon. Alguém sabe de um encontro dessa natureza para tratar do morticínio na Maré?

Há mais diferenças além da essencial, entre crime contra a vida e crime contra o patrimônio. No bairro das adoráveis novelas do Manoel Carlos, aprontaram criminosos que devem responder judicialmente por si mesmos. Na Maré, atuaram agentes públicos. Se não se sabe ao certo qual foi o comportamento deles, a responsabilidade é do Estado, que deveria investigar para valer, e não encenar apurações.

As agências bancárias com vidros estilhaçados e as butiques dilapidadas costumam estar protegidas por seguros. Que seguro haveria de confortar os irmãos do pessoal morto na Maré?

Acadêmicos, jornalistas, autoridades e politiqueiros que não pronunciaram uma única sílaba sobre a Maré agora posam de valentões bradando contra a desordem no Leblon. Eles só saem em defesa dos mais ricos, os pobres que se danem. São covardes, não valentes.

Merece respeito o sofrimento de tantos antigos vizinhos meus que se assustaram com o pega pra capar. Mas a vida seguiu. Na Maré, para tantos pais, a vida seguiu sem seus filhos. Já cantou Chico Buarque, saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu _teria um quarto ou dormiria no colchão da sala o adolescente que mataram?

O farisaísmo não reconhece limites. Às vésperas do desembarque do papa, celebra-se a existência. Mas muitos corações, que nojo, abalam-se apenas com a perda de patrimônio, e não de vidas. O que diria Francisco?

O recado das últimas semanas é que, para muita gente, crime contra a vida não é nada diante de crime contra o patrimônio.

Isso não é só covardia. É barbárie.

Fonte: http://blogdomariomagalhaes.blogosfera.uol.com.br/2013/07/19/o-apogeu-da-covardia-lojas-quebradas-no-leblon-comovem-o-rio-e-o-jornalismo-mas-os-mortos-pela-pm-na-mare-ja-foram-esquecidos/?fb_action_types=og.recommends&fb_source=other_multiline

 
 
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Sônia Bulhões

é fato. Existe mais segredo entre a terra e a camada de ozônio do que a nossa vã filosofia é capaz de captar. Parece que esse sequestro tem tudo de armação.

 
 
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Oswaldo Alves

A reportagem com a entrevista está neste link: http://oglobo.globo.com/rio/entre-os-manifestantes-ha-ate-criminosos-afirma-sociologo-9093745

 

A critica que ele faz é sutil.  Ele não disse nada que outros já não tenham dito. Se passarem a ameaçar todos os que fazem essa critica, vamos cair, na realidade, naquela lógica do Alienista.

 
 
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Cristiana Castro

Nossa mas o que vai aparecer de "causo", agora não vai ser mole. Parece que a ideia é mesmo a de criar o cenário de Guerra Civil para promovê-la. Não acredito em uma palavra do que seja veiculado daqui para frente acerca desse tal movimento e suas "consequências".

O que mais tem nas emissoras dando entrevistas desde o início dos movimentos é sociólogo... já perdi as contas... esse papo de que há P2, milicianos, bandidos, agitadores e bla bla bla, da mesma forma, já foi falado por 12 em cada dez brasileiros, portanto, qual a razão para esse sequestro-relâmpago. Além disso, o cara tinha que ser um débil mental para se mascarar e dizer, não fala nada da PM, tá? Seria o mesmo que o cara colocar uma máscara e dizer, não fala dos BB... Que nem aqueles sequestradores que colocaram a camiseta do PT no Abílio Diniz. É nitida a intenção de quem fez e não do sequestrado, de jogar a polícia no rolo. Tipo, olha, tudo o que houve foi culpa da polícia. Ora, esse pessoal tem que descer do muro e decidir se quer que a polícia aja ou não aja. No mundo inteiro, a reação a esse tipo de violência é a mesma, polícia dando beijos nos manifestantes... É tanta infantilidade que a gente fica até sem graça. O que tá parecendo é que esse sequestro foi providenciado para criar solidariedade aos protestos que, depois da última encenação caíram na antipatia popular.

Vamos ver como fica a coisa daqui para frente, o G1 tava convocando mais uma manifestação, vamos ver se agora, eles acertam o passo. Agora, acho uma sacanagem, depois de o país inteiro assistir a mauriçada passeando pelo Código Penal, na hora do arrocho, o que até então não tinha qq identificação, rapidamente, identifica "bandidos" inflitrados. Até já sei quem vão ser... Nenhum daqueles cujos pais foram a Delegacia pagar fiança e nenhum dos que o plantão de advogados estabelecido para qq eventualidade pretende aliviar. As manifestações, até então predominantemente, brancas e de classes abastadas, vai ter sido infiltrada por pretos, pardos e pobres. Pelo menos, ao que parece, os petistas e as putas estarão poupados. Finalmente, os pobres vão aparecer nas manifestações.

 
 
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Neotupi

Acertou na mosca. O único que o MP usou a PEC 37 para investigar é um morador pobre de uma rua de terra em Itaboraí (periferia do grande Rio) militante de um movimento anarquista sem teto, acusado de depredar a ALERJ e agredir um policial. Já tem mandado de prisão pedido pelo MP, deferido por um juiz e está foragido. Lá foram fazer até busca e apreensão na casa dele. Acharam facas de cozinha e martelos de pedreiro, bandeira, livro sobre anarco punk (ainda apreendem livros?) e um soco inglês e mais algumas coisas. Ele diz ser inocente, não sei se é, mas mesmo que tenha culpa, com certeza não é o único.

E na casa dos coxinhas que sairam sob fiança? Busca e apreensão em casa de bacana nem pensar, né.

Sobre essa estória do sociólogo ia dizer a mesma coisa, mas você já disse tudo melhor do que eu faria.

 
 
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Cristiana Castro

Caramba, neotupi, ainda bem que vc já deixou isso público aqui no blog e bem antes de começar a palhaçada de apontar pobres "infiltrados" no movimento. De uma forma ou de outra vamos ter que coxinhas protestam e pobres "se infiltram ".... Vc sabe como é, né? Sem filosofias, sem sociologias etc... pq isso só serve pra manter as coisas como são e como estão. Parabéns, relato da vida real, não vale nada para o mundo acadêmico mas faz todo o sentido para quem vive no mundo real.

 
 
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Gilson AS

O Brasil devia seguir os conselhos da Anistia Internacional.

Extinção das PMs do país num prazo de  10/15 anos

 Deveria ser substituida por outra policia mais equipada com contingente menor e profissionais melhores preparados.

Para o bem do país, e diminuição da violência. 

 

gAS

Cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é guiada pelos seus pensamentos. Salomão

 
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Filipe Rodrigues

É isso mesmo, quem devia dar segurança age como inimigo do cidadão...

 
 
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Luciano Prado

Da Sessão"SEM NOÇÃO" que o Nassif lançará em breve:

Painel

Occupy Leblon Aliados de Sérgio Cabral (PMDB) veem uma série de erros do governador do Rio na negociação com os manifestantes que ocupam a frente de seu prédio, no Leblon. O principal deles teria sido a retirada de ativistas, o que fez com que a ocupação recrudescesse. Para tentar reverter o desgaste, a ordem no governo é apontar a participação de criminosos nos protestos. Serviços de inteligência da polícia teriam detectado que até ex-policiais vinculados a milícias se infiltraram nos atos.

 
 
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Helio J. Rocha-Pinto

Pois é... Quem ainda tem dúvida de que há a situação caótica dos manifestos no Rio de Janeiro não tenha origem no próprio modo como a PM e o governador lidam com os protestos?

 
 
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Alessandre de Argolo

Essa tese de que a PM teria se omitido diante das ações dos vândalos, para depois justificar o emprego de mais violência na repressão dos protestos, não pode se confundir com a tese que diz que as ações violentas nascem da participação de policiais militares infiltrados entre os manifestantes.

São duas coisas diferentes e inconfundíveis.

A primeira, a de que houve omissão interessada da PM para depois agir com mais violência, pode muito bem ser uma forma da PM mostrar para quem a criticou que ela estava certa em agir com mais rigor na repressão. Essa tese sempre foi plausível. Aliás, isso ficou bastante perceptível nas declarações do comandante da PM do RJ.

Ele frisou que era necessário usar armas não letais na dispersão da multidão, como se o acordo com a Anistia Internacional e com a OAB tivesse tolhido a ação da PM, no que foi prontamente rebatido pelo representante da OAB, que tratou logo de afastar a veracidade dessa alegação, afirmando que o acordo não implicava que a PM ficasse sem meios de controlar os protestos, mas apenas que fosse evitado o uso de força excessiva, desproporcional e desnecessária na repressão. De fato, acordar isso não significa que a PM não possa atuar na repressão de atos de violência ou de vandalismo. Há um claro desnível nas declarações do comandante da PM.

Por outro lado, admitir a tese de omissão interessada não significa que a PM esteja por trás da violência desde o início e que seja ela quem provoca os atos violentos por meio do uso de agentes infiltrados. Essa última dedução não se extrai ou não deriva da primeira tese.

Curioso é admitir, de pronto e sem maiores ressalvas, que PMs teriam sequestrado e ameaçado o sociólogo logo depois dele ter feito acusações públicas contra a PM. Isso não significaria atrair desde logo as suspeitas de que as ameaças teriam partido de policiais militares?? E por que policiais militares fariam isso, quando a PM seria a primeira a ter a sua imagem atingida? Claro que essas ameaças não são do interesse da PM. Se partiu de militares, eles agiram por conta própria e não podem representar o interesse da PM enquanto corporação.

Uma hipótese bastante óbvia é a de que a ameaça ao sociólogo pode ter partido de quem tem justamente interesse de que a população fique pensando que foi a PM quem o ameaçou. E quem agiu com esse desígnio de interesse não precisa, necessariamente, ser integrante dos grupos que praticam atos de violência nos protestos. O buraco pode ser muito mais embaixo, já que muitos outros setores da sociedade podem estar interessados em que a imagem da PM seja arranhada perante a população, numa cidade que tem uma política pública de ocupação de regiões de conflitos, usualmente onde o Estado encontrava-se ausente e nas quais imperava a lei do narcotráfico organizado.

 
 
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Helio J. Rocha-Pinto

Sim, seu comentário e o de Cristina fazem sentido. Mas ainda penso que há duas coisas acontecendo: provocação infiltrada (P2 ou milicianos interessados em ganhar poder dentro da corporação) e ausência de repressão a crimes para justificar ações de repressão mais violentas.

 
 
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Vânia

Concordo com o Helio. Eu tenho um amigo que é da PM do Rio. Ele é um PM totalmente fora do perfil, trabalha na parte burocrática e é um cara muito consciente e nada violento. Ele foi no último protesto do Leblon (como ''manifestante'') e hoje estava me contando a sua versão... Esse meu amigo, que conhece o "babado", disse que os caras, os tais black blocs, são muito corajosos. Disse que isso chamou a atenção dele, como os caras enfrentaram a PM. Disse também que isso não é coisa de "amador", enfim, ele próprio suspeita que tenha mílica/PM infiltrado nesses BBs, que talez sejam os "cabeças" do grupo (Black Bloc) e acabaram angariando a ''simpatia'' de alguns jovens com tendência fascista (o que está longe de ser a maioria dos manifestantes, quem diz isso usa de má-fe).

Pelo relato dele, julgar que esse enfrentamento contra a PM seja coisa de "coxinha" cai por terra... Acho que esse é um discurso muito conveniente pros governistas enlouquecidos, jogar toda a culpa nas costas dos "coxinhas". Eles não têm cacife pra tanto e a coisa toda é muito mais complexa.

Tá tudo muito estranho mesmo, não concordo com nenhuma tese definitiva sobre o tema, menos ainda com simplificações grosseiras tipo "Os coxinhas..."


 

És livre, escolhe, ou seja: inventa. (Jean Paul Sartre)

 
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Cristiana Castro

Concordo com vc e acabei de postar isso no FB; quem quer que tenha armado esse sequestro não faz parte do movimento e nem é da polícia. Isso é muito mais típico de quem tem interesse em "manter o clima". 

 
 
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autonomo

Que tal o senhor indagar se a " situação caótica dos manifestos no Rio de Janeiro  não tem origem" na ação de organismos estrangeiros especialistas nesses golpes virtuais para desestabilizar governos não interessantes para eles.

 
 
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Helio J. Rocha-Pinto

Organismos estrangeiros interessados em tirar o governador Sérgio Cabral? Ok, cada um com sua teoria...

 
 
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vera lucia venturini

Pois é, o movimento desencadeador do golpe de 64 se deu com a marcha pela família. Quem alertou as senhoras mãe de famíla sobre o perigo do comunismo foram uns padres americanos que pertenciam a CIA.


O objetivo não é o Cabral, é o Rio e os eventos internacionais programados para a cidade. Além do que Rio é sinônimo de Brasil lá fora. E se o Rio está em guerra urbana, o Brasil também.


E a Cristiano Castro tem razão. A troco de que a polícia iria sequestrar o sociólogo. Só ele está falando mal da polícia carioca por acaso.

 

Vera Lucia Venturini

 
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Helio J. Rocha-Pinto

Eu não desconsidero essa ameaça e acho que há sim motivos para desconfiar disso. O que quero chamar a atenção é para um problema real que existe entre o governador e a população do Rio de Janeiro. Sua reeleição há anos atrás dificilmente seria possível após 7 anos de mandato, durante o qual pouco se avançou em termos de legado real para a cidade. Há motivos concretos para a insatisfação, e talvez esses motivos estejam sendo capitaneados por órgãos interessados na desestabilização. Ainda que isso haja, há desmandos, indícios de corrupção e incompetẽncia administrativa que devem ser apontados e apurados.

 
 
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Cristiana Castro

Sim, concordo, o alvo é o Rio de Janeiro, não é o Cabral, é o controle, sobretudo da Cidade do Rio de Janeiro. 

 
 
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Centelha

Os sequestradores são estrangeiros infiltrados? Ou o sociólogo sequestrado?

 

 
 

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