Ainda discorrendo sobre a importância (ou não) do PIB

Por Assis Ribeiro

Da Carta Capital

Afinal, para que serve o PIB?

Por Paulo Daniel

A presidenta Dilma Rousseff, ao afirmar que a grandeza de uma nação é medida pelo que ela faz por suas crianças e adolescentes e não pelo tamanho do Produto Interno Bruto, nos suscita e amplia uma discussão sobre o significado do PIB.

No Brasil, as contas nacionais, são trabalhadas e mensuradas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que desde a década de 2000 segue o formato proposto pela ONU (Organização das Nações Unidas) do System of National Accounts (SNA) a fim de tornar mais homogêneo a mensuração, de ao menos parte, da riqueza do país em comparação com outros países.

As contas nacionais são formadas basicamente pelas contas de produção, apropriação, do setor externo, de capital e do governo é a partir daí, com os devidos débitos e créditos nas contas mencionadas se realiza a mensuração do PIB, podendo, portanto, observar as evoluções ou involuções, por exemplo, da renda agregada, do quanto se exportou, do quanto se importou, investimentos privados e públicos, o nível de consumo do governo, a sua arrecadação etc.

....

É importante lembrar, as contas nacionais, que por sua vez constituirão o PIB, ao menos diretamente, ainda não conseguiram mensurar a felicidade de uma nação e a interferência ou não, das políticas sociais governamentais. No entanto, com a evolução da renda, desde que bem distribuída, pode-se observar a melhora de muitos indicadores sociais e de consumo em uma determinada sociedade.

Leia mais:
Grandeza da nação não é medida pelo PIB, diz Dilma

Neste sentido, a presidenta Dilma tem razão. O PIB é uma medida puramente economicista, para não afirmar matemática. Alguns podem imaginar que Dilma quer mudar o foco da discussão do PIB, haja vista as mais variadas análises sobre o crescimento econômico de 2012; as mais pessimistas apostam em um crescimento de até 1,0%, enquanto as mais otimistas imaginam um incremento de 3%.

Do ponto de vista da política, em certa medida, talvez, esse seja um dos objetivos do governo, por uma razão muito simples, parte da mídia brasileira, continua realizando terrorismo econômico afirmando aos quatro cantos que o Brasil está, também, em uma crise.

Evidentemente, os dados que se apresentam nos últimos meses podem não ser animadores, mas é importante ressaltar, o governo brasileiro, ao contrário que faz as nações ditas desenvolvidas, onde acontece o epicentro da crise, está utilizando de políticas de incentivo, tanto do ponto de vista fiscal quanto monetário para elevar o crescimento econômico brasileiro. Com isso, passa longe qualquer nível similar de desemprego norte-americano e europeu, portanto, a nossa renda e o consumo minimamente se mantém, o que comparado ao nível da catástrofe econômica mundo afora é uma excelente e importante vitória.

Aliás, diga-se de passagem, os arautos do terrorismo econômico são os mesmos que cobravam e ainda cobram uma política fiscal austera, controle da inflação a qualquer custo, principalmente com elevação dos juros. Portanto, o fruto do crescimento econômico de 2012 é reflexo das ditas cujas medidas macroprudenciais adotadas no início do governo Dilma e fim do governo Lula e não que as atuais medidas não estejam tendo ou não terão algum efeito.

O capitalismo e a economia brasileira não é diferente, vive e sobrevive de expectativas, ou seja, do futuro, o governo brasileiro pontual e gradativamente vai desempenhando seu papel de estimulador, indutor, aos capitalistas; cabe desenvolver novas formas de ampliar a sua renda, um ponto positivo para isso é, de certa maneira, a manutenção dos empregos. Este é um forte sinal que a economia brasileira crescerá neste e nos próximos anos, o quanto, dependerá dos níveis de investimentos privados e públicos.

Por fim, historicamente, o que sempre alavancou o crescimento econômico brasileiro foi o Estado, mas este, excetuando-se os últimos dez anos, nunca foi bem distribuído. Para melhorar o nível, não só de renda, mas também de bem estar da população brasileira, é preciso mais Estado para todos com políticas sociais e públicas eficazes e eficientes no seu orçamento e execução.

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17 comentários
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Claudio Almeida

 Nos últimos anos, mesmo com a economia mundial desabando, crescemos muito, tanto que, espetacularmente, passamos de décima terceira para sexta economia mundial. Estamos crescendo só 2%, mas em cima de um desempenho anterior fantástico. Melhoramos pouco, mas diante do muito. A maioria está crescendo nada, mesmo diante do muito pouco. A realidade é essa, mas os recalcados preferem outra. Aquele famoso papo de pibinho, logo agora, quando o nosso se tornou um dos maiores.

 
 
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Jota Ledour

Quando tem PIBão é por obra do PT, de Lula e de Dilma, é um um índice maravilho e é cantado aos quatro ventos, porém, quando tem PIBinho, aí é apenas mais um índice,  é uva verde, ele não demonstra a realidade do país e etc e tal. Que falta de compostura!. Ah, esse petezada!?!!

 
 
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EPx

No fim está se vendo que o FHC tocou o barco razoavelmente bem, face às sucessivas crises mundiais dos anos 90.

 
 
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peregrino

De PIB só me interessa  o de efeito imediato na qualidade de vida da população...

parece que o oficial mais reflete o horizonte para grandes investidores, sem riscos e obrigações

Acredito que seria de muito interesse para  investidores caretas, aqueles que se dão bem mesmo sem os sonhos de grandeza dos almofadinhas de gravatas lavadas, que alguém fizesse uma análise incluindo também as amostras, informações, retiradas das atividades informais, aquelas dos pequenos produtores, construtores e comerciantes, por exemplo, que, pelo que sei até aqui, estão um pouco fora do alcance das planilhas do IBGE(?)

Sempre que falo de PIB ideal e de possibilidade de retração econômica lá nas comunidades onde aplico meus trocados, galera cai na gargalhada e manda botar na mesa três garrafas de produto interno bruto, gelado e líquido para alegria geral, se da marca Brahma, lógico

 
 
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Marcos Antônio

Creio que ele quis passar a visão do "Grau de importância que ela dá ao tema"!

Os EUA tem um PIB maior que o nosso...

Suponha que  "num jogo de palitinho entre Obama e Dilma - Obama ganha e propoe a Dilma a "TROCA DA POPULAÇÃO DE CADA PAÍS" nas seguinte condições:

  1. A população dos EUA mudaria para o Brasil e vice-versa e NINGUEM poderia levar bens ou recursos financeiros! Sairiam todos apenas com a roupa que estivessem vestindo.
  2. Nada poderia ser destruido de propósito - tudo ficaria intacto!

Que PIB cresceria mais?

Os Brasileiros com TODO recurso dos americanos, instalações e etc. ou os americanos com nossas instalações e riquezas?

Tenho certeza que os americanos se dariam melhor no médio e longo prazo!

TEMOS TODAS AS CONDIÇÕES DO MUNDO PARA NOS TORNAR-MOS UMAS DAS MAIORES NAÇÕES DO MUNDO!

TEMOS QUE INVESTIR NAS PESSOAS, NO NOSSO POVO!

A Dilma está certa...

 
 
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Fabio (o outro)

Querida PResidenta , 

a senhora sempre cultivou um estilo próprio de ser : direta e dura , sem meias palavras. 

Se é bom ou mau , pouco importa , já nos acostumamos a isso.

Pra quê ,  a essa altura do campeonato , tentar imitar o seu antecessor lancando mão desse tipo de declaracão ?? 

Tudo bem que chefes de estado sempre têm que passar uma imagem impactante , como Obama quando disse após o rebaixamento da nota dos EUA pelas agências de classificacão de rating : Ainda somos uma nacão TRIPLE A . 

Ele também poderia ter dito : a grandeza de uma nacão não é medida pelas agências de classificacão.

Mas pra quê fazer isso Presidenta ? Todos sabemos que a questão não é essa . A grandeza da nacão não se medirá pelo PIB , mas certamente se assentará sobre a grandeza dele . Se assim não for , voltaremos a ser o que éramos nas décadas de 1980 e 1990 .

Então mãos à obra minha querida .............

 
 
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anarquista sério

 


 O Pib mede o aumento da riquesa do país.


   Como nosso pais é injusto,serve apenas pra medir o aumento da grana dos mais ricos.


    Se o aumento do PIB fosse medido e usufruido por 200 milhões de brasileiros, teria importância- mas não é assim que funciona.


     O PIB brasileiro só serve pra aposentados que ganham UM salário mínimo( acordo até 2015).


       Do restante dos brasileiros, é uma paisagem no cenário fictício brasileiro.


         Não serve pra nada- nem pra supostos empregos.


           Empregos baseados em PIB geram insegurança.E ninguém produz com eficiência  sendo inseguro.


 

 
 
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Joaquim Aragão

Acho problemático, essa de desvalorizar o crescimento econômico e de pôr água nos indicadores de avaliação econômica com outras preocupações como felicidade, etc.

O crescimento econômico, puro e duro, como medido pela taxa de crescimento do PIB, continua sendo uma condição para que outros sonhos se efetivem em escala maior. 

Entretanto, tenho argumentado que o que não podemos confundir é robustez econômica com taxa de crescimento. Esta última representa apenas uma velocidade de percurso. Temos de nos preocupar de desenvolver indicadores de potência econômica, sem fugirmos dos fenomenos intrinsecamente econômicos. 

A própria renda per capita é muito limitada, pois é descritiva e não analítica. Não indica quais são os fatores que possibilitam o percurso constante e seguro de crescimento. 

Faço sempre comparações com o carro (sou Engenheiro, desculpem-me a boca entortada pelo cachimbo de minha profissão): taxa de crescimento é a velocidade marcada do velocímetro. Precisamos de um indicador HP, que até explica a capacidade de recuperação da velocidade de uma economia após uma necessária redução em função de aspectos conjunturais impositivos.

Mesmo com um Hilux superpotente não pode circular a 100 km/h quando a estrada está repleta de profundos panelões. Querer mostrar desempenho nessas condições implica quebrar o veículo. 

Da mesma forma, mesmo que nossa redução se deva também a problemas internos (tempos, talvez, ainda muito poucos HP no motor de nossa economia), o clima externo é o mesmo da crise de 1930. Naquele período, o Brasil sofreu ainda mais, queimando café nas locomotivas para dar finalidade à superprodução invendável. 

Portanto, querer desenvolver maiores velocidades nesse solo esburacado, só com artifícios que desequilibrarão a economia e as finanças públicas. Quebrando, como consequencia, o motor da economia.

 

Joaquim Aragão

 
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Alexandre Abril

Não entendo nada de índices econômicos, mas já to ficando preoculpado com a "economia real", uma situação muito estranha para essa época do ano, ocorreu essa semana, na empresa em que trabalho que foi a demissão inesperada de mais de 70 trabalhadores...Leio por aí que o governo tá patinando em relação à economia..pelo jeito é verdade..e se a coisa piorar, o meu voto ele nunca mais terá..

 
 
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Zé Zinho

 

Uma radiografia do “Sistema da Dívida”Em uma entrevista publicada na edição de março do Jornal dos Economistas, do Conselho Regional de Economia (Corecon-RJ), que deveria ser lida por todos os brasileiros interessados no futuro do País, a auditora fiscal da Receita Federal Maria Lucia Fattorelli proporciona uma esclarecedora “aula” sobre o funcionamento das finanças públicas no Brasil e, mais especificamente, o controle do processo exercido pelos grupos dominantes. Para ela, este “Sistema da Dívida”, como o denomina, está no cerne da tendência à concentração de riqueza e renda prevalecente e não porporciona quaisquer vantagens ao País como um todo.

Funcionária da Receita Federal desde 1982, Fattorelli tem também se engajado em uma série de iniciativas públicas de esclarecimento sobre o assunto. Em 2000, assumiu a coordenação da Auditoria Cidadã da Dívida. Em 2007 e 2008, a convite do governo do Equador, participou da Comissão de Auditoria Integral da Divida Pública daquele país e, entre 2009 e 2010, da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a Dívida, no Congresso brasileiro. Tal currículo faz dela uma referência sobre o tema dívida pública, que considera o verdadeiro “vilão” das contas públicas nacionais.

A dimensão do problema se mostra no fato de que nada menos que 47% dos recursos orçamentários federais em 2012 são destinados ao serviço da dívida. Em 2011, foram 45,05%, deixando apenas migalhas para as rubricas fundamentais para a grande maioria da população: Saúde – 4.07%; Educação – 2,99%; Transportes – 0,68%; Ciência e Tecnologia – 0,32%; Energia – 0,03%; Saneamento – 0,02%.

Fattorelli afirma que a sangria tem raízes históricas: “A reserva de 47% dos recursos federais em 2012 para pagamento do serviço da dívida decorre do modelo econômico vigente no país. Esse modelo é equivocado sob vários aspectos, especialmente no que se refere à opção pelo endividamento ao invés da adoção de uma tributação justa. Tal modelo tem raízes históricas no processo de colonização e influenciou a conformação injusta da sociedade brasileira. Em termos de política fiscal, determinou a adoção de modelo tributário regressivo, que tem propiciado a contínua concentração da riqueza e da renda, além de garantir à dívida pública uma série de privilégios que denominamos ‘Sistema da Dívida’. Em tese, o endividamento público deveria funcionar como fonte de recursos para o Estado, aportando recursos não suficientemente arrecadados por meio dos tributos. Na prática, tem funcionado como mecanismo de crescente desvio de recursos públicos para o setor financeiro privado, sem qualquer contrapartida em bens ou serviços à Nação.”

Na verdade, esse sistema – como ela ressalta – é praticado em muitos outros países e está na raiz da presente crise financeira global, por mostrar-se absolutamente incompatível com os requisitos da economia mundial crescentemente complexa, diversificada e interconectada do século XXI. Não obstante, o seu funcionamento é pouco conhecido e, por conseguinte, muitos se equivocam quanto à verdadeira origem de muitos problemas das finanças públicas nacionais.

De acordo com Fattorelli, o sistema tem quatro componentes cruciais: 1) todo gasto governamental exige a indicação das respectivas fontes de recursos, exceto a dívida; 2) a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que garante a atualização mensal da dívida, por índices cuja variação é superior ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo); 3) a Lei de Responsabilidade Fiscal, que limita gastos e investimentos sociais, mas não estabelece limite algum para o custo da política monetária, garantindo elevados juros aos rentistas; e 4) o controle de inflação baseado na utilização dos juros como instrumento de controle de preços e no controle do volume de moeda em circulação (apesar de 70% da inflação se deverem aos aumentos de preços de serviços públicos privatizados e de o controle de moeda circulante não ter sido acompanhado pelo controle de capitais especulativos).

Para o enfrentamento do problema, Fattorelli sugere uma estratégia baseada em medidas escalonadas, a curto, médio e longo prazos. Para começar, seria imprescindível uma auditoria da dívida, “pois não podemos continuar pagando dívidas ilegais e ilegítimas à custa de tanto sacrifício social e comprometimento das gerações futuras”. Em seguida, seria preciso, entre outras medidas, interromper, de imediato: a) a emissão de títulos para pagar juros; b) a contabilização irregular da parcela dos juros nominais (correspondente à atualização monetária), como se fosse amortização ou rolagem, o que levaria a uma drástica redução dos juros; c) a emissão de títulos para pagar juros; d) a prática de enxugar o excesso de dólares especulativos que entram no País, trocando-os por títulos da dívida; e) as medidas que estão acelerando a transferência da crise internacional para o Brasil, especialmente o relaxamento das regras para derivativos e produtos financeiros sem lastro.

A médio prazo, com base na auditoria da dívida, seria preciso redirecionar os recursos para investimentos efetivos em educação, tecnologia, saúde, moradia digna, transportes de qualidade, energia limpa, geração de empregos e resgate efetivo da qualidade de vida, além de uma revisão na estrutura tributária nacional.

A longo prazo, “prosseguir com a auditoria integral regular, de forma transparente e com a participação cidadã, para que o endividamento público deixe de ser elemento de tirania financeira e retome seu papel de financiamento do Estado”.

A exposição de Fattorelli deixa claro que, assim como ocorre na maioria dos demais países, a alegada “falta de recursos” para os investimentos nos setores que, efetivamente, sustentam a economia real, tanto na infraestrutura física como na social, não decorre de limitações intrínsecas da economia, mas do controle privado do sistema de emissão de moeda e crédito e de financiamento das instituições públicas. Esta é, de fato, a essência do sistema hegemônico estabelecido desde o final do século XVII, com a criação do Banco da Inglaterra, cujos limites, estes sim, estão à luz do dia. Por conseguinte, é preciso uma ampla conscientização sobre essa realidade, para que o fim de tal “Sistema da Dívida” passe a integrar as pautas de reivindicações e ações da cidadania.

http://www.msia.org.br/uma-radiografia-do-sistema-da-divida/

 

 
 
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Alexandre Weber - Santos -SP

Reduzindo a Selic estamos reduzindo a influência nefasta do serviço da dívida.

O caminho é o correto, na minha humilde opinião, porém a discussão do principal não deveria ser suspensa, não é dar calote, só rediscutir o que se paga e como, coisa simples, em dois ou três anos com certeza chegamos a um consenso bom para ambas as partes e ai o Brasil, honrando sua tradição de excelente pagador, recomeça a quitar o devido.

O resto é direito pela força, coisa de trogloditas.

Acorda, Dilma!

 

Follow the money, follow the power.

 
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Alexandre Weber - Santos -SP

Dentro de uma modelagem das minhas, com Tarot, Astrologia e Geometria, o que importa é o Centro de Gravidade do Proxy que modela o Estado, se este caminha no tempo em relação a uma melhora das condições do Povo e da Nação isto indica um acerto no planejamento e nas táticas usadas nas políticas públicas.

Fora disto, na minha humilde opinião, são meros chutões.

Dilma, acorda!

 

Follow the money, follow the power.

 
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motoboy

a bandeira pibão foi herdada. Dilma não tem obrigação nem compromisso algum em sequer dar justificativas imprimindo suas diretrizes que como são tão ou mais nóbres é 10 e toquéla.

 
 
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Alexandre Weber - Santos -SP

motoboy, eu não tinha perdido as esperanças, falta só as ,,,,,,,,,,  (vírgulas), não esmoreça, você até que leva um jeitinho rsrsrsrsrs..... 

 

Follow the money, follow the power.

 
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Diogo Costa

O PIB é um indicador dentre tantos outros. É importante para saber a quantas anda a produção de um país. Isolado não diz muita coisa, por isso deve ser lido conjuntamente com outros índices como IDH, PIB per capita, coeficiente de GINI, mortalidade infantil, mortalidade materna, taxa de fecundidade, expectativa de vida, escolarização, taxa de desemprego, médicos por habitante, etc, etc, etc...

 

Eu acho o PIB um indicador bem importante, mas não é o único. Só isso...

 

Diogo Costa

 
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Julião

Falou tudo Diogo! Hoje fica mais clara a idéia de que o pib só não mede o nível de desenvolvimento de uma nação, coisa que  algum tempo atrás era tido como dogmática, pois o Pib representava o quanto a elite ficava mais rica. Pensamento do tipo "tá todo o mundo na merda, mas eu estou ganhando muito grana".

 

julião

 
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s4ndr0

Não gosta do PIB?? tente o FIB

http://www.felicidadeinternabruta.org.br/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Felicidade_Interna_Bruta

 
 

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