Balanço do PAC indica recuperação do vigor da economia

Do Correio Braziliense

Economia brasileira começa a recuperar o vigor, avalia governo

No documento do quarto balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2, o governo avalia que as perspectivas da economia continuam relativamente incertas. Segundo a análise, o aspecto mais grave desta etapa da crise iniciada em 2008 é que os países emergentes, como o Brasil, sentirão os efeitos do menor volume de comércio internacional, da instabilidade nos fluxos de recursos estrangeiros, da deterioração das expectativas de empresários e consumidores e, ainda da redução do crescimento da atividade econômica.

Mesmo diante desse quadro nos países considerados avançados, o governo defende que a economia brasileira começa a recuperar o vigor. No documento, técnicos destacam que o PAC é um “componente central para seguirmos essa trajetória de crescimento centrada, principalmente, em melhores condições de vida para a população”. Diante da crise e dos avanços obtidos pelo Brasil, o governo defende que o PAC continue sendo um instrumento essencial para garantir que o investimento constitua uma das principais forças impulsionadoras do desenvolvimento do país.

O balanço do PAC foi divulgado nesta quinta-feira (26/7) no Ministério do Planejamento. O documento ressalta que, diante da desaceleração da economia mundial, o governo brasileiro tem atuado continuamente com medidas de estímulos tanto ao consumo quanto ao aumento da competitividade da economia. Entre as medidas, os técnicos do governo destacam as de redução de impostos e o aumento dos recursos para financiar o investimento, com queda das taxas de juros.

Para o governo, não há contradição entre o crescimento do consumo e o aumento do investimento. Para isso, informou o Ministério do Planejamento, o país tem um amplo conjunto de instrumentos de política econômica, como a flexibilização da política fiscal e o aumento da arrecadação com a formalização da economia. Na avaliação do ministério, o Brasil está sob uma nova e promissora matriz econômica, importante para o investimento, a produção e o emprego. O documento destaca que os avanços não ameaçam a inflação, que, na expectativa do governo, seguiu em trajetória de declínio.

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8 comentários
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Alexandre Weber - Santos -SP

A economia não continua incerta, continua valendo que quando um perde, outro ganha.

O que continua é a incompetência dos operadores do governo de reverter estes ganhos para o povo e a nação, são incapacitados e o pior é que não enxergam o erro que cometem, ou seja, vão errar "ad infinitum".

O que está aí é uma contabilidade criativa que esconde e camufla as mazelas da falta de competência de gerir a economia e serve para mistificar resultados e garantir o empreguinho.

Nada socorre ou proteje atualmente o Brasil, estamos ao léu em águas perigosas sem estrela, sem norte e sem rumo.

Na sexta-feira passada, 20 de julho de 2012, o planeta piscou, o Brasil só assistiu.

Acorda, Dilma!

 

Follow the money, follow the power.

 
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motoboy

países emergentes, como o Brasil:

1- sentirão os efeitos do menor volume de comércio internacional => óbviamente! com o dólar pulando de R$ 1,50 para R$ 2,10 e caminhando para os R$ 3,00 os exportadores ganharão cada vez mais exportando menor volume a prêço de banana! e óbviamente também com o dólar a R$ 3,00 diminuirão as importações que ainda por cima são super taxadas! e ainda vai gerar desemprêgo em portos aeroportos aduanas transportadoras...

2- instabilidade nos fluxos de recursos estrangeiros => com taxas que sobem e descem ao menor desejo dos governantes qual investidor estrangeiro vai ter certeza de que está fazendo um bom negócio na hóra certa? não só géra instabilidade nos fluxos como géra principalmente fuga.

3- deterioração das expectativas de empresários e consumidores => dos consumidores é certeza pela caristia dos empresários imediatistas com respaldo governamental. dentre outros problemas isso géra inadimplência... vc contrai hoje prestação dentro do seu orçamento e daqui a 6 meses vc tem que escolher: ou paga a prestação ou compra o arroz e feijão que já dobrou de prêço.

4- redução do crescimento da atividade econômica => com medidas recessivas e brochantes queriam o quê? só podiam estar querendo recessão! então agóra chupa as laranja que tão apodrecendo aí!

 

 
 
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Edu Pessoa

Como sacudir o empresariado brasileiro? O governo vem investindo, promete incentivos, desonerações e nada desse povo. Só lamúrias...

O que fazer?

 
 
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Paulo Villas

A recuperação da economia está nas mãos solitárias do governo. O setor privado é mais chapa branca do que o setor público , não arrisca , só vai na boa e chora , como chora , a maior parte do tempo é chororô , banzo e lamúrias. O espírito animal que o Delfim exorta no empresarriado nacional tem como animal-símbolo , o bicho-preguiça. O governo faz sua parte , investe , planeja , mas depende de uma mudança cultural por parte do empresário , que gasta mais tempo redigindo pautas de ajuda , praticando o cinismo público como o impostômetro , como se pagassem , do que em inovação e expansão.

 
 
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Assis Ribeiro

"países emergentes, como o Brasil, sentirão os efeitos do menor volume de comércio internacional, da instabilidade nos fluxos de recursos estrangeiros, da deterioração das expectativas de empresários e consumidores e, ainda da redução do crescimento da atividade econômica."

Portanto, os Brics que são os poucos ainda em condição de crescimento pela imensa disparidade salarial, que comece a cobrar seus impostos com seriedade porque precisarão investir para, como o próprio texto aponta a importância do PAC, continuar o crescimento (enquanto for possível), porque esperar atitude do meio empresarial é não conhecer como funciona o mundo empresarial (sobretudo no Brasil).

Se quiserem se esforçar um pouco mais com base na percepção, ou mesmo na evidencia do que ocorreu com o mundo chamado civilizado, que conhece a estudar alternativas, que encarem de frente o que é a diferença entre crescimento e desenvolvimento, como a própria presidente já admitiu em algumas oportunidades, uma delas ao afirmar que a felicidade de um povo não se mede pelo aumento do PIB...

 
 
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Mario Blaya

é verdade, e perceptivel o aumento de pedidos para alguns segmentos da economia, como os fabricantes de formularios para obtenção do salario desemprego e para o saque do fundo de garantia. Também os fabricantes de bancos de praça projetam um aumento da procura e finalmente as pessoas que fazem curriculos estão animadas com um fim ano repleto de encomendas!!!!

 

 

 

"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." MAX FRICH

 
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ruyacquaviva

Sr. Blaya, sua torcida para que o país piore ficou por demais evidente neste comentário carregado do fel da inveja e da mesquinharia. Vocês tucanos estão ficando doidos não é? Torcendo alucinadamente para que alguma desgraça aconteça ao país, por achar que assim voltarão ao poder (e à privataria).

E enquanto isso as pessoas de bem estão trabalhando e fazendo o país funcionar. Sua atitude de ficar urubuzando só merece desprezo porque é mesquinha, mas irrelevante para a sociedade.

 
 
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Marianna K

A verdade é tão boa camuflagem para cegos como você. Talvez seja o único a não ter visto os indicadores de emprego do primeiro semestre: 1 milhão de novos empregos. Acho que estão entrando chineses pela fronteira Paraguaia e tomando lugar dos brasileiros.

 

Marianna K

 

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