O uso do twitter na política

Do Portal Luís Nassif

Do Blog de Ana Claudia Martins

O Twitter revolucionando o jeito de "fazer política"

Comemoramos o Dia Mundial da Internet anteontem e hoje fiquei feliz ao ler sobre a ideia "Adote um Vereador", por meio do twitter, segundo projeto elaborado por Milton Jung. Basicamente você escolhe um vereador para seguir pelo twitter e envia posts para ele sobre o andamento dos projetos em discussão, propostas de novos projetos e leis, e também você aproveita para fiscalizar como está a atuação do seu vereador na Câmara Municipal de São Paulo!

É isso aí! A internet está repleta de boas oportunidades e ideias simples e bacanas podem fazer uma grande diferença em todos os setores sociais. Se a gente sempre reclama que não tem tempo, por exemplo, para assistir uma sessão na Câmara e muito menos os canais legislativos e executivos, que tal acompanhá-los pelo Twitter? Agora a gente não tem mais desculpa para não participar de forma mais ativa na vida política do nosso país.

O problema é que muita gente simplesmente nem se lembra em quem votou nas últimas eleições! Fora isso, a internet deveria ser de fácil acesso, e de forma gratuita, para toda a população brasileira. Assim, muitas pessoas poderiam participar de iniciativas digitais como essa do "Adote um Vereador". Agora, vamos torcer para que mais câmaras municipais também entrem nessa e vamos acompanhar o trabalho deles!!! Estamos de olho!!!! Conheça o site do projeto: http://www.adoteumvereador.net/

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4 comentários
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Gilberto Marotta

Nassif, acho que vale a pena postar essa entrevista do Marcelo Branco, o responsável pela campanha de Dilma na Internet... "Não sabemos o peso que a internet terá nas eleições, diz coordenador de Dilma na web Postado por sandra recalde em 18 maio 2010 às 22:29

Em entrevista exclusiva ao Estado, o coordenador de redes sociais da pré-campanha de Dilma Rousseff, Marcelo Branco, confirma que não atuará na definição de nenhum conteúdo oficial do blog da petista e que sua função será "mobilizar" a militância nas redes sociais e municiá-la com informações para o "debate nas ruas" _ o que, segundo ele, vai de fato ser o fundamental na eleição presidencial. Sobre "gafes" cometidas na comunicação virtual de Dilma, como a colocação da foto de Norma Bengell que se confunde com as fotos da ex-ministra, Branco disse que tudo faz parte do jogo político e que não considera nenhuma das críticas dos adversários relevantes "sob o ponto de vista jornalístico". Além de defender o anonimato como um princípio da rede, o petista nega haver desavenças no comando da campanha e faz uma confissão: "Nós não sabemos qual o peso que a internet vai ter nas eleições, quantos eleitores vão decidir o seu voto a partir da influência da internet". O sr. diz que não é publicitário, não é marqueteiro, não é jornalista. Qual a sua função na pré-campanha hoje? Eu sou profissional da tecnologia da informação. Estou na internet antes de ela existir, na origem da rede. A minha formação é Engenharia Eletrônica incompleta. Sou formado na rede. Coordeno a estratégia nas redes sociais. Não na internet, mas nas redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut), nesta visão de que a internet serve para mobilizar os apoiadores para o debate na vida real.

É uma atuação diferente de uma ação mais institucional, como o blog oficial, por exemplo. Claro que o blog está dentro da estratégia. Agora, quem é o editor do blog, quem escolhe os conteúdos é uma equipe de comunicação que está subordinada ao Rui Falcão (vice-presidente nacional do PT), da coordenação de campanha. Então o meu trabalho cotidiano não é ficar validando os conteúdos que vão para o blog, a foto que sobe, o texto que está ali. E esse blog é o blog pessoal da Dilma. Existe muita confusão. Não é um blog de campanha. A campanha só pode ser feita a partir de 5 de julho.

Os núcleos da pré-campanha estão pacificados, as funções bem definidas? Claro, está tudo bem definido. A campanha tem uma coordenação política que o José Eduardo Dutra (presidente do PT) preside, junto com os demais partidos da base aliada; temos uma coordenação de comunicação feita pelo Rui Falcão; temos uma estratégia de Marketing que é do João Santana. E a gente só desdobra isso para as redes sociais. Nós não vamos inventar uma campanha política nas redes sociais. Está tudo muito tranquilo. Cada um tem o seu papel. Se tivesse dois marqueteiros podiam dizer que está havendo conflito. Não. O clima é muito tranquilo, não existe nenhum tipo de diferença. Claro que estamos em período de ajuste, em que a equipe está chegando, estamos nos conhecendo, e vamos fazer o melhor possível. Temos as melhores pessoas para fazer uma grande campanha. Na parte mais técnica, não dá para deixar de reconhecer que o João Santana é um gênio do Marketing Político.

Na sua opinião a internet não é necessariamente o espaço para a guerra eleitoral. Mas essa não tem sido a ação prioritária do PT e do PSDB? A gente tem que pensar a internet nas eleições não só como um espaço para fazer a disputa da comunicação dentro dela, mas também como um espaço de organização da militância e dos apoiadores para fazer o debate fora dela. Nós não sabemos hoje, ainda, qual o peso que a internet vai ter nas eleições, o porcentual de eleitores que vai decidir o seu voto a partir da influência da internet. Por que? Porque são as primeiras eleições com internet livre no Brasil, e quem disser qualquer coisa vai estar chutando. É óbvio que a internet vai ter um peso muito maior do que teve até então, pois antes não tinha papel nenhum. Por isso estamos apostando neste espaço. Nossa compreensão é que o espaço de debate que as redes sociais podem promover é para alimentar os apoiadores com argumentos, desmentidos, mostrando as realizações do governo Lula, mas que esses conteúdos sirvam para o debate político fora da internet no bairro, no local de moradia, na fábrica, etc. Não pensar na internet como algo isolado da vida real. A eleições vão se decidir majoritariamente pelo que acontecer nas ruas.

O sr. cita avanços da minirreforma eleitoral e polêmicas, como a questão do anonimato e do direito de resposta. Não é perfeita a legislação. A internet não é um meio de comunicação de massa, mas um espaço de expressão individual. Acho que os legisladores acertaram a mão quando mudaram essa visão. Mas duas coisas, no meu ponto de vista particular, e não é a visão da campanha, nem da Dilma, precisam ser mudadas. Uma é o tema do anonimato. O anonimato na internet está no princípio da rede. Quando a legislação proíbe o anonimato das campanhas políticas na internet é algo falho, é ridículo, né, tentar impedir que alguém poste um blog e não assine. O segundo (tema) é o direito de resposta, que ficou estabelecido. Acho difícil de executar, de praticar. O direito de resposta na internet significa que eu vou ser obrigado a colocar no meu blog e no meu twitter algo que eu não penso. Isso não significa que esteja isento a processos. A liberdade de expressão não dá imunidade às pessoas.

O anonimato não impede a abertura de processo na Justiça, sobretudo em caso de campanha eleitoral? Processar quem? Por isso essas coisas na internet vão precisar ser melhor resolvidas. O anonimato na internet garante a liberdade de expressão, na China, no Irã, em países onde não tem democracia. O anonimato hoje na internet serve mais para a defesa dos direitos civis. Mas o principal é que a nova legislação eleitoral coloca na cena política, como protagonistas, milhões de pessoas pela primeira vez. Pessoas que não tinham possibilidade de se expressar com seus conteúdos, seus textos, seus vídeos, suas propostas políticas antes de a internet estar na rede e ser um espaço de discussão política. Isso vai ser possível. Não é possível o eleitor de A, B ou C colocar o seu conteúdo na TV. Mas hoje é possível que milhões de pessoas entrem no debate político como protagonistas (com a internet). Isso exige uma descentralização da campanha política. Não vão ser as coordenações das campanhas políticas que vão dizer o que é a linha da campanha. Quando há milhões de pessoas colocando seus conteúdos, essas pessoas vão poder influir nos rumos da campanha política do seu candidato.

E qual vai ser o papel então das coordenações de campanha na sua opinião? Nossa estratégia não é pagar blogueiro e twitteiro para ficar destruindo reputação de pessoas na rede. Parece que tem sido a estratégia do nosso adversário na internet, que não tem nada na internet até agora a não ser o "petralhas", o "mentiroso", ataques pessoas, etc. Fizeram algo grave sob o ponto de vista jornalístico que foi fraudar o conteúdo (de texto) da Danuza Leão, e atribuir esse conteúdo à Marília Gabriela. Isso foi feito não anonimamente. Foi feito por pessoas que estão na direção da campanha do Serra. Isso, em qualquer lugar do mundo, teria destaque na imprensa de forma estrondosa. É algo grave o que aconteceu.

Considera isso manipulação de informação? Não, isso é atentado à democracia, ao jornalismo.

E a polêmica sobre a foto da Norma Bengell no blog da Dilma? Considera manipulação, equívoco? Faz parte do jogo político. Se tu passa o mouse em cima a legenda aparece: "manifestação nos anos 60" e "Dilma, ministra do Lula". É óbvio que os nossos adversários políticos vão dizer que estamos manipulando, é stalinismo. Sob o ponto de vista jornalístico, é óbvio que isso não é relevante. Agora, sob o ponto de vista dos interesses político-partidários dos adversários isso passou a ser relevante. Um blog, com a complexidade que ele tem, e só 10 dias depois que está no ar se acha um negócio para atacar, que é a foto da Norma Bengell, prova que a nossa política do blog é um sucesso. Quais são as tais gafes que estão sendo apontadas na campanha digital da Dilma: a foto da Norma Bengell; ela dizer um termo que qualquer brasileiro que sabe o que significa _ quando ela diz mais ou menos assim que o Vidas Secas trata de um tema dos brasileiros que estão na miséria no Nordeste e vêm para o Brasil. Dizer que a Dilma, quando fala isso, não sabe que o Nordeste é Brasil ou está querendo dizer que o Nordeste não é o Brasil faz parte do jogo político. Não estou dizendo que não faz parte do jogo democrático apontarem a falha na foto, darem destaque a uma expressão que poderia ser melhor usada. Mas, apontar isso como crise na campanha e que essa crise exige a demissão do Marcelo Branco, eu acho que isso é partidarizar o jornalismo por interesses políticos. Se apontarmos as gafes do Serra certamente são muito maiores, como o que ele falou em relação do Mercosul. Essa tentativa de destruir a reputação de profissionais que estão ao lado da campanha da Dilma é algo organizado, não é algo espontâneo na rede. Vocês me conhecem, até então não tinha nada contra a minha profissão. Ninguém dizia que eu era um incompetente. Agora, vou dar um exemplo, blogueiros em campanha, de veículos importantes, dizem: "o cara é um hippie sujo, um cabeludo". O que isso soma para a democracia? Existe sim estratégia de destruir reputações na rede e essa estratégia está sendo encabeçada pela coordenação de campanha do PSDB na internet. Os blogueiros do PSDB, que municiam a disseminação de conteúdos nas redes sociais, contratados e pagos por empresas jornalísticas, dão munição para o ataque. E com um texto totalmente desqualificado. O que interessa se o meu cabelo é comprido, se eu tomo banho e se eu não tomo banho? Pô, quem me conhece sabe que eu sou cheirosinho... Vamos combinar, né cara! Nós na campanha da Dilma estamos sendo inovadores na internet. Por isso é que estamos sendo atacados. A Dilma foi ao vivo duas vezes pela internet, fez debate com blogueiros pela rede. Ela lançou o Twitter dela pelo Twitter. Não foi uma nota de imprensa. Eu passei a seguir ela e ela a me seguir, e 30 minutos depois tinha 1.200 seguidores, meia hora depois 3.000. Não existe nenhuma crise na campanha.

Vai ser criado o blog de campanha? Claro, vai ter um blog de campanha, quando isso for permitido. Neste momento não. Agora é um posicionamento, e com coragem. O blog está bonito, os conteúdos a gente vai ajustando. Nada na internet é definitivo. A internet é um espaço para acertar e errar. Não esperem que a gente vai fazer super produção na internet. Os erros vão estar ali. As pessoas são humanas, vão errar. Superdimensionar qualquer tipo de erro, tentando transformar isso numa crise, faz parte do jogo político.

E em alguns momentos houve erros, sendo preciso mudar a estratégia? Não. Falei dos "erros" apontados pelo nosso adversário e que tiveram repercussão na mídia. Na minha opinião, acho que fatos como esse vão acontecer muitas vezes na campanha, e talvez até de maior gravidade. Acho que estamos sendo pressionados para que a gente saia da internet, e que a gente fique imóvel na pré-campanha, que seria uma opção. A estratégia do nosso adversário é zero, ele não está na internet, ele não existe na internet, então ele não erra.

Ele está no Twitter. Mas isso ele já estava antes da campanha eleitoral. Não foi feito depois. O que tem do PSDB na internet é o mentiras (o blog Gente que Mente), o "petralhas". Nós não. Nós estamos lá com a pré-candidata na internet, o Twitter dela com mais de 55 mil seguidores, saiu do zero. E o Twitter da Dilma é feito por ela, é ela que posta, ela que escolhe o que vai postar. Tem os caras que escreveram os manuais do marketing digital, como tem que se portar um candidato no Twitter. O Serra é o Serra no twitter, a Dilma é a Dilma, eu sou eu, tu é tu. Cada um tem uma forma de se comunicar." Link: http://www.mobilizacaobr.com.br/profiles/blog/show?id=3496405%3ABlogPost...

 
 
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Paulo Cezar

PT reúne Dilma com prefeitos da oposição Autor(es): RANIER BRAGON/GABRIELA GUERREIRO - DA SUCURSAL DE BRASÍLIA Folha de S. Paulo - 19/05/2010

Em encontro, líderes municipais de DEM e PSDB declararam voto na petista e disseram ser respeitados "pela primeira vez"

Pré-candidata afirma que os prefeitos são "estratégicos" e que serão importantes no "terceiro governo democrático popular"

Em um típico evento de campanha, o PT reuniu na noite de ontem em Brasília mais de mil prefeitos com sua pré-candidata à Presidência, Dilma Rousseff, e ressaltou a presença de prefeitos de PSDB, DEM e PPS, que nacionalmente estão com o tucano José Serra, e do PV, da pré-candidata Marina Silva.

Já na entrada, a lista de credenciamento mostrava a presença dos oposicionistas, a maioria de cidades pequenas.

A Folha falou com três deles. "Sou Dilma por causa das políticas do governo, capilares, com responsabilidade social", disse a prefeita de Ibiaí (MG), Marinilza Soares Mota (PSDB).

"É importante a continuação da administração", disse o prefeito de Iporanga (SP), Ariovaldo da Silva Pereira (DEM). O chefe do Executivo de Buritizal (SP), Agliberto Gonçalves (PSDB), reforçou: "Querendo ou não, o governo federal tem liberado muitos recursos".

Na mesa do encontro, estavam Dilma, o ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), entre outros.

Os prefeitos da oposição tiveram os nomes citados e, sob aplausos, foram aos microfones. "Pela primeira vez fomos respeitados como entes federativos e não como pontinhos no mapa. Nunca perguntaram, aqui em Brasília, qual era o meu partido", discursou o prefeito de Itamonte (MG), Marcos Carvalho (PSDB).

Petistas procuraram dar tratamento especial ao PP, que se diz indeciso entre Dilma, Serra ou a neutralidade. Na mesa, estavam o governador do Amapá, Pedro Paulo, e o ministro Márcio Fortes (Cidades), ambos do PP. "Muita gente ficou em dúvida de que lado o PP ficará. A sua presença aqui [de Márcio Fortes] mostra que o PP não vai ter dúvida de que lado vai estar", discursou Padilha.

Em sua fala, Dilma afirmou que os prefeitos são "estratégicos" e que eles serão importantes no "terceiro governo democrático popular deste país".

Cerca de 4.000 prefeitos estão em Brasília para a 13ª marcha nacional da categoria, que reivindica pontos como o repasse de R$ 56 bilhões do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) em 2010, contra os R$ 53,3 bilhões previstos.

O evento de ontem à noite de Dilma com os prefeitos ocorreu em um centro de eventos com os custos bancados pelo PT, que não revelou o valor.

Durante o dia, na marcha nacional, houve reunião de caráter era apartidário, mas que também acabou virando palanque para ministros do governo defenderem a gestão petista.

"Estamos nos acostumando a ser comandados por mulheres", afirmou Padilha durante a tarde, completando: "Em 1998, na primeira marcha de municípios, os prefeitos tentaram fazer uma reunião com o presidente na época e foram recebidos por cachorros". Dilma repetiu essa afirmação à noite.

Um dos coordenadores da campanha de Serra, o deputado Jutahy Magalhães (PSDB-BA) rebateu as críticas, afirmando que é impensável "não reconhecer que no governo FHC a democracia e o respeito ao cidadão, incluindo as entidades representativas dos prefeitos, foram ampliados".

A marcha é custeada pela CNM, em parceria com o Sebrae. O custo é de cerca de R$ 700 mil. Não houve financiamento de estatais. Hoje, Dilma, Serra e Marina participam de debate com os prefeitos.

 
 
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Marcos José

Dando nome aos bois:

"Brasil: A República dos Jornalistas Corruptos

Há tempos, pede-se a abertura da Caixa Preta da imprensa brasileira. Nenhum cidadão razoavelmente inteligente pode acreditar que a violenta campanha para derrubar o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja realizada por jornalistas somente seduzidos pela doutrina neoliberal e conservadora difundida pelos quadros intelectuais da elite brasileira. Há muito dinheiro correndo nos túneis subterrâneos do Golpe de Estado em curso no Brasil. Boa parte desse dinheiro se destina a abastecer os jornalistas e formadores de opinião recrutados pelo Grupo Rio. Investigações independentes, realizadas de Setembro de 2005 a Março de 2006, revelam que pelo menos 76 pessoas, entre jornalistas e outras personalidades, foram agraciados por suas contribuições ao Golpe de Estado. Certamente, há os que nada cobram, que se juntam à sedição por motivos particulares ou por investirem em benefícios futuros. Os bancos Nossa Caixa, Bank of Boston e Santander Banespa tem sido os principais canais de repasse para a maior parte desses profissionais de duplo emprego. * Quem são os jornalistas empenhados em instaurar o terror no País

* A legião de colaboradores do Golpe de Estado se divide em três frentes diferentes na mídia: 1) Jornalistas da grande imprensa; 2) Blogueiros e articulistas "independentes"; 3) Formadores de opinião (analistas políticos, artistas, etc...) Os primeiros tratam de ecoar tudo que é supostamente negativo no governo do Presidente Lula. Exageram, ofendem, instauram suspeitas e, a todo custo, recorrem ao moralismo rasteiro para provocar indignação nos cidadãos. É o caso do jornalista Ricardo Noblat.

Os segundos são utilizados geralmente para divulgar informações falsas, parte da estratégia de terror utilizada na desestabilização do País. Por serem menos facilmente enquadráveis, realizam o trabalho sujo de poluição informativa. É o caso de Claudio Humberto.

Os terceiros são cooptados das mais diferentes formas, nem sempre presenteados com dinheiro. Na farsa midiática, servem para criar uma ilusão de caos institucional, de decepção geral e indignação contra o governo. É o caso do ator Lima Duarte, tradicionalmente ligado ao tucanismo; de um conhecido humorista; do deputado Fernando Gabeira; do presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), de Roberto Busato, a quem foi prometido o, cargo de Ministro da Justiça em eventual futuro governo do PSDB-PFL; do ,"oabista" Orlando Maluf Haddad, cuja má índole é equivalente a sua capacidade de acumular patrimônio; e da analista de assuntos políticos Lucia Hipólito.

* Como ganhar dinheiro fácil * Para alguns desses jornalistas e formadores de opinião, o ofício sempre foi uma prática de comércio apartada de valores morais ou de condutas éticas. É o caso do "empoado" Augusto Nunes, do Jornal do Brasil, e de Eurípedes Alcântara, da revista Veja. Fonte:http://www.vejajuazeiro.com.br/

 
 
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Raquel Almeida

Olá! Eu também fiz um comentário sobre o Twitter e a política em meu blog. Existe também o site Politweets com todos os perfis de políticos. Minha monografia teve como tema: "O Twitter e a influência no interesse dos jovens pela política". Se tiver interesse, posso disponibilizá-la. Abraço.

 
 

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