As primeiras cidades no PNBL

Por foo

Da Folha.com

Confira as cem primeiras cidades incluídas no Plano Nacional de Banda Larga

O presidente da Telebrás, Rogério Santanna, anunciou nesta quinta-feira (26), último dia do Fórum Brasil Conectado, a lista das cem primeiras cidades que serão conectadas à internet rápida pelo PNBL (Plano Nacional de Banda Larga). Com 58 municípios, o Nordeste será a região do Brasil mais atendida seguida do Sudeste, com 30.

O PNBL, lançado em maio pelo Ministério das Comunicações, tem como meta trazer banda larga para 40 milhôes de brasileiros até 2014 com dois planos: R$15 e R$35, com velocidade mínima de 512 Kbps (kilobits por segundo). A Telebrás será a gestora do Plano.

Para tocar o PNBL, a Telebrás terá R$ 3,22 bilhões do Tesouro Nacional nos próximos cinco anos. A expectativa é que a empresa dê prejuízo nos próximos três anos.

O PNBL, além dos recursos do Tesouro Nacional, terá benefícios fiscais, empréstimos do BNDES e uso de recursos de fundo setorial. Assim, o total de dinheiro público usado no plano pode chegar a R$ 13,25 bilhões.

Veja abaixo a lista das cem primeiras cidades do PNBL: 

http://www1.folha.uol.com.br/tec/789336-confira-as-cem-primeiras-cidades-incluidas-no-plano-nacional-de-banda-larga.shtml

Média: 4 (4 votos)
36 comentários
imagem de Cláudio Medeiros
Cláudio Medeiros

Só fiquei desapontado porque Santos (SP), onde moro, não está nessa primeira lista das cem. Assim que chegar aqui, mudo para a Telebras.

 
 
imagem de luka
luka

Na região de São Gonçalo o valor é de 62 reais para 300kb mais 29 reais do inutil provedor.

Agora, convenhamos. Essa banda larga oferecida não se destina a baixar pacotes de video, seriados , filmes inteiros, albuns completos em 2 minutos e nem a jogos de ultima geração. A função dessa banda larga, e acho que é de bom tamanho, é garantir acesso a cultura e informação. 

Não vamos confundir o objetivo da coisa.

 
 
imagem de Vergonha de Plano
Vergonha de Plano

Enqto isto o piso da europa, lei em alguns paises, e de 1Gbit. Em Seul, Coreia do Sul, a rede wireless e tao boa que vc baixa um filme de 3h, cheio de efeitos especiais em menos de 12s. Este governo parece as galinhas que a minha tia cria no quintal. Cantam muito e nao poe quase nenhum ovo.

 
 
imagem de chico rasia
chico rasia

Do alto dos meus 10mbps de conexão, me lembro da alegria que foi quando consegui acessar pela primeira vez a world wide web via um modem dial-up de 28.8kbps. Eu sei que parece pouco uma conexão de 500kbps, mas vocês já pararam pra pensar que o PNBL, mais que competir com as operadoras de telefonia e banda larga, é um projeto estratégico que visa a criação de uma infraestrutura de infovias?

Quem é um pouquinho mais velho certamente se lembra do projeto das Information Superhighways do Bill Clinton (em 1993, se não me falha a memória). Controverso à época, esse projeto teve importantíssimo papel no desenvolvimento de toda uma geração de negócios online - como o Yahoo, Amazon, ebay e muitos outros. É claro que muita coisa mudou desde os anos 1990 e conseguimos, de uma maneira ou de outra, popularizar o acesso à internet, ao menos nos grandes centros urbanos. Mas, com um pouco de imaginação e otimismo não parece exagerado imaginar que essa nova infraestrutura de comunicação, além de garantir o acesso a serviços essenciais do Estado, pode ser o estopim de um novo ciclo de negócios e desenvolvimento.

 
 
imagem de francisco rasia
francisco rasia

Do alto dos meus 10mbps de conexão, me lembro da alegria que foi quando consegui acessar pela primeira vez a world wide web via um modem dial-up de 28.8kbps. Eu sei que parece pouco uma conexão de 500kbps, mas vocês já pararam pra pensar que o PNBL, mais que competir com as operadoras de telefonia e banda larga, é um projeto estratégico que visa a criação de uma infraestrutura de infovias?

Quem é um pouquinho mais velho certamente se lembra do projeto das Information Superhighways do Bill Clinton (em 1993, se não me falha a memória). Controverso à época, esse projeto teve importantíssimo papel no desenvolvimento de toda uma geração de negócios online - como o Yahoo, Amazon, ebay e muitos outros. É claro que muita coisa mudou desde os anos 1990 e conseguimos, de uma maneira ou de outra, popularizar o acesso à internet, ao menos nos grandes centros urbanos. Mas, com um pouco de imaginação e otimismo não parece exagerado imaginar que essa nova infraestrutura de comunicação, além de garantir o acesso a serviços essenciais do Estado, pode ser o estopim de um novo ciclo de negócios e desenvolvimento.

 
 
imagem de chico rasia
chico rasia

Do alto dos meus 10mbps de conexão, me lembro da alegria que foi quando consegui acessar pela primeira vez a world wide web via um modem dial-up de 28.8kbps. Eu sei que parece pouco uma conexão de 500kbps, mas vocês já pararam pra pensar que o PNBL, mais que competir com as operadoras de telefonia e banda larga, é um projeto estratégico que visa a criação de uma infraestrutura de infovias?

Quem é um pouquinho mais velho certamente se lembra do projeto das Information Superhighways do Bill Clinton (em 1993, se não me falha a memória). Controverso à época, esse projeto teve importantíssimo papel no desenvolvimento de toda uma geração de negócios online - como o Yahoo, Amazon, ebay e muitos outros. É claro que muita coisa mudou desde os anos 1990 e conseguimos, de uma maneira ou de outra, popularizar o acesso à internet, ao menos nos grandes centros urbanos. Mas, com um pouco de imaginação e otimismo não parece exagerado imaginar que essa nova infraestrutura de comunicação, além de garantir o acesso a serviços essenciais do Estado, pode ser o estopim de um novo ciclo de negócios e desenvolvimento.

 
 
imagem de Anônimo

 

É ótima a iniciativa da Telebrás prover banda larga.

Só que é pouco. O Brasil tem de garantir 100% da população ligada na rede. É uma questão de cidadania.

Esperar universalização da banda larga pelas cias beneficiadas na privataria de fhc é uma tolice.

 
 
imagem de Jaime
Jaime

PNBL: Primeiro a inclusão, depois a super banda larga

http://convergenciadigital.uol.com.br/

Primeiro a inclusão, depois a expansão. Com essa linha, defendida pela ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, o governo vai defendendo o Plano Nacional de Banda Larga e a previsão inicial de ofertar conexões de 512 kbps. Uma eventual meta de acessos a 100 Mbps se destina ao futuro, especialmente porque a demanda vai surgir naturalmente dos brasileiros que ainda não contam com velocidade nenhuma.

“Gostaríamos de falar em 100 Mbps, mas a realidade exige começarmos com 512 kbps, porque 94% da população tem velocidade zero. Vamos começar pela inclusão, mas esperamos uma revolução. Depois dessa cesta básica, o brasileiro vai querer mais. Então, depois da inclusão virá a super banda larga”, disse a ministra ao abrir, nesta terça-feira, 24/8, a segunda jornada de debates do Fórum Brasil Conectado - o grupo que reúne governo, empresas e sociedade civil para tratar do PNBL.

Nesse desenho, o papel da Telebrás é fundamental para a tarefa de inclusão, ou seja, levar internet aos brasileiros que ainda não têm acesso à rede. Mas o panorama dos próximos 5 a 10 anos - até uma eventual conexão a 100 Mbps - prevê preparar o país para a economia da informação com base no tripé investimento, eficiência e inovação.

A questão do investimento é óbvia e trata de eliminar-se os gargalos que impedem o acesso em regiões remotas. No lado da eficiência, a lógica é aproveitar as obras de infraestrutura - como novas hidrelétricas - como vetores da ampliação das redes de telecomunicações. Já a inovação consiste, especialmente, na criação de tecnologia nacional.

A ministra se permitiu, nesse ponto, voltar a um tema que já circulou pelo governo, especialmente durante as definições sobre o sistema de TV Digital: a esperança de que seja instalada no país a fabricação de semicondutores. A expectativa é de que a massificação do uso da internet no país favoreça o desenvolvimento de equipamentos, assim como de conteúdos e softwares, no que a ministra chamou de uma economia da TI.

 
 
imagem de Jaime
Jaime

O site Convergência Digital publicou uma matéria mais completa:

http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoi...

Há uma explicação bastante razoável para o "piso" de 512Kbps:

a Telebrás pretende adotar o padrão de oferta de 1 para 10 - ou seja, aquele que prevê que o megabit seja dividido, no máximo, por 10 clientes. “O mercado pratica uma padrão de 1 para 16 ou até 1 para 35. Isso quer dizer que os 512 kbps no padrão 1 para 10 terá performance até melhor do 1 Mbps no padrão 1 para 35”, afirma Santanna.

Sobre as cidades atendidas:

A seleção das primeiras cidades obedeceu alguns critérios, especialmente de estarem situados a até 50 km da linha principal de fibras óticas do setor elétrico que será gerenciada pela Telebrás. Além disso, representam principalmente municípios com baixo IDH, reduzida proporção de acessos - alguns casos nenhuma - e a existência de programas como UCA, Cidade Digital, Telecentro, etc.

 
 
imagem de Jaime
Jaime

512Kbps é um valor realmente baixo. Mas este é o "piso" da proposta, não a média ou o máximo.

A Assessoria de Imprensa da Telebrás deveria ter tido mais cuidado ao divulgar estes valores, porque é só uma parte da proposta e fica faltando um monte de outras informações muito importantes: qual a velocidade máxima e média pretendidas?

Este valor, infelizmente, ainda é a média do mercado, segundo pesquisa da própria Telebrás, porque as operadoras exploram ao máximo seus clientes.

Minha internet 3G é de 300 Kbps e eu sobrevivo muito bem, mas não fico baixando coisas à doidado. Escolhi baixo preço e tráfego ilimitado em detrimento da velocidade.

Para a Telebrás há também dois limites: o técnico e o político.

Técnico: aproveitar a infra-estrutura já existente para atender populações inteiras. Isso por si já justifica a expectativa mínima de 512Kbps. Com maior capitalização é que os equipamentos podem ser ampliados e a velocidade aumentada.

Político: A Telebrás não pode concorrer com as operadoras privadas. Assim ela deve oferecer uma velocidade baixa nos grandes centros, como Campinas, São Gonçalo, etc...

 

 
 
imagem de Abel
Abel

O plano (obviamente) não é para atender quem já tem abundante oferta de planos 3G e que tais - a lista está cheia de grotões (Piripiri, no Piauí, Santa Cruz, no Rio Grande do Norte etc). Eu mesmo estou em 1 MB (teóricos) desde 2007 e, como não pretendo quebrar o recorde do belga que baixou 2,6 TB em oito dias, dá pro gasto. Cumpre também notar que a notícia fala em velocidade mínima de 512 KB - não especifica qual a máxima (teórica).

 
 
imagem de Roberto da Silva
Roberto da Silva

Desculpe amigo, mas seu comentario mostra um pouco de elitismo.

A verdade é que muito mais importante que a velocidade ofertada agora o mais importante e levar a banda larga para todo o país, ou seja, democratizar o acesso a todos.

Se vc for ao nordeste e norte do país saberá bem do que to falando. Porem depois disso e acredito durante o processo vai se aumentando a velocidade com certeza. E mais ainda, pelo que fiquei sabendo os 512 oferecidos equivalerão a 1 mega oferecidos atualmente pelas porcarias de teles que não querem investir.

Pesquise o assunto e verás que to falando a verdade.

Abraço

 
 
imagem de Washington
Washington

Nassif e colegas,

Alguém tem informação de como a lista foi formada?

Moro em Uberlândia e estranhei a ausência da cidade. Me parece ser coisa da CTBC, a empresa local de telecomunicações que tem uma longa história de sacanagem, preços abusivos e serviço de péssima qualidade.

Alguém tem pelo menos um contato com alguém na Telebrás para averiguar a veracidade do lobby, ou reverter a situação?

Washington.

 
 
imagem de Ebrantino
Ebrantino

É claro que se a pessoa mora em Guarulhos, ou em Belo Horizonte ou Porto Alegre, ou em São Paulo ou no Rio, E PODE assinar e PAGAR a banda larga da Oi, da GVT ou da Embratel ou da Telefônica, muitas vezes podendo até se dar ao luxo de escolher a operadora que oferece o serviço mais completo ou o mais economico. Todo o mundo faz isso, eu e o meu vizinho e a torcida do Colorado, até mesmo morando em Passo Fundo, há mais de uma opção. Eu gostaria de saber entre as cem primeiras cidades, quantas hoje NÃO DÃO acesso a essa comodidade. E quantos habitantes tem essas cidades. Presumo que algumas localidades contempladas na lista das cem estão incluidas devido a facilidade técnica face ao traçado da rede de fibra ótica. Já sabemos que um usuário torceu o nariz e disse - "assim não entro no  brinquedo" Seria importante saber o que pensam os candidatos a internautas dos locais que hoje não tem nada ou tem algo muito, muito, mais precario. Por favor, manifestem-se. E nós, afortunados que temos acesso e meios de pagar, devemos pensar, como os americamos (é, muitas vezes eles tem razão) "O ótimo pode ser o maior inimigo do bom" - ou "é melhor pouco do que nada"

 
 
imagem de Luiz Monteiro de Barros
Luiz Monteiro de Barros

Parei ô. Eu estou de acordo pagar 15,00 para 500 Kbs ou 35,00 para 1 Mb. Em SP a banda larga do Serra para 250 kbs é de 29,00 e teve não sei quanto de desconto do ICMS. Eu pagava 83,00 por um combo da NET desde 2008, (não dá p/ contratar separado) . Antes era de só 100 Kbs agora é de 1 Mb. Agora baixou para 54,00 pois vi um folheto que informava isso. Liguei para lá e ajustaram. Na fatura consta como um tal de new basic. Como custa menos nem liguei para saber como fizeram.  Então não vejo a hora da mesma sair por 35,00. Para novos assinantes sai por 79,90. Pirataria do FHC/Serra. O jornalista Ethevaldo Siqueira está por conta de raiva. O de direita Bresser Pereira está a favor da Telebras. Acrescentou ainda que o capitalismo deixado livre sem controle é naturalmente ganancioso e corrupto.

 
 
imagem de Antonio Francisco Martins
Antonio Francisco Martins

Nassif,

Cuiabá, com seus quase 1 milhão de habitantes ficou de fora da implantação inicial do PNBL. a A internet aqui é caríssima: tenho uma assinatura de 400 kbps, via rádio, a R$82,00/mês. Para se ter uma velocidade de 1 a 3 mega, a gente vai ter que desembolsar uns 120,00, porque fazem a venda casada, empurrando uma assinatura de fone fixo ( A GVT, por exemplo).  Uma droga! Fiquei muito triste ao constatar que Cuiabá está fora.

Abraços!

 
 
imagem de Antonio Francisco Martins
Antonio Francisco Martins

Nassif,

Cuiabá, com seus quase 1 milhão de habitantes ficou de fora da implantação inicial do PNBL. a A internet aqui é caríssima: tenho uma assinatura de 400 kbps, via rádio, a R$82,00/mês. Para se ter uma velocidade de 1 a 3 mega, a gente vai ter que desembolsar uns 120,00, porque fazem a venda casada, empurrando uma assinatura de fone fixo ( A GVT, por exemplo).  Uma droga! Fiquei muito triste ao constatar que Cuiabá está fora.

Abraços!

 
 
imagem de Enoque
Enoque

Caro Athos,

Mínima, mínima.

Lembro que quando as Atuais grandes empresas de telecom Oi/Telmar, Vivo e outras começaram a oferecer BL foi com velocidade de 128Kbps e depois subiram prá 256kbps e depois subiram prá 300Kbps e depois subiram prá 512kbps e depois para 700 e finalmente uns 3 anos depois chegaram a 1 Mbps.

Ressalto que os atuais modens celulares de banda larga da tim/claro e cia as vezes não conseguem chegar e 512 de conexão e mesmo se conectando a 3,6M eles limitam a taxa de transferência.

É bom lembrar que a maioria das pessoas leigas não conseguem diferenciar o que é conexão e o que é taxa de transferência.

Ressalto que Você pode ter uma conexão de 2mega com limitação de baud rate o que por sinal é usual nas operadoras é só dar uma programadazinha no seu Frame Relay para multiplicar os pães e colocar 20 ou 30 pessoas dividindo a mesma taxa e ficar pior do que uma conexão de 512k com um usuário.

Para quem não tem nada ter 512K prá começar tá muito bom. Dá pra navegar numa boa.

Há cidades na periferia do RJ, eu disse RJ, logo ali há 50 ou 60km do centro do RJ que hoje 12 anos depois das privatização não tem taxa de 128Kbps com baud rate de 8 a 10kbps de transferência... ali na esquina do RJ quem dirá outras cidades menores e mais distantes.

O pessoal da Telebrás sabe o que faz aliás, sempre souberam só não fizeram por falta de recusos e de decisão política na época dominada pelos que queriam vender até a alma e para isso sufocaram e quebraram empresas para justificar suas ações e satisfazer seus interesses inconfessáveis. Chegaram ao cúmulo de deixar empresas de Telecom sem investimentos por 12 anos consecutivos, que empresa aguenta isso? até uma empresa privada quebra.

Na minha opinião a empresa começa bem no seu primeiro passo.

 
 
imagem de ANTONIO ATEU
ANTONIO ATEU

AI alguem pode  explica melhor esse lance de frame relay.  acho muito interessante essa discussão.

 
 
imagem de Jorge Braga
Jorge Braga

Seria cômico se não fosse trágico saber que se não fosse o governo nem a isso essas pessoas teriam acesso. O governo levando 512kbps a R$15 faz com que as empresas privadas tenham que baixar o preço e oferecer serviços de maior velocidade. O foda de algumas pessoas é não perceber que enquanto eles tão utilizando o que tem de ponta, tem gente que não tem acesso a nada, e quando essas últimas passam a ter acesso as primeiras ficam dizendo que o investimento não serve pra nada, porque é algo que ela já usa a anos. É como dizer que o minha casa, minha vida não presta porque não pode oferecer apartamentos em higienópolis.

 

@fi_braga

 
imagem de ANTONIO ATEU
ANTONIO ATEU

espero que venha sem limite pra download e sem pedágios para hora conectada ou megabytes trafegados. creio que a velocidade  irá aumentar.  mas vai ficar de olhos abertos. acessoo universal a banda larga.

 
 
imagem de Quintela
Quintela

É um excelente começo... antes 512Kb que nada!

 
 
imagem de Alerso
Alerso

Olha como as coisas realmente são relativas. Um link de banda larga de 512 Kbps pode parecer pouco, e é quando você tem a oportunidade de acesso a links de 10, 30 e 50 MB, se é que isso é realmente verdade, o que eu duvido.

Até pouco tempo atrás eu nem percebia a importância da minha banda larga, pois tinha um link de 4Mbps, parecia uma coisa óbvia como luz e água encanada. Porém, me mudei para Cotia, na grande São Paulo, e simplesmente não tenho mais acesso ao serviço, que para mim é essencial. A única alternativa, o Speedy da Telefonica, simplesmente não me é oferecido porque esgotaram as portas do quadro do meu bairro, e agora eu tenho que esperar alguém desistir. Até na Anatel já liguei, mas, não tem jeito.

Enquanto o Brasil não tiver um ambiente corporativo saudável, o estado tem mesmo que atuar para induzir o que é necessário e estratégico para o desenvolvimento da nação.

 
 
imagem de Athos
Athos

Desculpe, mas se for para gastar R$4bi para oferecer 512k de velocidade em 2014, ... perdeu meu apoio. Vai gastar $ para oferecer a velocidade de 5 anos atrás daqui a 3 anos.

Seria cômico se não fosse trágico.

 
 
imagem de Athos
Athos

Acho que quem não entendeu foram vocês, portanto, vou comentar meu próprio comentário.

 

O que é velocidade mínima aceitável HOJE,  com certeza não será aceitável AMANHÃ. 

 

Esqueci de falar o obrigatório por aqui, voto Dilma. Assim evito pelo menos uns 6 ou 7 comentários ofensivos.

 
 
imagem de Carlos Moura
Carlos Moura

Levando em consideração que moro em uma das cidades divulgadas e que pago R$ 70 pela velocidade de 600k que por acaso é a máxima velocidade disponível na minha residência, acho a idéia do PNBL maravilhosa! Detalhe, na capital a 30 km de distância com R$ 70 eu poderia assinar até 8Mb.

 
 
imagem de Emerson Almeida
Emerson Almeida

Caro Athos:

 

Não significa que a rede implantada somente comportará 512 Kbps. É evidente que atualmente, a Telebrás prover taxas a partir de 2 Mbps, o sistema em sua fase inicial não segura, deixando-o um lixo pior que a Telefonica. A questão principal da qualidade não está no meio (fibra ótica) mas sim nos equipamentos (roteadores, switches e etc.).

O preço é bom para os padrões atuais e no Brasil, as operadoras-privada não oferecerão coisa melhor por esses preços daqui a quatro anos. Quando a Telebrás estiver nessa condição, elas começarão a baixar preços e oferecer algo melhor...

 
 
imagem de Carlos Mangino
Carlos Mangino

Depende, eu pago 2 gigas  e nunca me entregaram mais do que uns 300 kbps, se estes 512 forem reais vai estar de muito bom tamanho.

 
 
imagem de Gabriel Sitônio
Gabriel Sitônio

Com velocidade mínima de 512kb... o plano de democratização da internet do gov. paulista é de apenas 128kb de "internet veloz"

 
 
imagem de paulo toledo
paulo toledo

Faltou este trecho na reportagem da Folha:

"A Telebras entregará cada 1 megabyte por cerca R$ 230, para serem divididos por, no máximo, dez clientes finais. Hoje, as empresas privadas dividem esta mesma capacidade por até 35 clientes finais.

O limite nominal de banda será de 512 kbps, mas como a divisão real de transmissão se dá entre menos clientes, a velocidade efetiva, segundo a Telebras, equivalerá aos planos de 1 megabit comercializados hoje.

Tá lá no Tijolaço.com

 
 

Postar novo Comentário

O conteúdo deste campo é privado não será exibido ao público.
CAPTCHA
Esta questão é para testar se você é um visitante humano e impedir submissões automatizadas por spam.
CAPTCHA de imagem
Digite os caracteres exibidos na imagem acima.

Faça seu login e aproveite as funções multímidia!