Brasilianas.org desta segunda-feira (19/03) irá discutir, às 22h na TV Brasil, a reforma da previdência do setor público federal e as implicações da provável criação de um novo fundo de previdência complementar por meio da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp), que já foi aprovada na Câmara dos Deputados e será votada ainda este semestre no Senado.

A criação da Funpresp, nos moldes de fundos de pensão como Funcef e Previ, define que os servidores públicos futuros terão garantido pela União aposentadoria igual a que é paga aos trabalhadores regidos pelo Regime Geral da Previdência. Os novos servidores que desejarem aumentar suas aposentadorias deverão recorrer ao plano de previdência complementar e contribuir com um percentual a ser negociado. A contribuição do servidor será paritária com a da União até o limite de 8,5%. 

debate tem sido intenso, uma vez que membros da própria base do governo tem divergido do projeto, defendido pelo governo federal. Segundo o Ministério da Previdência, a Funpresp gerará aumento de despesas para o governo até 2030, alcançando o pico de 0,1% do PIB. A desaceleração deverá vir a partir de 2040, quando o governo espera que a economia seja de R$ 28 bilhões por ano.

Para o debate, Luis Nassif recebe o secretário de Previdência Complementar do Ministério da Previdência, Jaime Mariz,  da vice-presidente do Sindilegis (Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União), Lucieni Pereira, e do diretor administrativo da Petros, Newton Carneiro da Cunha.

Não perca! É na próxima segunda-feira, 19, às 22h, ao vivo, na TV Brasil.

Clique aqui e assista na Web TV da TV Brasil.

UHF Analógico Canal 62 (SP)

UHF Digital Canal 63 (SP)
VHF Canal 2 (RJ), (DF) e (MA)
Net - Canais 4 (SP), 16 (DF), 18 (RJ e MA)
Sky-Direct TV - Canal 116
TVA digital - Canal 181

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2 comentários
imagem de Anônimo

Está discutindo-se a Previdência Complementar,  a implantação desse sistema já não  era sem tempo, visto que o défit da previdência tem como origem o alto salários e aposentadorias do funcionalismo público, que aposentan-se com vencimentos integral, que são valores obsurdos, tais como servidores como juizes, desembarcadores e muitos outros com altos salários. Por conseguinte, os pobre mortais assalariados das entidade privadas morrem na miséria, ganhando míseras aposentadorias.

 
imagem de george martins

"O déficit da previdência tem como origem os altos salários e aposentadorias do funcionalismo público"

FALSO. O Regime Geral da Previdência Social-RGPS  pagará em 2012 320 bilhões de reais em benefícios. O tempo médio de contribuição no regime geral é 5 anos e meio para os benefícios por incapacidade e 18 anos para aposentadorias por idade e por tempo de contribuição. Contraste-se isso com a média de 22,5 anos nas aposentadorias de professoras, a categoria no serviço público com menor média de tempo de contribuição.

 

"Os pobres mortais assalariados morrem na miséria, ganhando míseras aposentadorias"

DISTORCIDO. As regras do serviço público para aposentadoria são MUITO mais rígidas: no RGPS o trabalhador se aposenta com salário integral aos 65 anos com 15 de contribuição. Um servidor público de 65 anos precisa de 25 anos de contribuição para se aposentar com proventos proporcionais a 25/35 avos. Se um trabalhador morre após 1 ano de contribuição a viúva receberá pensão integral. A viúva do servidor público que morrer no primeiro ano no cargo viverá com 1 salário mínimo, mesmo que o servidor tenha recolhido 11% do teto do supremo. E finalmente existe um motivo para as Agências do INSS estarem lotadas de pessoas saudáveis pleiteando auxílio-doença e um terço das ações que correm na justiça brasileira sejam de aposentadorias por invalidez, ao passo que as juntas médicas dos serviços públicos passam semestres inteiros sem aposentar ninguém: porque quando um segurado do RGPS fica inválido ele recebe 100% do salário de beneficio sobre o que contribuiu. Já o servidor público inválido se aposenta com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. É extremamente raro um servidor público que não tem paridade na aposentadoria procurar uma junta médica. Já no RGPS metade das ações na justiça contra o INSS são de pessoas com menos de 50 anos alegando-se inválidas por depressão e dor nas costas.

 

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